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Bruna Surfistinha inaugura 1007 em BC. Puta Festa, Batman!

27 de dezembro de 2011 4

O termo pode parecer gasto, mas “vida fácil”  não faz parte do vocabulário da ex-garota de programa Raquel Pacheco, a Bruna Surfistinha. Suas experiências “suando a camisa” são de conhecimento geral e a tornou um sucesso editorial ao publicá-las no livro O Doce Veneno do Escorpião. Personalidade midiática, Bruna agora se dedica a outro ofício: DJ. A audaciosa loirinha assegura que há cerca de um ano vem se habituando à pilotagem de carrapetas, toca rotineiramente e que inclusive fez um curso. Não aceita o rótulo de aventureira de picapes e muito menos que esteja invadindo um espaço proibido. Para quem já encarou centenas de programas, bico de DJ concorrente soa como gracejo. Ela será a atração no comando da pista na abertura do 1007 Beach Club, nesta quarta-feira à noite, em Balneário Camboriú.  Por e-mail, Bruna trocou umas ideias com o ContraVersão:

ContraVersão _ Como você foi parar nas picapes?
Bruna Surfistinha _ A vontade de ser DJ surgiu há alguns anos, mas adiei o início deste projeto para cuidar de outros. Em dezembro de 2010, fui à inauguração de um bar no qual um amigo era sócio e comentei com ele sobre minha vontade, foi quando me perguntou se eu não queria aprender para ser uma das residentes de lá. Eu aceitei e, em janeiro deste ano, comecei a ir todos os dias para treinar e aprender na prática. Resolvi então fazer um curso em uma escola aqui em São Paulo, a DJ Ban, para me aperfeiçoar. Continuei sendo residente do bar e em março, resolvi começar a fazer apresentações em outras baladas.

Contra _ Essa atividade virou ofício ou apenas um “programa”?
Bruna _ Esta atividade começou como hobby, mas acabou se tornando um trabalho. Ser DJ não é tão simples como aparenta ser, é preciso ter disciplina, estudar e se dedicar diariamente. 

Contra _ Você sabia que o 1007 foi, até dois anos atrás, uma casa (se é que você me entende…) “de lazer afetivo”? Sendo assim é possível se sentir em casa? Claro, como DJ!
Bruna _ É claro que entendo, mas não sabia deste detalhe, obrigada por ter me avisado! Me sentirei em casa com certeza, até mesmo por que, me sinto à vontade em todas as baladas que vou me apresentar. Observar as pessoas curtindo o meu som, é um grande prazer!

Contra _ Testando sua perícia, cite três músicas para esquentar uma pista?
Bruna _ The time, The Black Eyed Peas; Sexy Bitch, David Guetta, e Give me everything, do Pitbull.

Contra _ Agora cite outras três para esquentar uma cama?
Bruna _ Difícil citar músicas com esta finalidade, pois quando o casal está com tesão realmente, a cama esquenta com qualquer música, inclusive com alguma que seja ruim.

Contra _ O que você teria a dizer aqueles que reclamam que o mercado da música eletrônica está “prostituído”?
Bruna _ Não concordo com esta afirmação. Sei que a pessoa que está em evidência na mídia e resolve se tornar DJ é muito criticada, como se estivesse invadindo um espaço proibido para ela. No entanto, acho que há espaço para todos e o que ocorre é uma filtragem natural, pois apenas os que são realmente bons, continuam dominando as picapes e não deixam de ser contratados.

Confira abaixo uma performance da DJ Bruna e diga aí se ela apenas “surfa na onda do deboche” ou se realmente “bota pra f****” na pista?

Comentários (4)

  • André diz: 27 de dezembro de 2011

    Acho que ela, por sua história, talvez tenha a ver com a 1007, mas em relação a trilha sonora, nada a ver!

  • Rubens Mello diz: 27 de dezembro de 2011

    Quanto trocadilho idiota nas perguntas feitas, senti vergonha pela pessoa que entrevistou.
    Super seriedade desse entrevistador e parabéns pelo seu trabalho Raquel.

  • kelly/ @ke_ diz: 28 de dezembro de 2011

    É como eu sempre digo, festa e animação somos nós mesmos que realizamos. E referente a performance da Raquel “Bruna Surfistinha” que se dane. Eu quero é me esbaldar e me divertir muito com meus amigos no 1007 Beach Chik *-*

  • thiago diz: 28 de dezembro de 2011

    Gente, me falaram que esta festa será um mix de gls com heteros, alguem sabe me dizer se é verdade?
    quanto a entrevista acima publicada, sou jornalista e realmente, apesar de curtir sensacionalismo sério, acho que o colega ali passou das contas , de entrevista a vulgaridade…

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