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Posts de março 2011

gianecchini nos bastidores da hering

30 de março de 2011 0

Uma overdose de Reynaldo Gianecchini nos bastidores da nova campanha da blumenauense Hering.

Os cliques são do fotógrafo Jacques Dequeker.


fim de festa

30 de março de 2011 0

Darling da música paulistana, Thiago Pethit chamou a amiga Alice Braga (atriz de Cidade de Deus e O Ritual) para estrelar o clipe da música Nightwalker. Os dois se conheceram há 10 anos na faculdade de artes.

Dirigida por Vera Egito e Renata Chebel, a produção foi gravada nas ruas de Higienópolis, o charmoso bairro judeu de São Paulo.

E o figurino foi inspirado em Sonia Braga, tia de Alice.

voo livre

29 de março de 2011 0

Não resisti à abstinência blumenauense e fui ao cinema em Balneário Camboriú para ver de pertinho todo o poder de Wagner Moura no filme VIPs, de Toniko Melo.

A história, baseada em fatos reais, é material perfeito para as artes cênicas: um homem se passa por um dos herdeiros da companhia aérea Gol, vive dias de milionário em uma micareta fora de época e até dá entrevista para o Amaury Jr.

É óbvio que Moura segura a personagem do início ao fim (inclusive uma versão adolescente meio estranha). Longe da alegria que se possa imaginar pela situação, o farsante Marcelo Nascimento da Rocha criado pelo ator baiano carrega um ar de desespero, de foco perdido, de uma busca por algo que ele nem sabe o que é (desta vez, a culpa é do pai).

Se não bastasse o protagonista, a construção da história é recheada de outras boas interpretações.

É, finalmente, pra esquecer o chato do Capitão Nascimento.

bola de cristal

28 de março de 2011 0

Antecipação. Esta é a palavra de ordem na moda. Enquanto o ventinho gelado do outono não chega, a cadeia produtiva do setor já está nos preparativos para iniciar a confecção da coleção do próximo verão.

Quinta-feira, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, o Senac Moda Informação reuniu, em sua 37ª edição, interessados do Brasil inteiro ávidos pelas tendências capturadas por consultores em diversos cantos do mundo.

Durante quase 12 horas (sim, beeem cansativo), estes mesmos pesquisadores apresentaram em palestras o que os brasileiros, de Norte a Sul, vão vestir quando o sol voltar com força máxima.

Para não perdermos o hábito, logo após circular pelo evento, resolvi listar as principais apostas (sim, são apostas, porque, definitivamente, é a rua que vai ditar a verdade).

Vamos acompanhar (ah, as fotos que ilustram esta nota dão uma pequena amostra dos estilos).

FEMININO

- Marrom, azul índigo, roxo, verde e vermelhos estarão entre as cores mais usadas (ah, os cítricos seguem sua trajetória, só um pouco mais comportados)
– Tecidos simples e naturais, musseline, voil viscose e a volta do lastéx
– Couro (no verão?)
– Influência da lingerie
– Listras e estampas de mini floral e o eterno retorno da onçinha
– Xadrez (até quando?)
– Vestidos longos e coloridos
– Shorts compridos (e o cavado de cintura alta, acreditem, deve voltar)
– Calças curtas
– Franjas
– Macacões presos nos pés
– Cinto fino
– Sandálias com tiras nas pernas
– Tamancos fechados (horror!) e sapatilhas
– Bolsas bandoleiras e argolas grandes (sempre elegante)
– Colares longos

MASCULINO

- Gola V (até o Fiuk tá deixando de usar)
– Gola U (quem encara?)
– Tie-dye
– Bermudas ajustadas e mais curtas (será que pega?)
– Calça chino (aquelas beges e marrons, que os rapazes de escritório usam)
– Camisa jeans (ainda?)
– Camiseta polo de todo tipo (das mais cafonas às mais interessantes)
– Blazer
– E mais uma vez a tentativa: as calças de pregas (acho que vou resgatar uma no guarda-roupa de algum tio)

* O colunista viajou a convite do evento.

senac moda informação verão 2012

28 de março de 2011 0

Quem participa do Senac Moda Informação, que rolou na semana passada em São Paulo, recebe um book com todas as tendências esmiuçadas (o que é docinho na mão das crianças).

