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	<title>Comportamento Animal</title>
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	<description>Dicas e curiosidades sobre comportamento, saúde e benefícios da convivência entre pessoas e animais</description>
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		<title>Xixi e cocô têm lugar certo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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É de pequenino que se torce o pepino. Essa máxima do tempo de nosso avós pode ser bem aplicado a cães e gatos quanto o tema é fazer xixi e coco no lugar certo. Eles devem ser educados desde filhotes para acertar o local onde fazer suas necessidades, uma vez que, com o passar... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/06/18/xixi-e-coco-tem-lugar-certo/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/06/5c68030552.jpg" rel="lightbox[311]"><img class="alignnone size-full wp-image-312" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/06/5c68030552.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>É de pequenino que se torce o pepino. Essa máxima do tempo de nosso avós pode ser bem aplicado a cães e gatos quanto o tema é fazer xixi e coco no lugar certo. Eles devem ser educados desde filhotes para acertar o local onde fazer suas necessidades, uma vez que, com o passar do tempo, fica mais complicado discipliná-los.  O primeiro passo é restringir a área dedicada ao filhote, como um banheirinho ou área de serviço, forrando-a com os tapetes higiênicos ou jornais. Na substituição dos tapetes usados, vá deixando de substituir alguns, gradualmente diminuindo a quantidade de tapetes, até que reste apenas um, no local que você julgue mais adequado. É importante que esse local seja sempre afastado da água e comida, pois ninguém gosta de se alimentar com odores desagradáveis. Sempre que o filhote fizer as necessidades no lugar certo, faça um elogio. Mas, se ele ficar fora da área escolhida por você, seque o xixi com o próprio tapete higiênico, recolocando-o no local correto, por mais algumas horas. Isto reforçará a ideia de local correto para o seu filhote. Outro ponto crucial é a eliminação dos odores de xixi e cocô, dos lugares "errados". Há produtos específicos para eliminar odores no mercado. Lembre-se que água sanitária ou desinfetantes comuns, não servem para este fim, especialmente para os cães, pois eles têm um faro pra lá de aguçado e podem perceber o cheirinho de xixi, mesmo que "mascarado" com perfumes.</p>
<p>No caso dos gatos, quanto mais cedo identificar e lidar com a situação, mais fácil. Se seu gato não for castrado, as chances de ele fazer xixi no lugar errado são grandes. Machos não castrados acham que devem marcar território e a melhor ferramenta que têm para isso é o xixi. Ainda assim, 10% dos machos e 5% das fêmeas continuam brigando com a caixa de areia depois de castrados. Outro ponto: fazer xixi fora do penico pode ser um lance tão territorial que, quanto mais gatos na casa, maiores as chances de isso acontecer. Além disso, é importante verificar se o xixi fora de lugar não se deve a alguma patologia, pois o problema pode ser de saúde, não de comportamento. Se o gato sente muita dor ao urinar, pode associar esse desconforto à caixa e fugir dela. Uma dica é a ficar atento à posição do rabo. Rabo paralelo ao chão mostra que ele está mesmo só se aliviando, enquanto rabo para cima e se mexendo tem cara de demarcação de território. Estresse e ansiedade podem ser a causa desse comportamento nada simpático. Nesses casos, objetos que têm o cheiro do dono, como roupa de cama, podem acabar sendo batizados. Um exemplo dessa situação é quando o gato percebe que o dono está se preparando para uma viagem e faz xixi na mala. Ou quando o gato urina em um móvel logo após a chegada de outro bicho. Sobre as caixas de areia, é preciso saber que existe uma matemática específica: é uma para cada gato, além de uma caixa extra. Seguindo essa fórmula, a casa com dois gatos precisaria de três delas. O problema também pode ser a própria caixa: ela pode estar muito pequena para eles, por exemplo. Ou pior: muito suja. A tampa da caixa também pode ser a vilã, caso o bicho se sinta “sufocado” lá dentro. Além disso, o dono deve ficar atento à altura da porta, que vira um obstáculo para felinos bebês, idosos ou com problemas de saúde.</p>
