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Cartas

29 de outubro de 2015 0

Bierville

A propaganda oficial da Bierville informa que a nova festa joinvilense é “a última chance do ano de curtir o melhor da cultura germânica”. Os publicitários, pelo visto, não estavam em um bom dia de criação, além de desinformados.

Lembro que a Schützenfest vai ocorrer em Jaraguá do Sul, pela 27ª vez, entre os dias 12 e 22 de novembro. E a Schützen, sim, em relação à Bierville, esbanja tradição. Torço pela Bierville, mas peço que reparem este erro da informação, até para que não venha a se transformar em “verdade” na cabeça das pessoas. Osmar Alves Bueno, Joinville

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Escalada da dengue

O País está batendo o recorde de casos de dengue e já ultrapassamos a casa de 1,4 milhão casos. O número de mortos também subiu. O que eu vi no Cemitério Municipal de Joinville é preocupante. Com essa chuva, os vasos estão cheios de água e não há nenhum controle ou alguém orientando as pessoas sobre esse problema.

Algo precisa ser feito: campanha educativa no local e nos meios de comunicação e um mutirão nos cemitérios da cidade. Há necessidade de se modificar a maneira de colocação das flores nos túmulos de nossos parentes falecidos. A prevenção ainda é o melhor caminho para evitarmos problemas com essa doença.

Vasos, pneus, garrafas, lajes das casas e caixa-d’água destampadas são os locais preferidos do mosquitos. A limpeza de terrenos das casas ajuda muito e cada um deve fazer a sua parte. Não se esqueçam das piscinas. Orlando Silva Filho, Joinville

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BR-280 – solução simples

Há pouco tempo, a Prefeitura de Araquari e um órgão do DNIT nos provou, mesmo sem querer, de como é fácil duplicar a BR-280, pois, num curto espaço de tempo, alargou as pistas em alguns trechos. Espaço tem, basta querer. Com mais algum aterro, seria feito novo acostamento, duplicando-a. Os caminhões pesados trafegariam pela esquerda, como fazem na BR-290/free way, no Rio Grande do Sul. Os carros andariam pela segunda pista alargada sobre o acostamento atual (já compactadas para peso), e o novo acostamento ficaria com o trânsito leve (pedestres, bicicletas, carroças). Fariam com menos dinheiro, sem grandes viadutos, pontes enormes ou túneis que só servem para alimentar ratos “propineiros” e aproveitadores dos recursos públicos. A BR-280 já poderia estar pronta e funcionando. João Fernando Zacher, São Francisco do Sul

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