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Posts com a tag "lançamento"

O povo pediu: Skrotes de volta ao TAC no Floripa Noise

22 de junho de 2012 0


Em situações normais, aquela torturante melodia do caminhão que distribui gás de cozinha jamais soaria a você tão bem e admirável, tão contemporânea como uma divagação inspirada do maestro pop John Cage. Obra dos Skrotes, a banda instrumental de Floripa, notável por peripécias do gênero, como escaldar o cisne de Tchaikovsky no lago lisérgico dos sintetizadores para fazê-lo emergir na contemporaneidade.

O trio apresenta nesta sexta-feia, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), dentro do projeto Floripa Noise, o resultado da sua nova alquimia funk/jazz/rock/pop/erudito/baião. O primeiro álbum Os Skrotes sai pela frente digital SIC Music (em breve aqui). A banda mais bacana da Ilha ao lado da sensação do cenário experimental argentino: Violentango.

O grupo portenho é responsável por virar a chave da música instrumental local, cunhando o gênero tango experimental contemporâneo. Para todos: uma viagem sem volta. O show será às 20h. Maiores detalhes por aqui:



Mapuche revela Lowlands hoje no Floripa Noise

21 de junho de 2012 0

Produtor, músico e agora manager de selo (SIC Music) Isaac Varzim avança em seu rito de passagem sensorial com o projeto Mapuche e revela hoje à noite, no festival Floripa Noise, o segundo álbum, intitulado Lowlands.

Sucede o surpreendente Sanctity, lançado ano passado. Agora, o ex-integrante do duo Superpose investe ainda mais na experimentação da fusão das músicas eletrônicas e orgânicas. Um trabalho contemporâneo que mantém o fino trato e a introspecção do seu antecessor, com melodias sorvidas do indie e elementos sintetizados (synthpop e house), de baixa fidelidade (lo fi) e downtempo, que remete a um outro nível de estímulo sensorial. A escola da LCD Soundsystem fez um bom trabalho.

O disco traz cinco faixas e será lançado digitalmente pelo site da Sic Music (www.sicmusic.net). As vendas abrem hoje diretamente no site ou pelo Album Magazine editado pelo selo, que traz apenas uma composição gráfica e visual do projeto _ ilustrado pelo gravurista Alex Lettnin.

O álbum conta com um código para baixar o disco. Quem preferir pela bolacha quentinha pode aparecer no Jivago Lounge logo mais, às 23h, e assistir ao show da banda.



Atomic Mambo All Stars nos ouvidos

19 de junho de 2012 1


AMAS é Gabriel Orlandi, KimZac, Edu K e Guilherme Zimmer. Puro ócio criativo!

Tentar explicar em palavras o que é o Atomic Mambo All-Stars é perda de tempo ou um malfadado exercício de diarreia metal. Sério, o próprio produtor e manager responsável pelo lançamento dos caras, o Isaac Varzim, limitou-se a definir aquilo como uma “bagunça” (dubstep, hip hop, popozão e noise). Melhor ouvir o álbum na íntegra, que foi lançado nesta segunda no Floripa Noise e que sairá pela SIC Music. A conclusão é uma só: sim! a mente ociosa é a oficina do capeta!

Angry Bear: O despertar faminto de Fly-X

06 de junho de 2012 3


Tô sentindo que este 2012 promete barulho. Nem chegamos a metade da metade daquilo que está previsto para sair da fornada roqueira catarinense e temos dois violentos trabalhos, como o já citado abaixo Motel Overdose, que embora oficialmente leve o apenas o nome da banda no título eu passarei a chamar de Calendários de Oficina (fantástico!).
Mas que fique o alerta aos desatentos para o atropelo que vem de outra tríade, só que ao Norte do Estado. Qualquer dúvida que havia sobre os caminhos que a banda Fly-X tomaria a partir de Despertar, o terceiro álbum lançado em 2009, encontra resposta na crueza das guitarras e na acidez do discurso que impregna recém-apresentado disco Angry Bear. O quarto álbum do grupo de Guaramirim consolida a trajetória de 15 anos de militância do trio de Guaramirm no circuito independente. No dia 23 de junho, eles lançam Angry Bear com um show de comemoração pela trajetória em Guaramirim (possivelmente no local de ensaios da banda).
É por sua natureza independente, que a banda celebra em Angry Bear as suas referências mais caras, especialmente o metal e o grunge. Estes estilos formam a essência da base do trabalho que corresponde a nove faixas. A exceção dos trabalhos anteriores, esse é essencialmente composto em inglês e segue a temática da crítica social, do mundo em constante confronto de ideias e poder. Alien Life abre o repertório em puro estágio grunge, acelerado, distorcido e estridente. Entoada que não dá margem para respirar nas faixas subsequentes como Angry Bear, What do You Want From me Losing Ground, Who Are You, Pain e Terros Slaves. A sombria War In Rio leva a sonoridade à desaceleração, mas mantém a carga pesada para declarar o cenário bélico que desconstrói o ideário marqueteiro a respeito da hoje pacificada Cidade Maravilhosa.
Não poderia soar mais belo e reverencial aos ouvidos de qualquer fã do Nirvana, Mudhoney, Helmet e Black Sabbath. Atuar na independência é tarefa árdua, mas também traz bônus. No caso da Fly-X é abrir concessões apenas para si própria.
Angry Bear, de Fly-x, Independente, 10 faixas, R$ 10
Como adquirir:
Guaramirim: Loja CD & CIA
Joinville: Loja ROCK TOTAL DISCOS
Blumenau: Loja BE BOP DISCOS
Jaraguá do Sul: Kélson Marcelo (47) 84546309



Motel Overdose libera álbum de estreia...

