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Cartas

10 de fevereiro de 2016 0

Claudio Loetz

  • No texto Deixamos de ser província (“AN”, 6 e 7/2, página 16), Cláudio Loetz faz análise perfeita a respeito do panorama da (in)segurança em Joinville. O que intriga os moradores são as análises feitas pelo governo do Estado diante de crimes pontuais, haja vista que o problema da segurança não pode ser tratado como algo isolado. Pelo contrário, há que se repensar o contexto local.

    Parafraseando Loetz, há também que se pensar que altos índices de criminalidade, além de afetarem a qualidade de vida da população, afetam a economia local e, consequentemente, refletem na economia estadual. Apesar de parecer pedante, tem-se que entender que o problema em Joinville não deve ser tratado pelo mesmo viés da maioria das cidades catarinenses – que, por ora, também merecem o devido respeito. Afinal, além dos indicadores que a colocam como a maior economia, são 600 mil pessoas que clamam por segurança. Números não encontrados em nenhum outro município catarinense. Atanael Lemos Corrêa, Joinville

 

  •  O comentário de Claudio Loetz na edição do fim de semana foi bem colocado. Economicamente, crimes podem prejudicar Joinville. Quando uma empresa quer investir, faz uma análise para saber o porquê de investir em Joinville. O que estão pensando GM e BMW? Quando estudavam se instalar no município, a criminalidade era bem menor.

    O que está acontecendo com a cidade? Ainda somos uma comunidade ordeira. Estamos ficando uma metrópole com todos os problemas? O que posso dizer é que fico triste com o que está acontecendo. Nova York, anos atrás, também passou por uma fase terrível. Mas teve um prefeito que pôs ordem na casa. Os crimes diminuíram. Não podemos conseguir isso também? Elmor Oliveira, Niterói-RJ

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Painel Local

Ao ler a coluna Painel Local desta segunda-feira (Inimigo no 1, “AN”, página 2), escrita por Edenilson Leandro, me lembrei da infância. Nos meus tempos de criança, há mais de 40 anos, praticamente não havia semana em que não recebíamos a visita de agentes da saúde pública que trabalhavam pela contenção da malária. Se houvesse o menor indício de febre em alguém em casa, era colhido sangue para exame imediatamente.

A coluna lembra que o mosquito da dengue cresce em sua periculosidade em cima de nosso descuido (sejamos nós “mortais” ou os administradores públicos). É verdade. E é lamentável. Parabéns pela abordagem. Diego Felipe Amorim, Joinville

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