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11 restaurantes com opções vegetarianas em Blumenau

22 de março de 2017 0
Pizza de berinjela gratinada com queijo pecorino, geleia de tomate e pesto de manjericão no Âme Gastronomia Funcional

Pizza de berinjela gratinada com queijo pecorino, geleia de tomate e pesto de manjericão no Âme Gastronomia Funcional

A Operação Carne Fraca semana passada rendeu infinitos memes sobre a qualidade das carnes consumidas pelos brasileiros. Do outro lado, vi muitos amigos vegetarianos discorrendo sobre o tema e a minha timeline se transformou em um FlaFlu dos contra e dos a favor do consumo de carne.

Sou da teoria de que o importante mesmo é a gente se amar e respeitar as preferências alheias, sejam elas um pedaço de bacon ou uma carne de jaca. Para selar a paz entre os povos, minha sugestão é aproveitar essa lista de restaurantes blumenauenses que servem opções para carnívoros e vegetarianos compartilharem a mesa sem medo de ser feliz. Confira:

1 – Âme Gastronomia Funcional

O restaurante adota uma pegada saudável em suas preparações, todas sem glúten e lactose. Ainda há opções vegetarianas e veganas no buffet durante o almoço e à noite, com pratos do a la carte — inclusive pizzas e hambúrgueres.
Rua Marechal Deodoro, 555, Velha
Aberto de segunda a sexta, das 11h30min às 22h. Sábado das 11h30min às 19h

2 – Bier Vila

Para petiscar, a Bier Vila oferece pastéis de provolone com manjericão. Como prato principal, as tradicionais batatas rosti são servidas em dois sabores ser carne (quatro queijos e da terra – com um mix de cogumelos), uma massa ao pesto genovese (manjericão, azeite de oliva, alho, nozes e parmesão) ou saladas estão à disposição.
Rua Alberto Stein, 199 – Velha.
Aberto todos os dias das 11h às 23h.

3 – Boteco São Jorge
O clima dos botequins também oferece gastronomia vegetariana. Além do amendoim na cerveja que sempre abre os trabalhos, o menu conta com provolone derretido, creme de abóbora e bolinho de polenta com queijo colonial.
Rua Coelho Neto, 32 (anexo à floricultura) – Velha.
Aberto de terça à sábado, a partir das 18h.

4 – Nana Hamburgueria
Novidade no cardápio, a criação da chef Nana Oliveira tem inspiração árabe. É um hambúrguer de falafel (grão de bico) servido com brioche da casa, rúcula, babaganuche (purê de berinjela com tahine), tomate e cebola roxa. Para quem é vegano e não consome leite, o pão pode ser substituído pelo tradicional francês.
Rua Antônio da Veiga, 484 – Vila Nova.
Aberto de terça à domingo, a partir das 18h.

Queijo coalho servido com pão no O Figueira

Queijo coalho servido com pão no O Figueira

5 – O Figueira

Especializada em carnes na brasa, O Figueira não esqueceu de pessoas que não comem proteína animal. No cardápio, três pratos chamam a atenção dos vegetarianos: o palmito na brasa (com ervas finas, cebola e alho), a provoleta (queijo provolone derretido na grelha (que é acompanhado por pães e pode ser servido com tomate seco) e o tradicional queijo coalho. Além disso, são oito preparos de saladas que podem ser servidas como prato principal.
Rua Mariana Bronnemann, 527, Velha
Aberto de terça a sexta a partir das 18h30min, aos sábados a partir das 19h e aos domingos, para o almoço, a partir das 11h30min.

6 – Pepper Jack

A inspiração na gastronomia norte-americana é a marca do Pepper Jack. E quem não come carne também pode se esbaldar com opções como onion rings, batatas bravas, cheese sticks, mushrooms salad, chilli fries e burritos de cogumelo. O cliente ainda pode solicitar que as quesadillas sejam preparadas sem carne.
Rua Joinville, 148, Vila Nova
Aberto de segunda à sábado a partir das 18h.​

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Quiche de gorgonzola com pêra no Zizi Bistrô

7 – Zizi Bistrô

O restaurante de clima intimista na Alameda Rio Branco tem um menu vegetariano que sai a pedido do cliente e é criado na hora pelos chefs com o que há de mais fresco na casa. O menu conta com quatro pratos: duas entradas, prato principal e sobremesa. Preço sob consulta.
Alameda Rio Branco, 247, Jardim Blumenau
Aberto de segunda a sábado, das 19h à meia-noite.

