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Posts de outubro 2010

férias

22 de outubro de 2010 0

Mais uma temporada de descanso.

Dia 24 de novembro retomo nosso contato.

Um beijo e até lá!

espelho, espelho meu

22 de outubro de 2010 0

Depois da linha de meias, as consultoras Joice Simon Alano e Karin Leida, da Razzle Dazzle, de Blumenau, lançam terça-feira uma coleção de vestidos batizada de Mad About You – Dress in Sexy.

Mulheres fortes, decididas e, por que não, um pouco dramáticas (e qual não é?) formam o perfil de clientes visualizado pelas estilistas.

Amiga da dupla, Dycássia de Oliveira posou como modelo para as lentes de Susana Pabst.

O lançamento rola no Die Kneipe, no Tabajara, somente para convidados (as vendas ocorrem por lá mesmo).

Na ocasião, pocket show de Teka Simon.

* Publicado na Contracapa desta sexta.

popular

21 de outubro de 2010 0

A estilista brasileira Daniella Helayel, dona da grife Issa (famosa por ter vestido Madonna e Kate Moss, entre outros outdoors ambulantes), fez uma parceria com a Havaianas e acaba de lançar uma linha de sandálias.

As meninas aqui da Redação amaram.

O chinelo será vendido nas franquias da marca nacional ao preço de R$ 36,90.

220 volts

21 de outubro de 2010 0

O inquieto ator catarinense Douglas Campigotto, radicado no Rio de Janeiro, está com projeto novo na praça. Autor do blog Chá de Fita (tomechadefita.blogspot.com), o rapaz tem convidado outros artistas, como cantores, DJs, bandas, ilustradores, designers, artistas plásticos e arquitetos, para fazerem suas leituras dos textos publicados no espaço virtual – que irão se transformar em um livro e um CD.

– A repercussão tem sido muito bacana. Já tem muita gente boa envolvida. A cantora Maria Gadú, por exemplo, criará uma música, assim como o cantor João Pereira, cuja música já está no myspace.com/coletivochadefita. As bandas catarinenses banda Lenzi Brothers e Salve Salve também participam – comenta Campigotto.

Além disso, Douglas acaba de rodar dois curtas, Pode Piorar, com direção de João Tenório, e A Promessa de Gerônimo, de Luiz Menegaz.

Ele também aguarda a resposta de dois testes para longas, entre eles, Faroeste Cabloco, criado a partir da canção homônima de Renato Russo, dirigido por René Sampaio.

* Publicado na Contracapa desta quinta.

informação nunca é demais

19 de outubro de 2010 0

lindíssima

18 de outubro de 2010 0

Paola Oliveira não recebeu outro comentário de quem a viu passar pelo camarote da Brahma na noite de sexta-feira durante a Oktoberfest. A atriz, uma das queridinhas da nova geração global, fez todo o roteiro destinado a uma celebridade posando eternamente sorridente ao lado de fãs e curiosos. Antes da maratona, com as unhas vermelhas descascadas, a paulistana conversou com a coluna:

Que avaliação você faz deste momento profissional? (ela está nas séries As Cariocas, que estreia amanhã, e no mês que vem em Afinal, O Que Querem as Mulheres?)
Olha, eu estou no Rio (de Janeiro) há cinco anos. Neste período não teve momento ruim. Este, sem dúvida, é muito especial. Eu consegui migrar de uma coisa que já tinha dado certo para uma coisa que eu queria muito fazer, que são as minisséries. Esse lado do trabalho é, digamos, mais maduro. Posso mostrar um outro lado.

E cinema?
Eu vou estrear em um infantil. Amadurecendo na tevê e estreando no cinema infantil, que aos olhos das pessoas é uma coisa singela, tão mais simples, mas é muito especial. É um filme baseado na obra do Ziraldo, fala sobre educação e chama-se Uma Professora Muito Maluquinha.

Dirigido por quem?
Por… só não sei o sobrenome (a assessora sopra: André Pinto e César Rodrigues).

Que informação você tem sobre a Oktoberfest?
Poxa, eu não imaginava como era a festa. Foi curioso chegar aqui e ver que são três pavilhões. Eu sei que a Oktoberfest é grande, mas eu imaginava mais tradicional, com as barraquinhas e tudo mais. É uma festa com muitos jovens, toda tecnológica. É a segunda vez que venha pra cá (a primeira foi em 2007 para um desfile do Texfashion).

Você está no Twitter ou em qualquer outra rede social?
Olha, eu acho tão importante quanto perigosas as redes sociais. Mas pra mim é um pouco difícil porque eu nem vou ter tempo para expressar tudo o que eu gostaria. Mas eu amo a internet.

E a Playboy sai quando?
Não sai (risos). Já falei que tudo o que eu tinha que tirar de roupa foi no Carnaval. Já está bom. Era um sonho e lá tem uma alegria que até dá uma suavizada na sensualidade.