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		<title>Saiba mais sobre convulsões em pets</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 21:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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As convulsões em cães e gatos costumam ser episódios traumáticos para os tutores. Para que isso não ocorra, o melhor é conhecer o que causa as crises, como agir durante uma convulsão e tentar manter a calma. As convulsões podem ser secundárias a cardiopatias, intoxicações, doenças renais e hepáticas, traumas, epilepsia entre outros. Os... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/06/10/saiba-mais-sobre-convulsoes-em-pets/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/06/Co_convulso_11.jpg" rel="lightbox[308]"><img class="alignnone size-full wp-image-310" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/06/Co_convulso_11.jpg" alt="" width="629" height="444" /></a></p>
<p>As convulsões em cães e gatos costumam ser episódios traumáticos para os tutores. Para que isso não ocorra, o melhor é conhecer o que causa as crises, como agir durante uma convulsão e tentar manter a calma. As convulsões podem ser secundárias a cardiopatias, intoxicações, doenças renais e hepáticas, traumas, epilepsia entre outros. Os quadros convulsivos podem acometer cães e gatos (mais raro), que passam a apresentar sinais como: tremores, decúbito lateral total e inconsciência, durante poucos segundos. Se o diagnostico for epilepsia, que é uma doença com predisposição genética, é preciso saber que ela não tem cura, mas pode ser controlada com a utilização de medicamentos anticonvulsivantes  (medicamentos alopáticos). Estes medicamentos, no entanto, apresentam uma série de efeitos colaterais, sendo as alterações hepáticas as mais graves. A principio, não existe predisposição racial, etária ou sexual com relação as epilepsias. O mais perigoso no caso das crises convulsivas, são traumatismos principalmente em cabeça que podem ocorrer durante as crises, caso o animal caia de uma escada ou seja atropelado, por exemplo.</p>
<p>O que fazer no momento em que o seu animal apresentar a crise convulsiva? Permaneça calmo, segure a cabeça do animal com uma almofada e não coloque a sua mão próxima a boca do animal, pois neste momento em função do quadro de inconsciência que ele se encontra, ele pode morder, inclusive a mão do proprietário. Em seguida ligue para o veterinário que acompanha o animal e com certeza ele irá anotar o ocorrido no prontuário e verificar a necessidade de um ajuste das doses dos medicamentos. O tempo de uso dos mesmos depende de cada caso e deve ser sempre avaliado individualmente. Também irá depender da frequência das crises (diária, semanal, mensal etc). Um animal pode ser considerado “controlado” para as crises convulsivas, quando ela não ocorre em um prazo inferior a 60 dias. No entanto, este fato não justifica a retirada da medicação.</p>
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		<title>Boa viagem com seu amigo gato</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 20:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/travelcat.jpg" rel="lightbox[306]"><img class="alignnone size-full wp-image-307" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/travelcat.jpg" alt="" width="350" height="297" /></a></p>
<p>Quem é gateiro sabe o quanto custa sair de férias e deixar o bichano em casa ou em hotéis pet. Mas, para não deixar a saudade apertar, é possível seguir alguns passos básicos e levar o animalzinho junto em viagens de carro. O primeiro passo é adquirir uma caixa transportadora de gato, pois deixar o animal dentro de um carro pode acarretar acidentes graves. Não pense que ele achará ruim ser transportado dentro da caixa, muito pelo contrário, a reclusão será de fato o conforto do seu gato durante a viagem. É preciso ambientá-lo na caixa de transporte para evitar que ele estranhe: coloque um cobertor nela e coloque o gato lá dentro por breves períodos de tempo todo dia por vários dias. Prolongue o período de reclusão a cada dia até que o seu gato pareça à vontade em repouso e sinta o seu cheiro lá dentro.</p>
<p>Dado o primeiro passo, comece a acostumá-lo com o carro. Não saia de uma hora para outra fazendo viagens longas. Saia fazendo trajetos curtos para que o felino fique mais habituado aos movimentos e ruídos do carro. Certifique-se que ele não está sentado inclinado. Muitos assentos de carro são realmente um pouco inclinados e, se você colocar a caixa transportadora de gato da maneira errada, vai ser um passeio de carro bem desconfortável. Embora seja verdade que os gatos têm incrível equilíbrio e coordenação, o gato não quer estar constantemente lutando contra uma encosta enquanto ele também tenta compensar os movimentos do carro. Outro ponto chave: evite música alta dentro do veículo, pois o carro por si só já será preenchido por alguns barulhos surpreendentes para um gato. Se a viagem é longa o suficiente para exigir pausas para o banheiro para o seu amigo felino, planejar com antecedência é a sua melhor opção também. Alguns sugerem a colocação de uma caixa de areia dentro de uma caixa transportadora de gato maior, mas intervalos para o banheiro ao ar livre são melhores por vários motivos. Seu gato vai certamente apreciar a oportunidade de esticar as pernas de vez em quando. Manter as necessidades do gato fora irá evitar que o seu carro fique com cheiro de xixi e cocô de gato.</p>
