Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "modelo"

garotas do calendário

20 de janeiro de 2011 0

A Way Model, agência que contém o casting mais poderoso do país, reuniu 25 modelos comerciais (aquelas que ganham dinheiro longe das passarelas e das capas de revistas modernosas) em um calendário para 2011.

São meninas que representam praticamente todas as regiões do país. A blumenauense Patrícia Beck é uma delas (ela venceu, em 1999, o concurso Supermodel).

Para as imagens, foram chamadas várias gerações de fotógrafos, maquiadores e stylists.

A Way, instalada em São Paulo, tem entre os sócios o itajaiense Anderson Baumgartner.

patrícia beck

amanda boeno

ana bela

ana paula scopel

arina nakahara

carol fontanet

marina lemos

keij

tipo exportação

04 de dezembro de 2010 0

A brusquense Carol Baumgartner ganhou destaque na imprensa nacional depois de vencer o Miss Brasil USA 2010 há duas semanas em Nova York, onde mora. O concurso é organizado desde 1991 nos Estados Unidos e já teve mais de 8 mil candidatas. Aos 21 anos, Carol estuda Jornalismo, trabalha como modelo e faz um estágio no escritório que administra os funcionários do secretariado da ONU, a Organização das Nações Unidas. A entrevista a seguir foi concedida por e-mail.

Como você foi parar no concurso?

Eu não tinha muito contato com a comunidade brasileira de Nova York até que fui ao Brazilian Day (organizado pela Rede Globo) e recebi o convite para participar. Passei então pela classificatória e garanti uma vaga na final do Miss Brasil USA.

Qual a importância de ter vencido a competição?

É uma grande conquista pra mim. Eu me comparo a todos os brasileiros que, com muita dificuldade aqui chegaram, mas através de muita garra e determinação venceram. A vida do imigrante não é fácil.

Esta vitória vai ajudar na carreira de modelo nos Estados Unidos?

Com certeza. O prêmio (um automóvel) me ajudará a fazer o pagamento dos meus estudos. E as portas que estão abrindo profissionalmente são consequências da minha vitória.

Porque decidiu sair de Brusque para trabalhar como Au Pair (babá que cuida das crianças e estuda)?

Vim para cá em 2009. Eu sempre gostei de inglês e ter uma experiência fora do Brasil é algo que acrescenta muito na vida de qualquer pessoa. Escolhi o programa Au Pair pela seguridade e seriedade. Você vive com uma família americana, aprende a cultura deles e estuda. Participei do programa durante mais um ano e foi uma experiência maravilhosa.

Como foi esta experiência de cuidar das crianças? Tem alguma história curiosa?

Foi um desafio, mas aprendi muitas coisas também. Eu cuidava de um menino de dois anos. O que me marcou foi no dia do meu aniversário. Na manhã do grande dia ele havia colocado uma carta toda rabiscada por debaixo da minha porta desejando feliz aniversário. Depois, bateu na porta do meu quarto e apareceu segurando um prato com um muffin e uma velinha rosa no meio. Ele disse happy birthday com um sorriso tão sincero e doce que foi emocionante.

Você mora em Nova York mesmo?

Sim.

Que avaliação você faz do mercado de trabalho para modelos numa das principais capitais do mundo?

O mercado é amplo para modelos e artistas. Há oportunidade para todas as idades, biotipos e nacionalidades. Isso faz de Nova York um lugar único e especial. Você não precisa viajar o mundo inteiro pra conhecer o mundo. O mundo inteiro se encontra aqui!

Aqui no Brasil você cursava Publicidade e agora está fazendo Jornalismo. Por quê?

Não havia Jornalismo em Brusque e Publicidade era o curso que abrangia mais a grade curricular em termos de comunicação.

O que deseja como jornalista?

Eu gosto de interação. Ainda não me identifiquei com uma área específica no jornalismo, pois gosto muito de trabalhar tanto atrás quanto na frente das câmeras, escrever, produzir e muito mais. Faço estágio na ONU (Organização das Nações Unidas) e estou desenvolvendo novos gostos também.

Pretende voltar a morar no Brasil?

Essa é difícil. Com certeza pretendo voltar, especialmente porque toda minha família está aí. Mas sei que minha trajetória aqui ainda não terminou e, graças a Deus, tem sido incrível. Em janeiro, pela primeira vez depois de minha vinda para cá, estarei no Brasil para promover um evento beneficente em Brusque. A iniciativa vai arrecadar alimentos e doações pra uma instituição de caridade. Estou muito feliz em poder realizar o evento e matar a saudade da minha terra.

