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Posts de fevereiro 2010

selva

25 de fevereiro de 2010 0

O modelo Evandro Soldatti e a new face Alicia Kuczman (recordista de desfile nas semanas de moda brasileiras) são dirigidos pelo fotógrafo irlandês Tony Kelly na campanha de inverno da Triton (do grupo AMC Têxtil).
Está rolando no Youtube um teaser com o making of da produção.

Postado por Cristiano

navegando em outros mares

24 de fevereiro de 2010 0

Biz e Kaiser abrirão o Ahoy! no fim de março na Rua Paraíba./Gilmar de Souza
Falta pouco para que os “piratas” Marcelo “Kaiser” Novelli e Leonardo Biz finquem sua bandeira no número 66 da Rua Paraíba, em Blumenau. É no antigo bar KGB que os parceiros da Barba Ruiva Produções abrirão o Ahoy! Tavern Club.
A ideia, um sonho alimentado por anos, é reunir no espaço apresentações de bandas locais, estaduais e nacionais (e know how para isso eles têm de sobra). E música, nós sabemos, combina com diversão e cultura. As paredes do local serão cobertas por criações de artistas plásticos, designers e estilistas.
– Buscamos um lugar por muito tempo. Queremos liberdade para colocar nosso gosto musical aliado a shows com bandas diversas, além de reunir pessoas interessantes – comentaram, em uníssono, ontem pela manhã entre tijolos e paredes descascadas. É este o espírito da novidade.
Previsto para abrir suas portas no fim de março, o bar deverá funcionar de quinta asábado – além de outras datas com eventos especiais. Nas noites, doses cavalares de rock, blues, jazz, MPB, samba rock, hard rock, eletrorock etc.
Assim como naquele antigo comercial, cada um na sua, mas com alguma coisa em comum: boa música!

*

O pirata, para quem não sabe, é a marca registrada da dupla.

* Texto publicado na Contracapa desta quarta.

Postado por Cristiano, da Redação

não toque no meu moleskine

24 de fevereiro de 2010 1


O Skank lançou um divertido clipe para a música Noite de Um Verão Qualquer. A animação em stop motion é dirigida por Conrado Almada.

Postado por Cristiano, da Redação

clássico e elegante

24 de fevereiro de 2010 0

Feco Hambuguer/Divulgação
Felipe Hülse nasceu em Floripa, já circulou pelo mundo como modelo e fez fotos com Gisele Bündchen, Jessica Alba e Salma Hayek.
A partir de agora, estampa a campanha de inverno da blumenauense Dudalina.

* Texto publicado na Contracapa desta quarta.

Postado por Cristiano

foco

23 de fevereiro de 2010 0

Divulgação
Mais um registro de bastidores. Desta vez, a imagem reúne o empresário Marcio Camargo, o stylist Matheus Mazzafera, a modelo Alessandra Ambrósio e o fotógrafo Fabio Bartelt.
Ambrósio foi clicada pelo itajaiense para a Bo.Bô., nova marca da Le Lis Blanc Deux.

Postado por Cristiano, da Redação

a sós

22 de fevereiro de 2010 0

Léo Kufner/Divulgação
Rafael Koehler em cena do monólogo Figo, dirigido por Pépe Sedrez. Com texto do próprio Koehler, de Gregory Haertel e um conto de Caio Fernando Abreu, o espetáculo estreia quarta, às 20h, na Fundação Cultural de Blumenau.

Postado por Cristiano, da Redação

luxo!

20 de fevereiro de 2010 8

Reprodução
Neste sábado rola no Rock Bühne Key Club, o famoso “bar da chave” na Rua das Palmeiras, uma festa em comemoração aos 30 anos da chegada de Erich Thun a Blumenau.
Já que o dia é de festa, encontrei no arquivo do Santa um perfil do “alemão” escrito por Susan Liesenberg para a Viver! (de 24 e 25 de novembro de 2007).
Ninguém melhor para sabatinar uma das mais interessantes (e controversas) figuras da noite blumenauense.
O texto é uma delícia.