* Publicado na Contracapa desta segunda.

marvada carne

18 de outubro de 2010 1

Naomi Campbell tem feito bons trabalhos como este editorial da revista Interview de outubro.

meu mundo cor de rosa

17 de outubro de 2010 0

Racionalmente é difícil para Ana Judith Hirsch explicar o intenso interesse pelo rosa. A cor é predominante em sua vida desde criança. Aos 66 anos, Tia Jú – apelido que recebeu dos colegas aqui do Santa, onde trabalha há 26 como agente publicitária, é uma figura conhecida nas ruas de Blumenau. O Uno Mille bordô carrega nos bancos, no volante e nas portas mais de 500 bichinhos de pelúcia. Impossível não chamar a atenção. Com o cabelo tingido mensalmente (o sol desbota), ela me recebeu em casa para contar sua trajetória desde que saiu de Guarapuava, no interior paranaense.

Ainda no estado vizinho, aos 10 anos, a pequena Ana ganhou uma máquina de costura.

– Eu mesma fazia as roupas para as bonecas. Naquela época não tinha muita coisa rosa, mas lembro que fiz um vestido para uma boneca nesta cor – comenta sentada em um estofado recoberto pelo tom predileto.

Quando não estava brincando, lembra com os olhos brilhantes, gostava de frequentar os circos que chegavam à cidade. Um fascínio que mais tarde traria uma significativa mudança de percurso.

* * *

Já casada, em 1964, ela se mudou para Palmitos, no Extremo-oeste catarinense. Trabalhava em um cartório, ganhava bem e ainda fazia sucesso como uma espécie de cabeleireira. Hábil na arte de criar penteados, recebia em casa as vizinhas e amigas. Antes de ir para os bailes ou casamentos, elas pediam cabelos domados por fartos jatos de laquê.

* * *

Quando mais um circo se instalou, com todo aquele aparato que movimentava as pequenas cidades, Ana Judith não deixou de ir um só dia. E teve uma ideia. Um rompante.

– Falei com o meu marido que queria ir embora com eles. Ele era músico e sempre me apoiou em tudo. Falamos com o pessoal do circo, vendemos tudo o que tínhamos, ficamos só com um fogão a gás e a minha máquina de costura.

Embarcaram para a próxima parada e se instalaram em uma barraca, que se transformou no novo lar.

– Fui em uma loja e comprei 15 metros de plástico cor de rosa para cobrir a barraca. Acabou virando uma atração. As pessoas passavam por lá e queriam conhecer.

* * *

O marido montou uma dupla musical para animar a lona. Tia Jú foi treinada para um número de corda indiana. Dois meses depois, em Curitibanos, estreou no picadeiro. Estava tudo bem, um sonho se realizava, mas o casal sabia que em algum momento deixaria de acompanhar os colegas nômades.

– Nossa ideia era ficar em Balneário Camboriú, mas quando chegamos em Blumenau conheci uma mulher que alugou uma casa e me arrumou um emprego de costureira. Nunca mais saímos daqui.

* * *

No Vale do Itajaí, a mulher dos cabelos de boneca trabalhou em ambientes mais formais, que a impediam de extrapolar, de sair de casa montada.

– Meu cabelo é preto. Quando decidi pintar, mudei para o vermelho, só pintei de rosa há cinco anos. Tenho que comprar a tinta em Curitiba, porque aqui não tem.

* * *

Além do carro, das roupas e do cabelo, ela mantém peças com a mesma cor em toda a casa. O que mais chama a atenção é o quarto. Todo rosa. Das cortinas à moldura do espelho. No chão, em cima da cama, penduradas na janela, bonecas dos mais variados tamanhos e estilos repousam vestidas, claro, com uma infindável gama de tons de rosa.

– Quando vou dormir, recolho elas só de um lado da cama para poder deitar.

Ela perdeu as contas de quantos brinquedos estão por ali.

– Parei de contar quando chegou em 280. Agora não sei mais – revela, sorrindo, enquanto posa para as lentes do fotógrafo Artur Moser.

* * *

A cozinha é o espaço mais divertido. Fogão, panelas, copos, potes, armários, toalhas e guardanapos. Nada foge ao rosa. É um mundo extremamente singular. E alegre. A melhor definição da Tia Jú.

* Publicado na Contracapa deste fim de semana.

expressão

15 de outubro de 2010 0


Com passagem pelo Grupo Phoenix e pelo Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, o ator Jorge Gumz se prepara para estrear dia 13 de novembro nos palcos paulistanos.

Em Cemitério dos Elefantes, dirigido por Fábio Penna, o blumenauense de 21 anos vai interpretar uma entidade espiritual que funciona como fio condutor das muitas histórias de solidão apresentadas ao longo do espetáculo.

A peça é uma criação coletiva do grupo participante do núcleo experimental da Companhia de Teatro Os Satyros, uma das mais importantes e atuantes das artes cênicas no país – tanto que estão instalados na famosa Praça Roosevelt.

Esta apresentação faz parte do Satyrianas – Uma Saudação à Primavera, festival da companhia que já recebeu nomes como Walcyr Carrasco, Maria Adelaide Amaral e Antunes Filho, entre outros.

* Publicado na Contracapa desta sexta.

bola de cristal

14 de outubro de 2010 0

Mais uma boa capa da revista Trip.