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Dias de Campus Party

03 de fevereiro de 2010 0

Fotos: Barbara Nickel

Minha barraca – com a mochila que carreguei por quatro dias nas costas -, o mar de barracas, o note da Zero Hora e a área de imprensa da Campus Party. Não fiquei até o final, mas deu pra conhecer muitas histórias e pessoas interessantes. Fui a trabalho, mas voltaria de férias sem pensar duas vezes. Entre os mais de mil jornalistas e blogueiros cadastrados para fazer cobertura, adorei descobrir os guris do Tuíta Belém. Ĺá no site deles, dá para conferir todos os vídeos que eles fizeram, com o ar despretensioso de quem admite não entender nada de produção para a TV. Destaco um, só para dar o gostinho, sobre paqueras na Campus Party:

Nesta terça, foram divulgados no blog da Campus Party os números finais do evento. Cerca de 100 mil pessoas passaram pelo Centro de Exposição Imigrantes, sendo 10 mil na arena – espaço onde ficavam as barracas e as estações de trabalho. Acampados, foram 3.877. Em 12 áreas com atividades simultâneas, foram cerca de 700 horas de debates e palestras. Obviamente, ninguém consegue ver tudo isso, mas lá no canal da Campus Party no YouTube é possível assistir às gravações das atividades. Lawrence Lessig, um dos fundadores do Creative Commons, foi uma das grandes atrações do evento. Sua palestra também está na central de vídeos:

Mas é claro que o melhor da festa são os campuseiros. Os meninos de Porto Alegre, por exemplo, me ajudaram na hora de catar uma barraca e entender um pouco melhor como funcionava o acampamento. Ainda que o estereótipo seja de um monte de gente vidrada em downloads, foi legal descobrir as histórias do Stephan e Bárbara, que foram lá para tornar real um namoro virtual e conviver com os amigos – sem dar muita boa para os papos de tecnologia, assim como a da Nathália Patrício e do Fernando Gil, amigos que foram ao evento com uma preocupação social.

Os dois apresentaram um projeto para melhorar a vida dos deficientes visuais: um identificador de cores e moedas de baixo custo. O aparelhinho detecta, a partir de uma biblioteca cadastrada em sua memória, a combinação de vermelho, verde e amarelo de um objeto e depois é capaz de “dizer” a informação em voz alta.

Nem todas as histórias a gente consegue contar, mas para rever os posts sobre a cobertura publicados neste blog, basta clicar aqui.

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