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Como foi

17 de outubro de 2012 0

1º dia: Saímos de Joinville em direção a Três Barras para conhecer os vestígios do que foi a serraria Lumber na cidade. Entrevistamos aqui Anastácia Ferreira, filha e víúva de ex-funcionários.

 

2º dia: Em Bela Vista do Toldo, fomos à casa de Maria Thibes, que ouvia à história do conflito. À tarde, conhecemos a Gruta dos Borges, onde dizem já ter estado o monge. Mais tarde conhecemos em Canoinhas a antiga estação de trem de Marcílio Dias e sua vila, e fomos à casa de dona Leontina, uma benzedeira.

 

3º dia: Em direção a Caçador, pegamos o caminho mais difícil e percorremos a SC-303 (o trecho de estrada de chão). À tarde, fomos a Calmon conhecer Francisco e Isaura, ele, ex-funcionário da Lumber; ela, filha de ex-funcionários, e João Rosa, conhecido como Pai Velho, que ajudou a construir os trilhos do trem.

 

4º dia: Em Caçador, fomos à procura de Sebastiana Medeiros, que, aos 103 anos, lembra de histórias da “guerra dos jagunços”. À tarde, visitamos Nosso Museu em Matos Costa e o local onde foi morto o capitão que deu o nome à cidade.

 

5º dia: Saímos de Caçador com destino a Irani para conhecermos o Museu do Contestado e os sítios históricos do primeiro combate da guerra. Entrevistamos na cidade o pesquisador Vicente Telles, um militante da história e da cultura da região dos seus antepassados.

 

6º dia: Em Caçador, visitamos o Museu Histórico e Antropológico do Contestado e conversamos com o seu diretor, Júlio Corrente. À tarde, visitamos Lebon Régis, a localidade de São Sebastião das Perdizes e Maria Trindade Martins, senhora de 106 anos.

 

7º dia: Fomos a Fraiburgo para conhecer a localidade de Taquaruçu, a primeira cidade santa da guerra e seus resquícios históricos. À tarde, visitamos seu Angelo Palhano, que descende de participantes da guerra, e Altino Bueno da Silva, 109 anos (foto), testemunha do conflito quando era criança.

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