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Posts de fevereiro 2011

anestesia geral

28 de fevereiro de 2011 0

Pra fechar fevereiro como a gente gosta, a surtada da Lady Gaga soltou o esperado clipe da música Born this Way.

A direção é do fotógrafo Nick Knight, amigo de longa data de Gisele Bündchen (por isso mesmo um dos prediletos da supermodelo brasileira).

O vídeo tem mais de sete minutos e, cá entre nós, não surpreende como se espera de Gaga. Mas, mesmo assim, é bem feitinho e a música vale pelo menos uma assistida.

ação!!

27 de fevereiro de 2011 0

A inquietação criativa de três amigos de Rio do Sul gerou um projeto que vem movimentando a região. Nascida no ano passado, a Fábrica de Cinema do Alto Vale (www.fabricadecinema.com), como o próprio nome aponta, quer produzir a sétima arte longe dos grandes centros. Gabriel “Moicano” Garcia, 24 anos, é, ao lado dos parceiros Fernando Ávila e Raphael Stuy, um dos fundadores. O primeiro trabalho, já com o projeto batizado, é o clipe da música Nossa Vez, da banda Vince, atualmente na programação da MTV. Por telefone, Moicano falou sobre como tudo começou.

Como nasceu a Fábrica de Cinema do Alto Vale?
Eu e meus amigos, Rafael e Fernando, já vínhamos fazendo projetos independentes desde quando estudávamos Publicidade e Propaganda na Uniasselvi, em Indaial. Eu e o Fernando estudamos juntos e fizemos documentários e curtas. Quando surgiu a parceria com o pessoal da Vince, uma banda que já estava projetada no cenário musical da região e estava com o comprometimento de levar o clipe pra frente, decidimos dar um nome para esta parceria. Parar de trabalhar no anonimato, só na amizade, realmente criar um nome. No começo foi mais simplório, fizemos só o site, mas depois começaram a surgir propostas de trabalho. Aí, montamos um escritório que, na verdade, é mais um playground. A parede é toda de gibi. É o nosso QG de concentração.

Vocês três já trabalham na área?
Sim, dois com televisão e o terceiro em uma produtora de vídeo.

Como o mercado do Alto Vale recebeu a ideia?
O cenário é independente. O pessoal ainda não compreende a proposta, que é realmente trabalhar com a visão, com a produção cinematográfica. Eles acham que é uma produtora de vídeo e procuram para fazer audiovisual, mas essa não é a nossa proposta. Até pegamos um ou outro para poder comprar equipamento. A ideia é fazer cinema e transformar a Fábrica em um coletivo porque fazer cinema é difícil, o cenário é pequeno. Para fazer um filme é preciso, no mínimo, de umas 10 pessoas para trabalhar na produção. Com isso, a galera participa. O mercado está muito forte na área cultural de música, principalmente depois do videoclipe da Vince.

Li no site que vocês estão produzindo um curta-metragem em stop motion. Como é?
Na verdade, este curta atende ao TCC da minha pós-graduação (em Cinema pela UTP de Curitiba), que eu terminei, mas estou devendo o trabalho. Aproveitei para meter a cara e fazer um trabalho bem grande. Com certeza nada foi feito na região no gênero. É todo de paper toy. Eu consegui umas parcerias boas para trilha e cenário, por exemplo. Estamos montando o cenário, que dá mais trabalho do que se imagina (risos).

E qual é a história?
Escrevi um roteiro de super-herói. Consegui no site de um artista que disponibiliza de graça a arte dos paper toys. Ele tem vários personagens de filme como Indiana Jones, Os Caça-Fantasmas, Batman, os da Marvel. Eu criei uma história, que é um clichê, de que Gothan City está sendo atacada por um monstro e estes personagens surgem para salvar a cidade.

Que gênero ou estilo cinematográfico mais te agrada?
Cara, já mudou muito. É meio difícil definir. Claro, o cinema mais alternativo, underground, sempre enche mais os olhos. Quando comecei a gostar de cinema foi por causa de Coppola, Scorsese, os filmes deles da década de 1970. Mas hoje em dia gosto muito de cinema asiático, o cinema de Hong Kong.

