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Posts com a tag "neil young"

O Velho Mestre Neil Young volta com o Crazy Horse em "Americana"

30 de maio de 2012 0
Americana marca a volta de Neil Young com a clássica camarilha da banda Crazy Horse. Sairá oficialmente no dia 5 de junho. São só releituras do folk e do country norte-americano (Oh, Susannah, Clementine, Get a Job, Jesus Chariot e God Save The Queen – a versão comportada) inflamadas por guitarras e gravado à moda analógica e valvulada. O mais lindo disso tudo é que o bom Velho e seus comparsas não fizeram miséria e liberaram tudo para a audição no site da revista Rolling Stone.
A conferir, mas eles devem ser anunciados como os cabeças de chave do SWU Festival deste ano, em São Paulo. Abaixo, uma palhinha com Oh, Susannah:

Neil Young e Crazy Horse lançam "Americana" em 5 de junho

27 de março de 2012 0

Neil Young & Crazy Horse vão lançar seu primeiro álbum desde Greendale, de 2003. O nome dele é Americana.

Para quem não sabe, Neil Young (foto) é o mestre supremo do rock nessa casa ecumênica que é o ContraVersão. Assim como o Crazy Horse (Billy Talbot, Ralph Molina e Poncho Sampedro) é a nossa banda de apoio favorita.

Mestre Young e cia. resolveram regravar clássicos do folk e da música tradicional norte-americana. Tem relíquias como Oh Susannah, que surgiu no século 19, e composições de meados do século 20, como This Land is Your Land e Get a Job.

Neil escreveu alguns detalhes históricos sobre cada canção de Americana que podem ser vistos no site http://download.wbr.com/neilyoung/booklet.pdf

Americana contou com produção de Neil e John Hanlon, juntamente com Mark Humphreys e conto com os engenheiros John Hausmann e Jeff Pinn. Foi gravado no Audio Casa Blanca, estúdio de Hanlon.

Abaixo, a track list:

Oh Susannah

Clementine

Tom Dula

Gallows Pole

Get A Job

Travel On

High Flyin’ Bird

Jesus’ Chariot

This Land Is Your Land

Os 40 anos de "Harvest", o clássico disco de Neil Young

14 de fevereiro de 2012 2

Havia quem criticasse o canadense Neil Young por conta da trova no melhor estilo bittersweet. E de fato, depois da doçura melódica e acústica de After the Gold Rush (1970), não houve uma grande mudança de direção com Harvest. Talvez a escolha por uma banda de sonoridade muito diferente da pauleira rústica do Crazy Horse (os Stray Gators).

São dois discos mais conectados com o trabalho de singer-songwriters, gente como James Taylor ou Jackson Browne — o último, inclusive, havia lançado seu debut semanas antes.

Mas o tempo muda a percepção das coisas. Já no fim dos 1980, Harvest — cujo lançamento completa 40 anos hoje — era citado com um dos grandes momentos, senão o maior, do mestre canadense. E nesse caso, o sucesso comercial do álbum, que chegou ao primeiro lugar da Billboard e foi o mais vendido em todo o ano de 1972, não é um ponto negativo.

A verdade é que o público médio norte-americano já tinha percebido o que há de mais belo no disco, a coleção de composições inspiradas que mantém a majestade tantos anos depois de concebidas. Lançada um mês antes como single, Heart of Gold tornou-se a música de maior sucesso da carreira de Young, e pode ser encarada como a peça central do álbum.

Harvest é muito calcado na aridez californiana e na placidez dos violões, mas traz um artista que jamais consegue se entregar ao conformismo, seja para o bem ou para o mal. Então, ao mesmo tempo em que entrega reflexão ao passar do tempo com Old Man, também traz a pungente descrição da danação de um amigo mergulhando no abismo das drogas em The Needle and the Damage Done. Em outra ponta, a London Symphony Orchestra propicia dramaticidade à controvertida A Man Needs a Maid, cuja letra, para alguns, era sexista. Não era, mas um pouco de polêmica sempre fez bem ao senhor Young.

Harvest, de Neil Young. 10 faixas, 1972


 

A boa velha ordem!

03 de fevereiro de 2012 0

É por isso que nunca me darei por vencido. Rock’n roll can never die!!!!

