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férias!

04 de setembro de 2011 0

Mais uma temporada de estrada e descanso.

Volto dia 6 de outubro.

"minha vida mudou de cor"

08 de maio de 2011 0

A publicitária blumenauense Gica Trierweiler, 26 anos, é um exemplo clássico de quem não se esperava uma gravidez tão cedo. Ela também nem sonhava com a maternidade. Mas a vida não é feita de surpresas e mudanças? Ainda bem. Há três meses, Gica embala o sono e mantém-se sempre alerta para os cuidados com a pequena Luna, nascida do casamento com Fábio Yabu, 31, criador de desenhos animados (é dele o sucesso Princesas do Mar). Para esta edição especial da Viver!, a nova mamãe contou rapidamente, por MSN, um pouco dessa experiência.

Cristiano diz:
como descobriu que estava grávida?

Gica Trierweiler diz:
então, aqui vem a parte dramática. eu tinha engravidado antes, em dezembro de 2009. infelizmente, foi uma gravidez tubária que não foi além dos 20 dias. foi uma experiência bastante traumática, ainda mais porque nós queríamos tanto tanto tanto. quando engravidei de novo, senti as mesmas coisas: cólicas, sensibilidade a odores, tonturinhas, etc.

Cristiano diz:
essa mudança rola já nos primeiros dias?

Gica Trierweiler diz:
eu senti um monte de coisas desde o comecinho. mas teve alguém que sentiu antes: o catavento, nosso cachorro.

Cristiano diz:
como assim?

Gica Trierweiler diz:
te juro: uma semana antes de eu saber, o catavento tinha virado outro cachorro. ficou quietão, carente, não largava do meu pé e não deixava ninguém chegar perto de mim. assim foi até o fim da gravidez.

Cristiano diz:
e qual era a tua relação com ela ainda na barriga?

Gica Trierweiler diz:
é muito maluco pensar que tem um humaninho dentro de você. uma pessoa que um dia vai ter nome, emprego, cachorro, terapeuta e, tomara, um filho também. a gente ficava pensando nisso: na perfeição da natureza de juntar duas celulinhas e construir outro alguém. principalmente quando ela começou a mexer.

Cristiano diz:
o nascimento deve ser uma loucura, né?

Gica Trierweiler diz:
olha: o nascimento da luna foi uma quebra de expectativa pra mim. porque eu estava creeeeente de que seria parto normal. acontece que passei duas horas em trabalho de parto e deu tudo errado: luna desencaixou, a dilatação sumiu e as contrações cessaram. corrigindo: DOZE horas em trabalho de parto. duas horas não são nada, hahahaha. então fomos de cesárea, que eu acho meio excludente.

Cristiano diz:
pq?

Gica Trierweiler diz:
você fica lá, toda passiva e imóvel enquanto fazem o corte e tiram o bebê. e a mãe é a última a ver a criança. imagina o que é ter um bebê e não poder pegar no colo? a emoção foi um atropelo. sério. fiquei falando em looping: ela é linda, ela é linda, ela é linda.

Gica Trierweiler diz:
mas o negócio pegou mesmo quando ela chegou no quarto. aí sim: peguei luna no colo e olhei bem nos olhinhos dela. aí morri de amores.

Cristiano diz:
o fabio, pai da luna, é criador de desenhos animados, e vc, a mãe, é publicitária, ambos ligadíssimos em criatividade e ao universo infantil. que ambiente vcs decidiram proporcionar pra ela?

Gica Trierweiler diz:
usando as palavras do fábio: a gente vai criar uma amelie poulain. ahahahahahahaha

Cristiano diz:
muito bom… o que ela tá fazendo agora? hora do soninho?

Gica Trierweiler diz:
um milagre: está dormindo à tarde. ela quase nunca faz isso porque dorme a noite inteira.

Cristiano diz:
vamos fazer as três últimas? bem clichezentas?

Gica Trierweiler diz:
claro! vamos lá

Cristiano diz:
primeira: uma dúvida pessoal: o que você achava quando estranhos ficavam passando a mão na tua barriga?

Gica Trierweiler diz:
O-DI-A-VA. O que você acharia se você estivesse andando na rua e alguém viesse passar a mão em você? (alô, três você em meia frase). mas eu ficava irritadíssima. ainda mais quando era vendedora de loja.

Cristiano diz:
segunda: como escolheram o nome dela?

Gica Trierweiler diz:
acredite se puder: luna é luna desde o segundo mês. tiramos um dia para escolher o nome e decidimos que, se fosse menina, seria luna, caso contrário, se chamaria max. gostamos de nomes diferentes e curtinhos.

Cristiano diz:
terceira: que tal um depoimento de mãe?

