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Posts com a tag "heavy metal"

Black Sabbath já compôs 15 músicas novas

04 de junho de 2012 0


Ozzy Osbourne revelou ao semanário inglês New Musical Express que o Black Sabbath já compôs 15 novas músicas, que podem ou não entrar no disco novo da banda.
E o baixista Geezer Butler disse que o produtor Rick Rubin colocou para o grupo ouvir o seu primeiro álbum, Black Sabbath (1969):
- Ele disse: “Escutem isso. Imaginem que é 1969, que vocês acabaram de fazer isso, o que vocês fariam na sequência?”
Vale lembrar que o Sabbath anunciou no final do ano passado a reunião para gravar um novo álbum e fazer nova turnê. Os planos foram um pouco alterados por conta do tratamento do guitarrista Tony Iommi contra um câncer. Mas a banda já se apresentou em sua cidade (Birmingham, na Inglaterra) e tocará em breve no Download, o principal festival de música pesada no Reino Unido.
Pena que o baterista Bill Ward ficou insatisfeito com as condições do reencontro e saltou do barco. Senão seria o grupo originalzinho, formação clássica, em atividade novamente.


Top one: The Number of The Beast

28 de maio de 2012 0


Qual é o número da besta? No que diz respeito ao rock, para os britânicos equivale ao topo da lista dos álbuns mais imporantes dos últimos 60 anos. The Number Of The Beast, o terceiro álbum da banda Iron Maiden, ficou em primeiro lugar na votação promovida pelo site HMV. Um grande presente pelos 30 anos do lançamento deste clássico do heavy metal. A surpresa foi ver Violator, do grupo Depache Mode, na segunda posição. Os Beatles foram lembrados a partir do terceiro lugar, com Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mas compensaram emplacando quatro discos no ranking, que também traz Pink Floyd, Oasis e Adele. Veja a lista abaixo:
* The Number Of The Beast (Iron Maiden)
* Violator (Depeche Mode)
* Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band? (The Beatles)
* Abbey Road (The Beatles)
* The Dark Side Of The Moon (Pink Floyd)
* Revolver (Beatles)
* A Night At The Opera (Queen)
* (What’s the Story) Morning Glory? (Oasis)
* 21′ (Adele)
* White Album (The Beatles)


Agora tudo é possível

27 de março de 2012 0

Já que um Beatle virá, porque não corrigir aquele “erro histórico” e trazer de fato do Accept a Floripa? Quem sabe um crowdfunding, hein?!

 

Metaleiros: uni-vos!

25 de fevereiro de 2012 0

O metal terá uma noite para chamar de sua na programação da Maratona 2012 e será um dos pontos altos do encerramento do projeto, domingo, dia 25 de março.

Dividindo a frente das atenções com a banda paulista Shaman haverá o espetáculo cênico e musical Perception of The Other, da banda Stormental e da Siedler Cia de Dança, ambas da Capital. O show vai inaugurar o novo formato semi-arena da Célula Cultural.

A mesma noite receberá também a veterana banda de rock instrumental Brasil Papaya. A vida me ensinou a não subestimar o poder do metal e se eu fosse vocês seguiria o conselho. Vai trovejar!



"Quedelhe" J.C Castañeda e o Accept?

23 de janeiro de 2012 0

 Se o mundo não acabar, o “blefe do show do Accept” fará 20 anos. Em 2008, por conta dos 15 anos do caso eu reproduzi uma reportagem do Futio Indispensável. Lembrei da história depois que o Alexandre Amexa postou no Facebook o cartaz daquele show. Detalhe para a advertência no pé da peça: “Ingressos Limitados. Adquira o Seu com Antecedência”.


