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Histórias que inspiram: Gisela dos Santos

17 de agosto de 2011 0

O nosso primeiro “circuito” de Histórias que Inspiram, criado pra reforçar minha tese de que, independente da conjuntura, é possível e procedente encaixar a Saúde na agenda, traz hoje o depoimento da Gisela dos Santos, jornalista de 37 anos. Casada, mãe, profissional de sucesso, ela corre há 15 anos, faça chuva ou faça sol, às margens da Lagoa da Conceição ou em plena Marginal Pinheiros. “Às vezes pareço exagerada, mas somando prós e contras, sei que correndo levo vantagem”, avalia. Aí vai, então, mais uma dose de motivação!

Quando você começou a correr e como foi?
Comecei a correr há 15 anos e desde então corro todos os dias, faça chuva ou faça sol. Aliás, adoro correr em dias de chuva.

Quais as suas sugestões de cenários pra corrida?
Corro onde for preciso. Se eu estiver viajando e chegar tarde ao hotel, quando a sala de Fitness já estiver fechada, saio pra correr à noite. Em São Paulo, por exemplo, já corri na Avenida Faria Lima e na Marginal Pinheiros.

Quais seus maiores empecilhos pra correr?
Já corri várias vezes inclusive contrariando qualquer expectativa de amigos ou da família. Corro em qualquer lugar, por meia hora, e fico zerada!! Quando eu estava grávida, corri até o sétimo mês de gestação. Eu parecia um Teletubbies, mas foi ótimo e eu curtia muito.

O que te motiva a participar de corridas de rua?
As provas são uma boa experiência. Nestas ocasiões, no final da corrida, acontece uma sensação louca de adrenalina. Mesmo que esteja quente, dá uns “tremiliques” de frio. E olha que é bom…

Quais os benefícios trazidos pela corrida pra sua rotina?
Hoje tenho sete quilos a menos do que tinha aos 18 ou 19 anos. Meu manequim também passou do 40 pro 36. Fora isso, se tenho algum problema ou questões de trabalho pra resolver, vou pensando no assunto enquanto corro. Um cérebro oxigenado pensa melhor.

Olha a Gisela, se aquecendo pra mais um treino

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