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Posts de dezembro 2010

Mais uma "preza" do Radiohead

30 de dezembro de 2010 0

Antes de fazer caridade com o chapéu alheio (né Bono Vox?) a banda Radiohead trata de socializar a sua própria obra. No início do ano passado, o grupo fez um show beneficente (em favor da reconstrução do Haiti) em Los Angeles e agora disponibilizou um DVD Radiohead Concert For Haiti com a apresentação completinha para download geral e irrestrito no site Inez4Bears. Via Omelete.

Mash up da Virada!!!

30 de dezembro de 2010 0

Sugestão do Rubens Herbst (Orelhada) pede a nossa obediente e agradecida aceitação. Ele mandou “mucho bien” com esse regalo para as pistas: The Brothers of Chico Dusty. Mais um mashu up bacanaço, que cruzou dois álbuns supimpas de 2010: Sir Lucious Left Foot: The Son of Chico Dusty, do Big Boy, e Brothers, do duo Black Keys. Mistura fina para refrescar as pistas. O Falcatrue agradece a “preza”!!!

Dica pra quando os camaradas Marcos Espíndola e Fabio ‘Mutley’ Bianchini se meterem atrás das picapes neste longo e abusado verão na Ilha: The Brothers of Chico Dusty, mash-up invocado de Sir Lucious Left Foot: The Son of Chico Dusty, da dupla de rappers Big Boy, e Brothers, disco do duo Black Keys que comparece forte entre os prediletos da mídia em 2010. Um tal de Wick-it é responsável pela mistura fina, capaz de provocar comichões dançantes até nas portas da boate.



Réveillon "fora de época"

29 de dezembro de 2010 0

Já que a Micareta é “o Carnaval fora de época”, quem já viu de tudo e acha que nada mais resta para ser concebido por mentes ociosas e diabólicas está convidado para comparecer amanhã à noite (dia 30 de dezembro) na Célula. Terá lugar na acolhedora casa do João Paulo a Picareta – ou “o Réveillon fora de época”!
Sobem ao palco Cassim & Barbária (“pop rock sensual”), Skrotes (“free jazz universitário”) e Os Legais (na foto aí acima, “tipo os Tribalistas, saca?”). Começa 22h.

TRAJE DE GALA INDISPENSÁVEL!!!!

Oeste Rulez! Depois do Nazareth, quem pintou lá foi o batera do Rush

29 de dezembro de 2010 2

 


 


 

Em quem disse que o Rush não veio a Santa Catarina? Não a banda, mas um dos seus mais reverenciais integrantes, Neil Peart, considerado um dos (para muitos “o”) melhor baterista da atualidade. Daquelas histórias improváveis, quase um causo. Quase, para desespero dos devotos fãs de Criciúma e do Sul do Estado, pois o fato ocorreu nos confins do Extremo-Oeste Catarinense. Essa história chegou ao conhecimento da coluna esta semana. O guitarrista André Seben passou por Itapiranga com a banda Os Chefes e lá ouvir relatos emocionados sobre a suposta passagem do “batera do Rush” pela cidade. Mais uma fábula prefixo 49 (código de área das regiões Oeste e Serra)? Não mesmo.

O próprio Peart confirmou em seu blog, qundo publicou um diário da viagem de moto que empreendeu com parceiros da produção da banda pela América do Sul. Foi em outubro, logo após a série de shows do Rush no Brasil (São Paulo e Rio). Do Rio desceram por São Paulo e foram para a Argentina. E seguiriam pela região fronteiriça até o Uruguai. Neil liderava o grupo, mas um “bug” no GPS (ou seria uma conspiração divina do Frei Bruno? Ele levou o Nazareth para Herval D’Oeste!) fez o bando se perder, que avançou pela fronteira Brasileira, errou o caminho e veio parar em Itapiranga.