<p>Independentemente da duração da viagem de carro, é uma boa idéia colocar algumas toalhas absorventes na base da sua caixa transportadora, no caso do gatinho ter um acidente. Treinamento na coleira. Para levar o seu gato em intervalos para o banheiro em um passeio de carro mais longo, treine-o para usar uma coleira. Crie um assento na janela, pois fornecer uma visão do exterior vai ajudar o seu gato a entender o movimento que ele percebe, o que significa que ele pode se tornar um pouco menos barulhento e um pouco mais fascinado com a viagem. Nem todo gato é igual, mas fornecer tal visão é relativamente simples e, portanto, vale a pena tentar.</p>
<p>Simplesmente prenda a sua caixa transportadora de gatos a uma peça de bagagem ou mesmo uma caixa da altura apropriada, e veja se o seu gato fica quieto para o passeio. Se a caixa transportadora balança e dá solavancos desagradavelmente em cima da plataforma, acrescente um cobertor ou travesseiro entre os dois para funcionar como uma almofada. Porém, certifique-se de prender a caixa transportadora de forma segura, e certifique-se que a plataforma é pesada o suficiente para não se mover durante a viagem. Certifique-se que as áreas respiráveis da caixa transportadora não estão obscurecidas por nada no carro. A última coisa que você quer que aconteça é que a caixa fique superaquecida e sufoque o seu gato em um ambiente com pouco movimento de ar. Não dê comida ou água um pouco antes de uma viagem breve. Se o gato come ou bebe logo antes de um rápido passeio de carro, um lamentável acidente pode ocorrer. E mesmo se você não acabar com uma confusão, uma bexiga cheia faz com que o seu gato se sinta ainda mais desconfortável na caixa transportadora durante o passeio de carro.</p>
<p>Leve alguma água da torneira de casa. Esta água tem um gosto mais familiar para o gato confuso que pode estar relutante a beber uma água estranha. Para evitar a desidratação e para fornecer uma fonte de conforto e familiaridade, dê ao seu gato um pouco de água de casa.</p>
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		<title>Pet sitters: as babás de mascotes ganham adeptos no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 00:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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A vida agitada, cheia de compromissos e viagens, tem feito com que muitos tutores optem pela ajuda de profissionais que auxiliam na manutenção do bem-estar de cães e gatos. Depois das creches, hotéis e dos dog walkers chegou a vez das pet sitters ou pet nannys ganharem seu espaço nos lares brasileiros. A demanda... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/05/21/pet-sitters-as-babas-de-mascotes-ganham-adeptos-no-brasil/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/1330349341_323477616_1-Baba-de-cachorro-Acompanhante-de-animais-Hospedagem-de-Animais-Centro.jpg" rel="lightbox[304]"><img class="alignnone size-full wp-image-305" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/1330349341_323477616_1-Baba-de-cachorro-Acompanhante-de-animais-Hospedagem-de-Animais-Centro.jpg" alt="" width="495" height="330" /></a></p>
<p>A vida agitada, cheia de compromissos e viagens, tem feito com que muitos tutores optem pela ajuda de profissionais que auxiliam na manutenção do bem-estar de cães e gatos. Depois das creches, hotéis e dos dog walkers chegou a vez das pet sitters ou pet nannys ganharem seu espaço nos lares brasileiros. A demanda tem crescido, especialmente por parte de tutores que precisam viajar, mas não querem tirar o animal do seu ambiente, submetendo-os também ao estresse do transporte. Quem contrata o serviço nota as vantagens oferecidas por estes profissionais. São pessoas treinadas para cuidar dos animais, e que fazem atendimentos a domicílio que variam entre 40 minutos a uma hora. Neste período, o animal recebe todos os cuidados necessários para garantir o seu conforto. Entre as atividades mais comuns estão à reposição do alimento, troca da água, higienização do local onde fazem suas necessidades, brincadeiras, administração de medicamentos quando necessário e o passeio com os cães. Todas as atividades são feitas por profissionais capacitados que recebem treinamento antes de cuidar dos animais.</p>
