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Cartas

30 de abril de 2015 0

Estado falido
O governador Raimundo Colombo é o único político a se manifestar sobre o atual sistema político brasileiro, afirmando categoricamente que está podre e que já deu o que tinha que dar. O modelo acabou, disse ele. É o único também a afirmar que o Estado brasileiro, nos três níveis, está falido. O modelo é insustentável. Tais afirmações são verdadeiras. Todo mundo vê, mas ninguém enxerga ou faz de conta que não vê nada. Apenas uma coisa que o Governo do Estado deveria fazer e não faz e o povo gostaria de ver: fechar todas as inúteis, inservíveis e cabideiras secretarias de desenvolvimento regional, as famosas SDR. Fazendo isso, o governador estaria dando um grande passo e um belo exemplo de modernização do falido Estado brasileiro.
Aldolino Vavassori, Joinville

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O JEC e o regulamento
O torcedor foi pego de surpresa pela notícia de possível tapetão no Campeonato Catarinense de Futebol. Pior foi constatar que o JEC incorreu no mesmo erro do “amador” América, de Manaus, e do “desorganizado” América-MG. Loas foram entoadas, à época, à competência e organização do JEC, que descobriu, nos dois casos, as falhas. Fato estranho, por aqui, é que a própria FCF denunciou o fato, segundo os jornais. Pelo profissionalismo do JEC, bruxas não serão caçadas, já afirmou o presidente. Mas vejo nisso tudo uma falha na base. O atleta deveria ter conhecimento de que, ao completar 20 anos, deve ser profissionalizado ou não pode atuar na equipe “de cima”. Ele poderia alertar o técnico, caso tivesse conhecimento disso, corrigindo uma falha da diretoria de futebol. Pelo que li a respeito do assunto, creio ser certo o JEC não perder o título, caso o assunto vá às instâncias superiores. Mas antes de termos essas preocupações, não esqueçamos de que não podemos perder o jogo para o Figueirense.
Renni A. Schoenberger, Joinville

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Criminalidade
Por que o cidadão honesto e trabalhador, que paga os impostos e as contas deste País, e toda a sua família, juntos, é que devem ser responsabilizados pelo que fazem os menores criminosos? Por que toda uma propaganda que imputa a esses cidadãos os ônus dos males sociais que acometem a sociedade brasileira? Por que os poderes públicos, e as leis, não priorizam a vida e a segurança desses cidadãos indefesos, mas, ao revés, desenvolve campanhas em defesa dos menores criminosos e de seus problemas sociais? São coisas diferentes, pois a prisão de criminosos não impede que se invista em prol dos menores, dos criminosos e dos outros também. Apenas impede a morte, sem clemência, de todos os outros cidadãos, dos inocentes.
Marcelo Gomes Jorge Feres, Rio de Janeiro

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