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Posts na categoria "cinema"

tudo azul

30 de junho de 2011 0

E a Smurffete virou modelo em um editorial de moda da Harper’s Baazar.

Faz parte da divulgação de Os Smurfs – O Filme, que estreia no Brasil dia 12 de agosto.

novo cinema de blumenau inaugura dia 17

07 de junho de 2011 2


A rede Cinépolis inaugura sexta-feira, dia 17, o cinema do Blumenau Norte Shopping. Serão sete salas, incluindo o desejado sistema 3D.  Não foi divulgada a programação de filmes, mas uma rápida conferida no site aponta, pelo menos nas outras cidades em que opera, para os poderosos blockbusters.
Jornalistas convidados conhecerão as salas da Cinépolis um dia antes, na quinta, 16. Devo passar por lá para contar via Twitter as primeiras impressões.
Update (dos bons): a assessoria da rede confirmou três salas 3D. Tá bom pra vocês?

meu nome é joão

20 de abril de 2011 0

A vida de João Estrella virou filme. E isso é para poucos.

Meu Nome Não é Johnny, dirigido por Mauro Lima, conta a história do jovem de classe média que se transformou no fim da década de 1990 em um traficante internacional (quem esteve fora de órbita nos últimos anos não pode perder o longa).

Recuperado de todo o turbilhão, Estrella é hoje produtor musical. Dia 10 de maio, ele conta ao vivo toda esta trajetória em palestra para os alunos (e pais, claro) do Colégio de Aplicação da Univali (CAU), em Itajaí.

Às 19h30min.

fim de festa

30 de março de 2011 0

Darling da música paulistana, Thiago Pethit chamou a amiga Alice Braga (atriz de Cidade de Deus e O Ritual) para estrelar o clipe da música Nightwalker. Os dois se conheceram há 10 anos na faculdade de artes.

Dirigida por Vera Egito e Renata Chebel, a produção foi gravada nas ruas de Higienópolis, o charmoso bairro judeu de São Paulo.

E o figurino foi inspirado em Sonia Braga, tia de Alice.

voo livre

29 de março de 2011 0

Não resisti à abstinência blumenauense e fui ao cinema em Balneário Camboriú para ver de pertinho todo o poder de Wagner Moura no filme VIPs, de Toniko Melo.

A história, baseada em fatos reais, é material perfeito para as artes cênicas: um homem se passa por um dos herdeiros da companhia aérea Gol, vive dias de milionário em uma micareta fora de época e até dá entrevista para o Amaury Jr.

É óbvio que Moura segura a personagem do início ao fim (inclusive uma versão adolescente meio estranha). Longe da alegria que se possa imaginar pela situação, o farsante Marcelo Nascimento da Rocha criado pelo ator baiano carrega um ar de desespero, de foco perdido, de uma busca por algo que ele nem sabe o que é (desta vez, a culpa é do pai).

Se não bastasse o protagonista, a construção da história é recheada de outras boas interpretações.

É, finalmente, pra esquecer o chato do Capitão Nascimento.

alto demais

16 de março de 2011 0

Não sei vocês, mas eu peguei “bode” do Wagner Moura. Deve ter sido o excesso de exposição nos últimos anos. Cansei do Capitão Nascimento, sabe?

Mas é impossível não ter vontade de assistir VIPs, o mais novo filme do queridinho do cinema nacional (ao lado de Selton Mello, claro).

O longa, dirigido por Toniko Melo, conta as peripécias de um farsante que circula Brasil afora como se fosse herdeiro da companhia aérea Gol. Até o Amaury Jr., que na época também se encantou pelo milionário, participa da produção refazendo a entrevista original.

Estreia dia 25 (disposto a derrubar Bruna Surfistinha).

as luzes da cidade acesa

03 de março de 2011 0

Passada a euforia com a passagem de Ashton Kutcher pelo Brasil, a catarinense Colcci divulgou uma das imagens da campanha de inverno em que o ator hollywoodiano contracena com a modelo Alessandra Ambrósio (ela é velha de guerra, mas se tornou recentemente uma das queridinhas dos desfiles internacionais, fazendo o caminho inverso da maioria das coleguinhas).

Os dois foram fotografados por Steven Klein (nome fortíssimo da moda) em Los Angeles no final do ano passado.

Gostaram?

Plus: nesta quinta, a marca liberou outras imagens.

ação!!

