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Internet das coisas terá consulta pública até dia 16; entenda

03 de janeiro de 2017 0

Até o dia 16 de janeiro, o governo federal receberá sugestões da sociedade para montar seu plano de oportunidades no setor de internet das coisas no Brasil. O programa, idealizado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a partir de um Termo de Cooperação Institucional com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tomará como base um estudo a ser feito por um consórcio, devendo durar nove meses. O plano nacional deverá ser lançado ainda em 2017.

Entenda o que é a ‘internet das coisas’

Já imaginou comandar por voz ações simples como acender as luzes de casa ou ligar a cafeteira e a torradeira minutos antes de acordar? Esses são exemplos simples de aplicação da internet das coisas no dia a dia; mas além desses, existem outros exemplos que, se aplicados, revolucionariam a nossa maneira de viver – como por exemplo, o monitoramento médico e cirurgias à distância e um carro que dirige automaticamente, sem necessidade de motorista. Em alguns países isso já é realidade. E existem muitas empresas que já apostam no desenvolvimento de softwares que automatizam “as coisas”. Aqui no Brasil o processo de desenvolvimento “internet das coisas” ainda é lento, mas  tem objetivos concretos para 2017.

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A internet das coisas ou “internet ogf things” engloba uma série de tecnologias que utilizam a internet para comunicar a usuários informações em tempo real sobre a operação de equipamentos. O uso pode ser inserido desde equipamentos domésticos até área da medicina e engenharia. Os benefícios do uso da internet das coisas traz ganhos significativos para sociedade de acordo com o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.  Conectados à rede, os dispositivos podem ser comandados a distância e com informações precisas como previsão de duração, temperatura e consumo de energia.

O estudo técnico será realizado com recursos do BNDES. O orçamento é de R$ 17,4 milhões, sendo R$ 9,8 milhões em recursos do banco público e R$ 7,6 do consórcio responsável por realizá-lo. O consórcio que fará o estudo foi selecionado em uma chamada pública do BNDES e reúne a consultoria McKinsey & Company Brasil, Fundação CPQD e Pereira Neto/Macedo Advogados.

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