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Veja ranking dos apps mais baixados por Brasileiros; confira pesquisa

04 de julho de 2016 0

Desde que os smartphones se tornaram acessíveis e que as operadoras flexibilizaram planos, os brasileiros ficaram mais conectados. Diante dessa informação, o comportamento desse público passou a ser de interesse do mercado de aplicativos. Afinal, que tipo de conteúdo os brasileiros consomem nos meios digitais? Qual o uso de apps no Brasil?

apps

Quais serviços? Que tipo de app, assinatura ou grátis?  Um pesquisa feita pela Opinion Box e Mobile Time revela hábitos de consumo de aplicativos no Brasil. Os estudo traz  dados importantes sobre apps pagos – Netflix e Spotify disparam entre usuários de serviços de entretenimento móvel pago.

Com a tecnologia mais acessível, os brasileiros passaram a consumir uma maior  variedades de aplicativos.

E o top 5 dos apps mais usados pelos brasileiros são de redes sociais; veja:

1-Whatsapp
2-Facebook
3-Instagram
4-Messenger
5-YouTube

WhatsApp no topo da lista, mas isso não é novidade, né?

O estudo indica que o WhatsApp continua sendo o aplicativo que o brasileiro considera mais essencial. Se pudessem ter apenas um app instalado em seus aparelhos, 48% dos entrevistados disseram que seria o WhatsApp. Percebemos que o WhatsApp já está inserido no hábito do brasileiro. Basta lembrarmos dos dois episódios de bloqueios judiciais do app aqui no país. Os brasileiros estão muito adaptados ao consumo de mensagens instantânea. O Facebook mantém a segunda posição, em proporção muito menor, citado por 9,6% dos internautas brasileiros. Todos os demais registraram menos de 2% das citações, dentro da margem de erro da pesquisa. A principal novidade no ranking dos 10 apps favoritos dos brasileiros foi a entrada do Snapchat na 10ª posição, citado por 0,8% dos entrevistados como o aplicativo que manteriam no smartphone se só pudessem ter um.

A preferência pelo Snapchat predomina entre os mais jovens, que estão se tornando usuários fiéis da rede sociais: na faixa etária entre 18 e 29 anos, o app aparece na 6ª posição desse ranking, citado por 1,6% dos entrevistados. No grupo entre 30 e 49 anos, é apontado como favorito por apenas 0,4%, e nem aparece na lista de preferidos entre aqueles com mais de 50 anos.

Compra de apps
Além disso, os entrevistados foram questionados quanto ao último aplicativo comprado pelo smartphone. De acordo com o estudo, o problema é que muitos não se lembravam do nome do app. Ainda assim, 6,2% disseram que não sabiam, 6,2% responderam de forma genérica que havia sido um “jogo”, sem citar o nome. Entre os apps citados,  há desde aplicativos de edição de imagens até players de música, passando por uma calculadora de matemática financeira, um launcher e um app de karaokê. O campeão foi o Facetune, aplicativo voltado para a edição de fotos de rosto. O mais caro da lista é o app da calculadora HP 12c, vendido por R$ 47,75. Os entrevistados citaram também apps de modelo freemium, como Spotify e o Sing! O Freemium é aquela modalidade do tipo 1 mês grátis e depois o usuário segue pagando a assinatura para continuar com o serviço.

O hábito de comprar um aplicativo móvel para o smartphone é mais comum entre homens do que entre mulheres internautas: 22% dos homens disseram já ter pago por um aplicativo alguma vez, contra apenas 13,2% das mulheres. Quando o assunto é assinatura de serviços de entretenimento pelo smartphone, como plataformas de vídeo sob demanda ou streaming de música, novamente se nota uma propensão maior entre homens: 21,4% declaram que assinam algum serviço do gênero, contra 16,3% das mulheres. Por outro lado, o hábito de jogar games no celular é mais comum entre mulheres (69,5%) do que entre homens (63,6%), assim como a instalação de antivírus no dispositivo móvel: mulheres (54,2%) e homens (48,7%). O uso de back-up automático de conteúdo do celular para a nuvem é ligeiramente mais comum entre os homens (46,5%) do que entre as mulheres (42,4%).

Games
A pesquisa também quis saber sobre os aplicativos de jogos. 66,5% dos entrevistados declaram que costumam jogar games móveis. A prática é mais comum entre as mulheres (69,5%) do que entre os homens (63,6%). Além disso, a proporção de jogadores é maior entre os mais jovens: 72,8% na faixa entre 18 e 29 anos; 67,2%, entre 30 e 39 anos; e 47,1%, entre aqueles com mais de 50 anos. Um fato chamou a atenção nessa categoria. Tradicionalmente, os games têm vida útil curta. Porém, o Candy Crush se destaca como exceção. Há quatro anos no mercado brasileiro, o jogo é o mais utilizado pelos brasileiros em seus smartphones: 15% dos entrevistados que costumam jogar no celular apontam o Candy Crush como o game que mais acessam. O segundo lugar é ocupado pelo Farm Heroes, citado por apenas 3,1% dos jogadores móveis.

Entretenimento
No quesito entretenimento, 18,8% dos internautas brasileiros com smartphone afirmaram que assinam algum serviço, com pagamento de mensalidade, cujo conteúdo é acessado predominantemente através do dispositivo móvel. Nos últimos seis meses, chama a atenção o crescimento do Netflix e do Spotify, respectivamente, serviços de vídeo e música sob demanda. O Netflix é assinado agora por 59,8% das pessoas que declaram ter um serviço de entretenimento móvel pago. Na pesquisa anterior eram 45,1%. O Spotify, por sua vez, passou de 10,5% para 20,8%, podendo ser considerado como principal player no segmento de streaming de música no Brasil. Dois concorrentes diretos, Deezer e Play Music, também cresceram em seis meses, o que indica um aumento do interesse do consumidor brasileiro por esse tipo de serviço, o que deve gerar uma redução no consumo de download de música.

Portanto, as redes sociais, comunicadores instantâneos e mobile banking são as três principais categorias de apps na home do smartphone dos brasileiros.  Definitivamente, o brasileiro não gosta de pagar pelo download de app. Mas os modelos freemium parecem ter dado certo no país, até porque permite que se experimente antes de pagar.

***Sobre a pesquisa:

Dessa vez, foram realizadas 1.958 entrevistas online com pessoas que acessam a Internet e possuem smartphone. Foram respeitadas as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. Para iniciar a pesquisa, os entrevistados foram convidados a mencionar qual o sistema operacional utilizado: 82,6% são usuários de Android, 9,2% usam iOS, 6,4% têm Windows Phone, 1% não soube dizer e 0,8% usa outros. Além disso, 98% dos participantes da pesquisa afirmaram ter baixado algum aplicativo no próprio smartphone, 17,6% já compraram um aplicativo e 44,1% disseram já ter feito compras de bens virtuais dentro de um app. A margem de erro é de 2,2 pp e o nível de confiança é de 95%.

 

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