8 – Pedeverde Healthy Food

Também seguindo a linha de servir pratos saudáveis, o restaurante na Ponta Aguda conta com opções de pratos vegetarianos no buffet para almoço – o estabelecimento no momento não está abrindo à noite, quando oferecia opções a la carte.
Avenida Brasil, 261, Ponta Aguda
Aberto de segunda a sábado, das 11h às 14h30min

9 - Rosa Mexicano

A casa homenageia a comida mexicana, com sua riqueza de temperos e sabores, sem deixar de lado os vegetarianos. No cardápio, há opções como a quesadilla Frida Kahlo, feita com um molho especial de queijos, pimentões, feijões, berinjela e brócolis, o taco Salud, com abobrinha, cebola, parmesão, pimentão, tomate e pico de gallo.
Rua Carlos Rischbieter, 64, Victor Konder
Aberto todos os dias das 18h à meia-noite.

10 – Factory Beira Rio
O bar tem deliciosas opções de sanduíches para carnívoros, mas também faz bonito com os vegetarianos. Entre as opções, o Grão de Bico Burger, com hambúrguer de grão de bico, alface, tomate, pimentão, molho especial de kraueterkaese, requeijão e alho poró, servido no pão doce com gergelim, e o Sanduíche Mushrooms, que leva cogumelos salteados servidos no pão de cerveja com alface americana, molho golf e queijo mussarela.
Avenida Presidente Castelo Branco, 671, Centro
Aberto de quarta a domingo, das 18h à 1h

11 – Vegecetera
Essa dica veio da querida Daniela Matthes, colunista do Santa (e vegetariana). O restaurante vegano abriu há cerca de um mês no Centro Comercial Ângelo Dias e atende no almoço com prato do dia e também fazendo entregas. Além disso, é possível encomendar outros quitutes feitos pela casa.
Rua Ângelo Dias, 45, Centro (no interior da galeria Centro Comercial Ângelo Dias)
Abre de segunda a sexta, das 8h às 18h e sábados das 8h às 14h

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Chef e mestre cervejeiro de Blumenau viajam pela América do Sul de Kombi

17 de março de 2017 0

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Já pensou viajar pela América do Sul, descobrir n0vas culturas e ainda preparar quitutes feitos em uma Kombi para bancar essa aventura? Pois é isso que a chef blumenauense Roana Petri Celeste e o namorado dela, o mestre cervejeiro Anderson Diego Strutz estão fazendo neste exato momento!

O casal criou o projeto “Nossa Kombi é uma Viagem” e deixou Blumenau há pouco mais de dois meses acompanhados pelo yorkshire Zed. A jornada deve durar um ano e passar por vários países da América do Sul. Com o veículo montado e equipado por eles, Roana e Anderson querem conhecer lugares novos enquanto trabalham: em cozinhas, com cerveja e o que mais vier pela frente.

— Nós resolvemos fazer uma estrutura na Kombi para produzir doces para vender. Vendemos mais de 1,1 mil unidades de brownies desde o começo da viagem. E além dos doces, oferecemos outros tipos de serviços, como personal chef, e encomendas de doces e salgados. Queremos nos manter com a gastronomia, porém se for necessário trabalhamos com o que for preciso para seguir viajando  — conta Roana.

Até agora, eles percorreram o litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e toda a costa uruguaia. Neste momento, eles cruzam a Argentina rumo ao Ushuaia.

— A vida na estrada é muito gratificante, conhecemos pessoas incríveis que têm nos ajudado muito e trocado experiências maravilhosas — afirma a chef.

Ficou curioso? Então siga o casal na internet. Eles têm página no Facebook, perfil no Instagram e canal no Youtube


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Rede de comida asiática vai sortear um ano de temaki grátis

15 de março de 2017 0
Foto: Daniela Xu, Agência RBS

Foto: Daniela Xu, Agência RBS

Toda vez que como sushi ou alguma delícia da culinária japonesa fico pensando que eu poderia me alimentar disso todos os dias da minha vida. Talvez meu sonho ainda não seja possível, mas pelo menos tem gente se esforçando para realizar uma parte desse desejo: a rede de franquias Jin Jin – e que tem lojas aqui em Blumenau no Shopping Neumarkt e no Angeloni da Velha – vai premiar 10 clientes com um ano de temaki grátis. Repito: um ano de temaki grátis!