 


 


 

As we rode through a small town called Itapiranga, the road suddenly dwindled to rough dirt once more, the trees shadowing darkly overhead, and we stopped and opened up the map again. Now that we knew where we were, exactly, we could see how badly we were lost, exactly. We had missed the turn for the bridge some hours before, and now were in the farthest corner of Brazil, with the river to our south, and, immediately west of us, the Argentina border running north and south. No roads crossed that frontier, or that river—and I knew right away what we should do.

“We’ll stop here,” I said, pointing back up the road to Itapiranga, “It was a nice-looking town—it might have a hotel.”




 

Exaustos, encontraram refúgio em um hotel da cidade, onde tomaram conhecimento da sua localização.

Apenas pernoitaram, mas o suficiente para levarem boas impressões do hotel (“escupulosamente limpo, austero”) e daquela “pequena cidade descontraída, que você pode encontrar na Itália”.

 


 


 

As I led us back along the main street, I pointed up at a sign, in Gothic script, “Hotel Mauá.” For a town of only 13,000 people, laying “at the end of the road” in more ways than one, the hotel was absolutely fine—small, austere, and scrupulously clean, much like you might come across in rural Austria, say, and with safe covered parking for the motorcycles.

I had noticed a couple of restaurants in town, too, and we walked to a casual outdoor place, much like you might come across in small-town Italy. Speakers played music in a fetching hybrid of Brazilian and West African styles, and I had to ask our waiter to write down the names of the artists—handing him my notebook and making him understand about “música.” Subtropical night, good hotel, outdoor dining, intriguing music—everything was working out all right now.

As I stood on the sidewalk in front of the restaurant talking to Carrie on my cell phone (which miraculously worked perfectly in that remote corner of Brazil), Brutus was talking in pidgin Portuguese with some locals. He learned there was a balsa—a ferry—right in Itapiranga, and in the morning we could take it to the other side of that major barrier without having to backtrack several hours. From there we could try to navigate (the old-fashioned paper way) to our border crossing, San Borja.




Auxiliados pelos funcionários do estalagem, Peart e seu bando “se localizaram” e retomaram o rumo da jornada em direção ao Rio Grande do Sul até o Uruguai. Detalhe, passaram-se dias e ninguém havia reconhecido o “gringo” boa praça. O caso só tomou a devida proporção quase um mês depois, quando fãs das banda aqui no Brasil viram o relato do batera em seu blog. O fervoroso povo do Sul do Estado ficará muito sentido com a desfeita. Pô, não custava nada uma “esticada” até Criciúma.

Só uma história dessas para encerrar o 2010 do “róque” nem Santa Catarina!

Em tempo: Dizem que o Peart prometeu voltar em 2011 para os 20 anos da banda Repolho!



 


 


 

A caminho da perdição no Extremo-Oeste






O Hotel Mauá, onde o grupo se refugiou. Registro do próprio Peart



Belos momentos de 2010 (2)

29 de dezembro de 2010 0

Lobão foi o mais sentido dos no-shows em Florianópolis no ano, com apresentação cancelada em cima da hora no Floripa Music Hall. Mas lançou uma biografia sensacional, 50 Anos a Mil. E também não se furtou a caprichar na divulgação do livro, em ótimas entrevistas, ou se lançando sem medo em polêmicas como essa travada abaixo, em uma rádio FM – a fonte é o blog Radioamantes:



Belos momentos de 2010 (1)

28 de dezembro de 2010 0

Um dos be los momentos do melhor DVD nacional de 2010, o Ao Vivo que Edgard Scandurra gravou no Teatro Fecap, em São Paulo, para comemorar os 20 anos do seu Amigos Invisíveis: Meu Mundo e Nada Mais, com o autor da música, Guilherme Arantes


Manhã ensolarada

27 de dezembro de 2010 0

Saiu Nova Manhã, novo videoclipe da banda Marujo Cogumelo, de Xanxerê. Ficou tinindo de bem feiro!

E o homem do ano é...

27 de dezembro de 2010 0

 

James Murphy, a mente brilhante por trás do LCD Soudsystem. A revista Spin aclamou o camarada que lançou o provável disco de 2010 (This Is Happening), chorou em público (suplicando para que não o baixassem ilegalmente), mas fez barba, cabelo e bigode. Vi lá no Popload.