Gica Trierweiler diz:
quando eu engravidei, todo mundo dizia que nossas vidas estavam prestes a mudar completamente, que filho era tudo de bom, que isso e aquilo. cristio: não é nada disso. a luna apagou o fábio e a gica que existiam antes e transformou a gente em pessoas melhores. ela tem 7kg, é banguela, nem fala ainda mas fez tudo ficar ainda mais bonito. minha vida mudou de cor :}

Cristiano diz:
ahhhh. preciso ir. tô esperando a foto. BEIJOOOOOOOO!!!

Gica Trierweiler diz:
beijo!

no ar

28 de abril de 2011 1

Fascinado pelo universo do rádio desde a faculdade, o publicitário Rafael Steinbach é o novo comunicador da Atlântida Blumenau.

Aos 25 anos, essa é a segunda vez que o blumenauense passa pelo estúdio da emissora – a primeira foi em 2009 para um frila. O parceiro da Cátia Klöhn assume o comando da edição vespertina do Barracão, além da coluna semanal no caderno Lazer.

Seja bem-vindo!

você é feliz?

26 de abril de 2011 0

Amanhã é dia de discutir a felicidade, tema do 5º Ciclo de Debates organizado pela Setting Psicoterapias, às 19h, na Acib.

O doutor em Psicologia Carlos Roberto de Oliveira Nunes, o doutor em Sociologia Luciano Felix Florit e o jornalista e apresentador Raimundo Ribeiro Martins estarão no centro da troca de ideias.

Custa R$ 50 (associados Acib), R$ 60 (não associados) e R$ 70 (no dia do evento).

Quer ganhar um par de convites?

Mande um e-mail para cristiano.santos@santa.com.br com nome completo,
telefone e RG.

O primeiro (olha só que felicidade) leva os convites.

Vou anunciar no Twitter o ganhador.

três é demais

07 de dezembro de 2010 0


É com esse corpão que a catarinense Elizabeth Perfoll tem aparecido na série Afinal, O Que Querem as Mulheres?, exibida às quintas na RBS TV.

A modelo de Balneário Camboriú, também estampada em um sensualíssimo editorial da revista Maxim, interpreta mais de um personagem na produção dirigida por Luiz Fernando Carvalho, considerado um “artista” entre os diretores globais.

– Eu faço três personagens na minissérie: uma modelo superpoderosa que é uma das mulheres do Dr. André (personagem principal), depois faço uma paciente dele e também uma mulher que trabalha num salão de beleza. Todas elas passam, de alguma forma, na vida desse cara.

* Publicado na Contracapa desta terça.

templo

06 de dezembro de 2010 0

O designer e arquiteto Sérgio Rodrigues e a atriz Regina Casé são os primeiros participantes de Casa Brasileira, programa que estreia nesta segunda, às 21h, no GNT.

Com direção do talentoso Alberto Renault, a série documental de cinco episódios traz, a cada edição, um renomado arquiteto brasileiro conversando sobre seu processo criativo e alguns de seus trabalhos.

Deve ser a melhor atração da semana na tevê.

o filho da heleninha roitman

06 de dezembro de 2010 0

Em 1988, o ator Fábio Villa Verde era uma das promessas da tevê brasileira. Era o gatinho do momento. Ele atuava em Vale Tudo, sua segunda novela na Globo, ao lado de Renata Sorrah, Reginaldo Faria e Beatriz Segall. Interpretou Thiago, o filho de Heleninha e neto de Odete Roitman. A novela de Gilberto Braga está sendo reprisada no Viva e ocupa o primeiro lugar no Ibope da tevê a cabo no horário (ingrato, à 0h45min).

De passagem por Blumenau na semana passada, durante a inauguração da Riachuelo no Neumarkt, ele conversou comigo sobre as lembranças da época e o clima no SBT, onde começa a gravar uma trama no início de 2011.

As pessoas têm te abordado para falar de Vale Tudo?

A novela marcou época, foi uma das novelas com o maior índice de audiência. E passou há 22 anos. Então tem toda uma geração que não conhece, é uma novidade. Tem uma galera que assistiu, acompanhou e tem a oportunidade rever. Eu, particularmente, tô revendo porque muita coisa eu nem lembrava mais.

Você tinha quantos anos?

17 anos.

Quais são as memórias desta época de gravação?

Ah, as melhores possíveis. Uma novela supergostosa de fazer, em que eu tive a oportunidade de contracenar com a Beatriz Segall, Renata Sorrah, Reginaldo Faria, Antônio Fagundes. Enfim, só feras, entendeu? Numa época em que a televisão não tinha tantos atores na minha faixa etária.

Então é um bom programa para rever?

Sim, mas hoje já vemos com um certo distanciamento, porque, pô, já ficou no tempo. É muito gostoso ver e saber que o público tá curtindo.

Quais são as mudanças na profissão de ator desde que você começou?

