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o meu destino é ser star

17 de julho de 2011 0

A inquietude de Douglas de Souza não o deixa parado. O menino que queria ser pop star está mais perto do que nunca deste universo. Aos 27 anos, com alguns semestres de Comércio Exterior deixados de lado, o blumenauense é reconhecido como uma das vertentes do projeto Punkcake (ao lado de Duh e Campari Joy, ele criou uma festa que, aos poucos, sai das fronteiras de Blumenau para ficar mais itinerante). Como ilustrador, Douglas acaba de se mudar para São Paulo, onde morou num passado recente, para assumir o cargo na Cavalera, uma das principais marcas de streetwear do país. Quando estava por aqui em seu escritório, atendia clientes de peso como Alexandre Herchcovitch, C&A e Havaianas.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
Algumas viagens com a minha mãe para Rio do Sul visitar meu avô.

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
O almoço de domingo da minha mãe.

O que você faz para espantar a tristeza?
Não sou melancólico, então dificilmente a tristeza me permeia. Sempre tento mudar as coisas que não me fazem bem.

Que som acalma você?
Eu ouço bastante coisa bem barulhenta, mas pra acalmar eu adoro a voz da sueca El Perro del Mar, as baladas da Madonna e Goldfrapp.

Qual seu maior medo?
Ficar estagnado. Minha zona de conforto é a mudança.

Qual o seu bem mais precioso?
As relações de amizade que eu construí ao logo do tempo, que não há distância que mude.

Um gosto inusitado.
Mariah Carey (risos).

Qual você considera a maior das virtudes que uma pessoa pode ter?
Ser verdadeiro consigo mesmo e aceitar que as pessoas têm opiniões diferentes e nem por isso estão erradas.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Verdade.

Que presente você daria para a sua cidade natal se pudesse?
Com todo o esforço que leva, acho que junto com Duh Kottmann e Campari Joy, cada edição da Punkcake é um presente à noite de Blumenau.

O que você mais faz na internet?
Eu sou alvo fácil para joguinhos de redes sociais (risos). Mas também faço pesquisas de arte, música e moda e, a partir desse mês, também escrevo no blog camparijoy.com sobre isso.

Que filme você sempre quer rever?
Romy & Michele, uma comédia bem despretensiosa dos anos 1990. Eu não gosto de rever filmes, mas esse eu já vi muitas vezes e até sei algumas falas de cor.

Se você pudesse voltar atrás e mudar alguma coisa na sua vida, o que mudaria?
Não mudaria nada por enquanto, apesar de que algumas decisões erradas me fizeram olhar com outra perspectiva e, por mais clichê que pareça, me fizeram amadurecer.

Se você pudesse se mudar para qualquer lugar do mundo amanhã, que lugar seria?
Tenho vontades super cosmopolitas e adoro cidade grande. Agora estou São Paulo, mas poderia ser Nova York ou Berlim.

Que experiência artística teve mais impacto em você recentemente?
Não é tão recente, mas me impressionou muito a exposição Fashion Passion na Oca, em São Paulo, em 2005. Ver tantos trabalhos de gente tão importante pra moda me fez refletir como a roupa pode transgredir e comunicar o pensamento das gerações.

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Eu queria cantar, mas meus amigos já me disseram que isso nunca será possível (risos).

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