Nesta edição, a organização convidou jornalistas das regiões brasileiras para opinarem sobre o que pode ou não pegar no verão de 2012 (a partir de cinco linhas de tendências: Fast Colours, Explosão 70, Festa na Floresta, Jardim das Delícias e Mínimo Divisor Comum).

Fui escolhido para escrever sobre o Sul, ou seja, sobre Santa Catarina:

“Eu diria que está cada dia mais complicado opinar sobre tendências de moda, principalmente nesta urgente sociedade em que vivemos. É tudo pra ontem, pra fazer download, é fácil de deletar. Parece que nada dura mais do que 15 minutos. Mas vamos lá:
Santa Catarina é um Estado que acolhe turistas de todo o país para apreciar o nosso verão de cartão-postal. Recebemos turistas, estamos na moda, somos capas de revistas. E lucramos com isso.
E o que vamos usar por aqui no próximo verão?
Prevendo o futuro, poder concedido a mim por vocês, começo com as cores. Afinal, o calor combina com o colorido. Fast Colours. Não consigo visualizar se os cítricos permanecem depois da overdose. Mas a famosa Pantone tem seu lugar garantido. Azul (em variações eternas, mas principalmente o lavanda), verde (jamais o escuro, acho que a brasileira não se identifica), rosa (sempre), laranja, amarelo. Se pensarmos em alegria, em sol, visualizamos os tons. E o degradê segue seu percurso natural. Cada vez mais.
Não sei o que seria das décadas seguintes se não tivéssemos passado pelos anos de 1970. Bebemos da fonte dia após dia. Explosão 70. Deve ser a energia, o desbunde, o hippie e o punk lado a lado. O couro não é bem vindo por aqui com temperaturas beirando os 40 graus. Moramos num país do cabelo enrolado, mas as mulheres insistem nas chapinhas. Sinto cada vez mais uma corrente, ainda fraca, de que o cabelão, natural, meio Beyoncé, algo como as amigas de Andy Warhol no Studio 54, pode aparecer. Forte mesmo estarão as pedrarias e as estampas.Essas nunca morrem. E os brilhos, que estão aí mais do que nunca, não se apagarão. Vamos rezar, inclusive, para que os vestidos e as saias longas tomem força. Mas acho difícil nossas mulheres abandonarem o estilo Geisy Arruda (que horror!). É quase sexual, afinal, é no verão que o menos é mais. Menos tecido.
Latinidade e excesso são gêmeos, termos unidos, que nos definem. Festa na Floresta. Não há dúvidas de que o lifestyle carioca é o desejo de consumo. A vida à beira-mar. Sonho de quem desce a serra. Gosto da união entre o luxo despretensioso de Mario Testino e as cores fortes de Frida Kahlo. Podemos encarar um “navy color”, brincando entre o azul e o branco, o vermelho e o amarelo, o vermelho e o preto. E mais uma vez as estampas. Muitas. Será o verão da Farm, provavelmente a marca nacional que estará na boca do povo. E as flores voltam. Às roupas e às cabeças.
Ainda bem que o romantismo não sai de cena. As flores primaveris podem e devem invadir a temporada mais quente do ano. Jardim das Delícias. Vestidos fluidos, camisas, bolsas, calças, bermudinhas. Tudo floral. Algo meio Dolce& Gabbana. Das mais pequeninhas as mais exageradas. O make colorido é uma tentativa, mas poucas ousam e acertam a brincadeira. E olha que make neste calor deve ser algo quase imperceptível.
Dizem que o luxo hoje é ter tempo. É saber usar o tempo, cada vez mais escasso. É uma nova era. Pode até ser. Mas Calvin Klein e Maria Bonita Extra não condizem com o que vemos nas ruas. Mínimo Denominador Comum. O minimalismo branco e asséptico em nada combina com as praias e o verão catarinenses. Claro que o branco tem seu valor, principalmente na estação da luz. A mulher “emprestou” as roupas do guarda-roupa masculino, mas está longe da androginia dos anos 1990. Perfume tem que ser de mulher. A feminilidade em alta cotação.”

cultura pop

22 de março de 2011 0

Será no Boteco Marechal (antigo Camorra) a próxima edição da Punkcake, dia 1º de abril.

Lúcio Ribeiro, jornalista dos bons, é o convidado especial da noite.

vermelho, vermelhão

21 de março de 2011 0

Mais uma capa para o “búqui” da agora supermodelo Lea T.