<p>Além do acompanhamento e viagens, as empresas também oferecem o serviço para resolver imprevistos que ocorram quando o tutor está fora. Existe também o atendimento fixo, em que a Pet Sitter leva o cão para passear quando seu dono não pode, aos sábados quando trabalha, por exemplo. Muitos donos têm uma rotina de trabalho muito intensa e não conseguem prever o horário que vão chegar em casa, neste caso existem os atendimentos programados, em que o pet terá uma companhia sempre que necessário. Essa alternativa é muito interessante também para casos de animais que simplesmente não se adaptam a hotéis ou creches. O serviço de pet sitter custa em torno de R$50 a R$70 reais a hora.</p>
<p>Nos Estados Unidos existe<a href="/Users/Patricia/Downloads/Blog%2020.05.2013.docx#_msocom_1">[C1]</a> inclusive a Associação Nacional de Pet Sitters Profissisonais, cujo trabalho é ajudar as pessoas a encontrarem esse tipo de serviço em todo o país. Mais informações sobre a associação podem ser acessadas no site <a href="http://www.petsitters.org/" target="_blank">http://www.petsitters.org/</a>.</p>
<hr size="1" /><a href="/Users/Patricia/Downloads/Blog%2020.05.2013.docx#_msoanchor_1">[C1]</a>mudei</p>
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		<title>Curiosidades sobre a alimentação dos cães</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/bulldog.jpg" rel="lightbox[302]"><img class="alignnone size-full wp-image-303" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/bulldog.jpg" alt="" width="350" height="324" /></a></p>
<p>Há muitas curiosidades que cercam o ritual da alimentação em cães e para entender algumas delas vale remontar ao conceito de vida social dos caninos. Neste caso, o acesso à comida está relacionado à organização do grupo. Há o cão que é o primeiro a se alimentar e os demais que aguardam pacientemente a sua vez de comer. Dito isso, percebe-se que o controle da comida é um valor social. Esse acesso ao alimento faz parte de um ritual, e requer uma comunicação bem desenvolvida entre os cães. Entre os humanos, o comportamento alimentar também é cheio de significados e o ato de se alimentar é uma forma de interação social.</p>
<p>Quando o cão e as pessoas convivem no mesmo ambiente, estas geralmente ignoram os fatores que envolvem o comportamento e a comunicação canina no ritual da alimentação, e daí começam os erros. O primeiro deles, e mais comum, é o hábito do tutor oferecer petiscos para ganhar a afeição do filhote. A relação entre ambos se reduz a trocas por comida, o que permite ao tutor utilizar o alimento como forma de se desculpar por seus erros - por estar ausente, por não ter tempo para passear ou brincar com o cão. O ato de convidar o cachorro para compartilhar o alimento é, ao mesmo tempo, um gesto de estima social e uma maneira de ganhar o coração do animal. Porém, em alguns casos, pode de dar origem às alterações comportamentais, esse hábito pode levar a desordens nutricionais e hormonais, como a obesidade e diabetes.</p>
<p>É importante lembrar que a hora da refeição é um dos momentos favoritos de seu cão, por isso, é essencial estabelecer uma rotina desde cedo, pois isso evitará comportamentos indesejados como: ficar pedindo comida a todo tempo ou desenvolver apetite muito seletivo. Forneça a seu filhote três ou quatro refeições diárias de um alimento de alta digestibilidade. Escolha um local calmo e tranquilo e sempre o alimente nesse lugar, em sua própria tigela, em horários fixos do dia, para que seu filhote comece a aprender o que significa a “hora da refeição”.</p>
<p>Os cães costumam levar em torno de 15-20 minutos para comer uma refeição; por isso, deixe o alimento disponível no lugar para ajudá-los nesse período.Assim que ele se afastar da tigela, remova qualquer alimento não consumido – exatamente como nós, os cães podem apreciar determinadas refeições em detrimento de outras. Recolher o alimento no final da refeição pode ajudá-los a aprender que a comida só estará disponível durante horários fixos e também evita o desenvolvimento de comportamentos alimentares exigentes. Isto será um problema grave se houver necessidade de alterar a constituição do alimento no caso de doenças. Supervisione a alimentação e sempre garanta o fornecimento de água fresca à vontade.</p>
