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Gatos que sugam e lambem roupas

10 de junho de 2014 0

sucking

 

Quem convive com gatos já deve ter percebido o quanto alguns deles costumam lamber e sugar roupas, e muitos o fazem até mesmo nos dedos e no pescoço dos tutores. Quase sempre, este comportamento vem acompanhado de ronronados e de movimentos com as patinhas, como se estivesse afofando alguma coisa. Este hábito oral se equipararia a uma criança chupar o dedo ou o bico. Muitos especialistas acreditam que os felinos fazem isto por terem ficado órfãos muito cedo. O ideal é que eles fiquem com suas mães até, pelo menos, completarem entre seis e onze semanas de vida, caso contrário podem demonstrar comportamento de filhotes, mesmo quando já estiverem adultos.

Sugar e lamber também pode demonstrar que o animal está estressado, ansioso ou entediado. Em alguns casos, o hábito pode virar uma atitude compulsiva, especialmente se o gato não para, mesmo quando distraído ou quando é chamado para brincadeiras. Neste caso, o transtorno deve ser logo diagnosticado e tratado. Também é importante destacar que hipertireoidismo ocorre em 30% dos gatos com mais de 10 anos e que este enfermidade ausa vários distúrbios comportamentais, inclusive lamber e sugar.

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Queixas mais comuns incluem mascar e latir em excesso

02 de junho de 2014 0

cão morde

O s problemas comportamentais em cães são numerosos, mas alguns deles costumam ocorrer com mais frequencia ou incomodam mais os tutores do que outros, fazendo-os procurar atendimento veterinário para contornar a situação. O hábito de mascar ou morder objetos está entre os campeões no ranking de queixas dos tutores. É preciso saber que mascar é um costume natural dos cães, mas que pode se tornar um problema à medida em que causa destruição. Os cães mascam quando trocam os dentinhos, quando têm muita energia, quando estão ansiosos ou apenas curiosos. Uma saída é encorajar o cão a mascar e morder as coisas certas, ou seja, brinquedos. Forneça o máximo de brinquedos para ele, evitando assim o tédio. Outro ponto importante é fazer com que o animal se exercite bastante.

Latir excessivamente é outro problema muito comum e pode ocorrer quando o animal dá sinais de perigo ou alerta, por excitação, busca de atenção, ansiedade, tédio, para responder a outros cães. É preciso ser paciente para superar este problema e dar sempre muita atenção para o cão.

O instinto dos cães também costuma falar mais alto e muitos desenvolvem o hábito de cavar, ainda mais se forem raças que tenham histórico de terem sido utilizadas em caçadas. Mas, o cão contemporâneo cava por excesso de energia e por tédio, ansiedade ou medo, busca de conforto (fazer um buraco para se aninhar no calor). Os cães também costumam cavar para esconder seus pertences, como ossos e brinquedos. Para contornar este hábito, é preciso primeiro identificar o motivo da cavação, eliminar a fonte e exercitar mais o cão. Mas, se cavar for inevitável, tente reservar um canto do jardim exclusivo para esta prática.

Outro problema muito comum de ocorrer é a chamada ansiedade da separação a qual inclui vocalização, o hábito de morder, xixi e coco fora do lugar toda vez que o tutor deixa o animal sozinho em casa. Entre os sinais que indicam que o animal pode sofrer desta síndrome estão: o cão começa a ficar ansioso quando o tutor se prepara para sair. Além disso, o animal o segue por toda a casa e tenta tocá-lo o tempo todo. O tratamento deste distúrbio requer grande dedicação, a partir de mudanças de comportamento e muito exercício. Em alguns casos, é necessário medicar o animal, mas é sempre a última alternativa.

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Linda Mima: elétrica e brincalhona

26 de maio de 2014 0

Mima

Oi pessoal! Eu sou a Mima, tenho 2 anos e minha tutora, a Grazi, me adotou quando eu era um bebezinho! Sou super feliz, meio elétrica e brincalhona, e mãezinha de dois filhotes lindoos!

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Cuidados com os bichanos durante a Copa

26 de maio de 2014 1

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A Copa do Mundo está chegando e com ela, especialmente em dias dos jogos, os hábitos das pessoas costumam mudar: reuniões com amigos e família em casa, comemorações com fogos, uma alteração de rotina que pode estressar cães e gatos. Por isso, é preciso levar em conta algumas dicas importantes: primeiro sobre como agir em situações de barulho intenso e explosões de fogos e rojões. Deve-se preparar a casa, pois ela é vista pelo seu bichano como uma área segura. Escolha um local calmo, iluminado (nada de quartos escuros), e tente isolá-lo do barulho, fechando janelas, persianas e cortinas. Você pode criar um ambiente com música calma para abafar o som dos fogos ou mesmo com a televisão ligada. Torne o lugar aconchegante, com a caminha e paninhos do cão ou gato, alguma peça de roupa do tutor também é bem vinda. Brinquedos também são uma boa ideia para que eles se mantenham distraídos,

Fique sempre de olho no animal e, se possível fique junto com ele, converse de forma calma, mas não tente agarrá-lo, pois isto pode aumentar a ansiedade e aumentar o medo. Caso ele prefira, deixe-o se esconder em alguma peça da casa que ele mesmo considere segura, mas nunca esqueça de se manter atento à ele. Fugas são muito comuns em situações estressantes como estas, por isso fique atento!