O cinema tem um clichê que é “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, frase do Glauber Rocha. O que você acha disso?
Eu já parti deste preceito. Antes de ter feito a pós, eu era bem adepto. Eu até fiz um filme nesse sentido com o Nestor Jr. (artista plástico de Blumenau que mora atualmente na França). Nós fizemos um produto que foi experimentalismo total. A gente chegou na hora com o argumento do filme, uma câmera na mão e começamos a desenvolver as cenas na hora. Eu acho válido, justo como ferramenta de experimentação. Mas hoje em dia, quando vou fazer um projeto gosto do roteiro no papel, as cenas todas decupadas, já definidos os planos e os enquadramentos para você não ter surpresa na hora. O produto final é melhor com planejamento. Mas, às vezes, não substitui o feeling.

expectativa

24 de fevereiro de 2011 0

Los Angeles respira o Oscar. Os funcionários da organização estão na correria dos últimos preparativos para a cerimônia de entrega da estatueta.

A RBS TV transmite domingo a partir da meia-noite.

dose dupla

23 de fevereiro de 2011 0

Toda hora surge uma revista nova, descolada, que fala sobre moda, arte, cinema e design (sim, porque design está em alta como nunca esteve).

Trimestral e bilíngue (em inglês e italiano), a Muse escolheu oito modelos de vários cantos do mundo para ilustrar as capas da edição com o tema The Modern Muses.

Gisele Bündchen e Isabeli Fontana foram as únicas brasileiras solicitadas para o trabalho.

paixão pela madeira

21 de fevereiro de 2011 0

Parceria interessantíssima surge entre a Butzke, de Timbó, e o arquiteto Carlos Motta, um dos mais expressivos criadores nascidos no Brasil.

Desde os anos 1970, Motta produz peças do mobiliário preocupado com o design e o meio ambiente (muito antes do tema entrar na moda).

Sobre o acordo, ele rasga elogios à empresa do Vale:

– Encontrei na Butzke exatamente o perfil que procurava: uma empresa familiar, que há muitos anos trabalha apenas com madeira certificada e que demonstra muitos cuidados e perfeição no trabalho de marcenaria.

São duas criações: a cadeira São Paulo (diferente do modelo original lançado em 1982) e a Timbó.

A primeira custa R$ 720 e a segunda, R$ 565.

Para saber mais sobre Carlos Motta, acesse o site www.carlosmotta.com.br. Vale a pena.

momento caras

20 de fevereiro de 2011 0

A Hering criou uma camiseta para a turma do Monobloco neste verão. A rapaziada fez sexta o primeiro ensaio aberto da temporada.

Foi na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro.

A empresa blumenauense contratou Priscila Borgonovi para organizar a lista de convidados e recebeu alguns famosos em seu camarote. Dá uma olhada.

Os atores Débora Nascimento e Marcelo Serrado cercam a empresária Priscila Borgonovi.

A empresária (e eterna stylist da Interview brasileira) Fabiana Kherlakian.

Uma geral da turma do Monobloco em ação.

Rafael Vianna, ator da novela Araguaia.

Cris Vianna, atriz e rainha da bateria da Grande Rio.

com o pé direito

20 de fevereiro de 2011 0

Giana Cervi (www.gianacervi.com.br) não sabe explicar direito quando começou o encanto pela música. Nem se preocupa com isso. Só sabe que não viveria sem. Dos grupos de jovens na igreja aos palcos dos barzinhos e bailes de casamentos, garantiu a experiência. Aos 31 anos, formada em Fonoaudiologia e especializada em Musicoterapia, a brusquense se divide entre a carreira de cantora e a de professora no bacharelado em canto da Univali, em Itajaí, onde mora há seis. Alguns sonhos já tomaram forma. Gravou recentemente Cirandinha, seu primeiro disco (ok, vamos deixar as participações de lado) que também se transformou em DVD, incluindo uma participação especial de Leila Pinheiro.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
São algumas lembranças, mas acho que a mais remota é de quando eu tinha três anos de idade. Na época, a gente tinha que usar umas botinhas da Ortopé, acho que para andar com os pés numa posição correta. Eu não suportava andar com aquilo e consegui tirar a botinha do pé direito e em seguida, uma prima me convidou pra andar de bicicleta (eu na garupa). E eu fui somente com a botinha no pé esquerdo que não consegui tirar, pois fez um nó no cadarço. O raio da bicicleta era enfeitado com alguma coisa bem colorida e assim que saímos, eu coloquei o pé direito no raio. Resultado: perdi o dedão do pé direito!

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Tem que começar acordando sem despertador e poder ficar de preguiça na cama assistindo tevê. Depois, café da manhã e sofá pra mais um pouquinho de tevê (gosto muito disso!). Em seguida, uma voltinha com a Tutuca, minha cachorra, preparar um almocinho sem pressa, curtindo um som, bebericando alguma coisa, batendo papo. À tarde um filminho, preguiça no sofá, comer alguma coisa doce e ficar à toa, sem hora pra nada. E pra noite ficar perfeita, não trabalhar na segunda!