O mercado hoje mudou bastante. Você tem que analisar que na época de Vale Tudo não existia internet, tevê a cabo e uma série de outras opções de entretenimento. O mercado não absorvia uma mão de obra tão grande. Hoje em dia você tem uma mão de obra bem vasta e um mercado que absorve. Tem outras emissoras produzindo.

Você está no SBT agora?

Exatamente.

E como está o clima por lá depois do rombo no Panamericano (o banco do Grupo Silvio Santos)?

Muito tranquilo, embora tudo o que aconteceu recentemente. Mas lá dentro não refletiu em nada, os cronogramas permanecem inalterados. Acho que o Silvio Santos tem tudo para dar a volta por cima e ser o homem honrado que sempre foi.

* Publicado na Contracapa desta segunda.

medo!

05 de dezembro de 2010 0

Lobão recebe Narciza (agora com Z) Tamborindeguy no Lobotomia desta segunda, às 23h30min.

Na MTV.

tempo

05 de dezembro de 2010 0

Um bom exemplo de convite. Simples e elegante.

Anote!

tipo exportação

04 de dezembro de 2010 0

A brusquense Carol Baumgartner ganhou destaque na imprensa nacional depois de vencer o Miss Brasil USA 2010 há duas semanas em Nova York, onde mora. O concurso é organizado desde 1991 nos Estados Unidos e já teve mais de 8 mil candidatas. Aos 21 anos, Carol estuda Jornalismo, trabalha como modelo e faz um estágio no escritório que administra os funcionários do secretariado da ONU, a Organização das Nações Unidas. A entrevista a seguir foi concedida por e-mail.

Como você foi parar no concurso?

Eu não tinha muito contato com a comunidade brasileira de Nova York até que fui ao Brazilian Day (organizado pela Rede Globo) e recebi o convite para participar. Passei então pela classificatória e garanti uma vaga na final do Miss Brasil USA.

Qual a importância de ter vencido a competição?

É uma grande conquista pra mim. Eu me comparo a todos os brasileiros que, com muita dificuldade aqui chegaram, mas através de muita garra e determinação venceram. A vida do imigrante não é fácil.

Esta vitória vai ajudar na carreira de modelo nos Estados Unidos?

Com certeza. O prêmio (um automóvel) me ajudará a fazer o pagamento dos meus estudos. E as portas que estão abrindo profissionalmente são consequências da minha vitória.

Porque decidiu sair de Brusque para trabalhar como Au Pair (babá que cuida das crianças e estuda)?

Vim para cá em 2009. Eu sempre gostei de inglês e ter uma experiência fora do Brasil é algo que acrescenta muito na vida de qualquer pessoa. Escolhi o programa Au Pair pela seguridade e seriedade. Você vive com uma família americana, aprende a cultura deles e estuda. Participei do programa durante mais um ano e foi uma experiência maravilhosa.

Como foi esta experiência de cuidar das crianças? Tem alguma história curiosa?

Foi um desafio, mas aprendi muitas coisas também. Eu cuidava de um menino de dois anos. O que me marcou foi no dia do meu aniversário. Na manhã do grande dia ele havia colocado uma carta toda rabiscada por debaixo da minha porta desejando feliz aniversário. Depois, bateu na porta do meu quarto e apareceu segurando um prato com um muffin e uma velinha rosa no meio. Ele disse happy birthday com um sorriso tão sincero e doce que foi emocionante.

Você mora em Nova York mesmo?

Sim.

Que avaliação você faz do mercado de trabalho para modelos numa das principais capitais do mundo?

O mercado é amplo para modelos e artistas. Há oportunidade para todas as idades, biotipos e nacionalidades. Isso faz de Nova York um lugar único e especial. Você não precisa viajar o mundo inteiro pra conhecer o mundo. O mundo inteiro se encontra aqui!

Aqui no Brasil você cursava Publicidade e agora está fazendo Jornalismo. Por quê?

Não havia Jornalismo em Brusque e Publicidade era o curso que abrangia mais a grade curricular em termos de comunicação.

O que deseja como jornalista?

Eu gosto de interação. Ainda não me identifiquei com uma área específica no jornalismo, pois gosto muito de trabalhar tanto atrás quanto na frente das câmeras, escrever, produzir e muito mais. Faço estágio na ONU (Organização das Nações Unidas) e estou desenvolvendo novos gostos também.

Pretende voltar a morar no Brasil?

Essa é difícil. Com certeza pretendo voltar, especialmente porque toda minha família está aí. Mas sei que minha trajetória aqui ainda não terminou e, graças a Deus, tem sido incrível. Em janeiro, pela primeira vez depois de minha vinda para cá, estarei no Brasil para promover um evento beneficente em Brusque. A iniciativa vai arrecadar alimentos e doações pra uma instituição de caridade. Estou muito feliz em poder realizar o evento e matar a saudade da minha terra.

* Publicado na Contracapa deste fim de semana.