A assessoria da rede explica que o prato é um dos mais vendidos do cardápio e por isso virou a estrela do concurso, que tem inscrições até o dia 19 de março.

O sorteio será no dia 24 de março e, para participar, o cliente precisa comprar qualquer prato em um dos restaurantes da franquia (exceto bebidas alcóolicas). Ao comprar, ele ganha uma ou mais raspadinhas com o código da promoção, que precisa ser cadastrado nesse site aquiDepois dessa digo apenas: que a Força esteja com você.

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Confira a agenda de cursos de Páscoa em Blumenau

14 de março de 2017 0
Foto: Felipe Carneiro, Agência RBS

Foto: Felipe Carneiro, Agência RBS

 

Falta praticamente um mês para a Páscoa e você está a fim de colocar a mão na massa para fazer deliciosos ovos, biscoitos e outras guloseimas típicas da época? Então confere esta relação abaixo de cursos e oficinas oferecidas por algumas lojas especializadas em confeitaria aqui de Blumenau. Tem opções para todos os gostos e bolsos, olha só:

Bolachas de Páscoa
Aprenda a fazer a massa e conheça diferentes sugestões de decoração
Dia 21/3, das 14h às 17h
Quanto: R$ 40
Onde: Padeirito (Rua Paul Hering, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3035-3838

Aula prática de bicos
Para treinar o uso dos bicos de confeiteiro e enfeitar ovos recheados
Dia 21/3, das 13h30min às 17h
Quanto: R$ 130
Onde: Palmeira Cacau ( Rua Capitão Euclides de Castro, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3329-0729

Cupcakes de Páscoa
Receitas dos bolinhos em vários sabores, recheios e formas de decorar.
Dia 27/3, das 14h às 16h30min
Quanto: R$ 40
Onde: Palmeira Cacau ( Rua Capitão Euclides de Castro, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3329-0729

Caixa de chocolate
O chef Rodney Carvalho, o Caco, ensina bombons e chocolates especiais para esta Páscoa
Dia 27/3, das 14h às 17h
Quanto: R$ 40
Onde: Padeirito (Rua Paul Hering, 155, Centro)
Inscrições: Para se inscrever, é preciso comprar 1kg de chocolate da marca Nocau (barra ou pacote) e retirar no dia do curso. Informações pelo telefone 3035-3838

Ovos decorados e trufas
Neste curso, o chef Rodney Carvalho explica como preparar ovos decorados e deliciosas trufas.
Dia 27/3, das 19h às 21h
Quanto: R$ 40.
Onde: Padeirito (Rua Paul Hering, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3035-3838

Biscoitos de Páscoa
Aprenda a fazer e confeitar as famosas guloseimas da época
Dia 28/3, das 14h às 16h30min
Quanto: R$ 50
Onde: Palmeira Cacau ( Rua Capitão Euclides de Castro, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3329-0729

Ovos de Páscoa Harald
Ovos de colher, trufados e decorados estão entre as receitas deste curso
Dia 29/3, das 14h às 17h ou dia 30/3, também das 14h às 17h
Quanto: R$ 40
Onde: Padeirito (Rua Paul Hering, 155, Centro)
Inscrições: Direto na loja. Informações pelo telefone 3035-3838

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Evento reúne chefs e sommeliers internacionais durante o Festival da Cerveja em Blumenau

01 de março de 2017 0

Amanda Reitenbach, do Science of Beer Institute, que promove o Beer Pairing

 

O Festival Brasileiro da Cerveja, que rola entre os dias 8 e 11 de março aqui em Blumenau, é a Disney para quem aprecia a produção artesanal brasileira. Mas e se, paralelo ao festival, tivéssemos um evento focado na harmonização dessas bebidas com pratos da gastronomia brasileira e internacional? Aí nossos sonhos se tornaram realidade, no formato de um Beer Pairing.