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		<title>Como lidar com a disfunção cognitiva em cães idosos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 20:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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Assim como ocorre com os humanos com a doença de Alzheimer, cães idosos podem padecer da chamada Disfunção Cognitiva Canina (DCC) a qual pode causar alterações de comportamento secundárias à função mental diminuída, que passam despercebidas por muito tempo. Apesar de não haver cura para a doença, alguns medicamentos, aliados a mudanças de comportamento,... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/05/06/como-lidar-com-a-disfuncao-cognitiva-em-caes-idosos/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/cao-idoso.jpg" rel="lightbox[299]"><img class="alignnone size-full wp-image-300" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/cao-idoso.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/05/cao-idoso.jpg" rel="lightbox[299]"></a>Assim como ocorre com os humanos com a doença de Alzheimer, cães idosos podem padecer da chamada Disfunção Cognitiva Canina (DCC) a qual pode causar alterações de comportamento secundárias à função mental diminuída, que passam despercebidas por muito tempo. Apesar de não haver cura para a doença, alguns medicamentos, aliados a mudanças de comportamento, manejo ambiental e alteração na dieta podem ajudar a desacelerar este processo.</p>
<p>O diagnóstico da DCC não conta, até o momento, com testes disponíveis e por isso são de grande importância as observações do tutor e o histórico do animal. O acompanhando geriátrico por um veterinário deve ser iniciado por volta dos 7 anos de idade para que um perfil de comportamento seja traçado possibilitando a identificação precoce de alterações cognitivas. As mudanças comportamentais incluem: redução da atividade física, distúrbios do sono, mudanças no apetite, micção inapropriada, agressividade, diminuição da interação social, desorientação, esquecimento de comandos básicos anteriormente conhecidos, vocalização sem razão aparente, dentre outras.</p>
<p>O tratamento é complexo porque a educação e o comprometimento do tutor são imprescindíveis para o sucesso do mesmo. Devido à doença de Alzheimer estar melhor difundida entre humanos, talvez o entendimento da DCC seja mais facilmente compreendido. Na medicina humana, muitos medicamentos tem sido desenvolvidos para o tratamento de Alzheimer. Atualmente nos EUA somente o Selegiline (L-deprenil) está aprovado pelo FDA e especificamente para cães, apesar de ser usado em gatos com sucesso. L-deprenil é um inibidor irreversível da monoamina-oxidase (MAO). As duas principais monoamina-oxidases são a MAO-A e MAO-B. Ambas, porém principalmente a B, catabolizam, a desaminação oxidativa de várias catecolaminas, particularmente a dopamina, norepinefrina, epinefrina, beta-feniletilamina e a serotonina. Ambas, mas principalmente a MAO-A, também catabolizam aminas exógenas que derivam de vários alimentos e fármacos, resultando em um efeito significativo no trato digestório e no fígado. A dieta deve ser rica em antioxidantes, há rações específicas. Alguns suplementos como a S-adenosilmetionina (SAMe) que é um metabólito endógeno essencial, tem se mostrado de grande auxílio por seus efeitos antioxidativos, melhorando a a plasticidade neuronal e a renovação de certos neurotransmissores.</p>
<p>Técnicas de treinamento positivo sem punição devem ser implementadas. É possível re-treinar animais idosos, a capacidade cognitiva pode estar diminuída mas nunca ausente. Estimulação mental é de suma importância na manutenção da acuidade cerebral, mantenha o cérebro do seu cão ocupado com novos brinquedos, atividades novas, socialização. Use sinais claros e óbvios, não crie muitos comandos novos, tente utilizar os comandos básicos, e para aqueles que já possuem déficit auditivo, um assovio é mais do que necessário para alertar o animal.</p>
<p>A re-ambientação da casa também ajuda muito, por exemplo, colocar mais caixas de areia disponíveis pela casa, mover a mobília de lugar (no caso de pacientes com déficit visual), levar o cão para fora com mais frequência para urinar e defecar, deixar uma meia luz acesa à noite para que o animal se oriente pela casa, colocar tapetes pela casa para facilitar a locomoção daqueles com artrites. Enfim, muitas são as opções e muito pode ser feito para acomodar ambos o animal e o proprietário, tudo depende de boa vontade.</p>
<p>A terapia com psicofármacos  é variada e tem finalidades como: melhorar a circulação mo cérebro por ação vasodilatadora (propentofilina, nicergolina),  efeito antioxidante (selegelina, propentofilina, nicergolina), incrementar a função de neurotransmissores ( selegelina, clomipramina e ter efeito neuroprotetor ( selegelina, propentofilina). Nenhuma medicação deverá ser usada sem indicação de veterinário. Cada caso deve ser avaliado e passar por exame físico e análises complementares.</p>
