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capacidade de mudar

09 de maio de 2010 0

Foi no curso de Artes da Furb que o blumenauense Fábio Hostert, 32 anos, descobriu o teatro. Pensava em artes visuais, mas desde o início se voltou para os palcos. Ingressou no Grupo Teatral Phoenix, se encantou pelo trabalho como (e com) ator e há 10 anos faz parte da Cia Carona de Teatro, a mais premiada do Vale do Itajaí. Atualmente, experimenta a posição de comandante. Divide-se entre a direção de Faca de Dois (Le)Gumes (já em cartaz) e do monólogo É Tentando Que Se Desiste, com o colega James Beck. E no dia 22 deste mês encara mais um desafio. Ao lado dos companheiros, o ator estreia no elenco de Passarópolis, uma comédia de rua – a primeira da Carona. Merda!

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
Fazer uma paçoca de bolacha maria no café e encher de açúcar. Eu amava isso! Mas, a mais remota é meu pai enterrando o nosso cachorro Mickey. Eu devia ter uns três anos, tenho a imagem muito clara do lugar, dos movimentos. Fiquei vendo de longe.

Onde você passou as suas férias inesquecíveis?
Já passei férias maravilhosas. Agora, as inesquecíveis ainda virão.

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Acordar tarde, do lado do meu amor, dar um bom dia bem carinhoso, perceber que já é muito tarde e não estar nem aí. Depois, encher a mesa de comida e passar o dia de chinelos e pouca roupa.

O que você faz para espantar a tristeza?
Procuro o que há de lindo nela, geralmente encontro. Há muita beleza nesse lugar.

Que música não sai da sua cabeça?
Bird Gerhl, de Antony and the Johnsons, e O Teu Começo, de Gregory e Pochyua na voz de Mareike.

Em que situação você perde a elegância?
Elegância em demasia faz mal (risos).

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Difícil me imaginar fora do teatro, mas poderia ser arquiteto.

O que menos gosta em sua aparência?
Estou bem satisfeito. Talvez os pelos.

Que presente você ganhou e nunca esqueceu?
Girassóis.

O que você mais faz na internet?
O normal, Facebook, Orkut, Twitter e pesquisas sobre meus temas de trabalho e curiosidades, sou muito curioso. Gosto muito de visualizar imagens, sempre.

Que projeto de vida está determinado a realizar na próxima década?
Trabalhar menos e ganhar mais. Ah, e casar. Espero que não leve toda a década.

O que você está lendo?
Textos dramatúrgicos do movimento Teatro do Absurdo.

Se sua casa pegasse fogo, o que você salvaria?
Selma e Marisa, minhas gatas.

Se você pudesse se mudar para qualquer lugar do mundo amanhã, que lugar seria?
Buenos Aires.

Quais são seus nomes favoritos?
Ivone e Ernesto.

Qual sua melhor qualidade?
Algo entre o bom humor, sinceridade e a capacidade de mudar.

Qual sua maior curiosidade?
Agora menor, mas ainda presente, ser pai.

Qual é o seu herói de ficção favorito?
Mística, do X-Men. Ops, ela é uma vilã. Ah, o Super-Homem, claro.

Antes, durante ou depois?
Todo o tempo e com muita intensidade.

Qual é o seu lema?
Arregaçar as mangas e ir à luta.

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

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