Erich on the rocks

Estrelas do rock são exageradas. Conquistam o paraíso – um lugar onde, para elas, geralmente há muito sexo, música e festa – pecando pelo excesso sem carregar o peso da culpa. Erich Thun nunca compôs uma música, escreveu uma letra ou tocou um instrumento. Mas é um rockstar. Tudo nele é muito. Tudo nele é intenso. Tudo nele é excessivo. Dono do Rock Bühne Key Club, na Rua das Palmeiras, ele reuniu gente como Mick Jagger, John Lennon e Jimi Hendrix no mesmo lugar. Sem crise de identidade ou risco de processo autoral, Erich fez de si um personagem original plagiando os ídolos.
– Eu sou um pouco de tudo o que me cerca – simplifica, entre pôsteres, luzes, quadros, cores, fotos, gritos e discos.
Mãe. Mãe faz toda a diferença. Se a ausência dela é capaz de gerar crises, a presença gera Erich. Margarethe, hoje com 82 anos, deu ao filho o primeiro empurrão para o estrelato. Um sax ou um rolo de fita para gravar músicas como presente de aniversário? Com os hormônios em transe no auge dos anos 60, o espírito leonino rugiu. Naquele 3 de agosto, optou pelo gravador e começou a tocar a trilha sonora de uma história dançante. Aos 14 anos, passaria a noite embalado por Roy Orbinson, e o resto da vida, pelo rock’n’roll.
– A única coisa que diferencia quem curte o ritmo é a idade. Jovens, velhos, todos ouvem rock. O que os une é que ele coloca qualquer um pra dançar, ele inclui. Música tem que ter catarse, tem que liberar o espírito, e isso, só ele faz – atesta.

Metralhadora

Discos eram caros, raros. A grana, mais ainda. Erich ganhou no emprego como tipógrafo o dinheiro para comprar os primeiros vinis. Tudo ia bem, não tivesse de trocar anos depois os LPs por um instrumento que sempre dá a mesma nota. No exército, de metralhadora na mão, stop com Rolling Stones!
Da Braunschweig natal para os campos de treinamento. Por um longo período, o único som eletrizante ouvido na caserna era o uivo dos mísseis. Mas Erich queria mesmo era bombar em outro lugar. Concluiu o serviço militar e marchou até as fervidas pistas de Berlim. Tirou a farda, vestiu-se de anos 70 e virou DJ.
– A música transforma as pessoas. Eu gosto de sentir a vibração na pista e vê-las incorporarem seus ídolos, mesmo que seja por minutos, mesmo que seja pelos instantes que duram uma música – amplifica o disc-jóquei dos ilustres anônimos perdidos na noite.
A cabeleira blond-power brilhou absoluta pela Europa. Na Dinamarca, tocou na inauguração da boate Key Club, que estava para os europeus assim como a Studio 54 foi para os nova-iorquinos, um desbunde exclusivo onde só entrava quem era convidado – ou tivesse a chave, no caso da boate escandinava –, esquema adotado no Key Club que ele abriria aqui nos trópicos, anos depois.
Foi num cenário tropical, aliás, que Erich decidiu vir ao Brasil. De férias em Ibiza, encantou-se pelo balançar das palmeiras das praias espanholas. Mas faltava swing naquele balanço. E a caminho de um outro mar, em 1977, ele desembarcou no Rio de Janeiro. Apaixonou-se perdidamente. Mas foram as palmeiras da Alameda Duque de Caxias, em Blumenau, estas sim, que preencheram seu coração há 27 anos.
Em 1980, de volta ao Brasil, ele ouviu falar de Blumenau. A bordo do navio, o funcionário de uma vinícola gaúcha lhe garantiu que o paraíso era aqui, promessa que mudou do vinho para a água. Nos primeiros anos, Erich e seus discos conheceram a enchente. Mas a lama, como a poeira, sempre baixa. E ele lavou a alma da desgraça ao se tornar a figura mais pop da noite blumenauense.
A melhor festa da cidade atendia por Cabaret, casa de shows-cover de Liza Minelli e dos personagens do filme Victor & Victoria, no térreo do Hotel Bavária. Filas de dobrar a esquina, algumas mesas, muita gente e Erich no som. Foram dois anos de ferveção apenas, mas histórias que até hoje arrepiam os pêlos dos mais nostálgicos.
Anos memoráveis, como foram os de 1982 a 1992, na Joy, nome do seu point definitivo na Rua das Palmeiras – mais tarde rebatizado de Rock Bühne Key Club, o Clube da Chave do Palco do Rock – de onde nunca mais saiu. Nem alguns personagens, que, na memória dele, vão ficar lá para sempre:
– Lembro das pessoas pelas músicas que curtem. Elas traduzem nossos sentimentos, revelam nossa alma, mostram quem somos. Eu conheço cada um que entra aqui pelo ritmo dos passos, pelo balanço do corpo. E não me engano nunca. São mais de 40 anos de night, meu bem.
É assim, pelo tempo de diversão, que ele conta a idade.