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		<title>Saiba mais sobre a dermatite psicogênica em cães</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 22:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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É muito comum entre cães e gatos que se sentem solitários É muito comum entre cães e gatos que se sentem solitários ocorrerem casos da chamada dermatite psicogênica ou dermatite acral por lambedura. Trata-se de uma lesão de pele causada pela lambedura excessiva do animal, localizada principalmente nas extremidades dos membros (região dorsal de mãos... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/04/30/saiba-mais-sobre-a-dermatite-psicogenica-em-caes/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/istock_rf_photo_of_puppy_licking_paw.jpg" rel="lightbox[296]"><img class="alignnone size-full wp-image-297" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/istock_rf_photo_of_puppy_licking_paw.jpg" alt="" width="493" height="335" /></a></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/istock_rf_photo_of_puppy_licking_paw.jpg" rel="lightbox[296]"></a>É muito comum entre cães e gatos que se sentem solitários É muito comum entre cães e gatos que se sentem solitários ocorrerem casos da chamada dermatite psicogênica ou dermatite acral por lambedura. Trata-se de uma lesão de pele causada pela lambedura excessiva do animal, localizada principalmente nas extremidades dos membros (região dorsal de mãos e pés).</p>
<p>Pode haver uma doença de pele que provocou a lambedura como tentativa de aliviar a dor, a coceira ou outro desconforto. Mas, muitas vezes esta condição pode ter origem psicogênica e a solidão e ansiedade são quase sempre as causas principais do hábito do cão lamber seu membro.</p>
<p>Nestes casos, uma investigação detalhada revela que o cão passa boa parte do dia sozinho, não existe um outro cão como companhia ou o cão da mesma casa não desempenha atividade. As restrições da liberdade do cão podem ser fatores determinantes para o quadro.  Por exemplo, cães mantidos em canil por longos períodos ou os cães acorrentados podem tornar-se solitários e aliviar suas frustrações se lambendo constantemente.</p>
<p>A lambedura também pode ser um comportamento de deslocamento, surgindo a partir de situações de conflito, frustração ou ansiedade. Anormalidades anatômicas como por exemplo artrite, fraturas, neuropatias de aprisionamento e causas infecciosas ou inflamatórias também podem contribuir. Cães afetados começam lambendo um local, removendo pelos, causando  inflamação. A lambedura constante provoca uma área erodida (ulcerada/ferida) na pele que coça de forma estranha.</p>
<p>Um ciclo de coça-lambe se inicia até resultar em lesão ulcerada e firme. A lambedura da erosão ou da ferida leva a ulceração e a exposição das camadas mais profundas da pele, podendo atingir musculatura e osso. A agressão física causada no local pelo ato constante de se lamber impede a úlcera de cicatrizar e predispõe o animal a infecção secundária.</p>
<p>Se acredita que a dermatite acral por lambedura seja um modelo de distúrbio obsessivo-compulsivo. Assim, o tutor de um animal com esta doença precisa compreender que o problema do cão está na cabeça do animal e não nos membros. Juntos, veterinário e tutordo animal devem fazer uma boa "investigação" para concluir o que está levando o  animal a se auto-mutilar. As causas mais comuns incluem:</p>
<p>1-     o cão fica sozinho boa parte do dia</p>
<p>2-     o cão fica confinado em jaula/canil ou corredor por longos períodos</p>
<p>3-     há um novo animal em casa</p>
<p>4-     há uma nova criança em casa</p>
<p>5-     existe uma fêmea em cio nas proximidades mas não acessivel ao macho</p>
<p>6-     um novo cão veio para a vizinhança</p>
<p>7-     ocorreu morte na família</p>
<p>8-     um companheiro animal de longo tempo do cão, morreu</p>
<p>Em caso de dermatite por lambedura deve-se direcionar o tratamento para o comportamento psicológico em conjunto com o distúrbio cutâneo. Portanto, mesmo que se consiga diagnosticar e tratar o problema comportamental subjacente com terapia comportamental e uso de drogas, é essencial um tratamento simultâneo da lesão cutânea.</p>