O que você faz para espantar a tristeza?
Primeiro eu choro bastante (sou bem chorona) e depois eu gosto de conversar a respeito do que estou sentindo, trocar ideias me faz bem, alivia um pouquinho a dor. Gosto também de inventar programas que me distraiam.

Que som acalma você?
Eu gosto muito da natureza e os sons que vem dela me acalmam bastante. Som de água correndo, de passarinho, de vento batendo nas árvores, de chuva no mato, é muito bom. Onde eu moro tenho o privilégio de ter isso pertinho de mim, é incrível como esse contato com a natureza revigora a gente.

Um gosto inusitado.
Comer polenta amassada com leite quente e açúcar. Aprendi com minha Oma e é muito, muito bom!

Qual você considera a maior das virtudes que uma pessoa pode ter?
Bom caráter, acima de qualquer coisa.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Honestidade.

Que presente você ganhou e nunca esqueceu?
Meu maior presente é de fato a minha vida, pela forma como ela é, pelas pessoas que fazem parte dela e pelas oportunidades que me são concedidas constantemente. O que mais eu posso pedir? Tenho muito mais do que preciso.

Que presente você daria para a sua cidade natal se pudesse?
Nasci em Brusque e o presente que eu daria seria um grande centro cultural com um bom teatro, salas para exposições, salas de cinema, salas para oficinas, aulas, enfim, um lugar onde a arte pudesse ser vivida e experimentada a todo instante.

Quem é a pessoa que você mais admira?
Não está mais aqui. É meu pai.

Se você pudesse voltar atrás e mudar alguma coisa na sua vida, o que mudaria?
Não teria colocado o dedo no raio da bicicleta.

Se você pudesse se mudar para qualquer lugar do mundo amanhã, que lugar seria?
Não tenho vontade de um lugar específico, mas de muitos lugares. Tenho um desejo que é o de viajar sem data pra voltar e ir conhecendo tudo, ficar um pouco em cada lugar e viver em cada um, por um tempo. Eu ainda vou realizar isso, escreve aí.

Que experiência artística teve mais impacto em você recentemente?
A gravação do meu DVD. Por muitos motivos: a oportunidade incrível de poder ter um registro bem feito do que faço há tantos anos, o encontro com músicos que são “os caras” em todos os sentidos e o privilégio de dividir o palco com a Leila Pinheiro.

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Às vezes bate o cansaço e rolam algumas frustrações porque trabalho em duas profissões que são pouquíssimo valorizadas, sou cantora e professora (escolhi a dedo). Ainda assim, é isso que gosto de fazer e não consigo me imaginar realizada trabalhando em outra coisa, a não ser que fosse em outra profissão ligada à arte, aí acho que seria bom também.

formas de comunicação

17 de fevereiro de 2011 0

As redes sociais são a pauta principal da 17ª edição da Job!, revista semestral desenvolvida pelos alunos do sétimo semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Furb através da disciplina de Planejamento Gráfico.

Orientada pelo professor Paulo Priess, a turma suou a camiseta para deixar redondinha a publicação com diversas abordagens da área como profissão, cinema e branding.

Entre os destaques, a capa ilustrada por Gilbert Berois e o editorial de moda fotografado por Eduardo Beltramini (o ensaio faz parte de uma matéria que descreve a relação entre os editoriais de moda e a publicidade).

Deve sair da gráfica na próxima semana.

Estamos esperando!

expressiva

16 de fevereiro de 2011 0

Mila Kunis, na capa e no recheio da W, é o que há em Cisne Negro.

E olha que a gente já gostava desde That ’70s Show.


foco

14 de fevereiro de 2011 0

Arte, comportamento, comunicação, arquitetura, música, moda e design são os assuntos presentes em More Than Trends, o livro que o Catarina Coletivo Criativo, de Floripa, lança no mês que vem apresentando o universo da pesquisa de comportamento e consumo.

O projeto, que inclui ainda minidocumentários gravados nas principais capitais da moda, reúne um grupo de publicitários, designers, jornalistas, estilistas e produtores de moda dispostos a compartilhar conhecimento através de suas 200 páginas (afinal, essa é uma moeda de troca importantíssima desde que o mundo é mundo).

O livro já está à venda no www.catarinacoletivocriativo.com.br.