Promovido pela escola de educação cervejeira Science of Beer Institute, o Beer Pairing traz para cada dia do Festival um sommelier para guiar a combinação de cinco rótulos com cinco pratos preparados por grandes profissionais do mercado gastronômico internacional (veja a programação de cada dia abaixo)

- O objetivo é explorar de maneira prática e teórica a versatilidade de combinações que a bebida em todas as suas versões possibilita para levar aos participantes uma experiência inesquecível – salienta Amanda Reitenbach, diretora do Science of Beer Institute.

Com direito a um copo personalizado do evento e acesso livre às harmonizações, o ingresso _ as inscrições são limitadas e você pode clicar aqui para comprar _ custa a partir de R$ 70. O Beer Pairing será no Eisenbahn Biergarten, na Vila Germânica.

Confira a programação:

8/3 – CHOCOLATE E CERVEJA: O cervejeiro americano Pete Slosberg e a gastrônoma e Sommelière Rafa Brunetto apresentam uma série de harmonizações deliciosas usando o chocolate como principal ingrediente.

9/3 – GASTRONOMIA BRASILEIRA E CERVEJAS ESPECIAIS: Pratos deliciosos da gastronomia brasileira preparados por Rodrigo Martins, chef do restaurante Mukeka, com cervejas especiais selecionadas pela Sommelière Carolina Oda.

10/3 – GASTRONOMIA INTERNACIONAL E CERVEJAS ESPECIAIS: O chef belga Frederic de Mayer prepara um menu exclusivo e super especial, que será harmonizado com deliciosas cervejas especiais selecionadas pela jornalista e sommelière inglesa Melissa Cole.

11/3 – QUEIJOS PREMIADOS E CERVEJA: O especialista em queijos Daniel Martins e a Sommelière francesa Elisabeth Pierre apresentam uma harmonização exclusiva com uma série de queijos e cervejas brasileiros premiados.

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Reabrindo a cozinha

24 de fevereiro de 2017 0
Chaleira de cerâmica criada pela designer Titi Juchem (foto: Divulgação)

Chaleira de cerâmica criada pela designer Titi Juchem (foto: Divulgação)

 

Quanto tempo longe daqui, né?

É hora de tirar o pó das prateleiras, deixar tudo limpo, cheiroso e organizado. A água já estou colocando para esquentar, assim o café (ou o chá, caso prefira) logo está pronto. O bolo irá ao forno em breve e é assim, nesse clima doce de reencontro, que eu estou retomando este espaço — a nossa cozinha cheia de sentimentos, sabores e memórias que compartilho com vocês.

Muita coisa mudou desde que deixei de escrever por aqui. Na época, estava no começo da faculdade de Gastronomia e queria aprender e dividir as coisas com vocês. Na correria maluca do dia a dia, acabei deixando muita coisa de lado — incluindo este espaço. Triste, mas sempre senti saudades. E foi ela quem me fez voltar.

Ainda temos alguns ajustes a fazer, e logo tudo estará arrumadinho. Fique à vontade para puxar a cadeira e bater um papo comigo. Aqui, você encontra comida, bebida, afeto e histórias deliciosas <3

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Sete perguntas para Ogro Jimmy McManis

10 de setembro de 2015 0
foto: reprodução ogrostronomia)

foto: divulgação

Se você, meu senhor, minha senhora, já viu alguma vez na sua vida o programa Mais Você, com “Namaria” e Louro José nas manhãs da Globo, você com certeza conhece o Jimmy, o chef ogro que percorre o país conhecendo as maravilhas da comida de rua.

Pois veja bem você: Ogro Jimmy  está entre nós. A partir desta sexta-feira, o chef, que nasceu nos Estados Unidos e é fundador do Ogrostronomia, participa do Food Truck Festival aqui de Blumenau com seu projeto Burgertopia. Visitando Blumenau pela primeira vez — e interessado em provar nosso amado pão com bolinho — ele conversou rapidinho comigo por telefone nesta quinta-feira. Acompanhe, a seguir, a entrevista:

Com o Burgertopia você já fez tudo quanto é tipo de hambúrguer, transformou clássicos da gastronomia e até pratos típicos brasileiros nos sanduíches. Com toda a tua experiência, como você pode definir um bom hambúrguer?