 

 


 


 


 

 

“Dos meus alfarrábios saquei esta preciosidade do jornalismo pop, aliás a melhor experiência nesta seara em Santa Catarina, que é a reportagem do fanzine Futio Indispensável, que durou de 1993 a 1995, sobre o famoso show que não houve da banda alemã de heavy metal Accept em Floripa, em agosto de 1993, no Babilônia. A edição do Futio ficava a cargo dos mestres Emerson Tomate Gasperin e Frank Maia. Algo tão genial e despudorado só poderia sair destas duas mentes privilegiadas e desprovidas de pudores. A reportagem leva a assinatura da jornalista Christiane Balbys. Simplesmente hilário e brilhante. Passados 15 anos ainda persistem uma série de dúvidas e lendas, como por exemplo, quem é e qual o paradeiro do soturno empresário J.C Castañeda? Lembra o próprio Tomate que o nome do distinto tem J de Juan, o bruxo personagem do livro A Erva do Diabo, C de Carlos e que junto com Castañeda formam o nome do autor desta obra da lisergia mundial, que também escreveu Uma Estranha Realidade. Outra questão é que ninguém assume que esteve lá no Babilônia para cair no Golpe do Século.

Saboreiem sem qualquer parcimônia!!

O BLEFE DO ANO

Esse cartaz não colou. Por trás da arte 1/2 boca, telefone errado, boatos e um monte torcendo para que fosse verdade. O futio foi lá conferir. Putz, não espalha.

Aqueles cartazes estavam com maior cara de enrolação braba. ” J.C. Castañeda Produções traz pela primeira fez ao Brasil – Florianópolis, Accept (heavy metal), dia 7 de agosto” Até aí tudo bem, não há nada de mais Floripa abrigar um show internacional, ainda que de uma banda alemã decadente. Mas o cartaz continua: “Local- Babilônia Club”. Quem foi nesse lugar no show do Dorsal Atlântica, em maio, se espantou dizendo que “só o cubo (amplificador) do guitarrista ocupa todo o palco”. É verdade. O palco do Babilônia tem no máximo 3 metros de largura por 8 de comprimento, minúsculo para bandas locais, que dirá gringas. Outra coisa: divulgação zero e nem o logotipo da banda foi usado no cartaz.

 

Dá pra acreditar?

Na semana que antecedeu o show, rolou o maior auê entre os roqueiros da cidade. Era segunda-feira e na Mensageiro Musical, onde os organizadores (?) deixaram duzentos ingressos à venda, só tinham saído dois. ” Não acredito que vai ter esse show, não. Aqui, a gente tá até avisando ao pessoal que vem comprar”, diz um funcionário da loja. A Roots Records não aceitou vender as entradas. Diante da condição imposta pelo dono, de só ficar com os bilhetes depois de ver o contrato com a Accept, o sujeito misterioso desapareceu. E por falar em mistério, quem é J. C. Castañeda? A responsável pelo departamento de eventos do Hotel Diplomata, que estava apoiando a promoção, também não sabia. Ela não viu o contrato, mas em troca de cinco ingressos ficaram reservados cinco apartamentos para os integrantes da banda alemã. A entrada no hotel foi marcada para o dia 7 de agosto (dia do show). O telefone para contato com o produtor – Castañeda – caía numa padaria, que por acaso fica em frente ao Babilônia Club. Na Real Panifício, ninguém jamais ouviu falar em J. C. Castañeda, nem demonstrou boa vontade em chamar alguém da boate.

Aí tem…

No meio da semana, próximo ao dia do show, o porteiro do Babilônia – um sujeito com cara de jagunço e o maior bafo de cana – continua a inventar desculpas e desviar o assunto para não falar do produtor. ” O Castañeda está em Buenos Aires e só volta no dia do show”. O proprietário da boate Nelson Pinto, disse que o figura chegaria na quinta, junto com o Accept. Neste dia, a Mensageiro Musical já tinha vendido 28 ingressos. O preço era 300 paus e na hora ia custar 400. Das duas uma: ou o Castañeda era um gênio de marketing ou os roqueiros ilhéus estavam diante do blefe do ano.

Noventa por cento apostava na segunda opção.

Às nove horas do dia 7, umas vinte pessoas ocupavam a calçada do outro lado do Babilônia Club. Um grupo menor sentou no muro do quartel, do lado da boate. “Aquele cara ali veio de Videira só para o show”, alguém denuncia. Eroni Borges, fã do Accept, tem cinco discos da banda e veio de longe, mas preferiu ver para crer. Deixou para comprar seu ingresso na hora. O amigo dele, Ricardo Bocca, daqui, era proprietário do nº2. M.R., de 20 anos, também comprou antecipado. O dele e o de K.T.: “Não acreditei, mas só comprei para poder contar pros meus netos”. W.B., de Tubarão, faz as contas. Setecentos de passagem, 300 de ingresso, é … gastei uma puta grana”. Todos preferiram não revelar seus nomes para não ficarem marcados para sempre.

