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Posts com a tag "maratona cultural"

Na Trilha do Som

27 de novembro de 2011 0

Foto: Carlos Kilian, Divulgação

Produtor, arranjador, músico e virtuose Carlos Trilha bem que poderia ser escalado como uma das atrações nacionais da Maratona Cultural. Consagrado artista catarinense levou para o palco da Beira-Mar Norte o seu surto sintetizado Retrotech, na companhia do brother João, batera do Dazaranha.

Em tempo: Trilha comanda a produção do próximo álbum dos Heróis da Caixa D’Água! Tudo em casa!!!!

Sounds sobe as Escadarias

27 de novembro de 2011 0

Produtor e multiartista Allen Rosa, que não é bobo, está muito tentado a levar o consagrado proejto Sounds in da City para as Escadarias do Rosário, que foi um do palcos mais fervilhantes da Maratona Cultural na Capital. Allen comandou o gran-finale sacolejante do sábado maratonista no Centro. Demorou!

Maratonistas

27 de novembro de 2011 0

Foto: Célio Alves, Divulgação

Cassim & Barbária, que operou a epifania elétrica/orgânica nas Escadarias do Rosário na tarde de sábado, se prepara para uma outra “maratona”: o Festival Goiânia Noise. Banda de Floripa embarca esta semana para a capital do Cerrado para integrar o maior festival do rock independente do país, dias 2, 3 e 4.

Blitz Cultural

27 de novembro de 2011 5

Antecipo aqui o rescaldo da Maratona Cultural que estará na coluna Contracapa desta segunda-feira:

O que Florianópolis presenciou neste final de semana não foi uma maratona. Foi uma “blitz” cultural! A tropa artística apresentou suas credenciais à população, em uma acachapante tomada de assalto da cidade. Sim, “nós temos e podemos fazer arte!”, um recado direto e assertivo. O recompensador foi testemunhar a resposta do público, que não temeu o tempo ruim, lotando praças e parques, foi aos museus, prestigiou grandes shows e fez esgotar ingressos nos teatros e espaços de espetáculos em questão de minutos. As atrações chamadas “nacionais”, a exemplo dos irmãos Max de Castro e Simoninha e o (nem tão) novo baiano Moraes Moreira, vieram e viram, como entusiasmados coadjuvantes, a produção local vencer. Ou alguém tem alguma dúvida sobre quem operou aquela mobilização que levou mais de 4 mil pessoas para a Beira-Mar na sexta-feira? Dazaranha!
O sábado foi um dia decisivo, a prova de fogo para a Maratona, que começava de fato com a abrangente agenda. Confesso que fui tomado por um certo temor, afinal, havia uma gigantesca programação simultânea em curso, esparramando as quase 700 atrações pela cidade, do Continente ao Sul da Ilha. E o desafio era fazer essa demanda de meio milhão de habitantes aderira à corrida. O Mercado Público bombou com o samba, enquanto o Laçador de Mundos, do Gira Circo levava uma pequena plateia pelas ruas do Centro. Logo percebeu-se uma movimentação intensa de pessoas, circulando pelos mais de 20 pontos de apresentações. Os espetáculos teatrais e de dança na Ubro, Teatro Álvaro de Carvalho, Teatro da UFSC, Udesc e na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição operaram em capacidade plena. Diretor e ator Renato Turnes postou um agradecimento emocionado ao público no Facebook pelo sucesso da sessão de Mi Muñequita. Logo ele, um verdadeiro atleta da Cultural, que ontem arrastou novamente a massa para a Trilogia Lugosi na UFSC. Na Cor Galeria, gerações distintas de artistas se congraçaram em intervenções e exposição coletiva.
É o povo quem lhes deve uma obsequiosa reverência.
A música, que ocupou basicamente os espaços ao ar livre, foi o ápice desta Maratona. Nas Escadarias do Rosário, a tarde foi quente e os shows escaldantes contemplando a diversidade criativa da nova geração artística: Mapuche e seu orquestral coletivo eletrônico/melódico; o rock descontruído de Cassim & Barbária; a paulada irreverente de Andrey e a Baba do Dragão de Komodo e o baile experimental e estimulante do “maestro” Allen Rosa e o seu projeto Sounds In da City. Distante dali, na Lagoa da Conceição, Tijuquera e Moraes Moreira foram regidos pela massa extasiada, mesma catarse coletiva que inebriou o Ribeirão da Ilha, com o desfile de bambas do Floripa Instrumental. A Célula Cultural _ sempre ela! _ retomou seus tempos de
glórias.
A Maratona Cultural não só foi um sucesso, como provou que R$ 1,4 milhão saiu barato frente ao resultado social e a satisfação popular que gerou _ esta socialmente imensurável. E fez cair por terra o ceticismo teimoso sobre o potencial da produção local e receptividade do público para sustentar mais de 30 horas de atividades. A presença dos artistas locais na agenda foi hegemônica, com uma ocupação de 95%. Perdeu seu tempo quem ficou em casa. O Estado cumpre a sua função de indutor da atividade artística, disseminando a cultura em escala geral. Cabe advertir que a maratona chega ao seu fim, mas o pelotão de atletas criativos segue na sua batalha e ele precisa ser prestigiado. Não espere pela próxima Maratona, continue consumindo, se surpreendendo e estimulando os nossos artistas, vendo-os, aplaudindo-os e criticando-os. Você está movimentando uma cadeia econômica, beneficiando músicos, atores, produtores, casas de espetáculos, enfim a engrandecendo a sua existência. A arte, assim como os nossos artistas, é o nosso maior patrimônio!