Jimmy Mc Manis - O que eu penso vale para qualquer comida, não só para o hambúrguer. A qualidade do prato final está ligada diretamente À qualidade dos ingredientes que você usa na cozinha. Pelo menos para mim, e é desta forma que a gente trabalha no Burgertopia, um bom pão, uma boa carne moída na hora, o uso do ingrediente ainda fresco faz toda a diferença. E amor, carinho, claro. Comida é para ser dividida, é para ser compartilhada e precisa ser feita pensando no outro, com amor.

Os food trucks viraram febre no Brasil de dois anos para cá, apesar de todas as barreiras na legislação e toda a burocracia ainda existente nas cidades. Qual a vantagem de ter um food truck? Você acha que este nicho de mercado se sustenta no futuro?

Jimmy - Acho o food truck um ótimo negócio porque tem um custo-benefício ótimo, ajuda muita gente que não tem condição de abrir um restaurante de R$ 1 milhão a mostrar que faz um trabalho legal, a sair de dentro de casa e ir pra rua vender. A moda toda começou em São Paulo e agora que a maioria das cidades está aprovando a legislação, investindo nisso. Por isso eu acho que ainda há muito espaço para crescer. Claro que num futuro de médio, longo prazo, vai acontecer o que ac0ntece sempre: os melhores vão ficar e aqueles não tão bons tendem a desaparecer.

A popularização da gastronomia é um fenômeno bem recente no Brasil e os programas de TV, como o próprio Mais Você, têm um papel importante nisso. Como você vê esse movimento? O que falta para que a gastronomia seja mais acessível ainda a todos?

Jimmy - Acho que falta tempo mesmo. Falta irmos de vez para a TV aberta. Falta um pouco de investimento. Mas essa popularização já começou e é um caminho sem volta. O que eu faço, e esse é meu objetivo com o Ogrostronomia, com o quadro de comida de rua, é fazer com que as pessoas voltem a ter intimidade com a comida. Antigamente todo mundo cozinhava, todo mundo fazia comida boa, caseira, tradicional, e hoje em dia as pessoas não têm mais essa intimidade. As pessoas arrumam desculpas para não cozinhar, falam que não têm tempo, que estão cansadas, que sei lá o quê. E por isso eu quero que as pessoas tenham intimidade com a comida: a gente precisa entender como a comida funciona, como ela se comporta na panela, tirar a vó da cozinha e preparar algo para ela. Resgatar o hábito do almoço de domingo, do preparar algo para compartilhar com as pessoas. Esse é o meu objetivo. A gente ir para a rua e conhecer esses caras pelo país é maravilhoso por causa disso.

 Quais as coisas mais curiosas que tu já provou viajando pelo país?

 Jimmy -Eu já provei bastante coisa, e acho que a Amazônia e o Pantanal têm os pratos mais curiosos, mais inusitados para nós que moramos nas cidades. Eu estive no Pantanal há pouco e a comida de lá é algo que não dá para descrever. Comi carne de jacaré lá, acho que foi lá que eu comi formiga também. Tem coisas que a gente não tá acostumado. Estou fazendo o quadro há três anos e acho que não conheço nem um décimo da comida de rua brasileira.

E aqui da região? O que você conhece da culinária catarinense?

Jimmy - Santa Catarina é um estado que vai da Serra ao mar, é bem variada a culinária. Conheço alguma coisa da comida alemã, da culinária dos imigrantes. Também tem a parte de frutos do mar, ali da região de Balneário Camboriú.

Alguma coisa que você queira provar aqui em Blumenau? Já deu tempo de experimentar alguma coisa?

Jimmy - Me falaram o nome mas não consigo lembrar. (pede ajuda) É o pão com bolinho, a versão do hambúrguer daqui, né? Quero provar pão com bolinho mesmo.

Jimmy, e uma curiosidade: você realmente come tudo aquilo que você faz na TV (assistam essa matéria, por favor)?

Jimmy - Pode ter certeza que sim! Não é à toa que eu tenho 2 metros de altura.