06 de junho de 2012 0

Tremei!!! Power trio Motel Overdose libera para usufruto geral o seu primeiro álbum… Motel Overdose. O pacotão com músicas, capinha e outros adereços está no site (baixe aqui). Até que custou para a experiente banda da Capital apresentar um registro fonográfico da sua cáustica jornada pelo universo do rock profano, irreverente, alcoólico e denso. O pacote traz algumas canções já conhecidas do público da banda, como Carne Quente e A Sua Irmã. Mas há uma série de tiros de grosso calibre (metal, grunge e rock clássico, resvalando em Motörhead e Black Sabbath) que o grupo vem despejando na rede nos últimos meses, a exemplo de Densidade, Calendários de Oficina, Não Poderia Ser Pior, Incesto e Suicídio e outras canções cujos títulos são proibidos em horário comercial. Pura lenha!


Santo drama, Batman?

29 de maio de 2012 0

Sabe aquela piada do bêbado que cruza com uma freira na rua e aplica uma rasteira nela até imobilizá-la e então diz: “Esperava mais de você Batman?!” ? É um pouco disso o que está previsto para o desfecho da saga Batman, do diretor Chris Nolan. Alguém contou para outro alguém que viu o terceiro filme da série Dark Knight Rises, que só estreará em julho.  Está no Trabalho Sujo. Sim, é um baita spoiler, portanto, tenha pense bem antes de seguir.

A arte que persevera

29 de maio de 2012 0





Foto Vinil Filmes, Divulgação






O DC publica amanhã uma reportagem sobre os 20 anos do palhaço Biribinha. Aproveitei a oportunidade e redigi um grifo sobre o documentário É Bucha, de Renato Turnes e Glaucia Grígolo, sobre os 40 anos da companhia de circo teatro mais atuante no Estado.


A família Passos é a fiel depositária da tradição do circo teatro em Santa Catarina. Seu caráter hereditário ajuda a entender a longevidade da companhia, a mais antiga – se não a única nestes moldes – em atuação pelo Estado. Adriano Passos, 38 anos, o Biribinha, detém com os irmãos e os filhos o legado que persevera há quatro décadas e que ajudou a educar pelo menos quatro gerações de catarinenses que tiveram seu primeiro (em muitos casos o único) contato com o teatro pela trupe mambembe.
Eu fui um destes que se divertiu e se comoveu, na infância, com as peraltices e os melodramas do pioneiro Palhaço Biriba. A última vez deve fazer mais de duas décadas. Eu julgava que seria a definitiva, porque o circo havia acabado. Até avistar a tenda armada com seus luminosos incandescentes em um cidade do Vale do Itajaí . O Circo Biriba sempre esteve por aí e continuará, como nos deixa claro o documentário É Bucha, dirigido por Renato Turnes e Glaucia Grígolo, com produção da Vinil Filmes, que esmiúça o baú histórico da célebre companhia. Desde 2006 a dupla acompanha e investiga a companhia. Em 2009, os diretores assumiram a tutela do acervo audiovisual, documental e de imagens dos Biribas. Um relicário de inestimável valor cultural. Ali estão textos originais criados ou comprados pelo fundador Geraldo Passos, o pioneiro Biriba. Os melodramas caíram de uso por seus descendentes. Os tempos são outros, e as plateias pedem por comédia. Turnes e Gláucia mergulharam no acervo e lá encontraram pérolas que remetem aos tempos das novelas dos rádios. Textos trocados ou comprados de outros teatros circos, um inclusive de uma companhia Portuguesa.
É Bucha não é a história triste do palhaço desolado pela falta de perspectiva ou pela perda da própria graça com o mundo. É uma fábula real sobre a redenção da arte no seu estado mais perseverante, que se alimenta na esperança das novas gerações dos Passos. A era digital só provou o quanto ainda há o que ser percorrido. A tecnologia ajudou a encurtar a distância entre os Biribas e suas plateias. Em algum lugar, Biribinha e sua prole haverá de estar contando alguma piada, perpetuando jargões e maneirismos.
Há dois meses, durante o lançamento de É Bucha, na Maratona Cultural de Florianópolis, perguntei a Adriano o que é ser palhaço. “Não há explicação racional”, justificou.
- É tu estares numa sexta à noite em Balneário Camboriú se apresentando no teatro e logo depois contando piada numa casa de swing. Chega ao sábado e você está na Capital em um evento com a presença do governador. Aí fecha o domingo em um festa religiosa em Benedito Novo. É você viver mundos diferentes e ser aplaudido.