Mulheres e discos

Erich só desacelera a batida quando fala da vida pessoal. Casou-se uma vez, noivou outras seis, tem três filhas – residentes na Europa –, um irmão e mantém um sítio no Garcia/Jordão onde cria seus cães, paixão que vem depois de mulheres e música, nesta ordem. Sobre o sexo feminino, um dado importante: Erich afirma que conquistou mais mulheres do que teve discos. Perdeu a conta dos discos.
Como qualquer estrela do rock, ele cultiva o ego mais do que a modéstia. É com sonoros “eu sei” que responde a elogios, a maioria feitos dele para si mesmo. Sim, excessivo, intenso, muito muito, muito tudo. Da mesma forma como ele venera o público para quem toca, como ele grita para quem se permite pecar pelo excesso sem carregar o peso da culpa, nem que seja pelos instantes que duram apenas uma música, Erich é único, é original. Erich é um luxo!

Postado por Cristiano

de novo

20 de fevereiro de 2010 1

Reprodução
Tenho medo da expressão facial de Dilma Rousseff em mais uma coincidência de capas de Veja e Época.

Postado por Cristiano, de casa

um professor

20 de fevereiro de 2010 1

Charles Steuck/Divulgação
Pépe Sedrez comemora no próximo dia 28 a chegada aos 40 anos. As quatro décadas da vida de Romualdo Luciano, seu nome na certidão de nascimento, estão marcadas pelo teatro. Mas nem sempre foi assim. Antes de se dedicar às artes cênicas, o blumenauense selecionava candidatos em uma grande empresa da região. Saiu do RH direto para a coxia. Hoje, tantos anos depois, acumula experiências à frente da Cia Carona de Teatro (o grupo blumenauense mais premiado no país) e da escola da própria companhia instalada no Carlos Gomes. Além das aulas, dirige atualmente Rafael Koehler no monólogo Figo, com estreia dia 24, e se prepara para montar com a Carona um espetáculo na rua baseado nas comédias gregas de Aristóteles. E a vida não para.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
O pomar de tangerinas da casa onde nasci, em Blumenau.

Maior ídolo na adolescência?
Os Titãs.

Onde você passou as suas férias inesquecíveis?
Em Meia-Praia, Itapema.

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Ensolarado, num riacho ou cachoeira, com meus familiares e amigos.

O que você faz para espantar a tristeza?
Não espanto. Deixo ela vir e, invariavelmente, choro. Depois, raciocino.

Que som acalma você?
Canto de pássaros e água corrente.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Saudade.

Que livro você mais cita?
Em Busca de um Teatro Pobre, de Jerzy Grotowski.

Que filme você sempre quer rever?
Casablanca.

Que música não sai da sua cabeça?
Sampa, de Caetano Veloso.

Um gosto inusitado.
Observar cada rosto numa multidão.

Um hábito de que não abre mão.
Leitura.

Um hábito de que quer se livrar.
Atraso.

Um elogio inesquecível.
Minha mãe disse recentemente que sou um homem bom.

Em que situação vale a pena mentir?
Para não magoar alguém.

Em que situação você perde a elegância?
Diante de injustiça.

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Professor.

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

Postado por Cristiano

saudade

19 de fevereiro de 2010 0

Reprodução
A alemã Claudia Schiffer, modelo que surgiu no final do anos 80 estampando todas as capas de revistas e campanhas de moda, está de volta.
Na foto, pose para a grife Salvatore Ferragamo.

Postado por Cristiano, da Redação