Em fevereiro ele estará no Brasil, o mais próximo de nós será em Porto Alegre no Popload Gig 4.

Ela quer é boemia!

27 de dezembro de 2010 0

“Boemia, a que a tens de regresso”!!!! A cantora inglesa Amy Winehouse fará da Cidade Maravilhosa, mais precisamente o boêmio Bairro de Santa Tereza, a sua base durante a tour aqui pelo Brasil a partir da próxima semana. E depois dela, a Lapa jamais será a mesma. A escolha do Rio de Janeiro como ponto de permanência foi um pedido da própria cantora, que de boba não tem “nadica de nada”. De lá, Amy se deslocará de jatinho para cada uma das cidades que receberão o Summer Soul Festival, que abre no dia 8, em Florianópolis, no Stage Music Park. Ela chegará no dia do show e decolará logo após a apresentação e não se hospedará na cidade. Pudera, com o Rio 40º aguardando por ela, mas não custa nada passar no Blues Velvet para pedir a benção para a Zuleika Zimbábue…

A julgar pelo show fechado que Amy Winehouse fez na Rússia há cerca de duas semanas _ recebeu para tanto 1 milhão de libras (algo como R$ 2,6 milhões) _ o público pode esperar pelo melhor. A mina cantou por duas horas ininterruptas, não tropeçou, não esqueceu as letras, não pagou peitinho e estava tão afinada quanto um corrupião vingador. O repertório foi basicamente o mesmo de dois anos atrás (quando parou de se apresentar) centrado no aclamado álbum Back to Black e no antecessor Frank.

E muito se falou sobre um suposto veto dela à cantora norte-americana Janelle Monáe durante o Summer Soul Festival. Pelo que apuramos, não houve treta alguma. Há alguns dias, Amy, Janelle e a terceira atração do evento, o cantor e produtor Mayer Hawthorne, participaram de uma conferência por telefone, mediada aqui no Brasil. E quem testemunhou o lero garante que o clima foi amistoso e de muita expectativa.

Ácido na veia

23 de dezembro de 2010 0

Recado de Marcos Espíndola, que goza de sua folga no Riozinho, mas deixou encaminhado o texto abaixo:

“Não quero cometer nenhuma indiscrição aqui, mas é muito provável que essas meninas aí figurem em mais de uma das seleções da Uplist Contracapa de 2010. Acid Louise se formou em 2006, mas acertou o motor neste ano, com o lançamento do EP Whores of Babilonia (www.myspace.com/acidlouise). Trabalho concebido a duras penas, a começar pelas distâncias geográficas que separam as integrantes. Mas nada que a sede por riffs e ideias inoculadas em doses generosas de rock não aproximasse os pólos Garamirim/Jaraguá, São Paulo e Curitiba. A base de ação da Acid Louise é o Norte catarinense, o que não causa nenhuma surpresa em se tratando do celeiro mais pulsante do rock no estado no momento. Qualquer relação do título do álbum com o clássico da Tia Rita Lee não é mera coincidência. Eu diria que a versão ácida do quarteto ficou mais sedutora que a original.
E não subestime essas carinhas de anjos aí. Natália Trentini (vocal), Nina Prado (guitarra), Carol Magalhães (bateria) e Dessa Coelho (baixo) vestem a causa do rock na sua essência crua, reverenciando o garage e o punk com uma seleção consistente e venenosa de composições próprias, como Humanized, Justine, Awesome e Wish Her Bad Luck. Méritos aí para a sagaz Nina Prado, que compôs as faixas. Elas carregam aquele espírito bacana de band girls de verdade: autoconfiança ácida, petulância sedutora e a disposição de colocar a marmanjada de joelhos.”

E para ouvir, estão aí a faixa-título e Justine:

 

http://audio.clicrbs.com.br/144992.mp3

http://audio.clicrbs.com.br/144991.mp3