A família Passos é a fiel depositária da tradição do circo teatro em Santa Catarina. Seu caráter hereditário ajuda a entender a longevidade da companhia, a mais antiga – se não a única nestes moldes – em atuação pelo Estado. Adriano Passos, 38 anos, o Biribinha, detém com os irmãos e os filhos o legado que persevera há quatro décadas e que ajudou a educar pelo menos quatro gerações de catarinenses que tiveram seu primeiro (em muitos casos o único) contato com o teatro pela trupe mambembe. Eu fui um destes que se divertiu e se comoveu, na infância, com as peraltices e os melodramas do pioneiro Palhaço Biriba. A última vez deve fazer mais de duas décadas. Eu julgava que seria a definitiva, porque o circo havia acabado. Até avistar a tenda armada com seus os luminosos incandescentes em um cidade do Vale do Itajaí . O Circo Biriba sempre esteve por aí e continuará, como nos deixa claro o documentário É Bucha, dirigido por Renato Turnes e Glaucia Grígolo, com produção da Vinil Filmes, que esmiúça o baú histórico da célebre companhia. Desde 2006 a dupla acompanha e investiga a companhia. Em 2009, os diretores assumiu a tutela do acervo audiovisual, documental e de imagens dos Biribas. Um relicário de inestimável valor cultural. Ali estão textos originais criados ou comprados pelo fundador Geraldo Passos, o pioneiro Biriba. Os melodramas caíram de uso por seus descendentes. Os tempos são outros, e as plateias pedem por comédia. Turnes e Gláucia mergulharam no acervo e lá encontraram pérolas que remetem aos tempos das novelas dos rádios. Textos trocados ou comprados de outros teatros circos, um inclusive de uma companhia Portuguesa.É Bucha não é a história triste do palhaço desolado pela falta de perspectiva ou pela perda da própria graça com o mundo. É uma fábula real sobre a redenção da arte no seu estado mais perseverante, que se alimenta na esperança das novas gerações dos Passos. A era digital só provou o quanto ainda há o que ser percorrido. A tecnologia ajudou a encurtar a distância entre os Biribas e suas plateias. Em algum lugar, Biribinha e sua prole haverá de estar contando alguma piada, perpetuando jargões e maneirismos. Há dois meses, durante o lançamento de É Bucha, na Maratona Cultural de Florianópolis, perguntei a Adriano o que é ser palhaço. “Não há explicação racional”, justificou.- É tu estares numa sexta à noite em Balneário Camboriú se apresentando no teatro e logo depois contando piada numa casa de swing. Chega ao sábado e você está na Capital em um evento com a presença do governador. Aí fecha o domingo em um festa religiosa em Benedito Novo. É você viver mundos diferentes e ser aplaudido.



Top one: The Number of The Beast

28 de maio de 2012 0


Qual é o número da besta? No que diz respeito ao rock, para os britânicos equivale ao topo da lista dos álbuns mais imporantes dos últimos 60 anos. The Number Of The Beast, o terceiro álbum da banda Iron Maiden, ficou em primeiro lugar na votação promovida pelo site HMV. Um grande presente pelos 30 anos do lançamento deste clássico do heavy metal. A surpresa foi ver Violator, do grupo Depache Mode, na segunda posição. Os Beatles foram lembrados a partir do terceiro lugar, com Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, mas compensaram emplacando quatro discos no ranking, que também traz Pink Floyd, Oasis e Adele. Veja a lista abaixo:
* The Number Of The Beast (Iron Maiden)
* Violator (Depeche Mode)
* Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band? (The Beatles)
* Abbey Road (The Beatles)
* The Dark Side Of The Moon (Pink Floyd)
* Revolver (Beatles)
* A Night At The Opera (Queen)
* (What’s the Story) Morning Glory? (Oasis)
* 21′ (Adele)
* White Album (The Beatles)


Norah Jones abre o coração

04 de maio de 2012 0

Norah Jones abriu o coração para o produtor Danger Mouse e concebeu Little Broken Hearts, seu novo disco. E tomou a iniciativa de botar a obra na íntegra para audição no Soundcloud. Tenha fé e ouça, esse vai para as cabeças dos melhores álbuns deste ano.

O disco foi recebido como um novo patamar na música da cantora norte-americana. E isso está audível com a indelével digital pop e experimental de Danger Mouse, que havia escalado Norah para atuar ao lado Jack White na trilha bandoleira Rome, feita em parceria com o maestro Daniele Luppi.


Iguana dócil!

24 de abril de 2012 0

Iggy Pop anunciou pelo Facebook o lançamento do seu novo álbum, Après, onde o Iguana do rock segue destilando docilidades cantando Frank Sinatra, Edith Piaff, Serge Gainsburg, Beatles, Cole Poter e Yoko Ono. A data do advento do sucessor de Preliminaires, de 2009, é 9 de maio.