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Posts com a tag "green valley"

ar fresco

28 de setembro de 2010 0

Duda Cunha e seus sócios expandem cada vez mais a marca Green Valley. Em uma parceria com o Orbitato, o club de Camboriú lança uma coleção de roupas femininas inspiradas no vento, na música, na poesia e em todas as cores do mundo.

As ideias – e a ligação entre a música eletrônica e o verde das montanhas – saíram das cabeças pensantes (e inquietas) do instituto de Pomerode, coordenado por Celaine Refosco, com imagens de Daniela Martins.

Em novembro, quando o club comemora aniversário, as peças estarão à venda na loja instalada lá mesmo (em breve, a marca Green Valley será vendida em outros espaços).

* Publicado na Contracapa desta terça.

sem pose

25 de julho de 2010 0

Há três anos o jornalista Davi Paes e Lima, 28 anos, edita a House Mag, revista nascida em Floripa e especializada em música eletrônica, entretenimento e noite. A publicação comemora aniversário neste sábado durante o Winter Music Festival, no Green Valley, em Camboriú. A festa promete 22 DJs das mais variadas nacionalidades, três pistas e workshops gratuitos. Por e-mail, ele respondeu à sabatina da coluna:

Como nasceu a House Mag?

A House Mag foi uma ideia dos sócios Jorge Junior e José Luiz Cavichioli Jr, de Florianópolis. Eles me procuraram no início de 2007 para assinar o conteúdo da revista e, poucos meses depois, já estava circulando a primeira edição. A revista começou bem humilde, num formato pequeno e com poucas páginas. Poucos anunciantes também. A vontade surgiu da carência de informação para o público que vive neste meio de música eletrônica, entretenimento e noite. Muito se falava dos DJs que estavam vindo tocar no Brasil, quase todos ostentando títulos de os “melhores do mundo”, mas pouco realmente se sabia sobre esta cena tão em evidência por aqui.

Como é feita a escolha de quem vai para a capa?
Decidimos em reunião de pauta entre eu, o nosso diagramador Ricardo Lin e os sócios. Buscamos sempre alternar nomes internacionais com nacionais. As duas últimas capas foram com DJs nacionais, Mario Fischetti e Mary Zander – eu, particularmente, acho mais interessante valorizar artistas nacionais, até para que os gringos que pegam a revista poderem ver quem são nossos talentos. Mas não tem como deixar de estampar tops, como Carl Cox, pois são nomes incontestáveis da cena e sempre que há oportunidade vamos atrás pra entrevistar e descolar material. É engraçado que quase todos os dias recebemos e-mails de DJs querendo comprar a capa (isso acontece em outras publicações similares), mas nos esforçamos ao máximo para separar a parte comercial do conteúdo.

Qual a maior dificuldade de colocar uma revista no mercado?

Como em todos os veículos a maior dificuldade é encontrar quem aposte na revista e invista, comercialmente falando. A House Mag começou como uma revista gratuita. Do verão pra cá, temos venda em alguns pontos estratégicos por R$ 9,90. A aceitação é espantosa, tanto que a revista já deixou de ser exclusivamente do Sul e circula em mais de 50 cidades de todo o Brasil (incluindo Salvador, São Paulo e Brasília). Temos ótimos parceiros e, graças a eles, a HM cresce a cada edição e se solidifica no mercado. Outra dificuldade é formar equipe. Mas isso também já está se ajustando, graças a vários profissionais de peso que hoje colaboram.

A música eletrônica se popularizou e a profissão de DJ cresceu. O que você acha dessa profusão de DJs país afora?
Realmente é um número espantoso. Prova disso foram os quase oito mil diferentes DJs que foram votados no Top 50 Brasil realizado em 2009 – ranking de DJs promovido pela House Mag, com voto popular. Por um lado é bastante favorável essa crescente na profissão, pois quem está na luta por um lugar ao sol tem que batalhar e muito pra se destacar. E, consequentemente, a pesquisa e o aprimoramento da técnica de alguns se intensificam, colocando bons nomes no mercado. Por outro, tem horas que dá vontade de rir com tantos novos DJs e projetos que aparecem, pessoas que provavelmente estavam perdidas, sem saber o que fazer da vida, entraram num curso de técnicas de mixagem e saíram dizendo que são profissionais.

