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Quando as imagens valem mais do que mil palavras

10 de julho de 2011 0

Com esse sol sobre Floripa, o fim de semana só poderia mesmo ser ao ar livre. Sábado fomos ver a abertura das Olimpíadas no Colégio Catarinense. Milhares de alunos no “campão” e uma aluninha, muito especial, na plateia: minha filhinha de cinco anos. Meu marido fez questão de levá-la, pra que desde pequena se interesse por esportes e perceba o astral positivo que emana da atividade física. Quer saber? Ele agiu por instinto, mas a “teoria” avaliza 100% essa intuição.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, acaba de divulgar um estudo comparando a rotina de alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. E os resultados são surpreendentes. Ao contrário das gerações passadas, que cresciam sem computador, games e canais exclusivamente infantis na TV, as crianças de hoje estão cada vez mais sedentárias.
O estudo, que envolveu 2.500 entrevistas, mostrou que os alunos do Terceirão são 20% mais ativos do que os estudantes do 5º ao 9º ano. Ao ler os resultados, na hora lembrei da chamada que um canal infantil faz durante os comerciais: “não se mexa, a gente já volta”. Como se fosse lúcido mandar uma criança não se mexer… Socorro!! Isso é um atentado contra o futuro.

A recomendação internacional é que qualquer criança deve realizar atividades físicas (estar em movimento) no mínimo 300 minutos por semana. Quanto mais distância deste “alvo”, maior será seu peso corporal, o índice de massa corpórea, o nível de colesterol ruim e triglicérides. Ah, faltou dizer… E assim que ela crescer, maior também será a despesa na farmácia, o tempo gasto com consultas e exames e, muito provavelmente, o desgosto, em uma sociedade que preza tanto a estética e a boa forma.

Minha filhinha vibrando nas Olimpíadas do colégio

No domingo, dia 10, o sol voltou a ser generoso com Floripa. Minha filhinha, então, foi torcer pelo papai na Corrida Pela Paz. De novo, viu uma multidão se mexendo, suando, em paz com o corpo e, pelo visto, de bem com o espírito. Quando o nosso campeão cruzou a linha de chegada, comemoramos, vibramos e o “esfolamos”. Ela ficou com a medalha e eu com o GPS, porque, afinal, aí já era a minha hora de correr também.

Papai acrescentou mais uma medalha à coleção da família

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