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Posts de julho 2010

arco-íris

30 de julho de 2010 0

Daniel Mafra, do marketing da Colcci, mandou para o blog várias fotos da campanha de verão da marca.

As estrelas já são velhas conhecidas: Gisele Bündchen e Reynaldo Gianecchini – pena que não fotografaram juntos.

Os cliques são de Gui Paganini.

opções

30 de julho de 2010 0

E aí, gostou da Cleo Pires peladinha e tatuada na capa da Playboy de agosto?

A segunda, do fotógrafo Jacques Dequeker, é a mais interessante.

Bob Wolfenson fez a mais básica – e a mais vendável, claro!

making of

30 de julho de 2010 0

Muita fumaça nas ruas de Nova York para enquadrar os modelos Marlon Teixeira e Karmen Pedaru para a campanha de inverno da Emporio Armani.

As fotos são de Mario Sorrenti, um dos darlings da moda mundial.

em casa

29 de julho de 2010 0

Serginho do Trombone, itajaiense radicado em Curitiba, retorna à cidade portuária na noite desta quinta.

Ele, que participou do musical Os Produtores, de Miguel Falabella, toca no projeto Itajazz, às 22h, no Célio’s.

correr atrás

29 de julho de 2010 0

Deve ter sido o pôr-do-sol e a brisa (mesmo inconscientemente) de Canto Grande que criaram a necessidade em Otávio Gazziero (D), o Kppa, de compor, cantar e tocar músicas perfeitas para admirar o paradisíaco espaço de areia de Bombinhas.

Com o irmão Gabriel, o primo Paulo Rodacki e o amigo Duda Kessler, eles montaram We Music, banda que nasceu há mais ou menos três anos com a proposta de uma linha autoral (alguns dos integrantes também fazem parte da Eu & Minha Banda, sucesso nas noites da região com seus covers).

Este objetivo se concretiza a partir de agora com o lançamento do disco Our Land, repleto de canções em inglês e português (todas do próprio Kppa), livremente inspirado na surf music (ah, os rótulos) de Ben Harper, Donavon Frankenreiter e John Mayer, entre outros.O álbum ainda não chegou às lojas – a banda decidiu espalhar para os amigos, para sentir o calor da recepção (a capa é uma tela da tia e artista plástica Marisa Mai Rodacki).

Hoje à noite, eles fazem show no Ahoy, em Blumenau, às 23h.

Mais informações no site oficial.

* Texto publicado na Contracapa desta quinta.

bons companheiros

28 de julho de 2010 0

Alexandre Borges e o filho Miguel são as estrelas da campanha do Dia dos Pais da blumenauense Hering.

Eles foram fotografados por Bob Wolfenson.

natural

27 de julho de 2010 0

A equipe da revista Nanu! divulgou nesta terça um teaser do ensaio de capa da 12ª edição.

Susana Pabst, fotógrafa e comandante da publicação, escolheu a não-modelo Andressa Damiani, estudante de Veterinária da Furb, através de um casting – o que não tinha rolado até então.

gps

26 de julho de 2010 0

Aqui está o teaser do videoclipe de Quero Me Perder Por Aí, música da Lenzi Brothers do disco Fora de Estoque.

O ator Douglas Rosa (participações em Caminho das Índias e Linha de Passe, entre outros) gravou no interior de Nova Trento e em Balneário Camboriú, cidade-sede da banda dos irmãos Marzio, Matheus e Samuel (diretor do vídeo).

Lançamento para o mês que vem.

sem pose

25 de julho de 2010 0

Há três anos o jornalista Davi Paes e Lima, 28 anos, edita a House Mag, revista nascida em Floripa e especializada em música eletrônica, entretenimento e noite. A publicação comemora aniversário neste sábado durante o Winter Music Festival, no Green Valley, em Camboriú. A festa promete 22 DJs das mais variadas nacionalidades, três pistas e workshops gratuitos. Por e-mail, ele respondeu à sabatina da coluna:

Como nasceu a House Mag?

A House Mag foi uma ideia dos sócios Jorge Junior e José Luiz Cavichioli Jr, de Florianópolis. Eles me procuraram no início de 2007 para assinar o conteúdo da revista e, poucos meses depois, já estava circulando a primeira edição. A revista começou bem humilde, num formato pequeno e com poucas páginas. Poucos anunciantes também. A vontade surgiu da carência de informação para o público que vive neste meio de música eletrônica, entretenimento e noite. Muito se falava dos DJs que estavam vindo tocar no Brasil, quase todos ostentando títulos de os “melhores do mundo”, mas pouco realmente se sabia sobre esta cena tão em evidência por aqui.