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Quer saber mais? Então dá uma olhada nesses vídeos aqui:

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Cinco livros de gastronomia que você precisa ter na sua estante

26 de agosto de 2015 0

Estudar gastronomia é uma coisa muito louca que só te faz querer estudar mais e mais. Sério. Desde que eu virei universitária de novo minha vida gira em torno de pratos,ingredientes, técnicas e receitas. E muito disso tem a ver também com o fato de que cozinhar envolve toda uma preparação teórica. Quando a gente conhece e entende aquilo que está cozinhando, o processo todo ganha um sentido, um motivo para existir.

Por isso achei que estava na hora de falar sobre os livros que eu tenho lá em casa e que eu considero fundamentais para ter em qualquer estante. Alguns são mais voltados para quem tá na área mesmo, mas outros fazem parte da minha lista porque apresentam uma linguagem simples e que facilita muito a vida de quem não tem muita intimidade com as panelas.

Confira a lista:

Técnicas de cozinha profissional:  Este livro da Mariana Sebess é sensacional porque tem o passo a passo ilustrado de receitas e diferentes técnicas. É tudo bem simples e didático, serve tanto para quem já tem alguma experiência na cozinha como para quem cozinha por lazer. E vale mesmo a pena os capítulos que ensinam o preparo e cortes corretos de legumes, frutas e carnes. O livro é da editora Senac e tem preço sugerido de R$ 110.

Dona Benta: Muito antes da gastronomia virar moda, os livros da Dona Benta já estavam por aí ensinando muita gente a cozinhar. Eu adoro o livro por causa desse ar vintage, mas principalmente porque o que tem ali não é cozinha afetada: é comida caseirona, bem brasileira, com cara de almoço em família. A Companhia Editora Nacional tem duas versões do livro: uma de capa dura você acha por uns R$ 100, mas tem uma edição econômica de capa fininha que vende até em loja de departamentos por uns R$ 30.

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Chef profissional: Este livro feito pelo Instituto Americano de Culinária é um calhamaço de 1,2 mil páginas e sonho de consumo de 10 entre 10 estudantes de gastronomia. Sem brincadeira nenhuma, é o livro que fica do lado da minha cama e é a ele que eu sempre recorro para estudar para as provas teóricas da faculdade e para fazer pesquisas. Por que é tão legal? Porque tem milhares de técnicas e receitas, conceitos, dicas de quem entende muito do assunto e explicações bem didáticas sobre os diferentes tipos de preparo. Também tem uma boa introdução à parte de gestão na gastronomia e às bases de serviço e salão – ser chef, minha gente, é muito mais do que picar cebola e saber pilotar o fogão.

 

Pitadas da Rita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pitadas da Rita: O livro da Rita Lobo é fundamental na sua estante porque é descomplicado. Porque faz tudo parecer tão simples, tão bonito e tão saboroso que tem dias que eu fico apenas lendo as receitas e babando nas fotos. Acho que o livro dela acabou elevando as publicações na área de gastronomia a outro patamar – esteticamente, acho tudo impecável. A escrita é caprichada, parece que a autora está conversando contigo ali do seu lado. E as receitas são maravilhosas, já fiz várias. Para leigos, então, melhor ainda. E o preço é bem amigo, se comparado aos demais livros da área: tá em torno de R$ 80.
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Por uma vida mais doce, Danielle Noce, Editora Melhoramentos: Eu me dei de presente de aniversário o livro da chef Dani Noce e acho que ele segue bem essa pegada que o Pitadas da Rita acabou trazendo para o Brasil. É uma obra bem autoral de uma confeiteira maravilhosa e que é super ligada em tecnologia – a Dani é a dona do I Could Kill For Dessert, um dos melhores sites (se não o melhor) sobre confeitaria no Brasil hoje e Youtuber com milhões de visualizações em suas receitas. E as receitas do livro são para diferentes níveis de cozinheiros, ainda que tudo seja contado de uma forma bem simples. E o mais legal é que boa parte delas têm QR Code para você acompanhar o vídeo com o passo a passo, caso tenha alguma dúvida. E o projeto gráfico, então, é puro amor.

(Autora: Larissa Guerra)

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Seis dicas para fazer uma caipirinha perfeita

31 de julho de 2015 0

Sabadão está chegando e com esse clima quase verão a gente logo pensa em fazer um belo de um churrasco com a galera, né? Para acompanhar, sempre tem que ter cerveja gelada e a nossa amada, idolatrada caipirinha. É tipo casamento perfeito. Por isso quero compartilhar com vocês essas dicas que o mestre alambiqueiro e um dos sócios da Vodka Kalvelage deu para fazer um drink perfeito. Assim, seu drink tem tudo para ficar perfeito.