27 de fevereiro de 2011 0

A inquietação criativa de três amigos de Rio do Sul gerou um projeto que vem movimentando a região. Nascida no ano passado, a Fábrica de Cinema do Alto Vale (www.fabricadecinema.com), como o próprio nome aponta, quer produzir a sétima arte longe dos grandes centros. Gabriel “Moicano” Garcia, 24 anos, é, ao lado dos parceiros Fernando Ávila e Raphael Stuy, um dos fundadores. O primeiro trabalho, já com o projeto batizado, é o clipe da música Nossa Vez, da banda Vince, atualmente na programação da MTV. Por telefone, Moicano falou sobre como tudo começou.

Como nasceu a Fábrica de Cinema do Alto Vale?
Eu e meus amigos, Rafael e Fernando, já vínhamos fazendo projetos independentes desde quando estudávamos Publicidade e Propaganda na Uniasselvi, em Indaial. Eu e o Fernando estudamos juntos e fizemos documentários e curtas. Quando surgiu a parceria com o pessoal da Vince, uma banda que já estava projetada no cenário musical da região e estava com o comprometimento de levar o clipe pra frente, decidimos dar um nome para esta parceria. Parar de trabalhar no anonimato, só na amizade, realmente criar um nome. No começo foi mais simplório, fizemos só o site, mas depois começaram a surgir propostas de trabalho. Aí, montamos um escritório que, na verdade, é mais um playground. A parede é toda de gibi. É o nosso QG de concentração.

Vocês três já trabalham na área?
Sim, dois com televisão e o terceiro em uma produtora de vídeo.

Como o mercado do Alto Vale recebeu a ideia?
O cenário é independente. O pessoal ainda não compreende a proposta, que é realmente trabalhar com a visão, com a produção cinematográfica. Eles acham que é uma produtora de vídeo e procuram para fazer audiovisual, mas essa não é a nossa proposta. Até pegamos um ou outro para poder comprar equipamento. A ideia é fazer cinema e transformar a Fábrica em um coletivo porque fazer cinema é difícil, o cenário é pequeno. Para fazer um filme é preciso, no mínimo, de umas 10 pessoas para trabalhar na produção. Com isso, a galera participa. O mercado está muito forte na área cultural de música, principalmente depois do videoclipe da Vince.

Li no site que vocês estão produzindo um curta-metragem em stop motion. Como é?
Na verdade, este curta atende ao TCC da minha pós-graduação (em Cinema pela UTP de Curitiba), que eu terminei, mas estou devendo o trabalho. Aproveitei para meter a cara e fazer um trabalho bem grande. Com certeza nada foi feito na região no gênero. É todo de paper toy. Eu consegui umas parcerias boas para trilha e cenário, por exemplo. Estamos montando o cenário, que dá mais trabalho do que se imagina (risos).

E qual é a história?
Escrevi um roteiro de super-herói. Consegui no site de um artista que disponibiliza de graça a arte dos paper toys. Ele tem vários personagens de filme como Indiana Jones, Os Caça-Fantasmas, Batman, os da Marvel. Eu criei uma história, que é um clichê, de que Gothan City está sendo atacada por um monstro e estes personagens surgem para salvar a cidade.

Que gênero ou estilo cinematográfico mais te agrada?
Cara, já mudou muito. É meio difícil definir. Claro, o cinema mais alternativo, underground, sempre enche mais os olhos. Quando comecei a gostar de cinema foi por causa de Coppola, Scorsese, os filmes deles da década de 1970. Mas hoje em dia gosto muito de cinema asiático, o cinema de Hong Kong.

O cinema tem um clichê que é “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, frase do Glauber Rocha. O que você acha disso?
Eu já parti deste preceito. Antes de ter feito a pós, eu era bem adepto. Eu até fiz um filme nesse sentido com o Nestor Jr. (artista plástico de Blumenau que mora atualmente na França). Nós fizemos um produto que foi experimentalismo total. A gente chegou na hora com o argumento do filme, uma câmera na mão e começamos a desenvolver as cenas na hora. Eu acho válido, justo como ferramenta de experimentação. Mas hoje em dia, quando vou fazer um projeto gosto do roteiro no papel, as cenas todas decupadas, já definidos os planos e os enquadramentos para você não ter surpresa na hora. O produto final é melhor com planejamento. Mas, às vezes, não substitui o feeling.

expectativa

24 de fevereiro de 2011 0

Los Angeles respira o Oscar. Os funcionários da organização estão na correria dos últimos preparativos para a cerimônia de entrega da estatueta.

A RBS TV transmite domingo a partir da meia-noite.

expressiva

16 de fevereiro de 2011 0

Mila Kunis, na capa e no recheio da W, é o que há em Cisne Negro.

E olha que a gente já gostava desde That ’70s Show.