Próxima Largada

A segunda edição da Maratona Cultural tem data marcada: março de 2012, durante as comemorações do aniversário da Capital. E pode avançar, começando por um enxugamento no número de atrações _ as mais de 670 escalações da primeira justificaram-se ação coletiva impactante _, o que possibilitaria investir mais nos canais de divulgação da programação e orientação do público. Engana-se que acha que todas as cartas foram lançadas nesta edição. Há projetos suficientes para reoxigenar toda a programação.
A prefeitura também precisa mergulhar no projeto. Não se admite uma atuação tão modesta, quase protocolar. Quem sabe mobilizando o transporte coletivo com linhas especiais para atender às “praças” da Maratona seria um grande começo.

Maratona Eleitoral

Secretário de Estado da Cultural Turismo e Esportes Cesar Souza Junior fez valer a juventude para empreender a sua maratona dentro da Maratona Cultural. Circulou, assistiu espetáculos, fiscalizou e não poupou as oportunidades para subir nos palcos e cumprir o seu papel de “mecenas”. Fica claro que ele começou a sua corrida para a disputa eleitoral à prefeitura de Florianópolis em 2012. Vai precisar de fôlego, porque na preferência popular o manezinho Darci levaria por aclamação. Afinal, se temos o Tiririca porque não o intrépido comediante nativo?

Sonho coletivo

Por três anos a patota da produtora Harmônica, de Florianópolis, bateu na trave na tentativa de levar a cabo a Maratona Cultural, que foi idealizada nos moldes da Virada Cultural paulistana. Um projeto de vida, um sonho da aguerrida militante Paula Borges, que chegou a ser taxado como “delírio” por muitos. Eis o resultado deste delírio, que agora todos sonham juntos. Continuem delirando, pois mais louco é quem nos diz que não é feliz!




O Enlaçador de Mundos, do Gira Circo. Foto Charles Guerra








Tijuquera comanda a catarse na Lagoa. Foto Fernando Pitish, Divulgação



Foto Gessé Giotti


A Maratona Cultural no Parque de Coqueiros

27 de novembro de 2011 0

A Maratona, é bom não esquecer, também passou a ponte – e uma das suas mais interessantes programações está, inclusive, reservada para o Parque de Coqueiros. Márcia Feijó esteve lá e conta como foi a programação do período matutino:

“O público na frente do palco foi tímido. Mas com a bela manhã de sol, o número de pessoas circulando no Parque de Coqueiros foi grande. A excelente sonorização permitiu que todos pudessem curtir o som do grupo de hip hop Arma-zén mesmo de longe.
Houve diversidade de atrações, além da feira de artesanato que já é realizada no local aos sábados. No palco teve apresentação de vários estilos de dança, incluindo a clássica. O street dance do grupo Bronx Brothers foi o que mais chamou a atenção. O stand up “drama” de Dani Olivetto também formou uma boa plateia. Enquanto isso, o pessoal da peça 3Rs em A Grande Missão, que seria  encenada às 14h, montava seu cenário ao lado do palco.”

IMPORTANTE: Os horários das apresentações no Parque estão seguindo à risca o cronograma dos folders distribuídos para a população.

Casa cheia para o Cabaré Circo Floripa

27 de novembro de 2011 0


A apresentação do Cabaré Circo Floripa, agora há pouco na Casa das Máquinas, na Lagoa, foi uma das mais bacanas que se tem registro. Talvez por ter juntado um público mais curioso, atraído pela enormidade de atrações da Maratona Cultural, o espetáculo realmente provocou a plateia, e da melhor maneira posssível.

A mistura de cabaré – aquele clássico, impulsionado por trilha sonora no melhor estilo swing, a cargo da dupla Jumping Jacks – com atrações circenses certamente já é uma das melhores atrações do fim de semana artístico aqui da Capital.

Só mesmo a Maratona para fazer o público ilhéu conhecer seus artistas, como pediu Moraes Moreira. Casa cheia, lugares esgotados. O Cabaré é uma atração do Coletivo Circo Floripa.