O que faz um DJ ser considerado o melhor?

Ser melhor ou pior é algo muito relativo. O que eu vejo na grande maioria (eu disse, na maioria) dessas votações e rankings é que quem acaba alcançando as primeiras posições são os DJs que têm mais marketing por trás. Não tem erro. Por mais que um DJ seja incrível é quase impossível ele abocanhar o 1º lugar de um ranking internacional sem ele ter muita “bala na agulha” pra investir em marketing ostensivo. Afinal, boa parte desses resultados é com base no voto do público, e, como se diz, quem não é visto não é lembrado.

Que futuro você acha que terá a música eletrônica?
É arriscado afirmar, mas sinceramente eu acho que é algo que não tem mais volta. Nem tem mais como dizer que é um modismo, que vai passar. O que passa são os estilos, as febres. Como anos atrás a moda eram as festas raves, com 100% do line-up favorecendo o psy-trance. Há pouco tivemos uma fase bem minimal. E, provavelmente, o momento é o mais heterogêneo possível, com muitas variantes do eletrônico aparecendo lado a lado. Com a difusão do formato MP3 e toda essa facilidade de encontrar música em blogs, sites e redes sociais nem tem mais como rotular direito os estilos.

Porque Santa Catarina se tornou referência na área?

Acho que por dois fatores. Primeiro, sem dúvida, por nossas belezas naturais. Mesmo antes de ser roteiro turístico dos baladeiros, nosso Estado já era bastante visado nas férias, por quem buscava lindas praias e descanso. Em segundo, graças a alguns empresários visionários, que anos atrás investiram em casas como o saudoso Ibiza Club e o Warung, que projetaram internacionalmente esta cena.

O que é uma boa festa pra você?
Bom atendimento, música de qualidade, amigos por perto e uma pista com boa “vibe”. Não tenho muita paciência pra pose.

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

mordida

05 de maio de 2010 0

Performático, o DJ francês Joachim Garraud dominou o público sábado passado no Green Valley, em Camboriú.

O fotógrafo Adriel Douglas, no entanto, captou o detalhe de um dos principais objetos de trabalho do produtor.

Ele deu um ar de contos de fadas (e divertidíssimo) ao seu MacBook.

* Texto publicado na Contracapa desta quarta.

teia criativa

27 de março de 2010 0

Quando surgiu, em 2005, o Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC) apontava no horizonte a possibilidade de levar estudantes de moda – de escolas e universidades – para dentro das principais empresas têxteis do Estado. O objetivo foi cumprido desde o início. E a iniciativa tomou formas variadas. Além do trabalho de criação e da fomentação da criatividade destes mesmos alunos através de workshops e palestras com nomes renomados, o SCMC busca, a cada edição, também levar conhecimento aos empresários. No sábado passado, o público conferiu em um desfile no Green Valley, em Camboriú, as criações da quinta edição (as fotos podem ser vistas aqui). O processo, como o diretor do projeto Cristiano Buerger comenta na entrevista a seguir, é uma espécie de teia que necessita e resulta da união de todos os envolvidos.

Qual é o balanço desta quinta edição?

Cristiano Buerger - O evento tem hoje uma importância muito grande para a sociedade catarinense. Existe um envolvimento de empresas de todos os níveis. Neste sentido houve um crescimento bem bacana. Esse negócio de união é o que mais nos agrada. Desta vez, por exemplo, recebemos no Green Valley um número grande de participantes, pais, alunos e imprensa. Para o próximo ano já confirmamos lá mesmo o desfile. Queremos unir DJs internacionais ligados à moda, além de arte e cultura naquele belíssimo espaço.

