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Queixas mais comuns incluem mascar e latir em excesso

02 de junho de 2014 0

cão morde

O s problemas comportamentais em cães são numerosos, mas alguns deles costumam ocorrer com mais frequencia ou incomodam mais os tutores do que outros, fazendo-os procurar atendimento veterinário para contornar a situação. O hábito de mascar ou morder objetos está entre os campeões no ranking de queixas dos tutores. É preciso saber que mascar é um costume natural dos cães, mas que pode se tornar um problema à medida em que causa destruição. Os cães mascam quando trocam os dentinhos, quando têm muita energia, quando estão ansiosos ou apenas curiosos. Uma saída é encorajar o cão a mascar e morder as coisas certas, ou seja, brinquedos. Forneça o máximo de brinquedos para ele, evitando assim o tédio. Outro ponto importante é fazer com que o animal se exercite bastante.

Latir excessivamente é outro problema muito comum e pode ocorrer quando o animal dá sinais de perigo ou alerta, por excitação, busca de atenção, ansiedade, tédio, para responder a outros cães. É preciso ser paciente para superar este problema e dar sempre muita atenção para o cão.

O instinto dos cães também costuma falar mais alto e muitos desenvolvem o hábito de cavar, ainda mais se forem raças que tenham histórico de terem sido utilizadas em caçadas. Mas, o cão contemporâneo cava por excesso de energia e por tédio, ansiedade ou medo, busca de conforto (fazer um buraco para se aninhar no calor). Os cães também costumam cavar para esconder seus pertences, como ossos e brinquedos. Para contornar este hábito, é preciso primeiro identificar o motivo da cavação, eliminar a fonte e exercitar mais o cão. Mas, se cavar for inevitável, tente reservar um canto do jardim exclusivo para esta prática.

Outro problema muito comum de ocorrer é a chamada ansiedade da separação a qual inclui vocalização, o hábito de morder, xixi e coco fora do lugar toda vez que o tutor deixa o animal sozinho em casa. Entre os sinais que indicam que o animal pode sofrer desta síndrome estão: o cão começa a ficar ansioso quando o tutor se prepara para sair. Além disso, o animal o segue por toda a casa e tenta tocá-lo o tempo todo. O tratamento deste distúrbio requer grande dedicação, a partir de mudanças de comportamento e muito exercício. Em alguns casos, é necessário medicar o animal, mas é sempre a última alternativa.

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