Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Cartas

28 de outubro de 2015 0

Corredor da JK

  • Em resposta à carta do leitor Odair Pavesi (Corredor da JK, “AN”, 27/10, página 30), a Prefeitura de Joinville ressalta que tem projetos para implantar e revitalizar 55 quilômetros de corredores de ônibus na cidade. Essa ação faz parte de um contrato com investimento de R$ 105 milhões na reestruturação e requalificação do sistema integrado de transporte, já firmado com o governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento para Médias Cidades.Entre as obras projetadas está a implantação de corredor de ônibus ao longo da avenida Getúlio Vargas e também em outras vias da cidade. A Prefeitura de Joinville prioriza ações que visam à melhoria da trafegabilidade, com enfoque no equilíbrio do uso dos espaços urbanos voltados à mobilidade, com prioridade aos serviços de transporte público coletivo Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Joinville

 

  • Observando a polêmica sobre corredor de ônibus em frente ao Colégio dos Santos Anjos, acho leviano levantar a bandeira de que “rico com BMW pode parar e humilde no ônibus tem que esperar”, um clássico de nossa cultura obsoleta de “luta de classes”. Acho que não é culpa do rico, nem do pobre, nem do colégio, nem do ônibus, mas sim da histórica falta de planejamento urbano em nossa cidade e falta de bom senso. Até porque o embarque e o desembarque de parte de alunos que vão de carro ocorrem em dois ou três momentos pontuais no dia a dia. O colégio deveria disponibilizar auxiliares para ajudar a fazê-los e não permitir, aí sim, que o carro fique estacionado sem condutor. Afinal, já que não se pode ter uma solução ideal para todos a curto prazo, devem prevalecer a cooperação e paciência de todos. Octavio Henrique Loyola Lobo, Joinville

*******

Loterias

“À mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que parecer honesta”. Na semana passada, houve premiação da Sena em torno de R$ 47 milhões. Como de praxe e por força de lei, a Caixa não divulga o nome do ganhador (sigilo bancário). Até aí, tudo bem, mas como o ganhador era de Brasília começaram alguns “bochichos”. Entendo que não deveria haver valores acumulados, passando a premiação a ser dividida entre os acertadores de cinco números, no caso da Sena, e de quatro dezenas para os da Quina. Haveria mais transparência, pois os prêmios não teriam valores tão expressivos, evitando especulações e tentações. Que fique bem claro que não estou pondo em dúvida a lisura da operação, mas apenas fazendo uma sugestão que entendo ser a mais correta. Ari Silveira dos Santos, Joinville 

Envie seu Comentário