<p>A terapia clínica da pele pode consistir em tratamento com antibióticos a longo prazo, agentes antiinflamatórios  e bloqueio do acesso à área até que a lesão comece a cicatrizar. Além de tratamento sistêmico, tópico e cirúrgico da ferida caso necessário. Medidas associadas com mudanças na relação das pessoas com o animal, na rotina do animal e no ambiente.  E, em alguns casos, é indicado o uso de medicamento com ação psicofarmacológica.</p>
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		<title>Cães: para cada idade um brinquedo diferente</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 00:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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Os brinquedos que costumamos comprar para os bebês humanos são bem diferentes daqueles escolhidos para adolescentes. Correto? A mesma regra vale para os cães. Quando um filhinho chega a casa é hora de ensiná-lo a brincar! Os brinquedos nesta fase dividem-se em dois tipos: de roer e de perseguir e transportar. Os primeiros devem... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/04/22/caes-para-cada-idade-um-brinquedo-diferente/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/dsc_0458.jpg" rel="lightbox[294]"><img class="alignnone size-full wp-image-295" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/dsc_0458.jpg" alt="" width="428" height="640" /></a></p>
<p>Os brinquedos que costumamos comprar para os bebês humanos são bem diferentes daqueles escolhidos para adolescentes. Correto? A mesma regra vale para os cães. Quando um filhinho chega a casa é hora de ensiná-lo a brincar! Os brinquedos nesta fase dividem-se em dois tipos: de roer e de perseguir e transportar. Os primeiros devem ser ossos comestíveis ou brinquedos de borracha natural. O brinquedo deve apresentar um material macio mas resistente, para que possa ser roído sem que se fragmente em pedaços que possam provocar obstruções intestinais.</p>
<p>Já os brinquedos de perseguir e transportar devem ser leves, pois os dentes do filhote ainda são frágeis. Também devem apresentar textura macia para não machucarem as gengivas. Para estimular a perseguição, o ideal será optar por uma bola, esta deve ser leve e de dimensão adequada ao tamanho da boca para que o cachorrinho possa transportá-la sem dificuldade. O material da bola não deverá ser muito duro para quando o cachorrinho a agarrar com os seus frágeis dentes não sinta dor ou desconforto.</p>
<p>Para os cães jovens, a partir dos 8 meses de idade, que já têm os dentes definitivos, o ideal é introduzir brinquedos mais resistentes e de maior durabilidade. A mordida do cachorro começa agora a manifestar-se com mais intensidade, o que poderá danificar brinquedos menos resistentes. A bola continua a ser uma ótima opção, nesta fase o material deverá ser mais denso, duro e resistente.</p>
<p>Já os cães adultos, com a mordida completamente desenvolvida, o brinquedo deve ser de maior dimensão, adequado ao tamanho da boca do cão e de material muito resistente. Uma opção é a bola de borracha natural maciça, ideal para estimular o instinto de perseguição, salta e atinge uma velocidade considerável pelo que é ideal se o dono pretende cansar o seu cão com várias corridas de perseguição. Os frisbees de borracha maleável também são uma ótima opção, pois atingem velocidades consideráveis e são excelentes para o seu cão se exercitar através das corridas de perseguição. O frisbee é somente usado para a perseguição e transporte, não sendo adequado para o “jogo do puxa”. Existem ainda outros brinquedos indicados para roer, normalmente na idade adulta do seu cão utiliza-se os ossos de couro comestível que tendem a durar horas ou até dias.</p>
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		<title>Festa no telhado: por que os gatos &quot;gritam&quot; quando acasalam?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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Os barulhos de miados e brigas dos gatos em período de acasalamento são manifestações naturais, pois eles têm nos sons altos um dos principais elementos dos seus romances. Para atrair machos da espécie, quando uma gata entra no cio, ela começa a emitir um miado característico e a partir daí, o volume de barulho... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/04/10/festa-no-telhado-por-que-os-gatos-gritam-quando-acasalam/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/CASAL-DE-GATOS-CASAMENTO.jpg" rel="lightbox[292]"><img class="alignnone size-full wp-image-293" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/CASAL-DE-GATOS-CASAMENTO.jpg" alt="" width="345" height="347" /></a></p>