Outra questão importante é a adaptação dos animais à presença de pessoas estranhas na casa. As visitas virão ver os jogos na sua casa e é preciso estar preparado para latidos, excitação, saltos no colo dos visitantes, pois é normal que os animais queiram atenção. Uma boa tática é encontrar o visitante longe da porta da casa, dar uma caminhada curta com ele e só depois deixá-lo entrar na sua casa. Neste ponto, seria interessante ainda esperar mais um pouco até deixar o cão se aproximar do visitante. Muitos cães se sentem menos ameaçados se já encontram o visitante dentro de sua casa, ao invés de ver o visitante “invadindo seu espaço”.

Outro truque é dar um brinquedo, de preferência o mais adorado pelo cão, e sempre que ele vier lhe oferecer o brinquedo, jogue-o para ele, brinque, dê atenção, mesmo que esteja na frente das visitas. É uma forma de não deixá-lo só, incitando-o a aprontar pulando, latindo e saltando no colo das pessoas. Dar atenção, acima de tudo, independente se estiver diante da decisão da Copa, num tenso Brasil e Argentina. Não deixe seu amigo sentir-se só, pois este sentimento gera mais e mais ansiedade e pode levá-lo a ter sérios problemas comportamentais. O cachorro é um ser social por natureza e deixá-lo ‘abandonado” num canto da casa pode deixá-lo hiperativo e ansioso.

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Bem-estar Animal. Texto publicado no informativo do CRMV-SP

12 de abril de 2014 0

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Enriquecimento ambiental para gatos: algumas idéias interessantes

20 de janeiro de 2014 0

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Fique de olho na Erliquiose e saiba como tratar

17 de setembro de 2013 0

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O controle de carrapatos é uma prática essencial para evitar a ocorrência de diversas doenças, como a erliquiose, uma doença infecciosa, mais comum durante o verão. A transmissão tem como vetor o chamado carrapato marrom (Rhipicephalus sanguineus), o qual libera suas fezes e com isso infecta os glóbulos brancos do sangue. Entre os principais sintomas febre, falta de apetite, perda de peso, prostração, sangramento nasal, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias.

Para saber se o animal está doente, é importante fazer um diagnóstico preciso, o qual costuma ser muito difícil, especialmente na fase inicial da infecção. Um dos principais sinais é a presença dos carrapatos. O método diagnóstico consiste em um esfregaço de sangue ou através de testes sorológicos mais sofisticados. Lembre-se que quanto mais cedo, melhor.

O tratamento é feito à base de medicamentos, sobretudo os antibióticos. Destes, a doxiciclina constitui a droga de eleição no tratamento da erliquiose em todas as suas fases. Ela é bem absorvida com rapidez quando administrada por via oral. Além disso, a doxiciclina é mais lipossolúvel e penetra nos tecidos e fluidos corporais melhor que o cloridrato de tetraciclina e a oxitetraciclina. A eliminação da doxiciclina se dá primariamente através das fezes por vias não biliares, na forma ativa. Os critérios para o tratamento variam de acordo com a precocidade do diagnóstico, da severidade dos sintomas clínicos e da fase da doença que o paciente se encontra quando do início da terapia.

É importante frisar que também será fornecido um tratamento de suporte, principalmente nos casos crônicos, corrigindo a desidratação com fluidoterapia, e as hemorragias devem ser compensadas pela transfusão sanguínea. Terapia à base de glicocorticóides e antibióticos pode também ser utilizada. Por vezes é necessária a complementação do tratamento com soro ou transfusão de sangue, dependendo do estado do animal. Em média, esse tratamento pode perdurar de 21 dias a 8 semanas. Como em toda doença, a prevenção é sempre uma ótima saída, controlando a infecção por carrapatos.

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Itália irá abolir lista de raças de câes perigosos e substituí-la pela responsabilidade dos donos

03 de setembro de 2013 0

Raças "agressivas"

A Itália anunciou que vai abolir a lista de raças perigosas e substitui-la pela responsabilidade penal e civil dos donos de cães, além de proibir o adestramento para agressividade, o doping e as cirurgias estéticas — cachorro só vai entrar na faca se for por problemas de saúde.

 

“Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu”, assinalou a vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini.

 

O novo decreto sobre “cães e agressões” entra em vigor em abril e prevê também que os veterinários deverão organizar um cadastro da cachorrada considerada violenta — e estes cachorros enfezados só poderão circular de coleira e focinheira.

 

O decreto tem sete artigos e inclui algumas obrigações básicas, como aquela que prevê que o dono é o responsável pelas fezes que seu cão faz na rua, informou a agência de notícias Ansa.