Neste ano uma empresa deixou o projeto que fazia em parceria com a Assevim. O que aconteceu?

Buerger - Foi um problema de relacionamento entre a universidade e a empresa. Mas a Assevim decidiu bancar os custos e manter todo o processo.

Existe um boato de que algumas empresas querem desistir do SCMC e que está complicado agregar mais participantes. Como tem funcionado essa relação?

Buerger – Isso não existe. É claro que é um projeto difícil, com um desenvolvimento complexo. Eu acho que esta foi a melhor edição. E o que vimos na passarela é resultado da qualidade do coordenador de criatividade, da qualidade de ensino das escolas, do nível de educação, de entendimento de todo o processo. Nós precisamos entender antes de qualquer crítica de que os trabalhos são feitos geralmente por alunos do 3º ou 4º períodos. Temos que dar um desconto, afinal, eles não são profissionais. Além de tudo isso, o SCMC busca desde o início focar nos empresários e gestores. Sem a abertura deles, sem que eles entendam as estratégias nada será possível. E isso é a médio prazo.

E a próxima edição?

Buerger - Já temos 20 empresas confirmadas e continuaremos com workshops e palestras com os principais nomes do setor. Já tivemos, entre outros, Michel Klein, das Casas Bahia, os (designers) Irmãos Campana e o filósofo francês Michel Maffesoli.

* Texto publicado na Viver! deste fim de semana.

continuação

22 de março de 2010 1

Com a criatividade não tão latente como em outros momentos, o projeto Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC) encerrou a quinta edição sábado à noite no Green Valley, o club catarinense que disputa com concorrentes pesados o título de melhor do mundo.

Coordenados por Mario Queiroz, os estudantes de Moda do Estado (Assevim, Furb, Udesc, Uniasselvi, Unifebe, Univali, Univille e das unidades do Senai de Blumenau, Brusque, Criciúma, Jaraguá do Sul, Joinville e Rio do Sul) desfilaram as criações (desenvolvidas meses a fio com muuuuuito suor), apoiados pelas empresas participantes deste ano (Buettner, Dalila Têxtil, Dudalina, Hering, Iriá, Kyly, Lancaster, Lunender, Marilua, Marisol, Oceano, Soutex, Tecnoblu, Villa Têxtil e Zanotti).

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Ótima decisão: a curta duração das apresentações (formatadas para um único dia de evento).
Na foto, um dos looks da Hering/Senai Criciúma.

* Texto publicado na Contracapa desta segunda.

scmc #3 . tecnoblu + unifebe

19 de março de 2010 0

Mais um pouco de Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC). A estudantes de Design de Moda da Unifebe, de Brusque, apostaram na malharia, uma novidade na carreira da Tecnoblu.

Elegância e discrição estão entre as palavras-chaves de Karoline da Silva e Fernanda Vieira da Cunha. Para colocar na passarela a coleção, elas beberam diretamente da fonte. Claire McCardell, estilista fundadora do activewear americano, e o artista plástico Brancusi são as maiores referências.

Na foto, modelo durante a prova de roupa.

O desfile rola sábado no Green Valley, às 19h.

scmc #1 . base + univali

18 de março de 2010 0

Respeitado no país inteiro, o projeto Santa Catarina Moda Contemporânea (SCMC) apresenta sábado as criações da quinta edição. Os desfiles serão mostrados, às 19h, no Green Valley, em Camboriú.

Nesta quinta e sexta publico imagens e informações sobre alguns dos participantes – o SCMC é uma união entre escolas e universidades e empresas da região (principalmente do Vale do Itajaí). A intenção é aperfeiçoar o design nas mãos destes futuros profissionais.

Pra começar, a Base (Grupo Dudalina) recebeu em suas instalações um grupo da Univali. Os estudantes criaram uma coleção – Os Homens de Métalon – inspirada nos metais, nas armaduras medievais e nos uniformes antigos dos trabalhadores de ferrovias. Essas referências misturam-se à moda contemporânea e à tecnologia de ponta.