Mais de 30 pessoas, 10 horas. Começaram os protestos. “Cadê o Accept?”. O bilheteiro chega alterado na porta e responde que o show é à meia-noite. Uma garota tenta devolver o ingresso e ele não aceita. ” Vou pedir mais grana pro meu pai e vou pro Berro”, diz conformada às quatro companheiras. Um cara arranca o cartaz colado ns entrada do clube e sai colhendo assinaturas dos indignados. Lembrança do golpe que vai ficar para a história. E o Castañeda? “Saiu com o Nelson e não voltou”, explica o porteiro. Do lado de fora, a legião de revoltados aumenta. “Pô, veio gente até de Biguaçu”. Tinha nego de muleta com a perna engessado. Isso é que é fã”. “O Nelso taí?”, pergunta uma garota que provavelmente tinha esquema com o dono do Babilônia para entrar de graça no show. O bilheteiro responde de novo que ele saiu com o Castañeda. “E os rapazi, já estão aí?” ( rapazi = Accept?)

Esse show parece que vai ser porrada.

Um cara com caneta e papel na mão chega na bilheteria e quer saber quantos ingressos foram vendidos. Para ele, é revelado o número oficial – de um bloco de cem, venderam apenas dois. No início da noite, o jagunço disse ter vendido mais de mil. O fiscal do ECAD (Escritório Central de Arrecadação) Edson Passig ficou de voltar mais tarde para pegar a lista das músicas. Se o Accept tocasse algum som de autoria de terceiros, dez por cento da renda seria repassada para o autor. Na Alemanha.

Onze horas. Entre 150 roqueiros putos com o blefe está Antônio Pimentel, dono do Harmonia Lanches, que fica do lado do Babilõnia. Ele espera o proprietário da boate para receber cinco mil cruzeiros reais que o Nelson prometeu pagar com o lucro do show. O comerciante logrado tinha recém saído do Babilônia e disse que não havia nenhum equipamento montado lá dentro. “Acho que eles vão fugir e levar tudo”. Outro cara pergunta o preço da entrada. O bilheteiro resmunga que só tem mais duas e fecha a janelinha.

Quando as gozações e piadinhas se esgotaram, a moçada ficou irada. Todo mundo estava a fim de quebrar tudo. Bastou uma pedra para iniciar o show. Com pedaços de pau, garrafas e o que tivesse na frente, as vítimas quebraram os vidros da boate e botaram as portas abaixo. Num dos carros estacionados mais adiante, o volume aumenta e o heavy metal move os pirados do outro lado da rua até a porta, onde eram descarregados chutes.

A polícia militar chega depois do quebra-quebra, que durou vinte minutos. Nessa hora, todo mundo dispersou para não sujar. Os PMs ligaram uma lanterna, entraram no Babilônia, descobriram uma porta nos fundos e anunciaram triunfantes: “Os malandros fugiram para não serem linchados”. Não diga…

Estelionato, vulgo um-sete-um. Se algum lesado der queixa, a polícia vai investigar. Na viatura um PM informa pelo rádio que é J.C. Castañeda o nome do responsável”. “OK, vamos checar esse nome aqui”. Enquanto isso, a esperança de quem comprou o ingresso de recuperar o dinheiro ia sumindo. Junto com ela, um pouco do crédito de shows de rock por aqui. Quem souber o paradeiro do tal Castañeda – se é que ele existe – por favor, avise alguém que goste de escutar o som no volume máximo. O roquenrôu, vingado, vai agradecer.”






O show do 2012: Black Sabbath no Download Festival

11 de novembro de 2011 0

Tava escrito que o Black Sabbath estaria ensaiando uma volta. Tony Iommi negou a informação há três meses, mas não convenceu ninguém. Pois hoje, o retorno foi confirmado. A banda está ensaiando com sua formação original _ Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward _, vai gravar um disco de inéditas 33 anos depois de Never Say Die, produzido por Rick Rubin (que já produziu meio mundo, inclusive Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Metallica e Johnny Cash), e será headliner do maior festival do rock pesado no planeta, o Donwload Festival inglês. Será em junho do ano que vem, portanto, o show de 2012.