É da brasileira ffw mag!, do Paulo Borges e cia.

making of da colcci inverno 2011

21 de março de 2011 0

A campanha já está nas revistas e nas ruas. Agora é hora de conferir os bastidores do ensaio de Ashton Kutcher e Alessandra Ambrosio para a Colcci.

Belas imagens de Los Angeles.

tendência natural

20 de março de 2011 0

Na segunda-feira, às 21h30min, Mariana Weickert, 29 anos, encara (sorrindo) mais um desafio. A blumenauense, desde 2005 na tevê, estreia como apresentadora de um programa só seu. Trunfo da nova programação do GNT, a bela loira vai comandar semanalmente o Vamos Combinar, uma atração voltada a desmitificar o mundo da moda através de dicas práticas. Algo mais ou menos na linha em que ela já seguia como repórter do GNT Fashion. Acostumada a atender à coluna, Mari falou, por telefone, sobre o Twitter, a Playboy e a atração no canal a cabo.

E a expectativa para a estreia?
Eu tô superfeliz. Eu não vejo a hora de estrear porque aí de fato teremos um feedback, se está dando certo ou não, se tem que cortar alguma coisa.

A ideia do programa surgiu do próprio GNT?
Sim, do próprio canal. Desde o ano passado, quando surgiu toda a especulação em cima do Saia Justa, eu já sabia dessa proposta, mas não podia contar. A gente já vinha conversando e formulando. No final do ano passado sentamos para definir o formato e a equipe.

Quem te dirige?
É a Pati Rubano. Ela me dirigiu no (GNT) Fashion logo no primeiro ano em que eu entrei. Aí ela saiu, foi pro Happy Hour e agora estamos juntas de novo. Estou superfeliz porque ela é incrível.

O novo programa, segundo a assessoria de imprensa, é focado em “dicas práticas de moda”. Assunto que você domina, né?
É meio o que eu fazia no GNT Fashion. Agora, é uma maneira de desmitificar a moda, porque as pessoas julgam muito, principalmente quem não vive nisso. Tem de tudo, desde as observações fúteis até aquelas de quem não entende mesmo, não consegue absorver a informação.

Já te vi na tevê, por exemplo, fazendo algumas críticas ao mundo da moda.
Acho que tenho uma certa propriedade porque eu cresci nisso, né? Me tornei mulher nesse mundo. Gostando ou não, é um fato. Claro que tiveram vários momentos que me deixaram extremamente feliz e outros em que eu não concordei com nada. É um mundo como qualquer outro. As pessoas têm uma curiosidade e acabam colocando num pedestal. E isso não é real. É muito trabalho e muita disciplina.

A sua estreia em tevê foi ao lado do Marcos Mion na MTV, em 2005. Que avaliação você faz dessa trajetória?
Eu tenho ótimas memórias dessa época. Principalmente ao lado do (Marcelo) Tas e do Lobão no Saca-Rolha (talk show diário exibido pelo Canal 21, em São Paulo), que era meu xodó.

De onde vem essa espontaneidade diante das câmeras?
Eu esqueço que estou gravando. Isso torna a coisa mais dinâmica e menos montada e o próprio GNT me fala que isso é um trunfo. Aí vou fazendo, dou risada e vejo só o meu câmera.

Você já recebeu proposta para posar nua na Playboy?
Já rolaram especulações, mas nada de concreto.

Mas aceitaria?
Não faria. Pra mim, hoje, eu acho desnecessário. Eu acho que não seguraria a onda, mas não pelo meu corpo, porque na moda é normal tirar a roupa, mas pelos meus amigos, minha família, quem me cerca.

Qual a sua relação com o Twitter?
Tem dias que estou mais apegada, outros menos. Sei lá, quando estou no aeroporto eu fico mais. Eu era meio avessa a isso, tanto que foi a minha empresária que criou e me falou para usar, principalmente profissionalmente. Tenho preguiça porque não tenho nada, nem Facebook, nem Orkut, nem naquela época em que todo mundo tinha. Não conseguimos o domínio porque @marianaweickert e @mariweickert são fake. Aí eu uso o @mmweickert. É legal porque é um feedback rápido e espero que isso aconteça quando o Vamos Combinar estrear.

sete chaves

16 de março de 2011 0

Taí a capa da Playboy especial com Ariadna, a transex do Big Brother Brasil 11.

A revista chega às bancas dia 25 com 60 páginas e entrevista exclusiva com a morena (fotos de Bico Stupakoff).

Vai reservar um exemplar?