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sem medo de ser feliz

26 de junho de 2011 0

Assim como grande parte dos atores, o interesse de Jorge Gumz, 22 anos, pelas artes cênicas começou na escola. Das pecinhas infantis, o blumenauense optou pela graduação na Furb. Dois semestres antes de receber o diploma, trancou a matrícula e embarcou para São Paulo (há pouco mais de um ano e meio). Atualmente, junto ao respeitado grupo Os Satyros, está focado na interpretação de uma das personagens do espetáculo Cemitério dos Elefantes, dirigido por Fábio Penna, e encenado na Praça Roosevelt. Mês que vem, Jorge retorna a Blumenau para reencontrar os colegas no Fitub.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
As tardes de verão brincando na piscina da casa onde morei, das férias na praia e das visitas que eu fazia à minha vó. Adorava visitá-la. Correr pelo sítio, brincar com os animais. Bons tempos… (risos).

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Sou bem preguiçoso aos domingos. Gosto de dormir até mais tarde. Quem não gosta, né? Mas também gosto de ir nas feirinhas aqui de São Paulo, encontrar os amigos, ir a exposições.

O que você faz para espantar a tristeza?
Travo batalhas homéricas com as minhas tristezas, mas sempre tenho o apoio dos meu amigos. Amigos são essenciais nestes momentos e em todos os outros!

Que som acalma você?
Depende da situação (risos).

Qual seu maior medo?
Confesso que ri nesta pergunta. Estou em cartaz com o espetáculo Cemitério dos Elefantes e a minha personagem, em dado momento, fala sobre o medo e afirma “que sentir medo é bom, afinal de contas ele mostra que estamos vivos…”. Acredito que, no dia a dia nos esquecemos de muitas coisas, valores, e quando paramos para pensar em nossos medos, aí sim nos sentimos vivos e pulsantes. Mas ultimamente tenho tido medo de perder as pessoas que são importantes para mim.

Um gosto inusitado.
Cerveja com groselha conta? Descobri essa mistura em um bar daqui, fiquei meio em dúvida, mas confesso que é uma delícia (risos)

Qual você considera a maior das virtudes que uma pessoa pode ter?
Sinceridade. E não apenas a sinceridade com o outro mas também com ela mesma, porque se você é sincero com você, isso reflete nas suas amizades.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Uhm… eu aprendi que a palavra saudade é uma das palavras mais lindas, profundas e cheias de significado em nosso idioma. Pode representar alegrias, tristezas, pessoas.

Que presente você ganhou e nunca esqueceu?
São vários, mas em especial os bilhetes que minha mãe me dá, que ficam guardados dentro de uma caixa de girassóis linda feita por uma amiga muito especial.

Que presente você daria para a sua cidade natal se pudesse?
Eu daria centros culturais para difundir a cultura pelos quatro cantos da cidade.

O que você mais faz na internet?
Leio muito! Blogs, sites, jornais (risos). Fico pelas redes sociais acompanhando os acontecimentos e, claro, uso a internet como ferramenta de trabalho.

Que filme você sempre quer rever?
Em Busca da Terra do Nunca, um filme que mostra as descobertas e redescobertas de infinitas possibilidades pelos olhos de uma criança ou de um adulto.

Quem é a pessoa que você mais admira?
Minha mãe. Esse tempo longe de casa me fez apreender muito sobre a vida e posso dizer que sobre muitas coisas a Dona Beth já havia me alertado. Mas a admiração por ela já vem de algum tempo pela força, determinação, alegria, pensamento positivo e, principalmente, pelo amor que ela me deu.

Se você pudesse voltar atrás e mudar alguma coisa na sua vida, o que mudaria?
Acho que não mudaria nada, acredito que tudo que vivi teve um porque, assim como para todos os outros que fazem parte da minha história. Mas, se eu pudesse voltar no tempo eu iria aproveitar muito mais cada momento vivido.

Que experiência artística teve mais impacto em você recentemente?
A Praça Roosevelt (Centro de São Paulo). É uma experiência incrível ver um lugar se transformando a cada dia. Todos os dias você conhece alguém interessante, você vê arte, conversa arte, dá boas risadas, faz boas amizades.

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