Isso se o mundo não acabar antes…


Peso na causa!

13 de julho de 2011 0

Essa virada de 1985, com esse surto humanitário de Live Aid, USA for Africa, Band Aid e afins, não lhes parece rebordosa do desbunde da virada dos anos 80′s. Até a turma do metal entrou nessa. Eu nem lembrava, mas para isso temos a boa memória do jornalista Alessandro Bonassoli, a.k.a. Magoo. Na ocasião em que o saudoso James Dio esteve em Florianópolis para aquele show em Santo Amaro na década de 1990, Magoo o entrevistou para o Zero (da UFSC) e trouxe à pauta o proejto Hear ‘N Aid, uma coletânea capitaneada pelo ex-vocalista do Black Sabbath com bambas do heavy metal. Mais de 40 metaleiros se engajaram na função e gravaram um album (lançado posteriormente em 1986), arrecadando mais de U$ 1 milhão e destinados à programas sociais daquele continente.

Além de Dio, fizeram a frente Tommy Aldridge, David Alford, Carmine Appice, Vinnie Appice, Jimmy Bain, Frankie Banali, Eric Bloom, Mick Brown, Vivian Campbell, Carlos Cavazo, Amir Derakh, Ronnie James Dio, Don Dokken, Kevin Dubrow, Brad Gillis, Craig Goldie, Chris Hager, Rob Halford, Chris Holmes, Blackie Lawless, George Lynch, Yngwie Malmsteen, Mick Mars, Dave Meniketti, Dave Murray, Vince Neil, Ted Nugent, Eddie Ojeda, Jeff Pilson, Donald “Buck Dharma” Roeser, David St. Hubbins, Rudy Sarzo, Claude Schnell, Neal Schon, Paul Shortino, Derek Smalls, Adrian Smith, Mark Stein, Geoff Tate, e Matt Thorr. Ufa! Melhor parar por aqui.

O detalhe é que o álbum foi gravado em maio de 1985, bem antes do celebrado Live Aid. E nem por isso a turma do peso reclamou para si o Dia do Heavy Metal. Né não?

Contagem regressiva para o fim do mundo!

16 de maio de 2011 0

Quem disse que não há “cozinha” no Metal? E quem disse que só há sangue e carne de pescoço no metal? Metaleiro também é vegan. Olha isso. Aí, Mekron, Mestre Vegan Black Metal tem luvas com talheres “embutidos”, sacou?

Judas Priest não vem!

03 de maio de 2011 0

 


 

Vejam só o que o produtor Fábio Nunes (que também participou da missão Motörhead em Floripa) comentou pelo Twitter: “Impraticável cachê de Judas Priest & Whitesnake para Florianópolis. Ingressos precisariam custar 150 a pista com 5 mil pagantes. #ToFora”. Reverenciada banda de metal para uma série de shows (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília) da sua Epitaph Wolrd Tour, que marcará o fim das atividades do grupo. Pô, Fabio, pensa melhor essa lance aí meu?chega ao Brasil em setembro

Pelo mesmo fator financeiro (e que pesa em muito, ainda mais tratando-se da famigerada meia-entrada), o produtor dispensou uma data para trazer o guitarrista Slash (Velvet Revolver e ex-Guns’N Roses) em abril passado.



Como colecionar CDs (de heavy metal!)

13 de abril de 2011 0

Já que a Capital de todos os catarinenes respira o som pesado, por conta do show do Motörhead na semana que vem, vale dar uma conferida na conversa do blog Collector’s Room com o técnico gráfico e ilustrador Ben Ami Scopinho, nosso colega aqui do Diário Catarinense, que tem em casa uma das mais poderosas coleções de discos de hard rock e heavy metal do pedaço – cerca de 2 mil discos.

Rola até umas dicas de conservação e organização da coleção. Nós aqui do ContraVersão somos obrigados a confessar: não seguimos absolutamente nada do que manda a cartilha de um bom colecionador, mesmo com nossas casas atulhadas de CDs…