Neil Young no SWU 2012: Rapaziada de Brusque tinha razão

13 de dezembro de 2011 0

Em novembro passado, o Felipe Arthur Floriani ouviu da boca do próprio Neil Young que ele voltaria ao Brasil em 2012 para tocar e assim aplacaria frustração de tantos que esperavam por um show na edição deste ano do festiva em Paulínia e não apenas palestra. Floriani saiu de Brusque, junto com outros dois amigos, para ver a conferência de “O Veio”. Houve quem desconfiasse na ocasião da promessa de Neil Young, até porque a fama de “imprevisível” o precede. Mas aí o Alexandre Matias nos traz essa informação no Trabalho Sujo: que a organização do SWU fechou com cantor um pacote para a edição do ano que vem, tendo ele como a atração principal acompanhado pela banda Crazy Horse. A se confirmar, será melhor que a encomenda…

Neil Young diz que volta em 2012 ao SWU só para tocar!

16 de novembro de 2011 2

Seria mais um indício do fim do mundo?  Quem nos trás esta notícia é o camarada Felipe Arthur Floriani que decidiu deixar Floripa no final do dia de sexta-feira rumo a Paulínia (SP) para encontrar com o “maior de todos” Neil Young, que foi ao festival apenas para uma conferência. Chegou na manhã de sábado, em tempo para cantar o “happy birthday” para o “véio” e, para a sua felicidade, conversou com ele: “Após este final de semana, posso dizer que, sem dúvida alguma, que Neil Young foi, é e será eternamente o cara mais maluco do rock and roll.” E ouviu da boca do próprio cantor: “Eu voltarei logo, ano que vem, só para fazer música”. Ou seja, sem prosa, apenas keepin’n rock. Felipe (abraçado à direita de Neil, com Marcelo Chaves, Gustavo Fortunatto e o manager Elliot Roberts, ao fundo) não poderia deixar de registrar este momento, que o invejamos de maneira muito fraternal.

Neil Young canta no SWU!

14 de novembro de 2011 0

Quem sonhava ver Neil Young cantando no festival SWU, em Paulínia, teve seu sonho realizado. Mas de uma maneira meio estranha, convenhamos: cantando Parabéns Pra Você à mãe terra.

Muita gente achou emocionante. Eu achei um mico.


Por um mundo "mió"....

04 de julho de 2011 0

Bem que notei que o Pascale andava muito quieto. Mais uma de O Mundo Delirou!

Ponche Elétrico 21, no refeitório

02 de julho de 2011 0

A edição 21 do Ponche Elétrico foi gravada no refeitório do trampo dos apresentadores. Faltou horário para conciliar as agendas, e a coisa foi gravada ali mesmo, em meio às mexericas e goiabas. Mas contamos com um convidado especialíssimo: o carismático Fábio Bianchini, que lamentou após a gravação:

- Pola, não consegui desenvolver nenhuma ideia!

É triste dar a notícia, mas desenvolver ideias no Ponche é tarefa impossível…


Quem não conseguir assistir acima, pode tentar aqui.


Mesmo com Neil Young, SWU ainda mete muito medo!

28 de junho de 2011 3

Uma década depois, o “maior de todos” (citando Fábio Bianchini) está de volta ao Brasil. O canadense Neil Young foi confirmado para a segunda edição do Festival SWU, que rolará em Paulínia (SP), dias 12, 13 e 14 de novembro. O trovador foi anunciado com toda pompa pela organização, ontem, durante uma entrevista coletiva assaz “broxante”. Em princípio ele virá como padrinho do tal “fórum”, mas não seriam loucos de não o colocarem para trovejar no stage. Imagina, palestra com Neil Young seguida por um show do Cacique Raoni?! Estou pouco me lixando para o ladainha sustentável do SWU. Ó, ficar pedalando magrela para gerar energia que não acende nem uma pomboca? Fala sério! Eu quero ver o sangue nos palcos e esse é o lance do Velho Neil: Rockin’ In The Free World. A força da palavra clamada em distorção como lava quente inundando as veias. Sim, estou emocionado. Particularmente porque não gostaria que o mundo acabasse sem a chance de me redimir com ele. Furei em 2011 e isso é triste. Mas o destino é generoso… Keep on rockin’in Paulínia. Mas o SWU está longe de figurar na categoria Melhor dos Mundos. A escalação é tenebrosa: Megadeth, Snoop Dogg, Black Eyed Peas, Peter Gabriel, Damian Marley e New Blood Orchestra. Por essa ficará sem o “Chupa … In Rio!”