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Cartas

29 de abril de 2015 0

Coleta de lixo
Sou morador do bairro Comasa, em Joinville. Na segunda feira, ao sair para o trabalho coloquei em frente à casa, na calçada e junto ao muro, três sacos com lixo e para minha surpresa, ao retornar a noite, somente um havia sido levado pela empresa que faz a coleta para a Prefeitura. Neste saco que foi recolhido estavam folhas retiradas do jardim, a varrição do quintal e os lixos da pia e do banheiro. Nos outros dois sacos estavam folhas secas de uma bananeira que limpei e mais alguns restos da poda do jardim, tudo embalado em sacas pretas de 100 litros e amarrado. Percebi que um dos sacos deixados em minha calçada foi aberto pelo pessoal do caminhão. O que será que viram de estranho no meu lixo, resultado do asseio que procuro dar ao meu quintal, que os fez não recolherem? De fato, nossa cidade caminha mal em se tratando do serviço público. Recolhi os sacos e os colocarei novamente na calçada nesta quarta, esperando a eficiência pela qual pagamos à terceirizada da Prefeitura de Joinville.
EDNOR LAUREANO MIGUEL, Joinville

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Painel local
Sobre a crônica Onde fica o Nepal, de Edenilson Leandro (coluna Painel Local, edição de 28 de abril), a situação apresentada reflete puramente o desinteresse de parcela dos nossos jovens pelo conhecimento. Não vamos muito longe: é comum ficar sem resposta ao perguntar coisas básicas sobre Joinville, sobre cotidiano. Há um emburrecimento em curso, apesar de toda a abertura tecnológica. Uma sugestão aos professores: aproveitem quando um local está em voga (hoje se fala muito do Nepal e da Indonésia, por exemplo) e criem temas sobre estes lugares. Certamente haverá sempre quem queira um pouco mais de cultura e aprenderá para a vida.
JOÃO DE MIRAS, Joinville

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Visita presidencial
A nossa presidente veio prestar solidariedade como boa samaritana as vítimas do tornado em Santa Catarina, mas sinceramente a verba que vai liberar deixou muito a desejar em relação às necessidades dos municípios. Outra coisa que me chamou atenção é o valor para o saque do FGTS que é de somente R$ 6 mil para quem perdeu a sua casa. Realmente é uma esmola, mas vindo da esfera federal, não podemos esperar nada porque o tempo é o melhor remédio para cicatrizar as feridas do passado.
CARLA PATRICIA MÜLLER PEREIRA, por e-mail

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