Para o alambiqueiro, o primeiro passo é escolher uma bebida de qualidade.

— Não importa se a ideia é usar a cachaça, como na receita tradicional, ou então vodka ou rum. Mas é importante que seja uma marca de qualidade reconhecida e que você confia para não colocar tudo a perder — diz.

Confira as seis dicas que o Marcos dá para fazer sua própria caipirinha:

Copo
O copo de caipirinha tem que ser curto. “O copo baixo faz toda a diferença. A caipirinha precisa ser feita direto nele, nunca em uma jarra, por exemplo, para servir aos amigos”, explica.

Gelo
Prefira o gelo em cubo, feito de água filtrada ou mineral, para não alterar o sabor final da caipirinha.

Açúcar
Tradicionalmente, uma ou duas colheres de açúcar branco são utilizadas. “Mas para quem quer um drink mais saudável, pode optar pelo tipo demerara ou orgânico. E, ainda, para quem prefere que não fiquem restos de açúcar no fundo copo, é possível fazer um xarope simples em casa”, lembra Marcos. O xarope, ensina o alambiqueiro, pode ser feito dissolvendo 250 gramas de açúcar em 250 ml de água fervente. Espere esfriar para usá-lo.

Direto no copo
A caipirinha deve ser feita direto no copo sempre, com os gomos do limão para cima – para facilitar na hora de macerar – e o açúcar. Em seguida, acrescenta-se 50 ml de bebida e o gelo até completar o copo.

O limão
Corte o limão ao contrário do jeito que cortamos laranja, por exemplo. A forma certa é entre a base e o local que estava preso ao caule. Depois, corta-se ao meio novamente.

Descascar ou não descascar?
Muitas pessoas descascam o limão, por acharem que dessa forma a caipirinha não vai ficar amarga. “Na verdade, o que deixa o sabor amargo é o interior do limão, aquela parte branca. Por isso, a casca não precisa ser retirada, mas o miolo sim. Lembrando que se for degustar a caipirinha sob o sol, é importante tomar de canudo, pois o limão é composto por substâncias que podem queimar a pele no sol”, conclui Marcos.

(Autora: Larissa Guerra)

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Concurso vai escolher o melhor hambúrguer artesanal de Blumenau

30 de julho de 2015 2
E aí, quer fazer parte do cardápio do Pepper Jack, como é o caso deste hambúrguer suculento de costela? (Foto: Divulgação)

E aí, quer fazer parte do cardápio do Pepper Jack, como é o caso deste hambúrguer suculento de costela? (Foto: Divulgação)

Cozinheiros de plantão que adoram inventar pratos e fazer amigos e familiares de cobaia têm agora uma chance de se dar bem. O Pepper Jack lançou o concurso gastronômico “Pepper Jack Master of Grill”, que vai eleger o melhor hambúrguer artesanal feito por um chef amador. O prêmio para o primeiro colocado? Um vale de R$ 1 mil para comer e beber até sair rolando no restaurante e a inclusão da sua criação no cardápio da casa.

As inscrições começam neste sábado e vão até dia 31 de agosto. Quem quiser participar deve ir até o Pepper Jack, de segunda à sábado a partir das 18h, e apresentar seu RG. O concurso se inspira nas competições americanas de churrasco e as provas ocorrem em duas etapas, nos dias 12 e 13 de setembro, durante o Food Truck Festival na Vila Germânica.

No primeiro dia, serão realizadas seis baterias entre as 10h e as 21h20min, com seis competidores cada. No final desta fase, os jurados elegem os melhores lanches de cada bateria, que ganham acesso direto para a final, que ocorre dia 13 das 16h às 17h20min. Entre os quesitos analisados estarão: apresentação, ponto da carne, criatividade e inovação, harmonização de sabores e qualidade do pão.

Os três melhores cozinheiros serão premiados. Não serão aceitas inscrições de profissionais do segmento gastronômico, nem de proprietários de restaurante, personal chefs ou chefs profissionais e o número de competidores está limitado a 36.

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