<p>Os barulhos de miados e brigas dos gatos em período de acasalamento são manifestações naturais, pois eles têm nos sons altos um dos principais elementos dos seus romances. Para atrair machos da espécie, quando uma gata entra no cio, ela começa a emitir um miado característico e a partir daí, o volume de barulho só cresce. Os machos atraídos miam em resposta e se concentram em torno da gata, momento em que inicia o processo de disputa pela fêmea, o que leva os machos a produzirem mais miados, que são os gritos de confronto.</p>
<p>O barulho crescente se agrava pelo fato de os gatos naturalmente serem mais ativos à noite, pois a hora em que a maioria das pessoas quer dormir é a mesma em que os gatos se dedicam às suas atividades sociais como a defesa de território e o acasalamento.</p>
<p>E é na hora do acasalamento que a sinfonia felina chega ao seu ápice, com os gritos de dor da fêmea provocados por pequenas estruturas semelhantes a "espinhos" presentes no pênis dos gatos machos. Esses espinhos têm a função de estimular a ovulação da gata no momento certo, aumentando as chances de fecundação.</p>
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		<title>Antibiótico: uso deve ser consciente e com orientação do veterinário</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 15:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ceres Faraco</dc:creator>
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Os antibióticos têm um papel preponderante no tratamento clínico de várias doenças. Mas é preciso ficar atento para o uso consciente desse medicamento, que, ao mesmo tempo em que salva muitas vidas, pode intoxicar, causar resistência e até mesmo matar os animais quando mal administrado. Em primeiro lugar, antes de se optar por este... <a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/2013/04/03/antibiotico-uso-deve-ser-consciente-e-com-orientacao-do-veterinario/?topo=77,1,1,,,77">Leia mais &#187;</a>]]></description>
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<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/cao-doente-veterinario2.jpg" rel="lightbox[288]"><img class="alignnone size-full wp-image-291" src="http://wp.clicrbs.com.br/comportamentoanimal/files/2013/04/cao-doente-veterinario2.jpg" alt="" width="500" height="250" /></a></p>
<p>Os antibióticos têm um papel preponderante no tratamento clínico de várias doenças. Mas é preciso ficar atento para o uso consciente desse medicamento, que, ao mesmo tempo em que salva muitas vidas, pode intoxicar, causar resistência e até mesmo matar os animais quando mal administrado. Em primeiro lugar, antes de se optar por este ou aquele antibiótico, é importante fazer uma cultura e um antibiograma para tentar identificar o microorganismo e certificar-se que o antibiótico a ser usado é eficaz contra ele. O veterinário coleta uma amostra do animal e através dela se faz o cultivo do microorganismo (cultura). Após o crescimento das colônias do microorganismo cultivado é feita sua identificação e um teste com vários tipos de antibióticos para saber quais deles combatem aquele microorganismo em questão (antibiograma). Em casos em que é preciso correr contra o tempo e não se pode esperar pelo resultado de laboratório, deve ser feita uma análise geral do quadro do animal para prever o agente atuante e utilizado um antibiótico de amplo espectro até que os resultados dos exames fiquem prontos.</p>
<p>Antes de iniciar o tratamento também é preciso levar em conta o estado fisiológico e nutricional do animal a ser tratado, assim como sua idade, seu histórico de doenças, presença de doenças concomitantes, prenhez. Outro ponto importantíssimo: nunca se deve suspender o tratamento, mesmo depois que os sintomas desaparecem. O tempo de administração do medicamento estabelecido pelo veterinário deve ser cumprido à risca. A duração do tratamento, em geral, é de 5 a 10 dias, porém algumas enfermidades requerem um tempo maior. Além disso, o horário de administração do medicamento (por exemplo, de 8\8 horas ou de 12\12 horas), que deverá ser seguido rigorosamente. Esquecimentos relativos aos horários favorecem o surgimento de patógenos resistentes.</p>
<p>O uso banalizado e incorreto dos antibióticos é um dos principais fatores responsáveis pelo surgimento de microorganismos resistentes que sofrem mutações genéticas que os torna capazes de não sofrer a ação dos antibióticos. Os microorganismos que sofreram a alteração passam sua característica de resistência à descendência. Assim, os antibióticos atuam como um agente selecionador, eliminando as bactérias não resistentes e deixando vivas – e proliferando – aquelas mais fortes e resistentes que eles não conseguiram combater.</p>
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