Como é feita a escolha de quem vai para a capa?
Decidimos em reunião de pauta entre eu, o nosso diagramador Ricardo Lin e os sócios. Buscamos sempre alternar nomes internacionais com nacionais. As duas últimas capas foram com DJs nacionais, Mario Fischetti e Mary Zander – eu, particularmente, acho mais interessante valorizar artistas nacionais, até para que os gringos que pegam a revista poderem ver quem são nossos talentos. Mas não tem como deixar de estampar tops, como Carl Cox, pois são nomes incontestáveis da cena e sempre que há oportunidade vamos atrás pra entrevistar e descolar material. É engraçado que quase todos os dias recebemos e-mails de DJs querendo comprar a capa (isso acontece em outras publicações similares), mas nos esforçamos ao máximo para separar a parte comercial do conteúdo.

Qual a maior dificuldade de colocar uma revista no mercado?

Como em todos os veículos a maior dificuldade é encontrar quem aposte na revista e invista, comercialmente falando. A House Mag começou como uma revista gratuita. Do verão pra cá, temos venda em alguns pontos estratégicos por R$ 9,90. A aceitação é espantosa, tanto que a revista já deixou de ser exclusivamente do Sul e circula em mais de 50 cidades de todo o Brasil (incluindo Salvador, São Paulo e Brasília). Temos ótimos parceiros e, graças a eles, a HM cresce a cada edição e se solidifica no mercado. Outra dificuldade é formar equipe. Mas isso também já está se ajustando, graças a vários profissionais de peso que hoje colaboram.

A música eletrônica se popularizou e a profissão de DJ cresceu. O que você acha dessa profusão de DJs país afora?
Realmente é um número espantoso. Prova disso foram os quase oito mil diferentes DJs que foram votados no Top 50 Brasil realizado em 2009 – ranking de DJs promovido pela House Mag, com voto popular. Por um lado é bastante favorável essa crescente na profissão, pois quem está na luta por um lugar ao sol tem que batalhar e muito pra se destacar. E, consequentemente, a pesquisa e o aprimoramento da técnica de alguns se intensificam, colocando bons nomes no mercado. Por outro, tem horas que dá vontade de rir com tantos novos DJs e projetos que aparecem, pessoas que provavelmente estavam perdidas, sem saber o que fazer da vida, entraram num curso de técnicas de mixagem e saíram dizendo que são profissionais.

O que faz um DJ ser considerado o melhor?

Ser melhor ou pior é algo muito relativo. O que eu vejo na grande maioria (eu disse, na maioria) dessas votações e rankings é que quem acaba alcançando as primeiras posições são os DJs que têm mais marketing por trás. Não tem erro. Por mais que um DJ seja incrível é quase impossível ele abocanhar o 1º lugar de um ranking internacional sem ele ter muita “bala na agulha” pra investir em marketing ostensivo. Afinal, boa parte desses resultados é com base no voto do público, e, como se diz, quem não é visto não é lembrado.

Que futuro você acha que terá a música eletrônica?
É arriscado afirmar, mas sinceramente eu acho que é algo que não tem mais volta. Nem tem mais como dizer que é um modismo, que vai passar. O que passa são os estilos, as febres. Como anos atrás a moda eram as festas raves, com 100% do line-up favorecendo o psy-trance. Há pouco tivemos uma fase bem minimal. E, provavelmente, o momento é o mais heterogêneo possível, com muitas variantes do eletrônico aparecendo lado a lado. Com a difusão do formato MP3 e toda essa facilidade de encontrar música em blogs, sites e redes sociais nem tem mais como rotular direito os estilos.

Porque Santa Catarina se tornou referência na área?

Acho que por dois fatores. Primeiro, sem dúvida, por nossas belezas naturais. Mesmo antes de ser roteiro turístico dos baladeiros, nosso Estado já era bastante visado nas férias, por quem buscava lindas praias e descanso. Em segundo, graças a alguns empresários visionários, que anos atrás investiram em casas como o saudoso Ibiza Club e o Warung, que projetaram internacionalmente esta cena.

O que é uma boa festa pra você?
Bom atendimento, música de qualidade, amigos por perto e uma pista com boa “vibe”. Não tenho muita paciência pra pose.

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

femme fatale

22 de julho de 2010 0

Giselle Itié, sexy, na capa da Vip deste mês.