 

Segundo Francesca, os métodos adotados nos decretos anteriores sobre cães “não tinham fundamento científico”. “Não existem raças perigosas.

 

O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes; com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos”, finalizou a vice-ministra.

Fonte: http://www.radioitaliana.com.br/content/view/1505/56/

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Problemas articulares exigem atenção em dias frios

26 de agosto de 2013 0

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Assim como nos humanos, problemas articulares também costumam ser comuns em cães e gatos, trazendo dor e desconforto para os animais, especialmente em climas frios e úmidos como estamos vivenciando. Os mais vulneráveis são os idosos ou os que têm artrite, artrose ou displasia coxo femural. Cães da raça pastor alemão e labrador têm maior predisposição às doenças articulares. Os sintomas costumam ser amenizados com sessões de fisioterapia, combinadas com o uso de suplementos que amenizam as dores e dão excelentes resultados.
No caso da artrite e artrose, apesar de também não haver como preveni-las, dependendo da gravidade e das estruturas ósseas afetadas, podem ser amenizadas. Entre as opções de tratamento está o uso de suplementos alimentares à base de condroitina e a glucosamina, especialmente em raças predispostas a essas doenças. Para identificar o problema, o quanto antes, o tutor deve prestar atenção no comportamento do animal: claudicação (mancar), dificuldades de brincar e se levantar. O animal fica apático (abatido) e perde o apetite, sendo que, nos dias frios, os sintomas ficam mais evidentes.
Também é importante ter cuidado especial com o local onde os pets dormem, até mesmo para os animais que não sofrem de problemas articulares é recomendável manter a área de dormir o mais agradável e aconchegante possível, com cobertores e uma cama confortável. Outro cuidado que deve ser tomado é em relação ao piso do local em que o animal costuma transitar. O chão muito frio favorece o aparecimento das dores, além de dificultar a adesão das patas ao caminhar, piorando o quadro do cão . No caso de animais idosos com algum problema articular é desaconselhável que eles fiquem fora de casa, especialmente nas noites mais frias . Com o acompanhamento veterinário adequado aliado a essas medidas simples é possível que mesmo doentes os animais vivam com mais qualidade de vida.

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Como superar o medo da coleira

19 de agosto de 2013 2

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Parece incrível mas nem todos os cães ficam radiantes e felizes quando ouvem a clássica frase “vamos passear”. O medo da coleira pode surgir desde cedo, especialmente no caso de tutores que apresentam a coleira e a guia ao seu cão no seu primeiro dia de passeio na rua, que normalmente ocorre logo após terminar o esquema de vacinação. O cão fica em uma situação onde quer se libertar da coleira, enquanto o dono o puxa e o passeio acaba virando um transtorno para os dois. O ideal é acostumá-lo ao uso do acessório desde pequeno, antes dos quatro meses de idade e fazer simulações de passeios dentro da sua casa ou apartamento. Com esse método será mais fácil encarar a coleira na hora do passeio de verdade. Se o cão já possui medo da coleira compre uma adequada ao seu tamanho e vá acostumando a usar primeiro em sua casa. O segredo do sucesso é associar a coleira com coisas boas. Mostre ela para o seu cão e deixe-o cheirar. Distraindo o cão com um petisco, coloque a coleira delicadamente em seu pescoço. Após colocá-la, continue distraindo e brincando com um brinquedo por alguns minutos. A intenção é fazer com que ele se acostume com a coleira e não se incomode com ela em seu pescoço.
Depois comece a acostumar com a guia: distraia o animal com petiscos e faça um breve passeio pela sua casa ou quintal com a guia frouxa. Você só deve sair para passear na rua após o cão estar acostumado com a coleira e com a guia em sua casa. Nunca force seu cão a andar puxando-o pela guia. Ao sair para rua, comece fazendo passeios curtos em ruas calmas e em horários de pouco movimento. Gradualmente vá aumentando o percurso e o tempo.
Atente para alguns cuidados iniciais e que são fundamentais:
• O ideal seria você escolher um horário onde não haja muito trânsito nas ruas para que ele não se assuste com o barulho de motores e buzinas;
• O começo da manhã, ou mesmo no meio da tarde são horários em que o sol não estará tão forte, e seu filhote não sentirá muito desconforto. A escuridão da noite também poderá assustá-lo, além de ser um horário em que ele costuma dormir, portanto também não é muito recomendada para as primeiras vezes.
• Como os filhotes se cansam muito rapidamente, dê passeios curtos, e procure não andar rápido demais. Lembre-se, ele só está aprendendo!
• Nos primeiros passeios procure fazer caminhos nos quais você não passe na frente de muitas casas com cães, pois estes costumam ser muito hostis com os cães que passam na frente de seus portões. Se você quiser começar a socializá-lo, leve-o em algum parque ou praça, e coloque-o junto a cães dóceis, que serão mais delicados com ele;
• Da mesma forma procure evitar multidões. Seu filhote pode ficar assustado ao ter que cruzar muita gente.

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