Moraes Moreira do jeito que o público queria

26 de novembro de 2011 1

Uma coisa bacana em artistas já calejados pelo tempo de palco é que sabem o que o público quer e não inventam coisas do tipo tocar músicas novas para um público heterogêneo, mais interessado em se divertir do que em encarar a nova fase do artista. Esse é o público médio, que vai aos festivais e também era o da Maratona Cultural, hoje, na Lagoa da Conceição.

Pois essa plateia vibrou com o desfile de sucesso de providenciado pelo baiano Moraes Moreira na Praça Bento Silvério. Um atrás do outro – Preta Pretinha, Bloco do Prazer, Eu Também Quero Beijar, Pombo Correio, e por aí vai.

Show sem frescuras e com pegada, agradou todo mundo. E de todas as idades: tinha de vovôs e vovós a bebês em frente ao palco. Ao menos na Lagoa, a Maratona foi um êxito até agora.

Cadê o fôlego?

26 de novembro de 2011 2

Após uma hora de atraso, o Giro Circo dá início ao espetáculo O Enlaçador de Mundos no Largo da Alfândega. Na programação oficial seria na Rua Felipe Schmidt. Quem apareceu para assistir estava desorientado. Resultado: público modesto. Enquanto isso, o secretário de Turismo, Cultura e Esportes Cesar Souza Júnior cumpria a agenda de “mecenas” na concorrida roda de samba no Mercado Público. Como na noites anterior, quando capitalizou na minioteose na Beira-Mar Norte diante de 4 mil pessoas. A Maratona Cultural é a largada da corrida eleitoral na Capital. Enquanto o povo solidário ajuda a empurrar o carrinho do solitário palhaço do Gira Circo longe dali…

A verdadeira Maratona Cultural começou neste sábado. E com o desafio de fazer a massa de quase meio milhão de habitantes circular pelos mais de 20 pontos de apresentaçao e prestigiar às mais de 670 atrações. Shows nacionais se autopromovem e atraem naturalmente. A questão é direcionar a atenção do público para a hegemônica programação local, centrada no teatro, musica, dança, artes visuais, exposições e cinema. A Maratona Cultural esparrama-se por teatros, museus, galerias e espaços de cultura alternativos. Há quem diga que é muita produção para breves 38 horas de programação. Outros sustentam que a terapia de choque de cultura poderá surtir um efeito imediato. Certamente para as pretensões eleitorais do secretário Cesar Souza Junior que corre com fôlego de soldado grego.

A propósito, aqueles gentis anônimos que deram uma mão para o clown do Gira Circo sumiram. E o enlaçador do Giro Circo vai improvisando a roda para seguir em seu mundo… Tão árduo e quixotesco quanto a realidade da cultura local.

Bora correr hoje? Vamos cobrir a Maratona juntos!

25 de novembro de 2011 0

Reforçando o recado na Contracapa de hoje (sexta-feira): “Temos pela frente 30 horas na “atividade” da Maratona Cultural para 72 horas corridas e longe de darmos conta da profusa e diversificada agenda do festival que começará logo mais à noite, com Dazaranha e Baile do Simonal, na Beira-Mar Norte e encerrará já na virada para a segunda-feira. Daí que o Diário Catarinense convoca leitores e internautas para o esforço de cobertura do evento. Difícil se encontrar em meio a 673 atrações, 23 pontos de ações, shows, performances visuais, exposições, teatro, cinema, mas calma! Nós vamos “nos ajudar”.
A reportagem do jornal estará nas ruas correndo a cidade e municiando full time com informações de shows, bastidores e a movimentação da cidade os canais de comunicação usuais, o blog ContraVersão além das redes socais. É aí que você entrar caro leitor. Acompanhe e participe da cobertura abastecendo via Twitter pelo @aovivodc com #maratonacult. Indique e comente sobre as atrações, chame para algum ponto interessante, informe sobre as condições do trânsito e, principalmente, exerça o seu papel de crítico analisando os eventos e recomendando a programação. Envia fotos, comentários e sugestões para o perfil do DC no Facebook. O mesmo vale para outras ações programadas para este final de semana, como por exemplo o festival Floripa Instrumental, a Semana Ousada e a Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América do Sul. Cansou?! Deixa que nós o empurramos!!!”

Ponche Elétrico vol.32 - No ritmo da Maratona!

25 de novembro de 2011 0

A votação não foi acirrada, não – um ídolo da música catarinense foi eleito, por votação consagradora, o personagem símbolo da Maratona Cultural de Florianópolis. Nosso mascote recebeu votos em peso na Capital e, claro, no Meio-Oeste catarinense.

Que seu exemplo de dedicação ao rock e ao trajeto Itacorubi-Centro sirva como inspiração para gente como Edward Cullen, que passou a lua-de-mel com Bella Swann no Rio de Janeiro e, agora, vai ter que apelar mesmo para o bom e velho DNA. Depois de receber o Bambi Awards na Alemanha, Justin Bieber é outro que está sendo acusado de ser pai.

É nessas horas que o faro investigativo do Ponche Elétrico entra em ação!!!