* Publicado na Contracapa deste fim de semana.

espaço garantido

26 de setembro de 2010 0

O blumenauense Álvaro Jacomossi, 30 anos, faz parte da história da Contracapa. Foi o primeiro modelo a aparecer por aqui – nesta semana a coluna completou seis anos de existência. Ex-marido da top model Isabeli Fontana, com quem tem um filho, o rapaz de traços fortes conquistou um bom espaço na carreira, iniciada aos 18, quando migrou para São Paulo. Antes de embarcar para Nova York, no mês que vem, ele contou por telefone os próximos passos e relembrou alguns momentos diante dos holofotes…

Você está morando onde atualmente?

Hoje estou em Florianópolis, mas no mês que vem embarco para Nova York para alguns trabalhos.

Já tem agendado algum trabalho que possa antecipar?

Ainda não, mas ficarei por lá em outubro e novembro.

Qual a sua relação com Blumenau?
Eu nasci aí, mas fui pequeno morar em Floripa. Alguns anos depois voltei para Blumenau, fiz o primeiro grau, e retornei para Floripa.

Como começou a carreira de modelo?

Fui descoberto por um agente. Com 18 anos fui para São Paulo, fiquei uns seis meses e aí embarquei direto para Nova York.

Mas já tinha pensando na possibilidade de modelar?

Nunca. Não tinha intenção até o momento. Quando desembarquei em São Paulo foi para ver como seria, se ia dar certo. Não tinha feito nenhum curso sobre o assunto.

E qual foi o primeiro trabalho de impacto?
Fotografei para uma marca de jeans com o Jean-Baptiste Mondino (um ícone da fotografia de moda). Em seguida fiz Dolce & Gabbana e (Roberto) Cavalli.

Quais as maiores dificuldades da carreira de um modelo?
Quando comecei, no início dos anos 1990, havia muito brasileiro. As meninas estavam bombando e as agências mandavam aos montes. Inclusive, os modelos brasileiros estavam queimados no mercado. Mas consegui meu espaço. E não tive problemas para ajustar meu corpo ao que eles queriam. Participei de campeonatos de surfe, andava de skate. Estava fora do peso, mas só precisei fazer mais (exercício) aeróbico.

Fora do peso para o meio, claro.

(risos) Sim. Para os olhos de uma mulher eu estava magro demais. Mas para eles, tinha que emagrecer uns quilos.

Você fez campanha de perfume, que é o sonho de qualquer modelo. É o setor que paga melhor?
É, e para o homem, ao contrário da mulher, não tem campanha de maquiagem, por exemplo. Com a Dolce & Gabbana trabalhei por três anos na Europa e nos Estados Unidos. Fiz ainda L’Oréal por três anos.

Como encara a paternidade?

Tenho dois filhos, o Zion, de sete anos, do meu namoro com a Isabeli (Fontana), e a Liz, de três, que está morando na Holanda com a mãe. Vou a cada seis meses visitá-la. É difícil, mas não pretendo parar por aí.

Ir para a tevê é um caminho natural na sua profissão. É uma pretensão?

Na verdade, já fiz alguns trabalhos na Globo e na Record, mas apenas participações. Me convidaram para estes realities, mas não é a minha. Se for entrar, prefiro me preparar antes, estudar. Mas não há nada em vista.

Como está o lado empresário? Você tinha uma balada em São Paulo, não é?

Eu tive sociedade em uma balada, mas não tenho mais. Estou construindo um bistrô e uma pousada (na Lagoa da Conceição) que, se Deus quiser, ficam prontos para a outra temporada.

* Publicado na Contracapa deste fim de semana.

chanel

27 de maio de 2010 0

Martha Penz, modelo de Timbó, vai desfilar no Fashion Rio e na São Paulo Fashion de visual novo.

Na profissão da catarinense um corte de cabelo pode mudar tudo (pra melhor). Vamos acompanhar!

balzaca

07 de maio de 2010 0

Depois de uma negociação com a Editora Globo que bateu na trave nos 45 minutos, a Vogue Brasil, ainda da Carta Editorial, comemora este mês seus 35 anos de existência.

A exemplo de suas coirmãs, a versão tupiniquim reuniu para a capa 10 das mais badaladas modelos brasileiras.

Catarinense de Joinville, Ana Cláudia Michels divide o espaço com Carol Trentini, Izabel Goulart, Emanuella de Paula, Carol Ribeiro, Isabeli Fontana, Fernanda Tavares, Gracie Carvalho, Bárbara Berger e a também catarinense Aline Weber.

* Texto publicado na Contracapa desta sexta.

vida de modelo

25 de abril de 2010 1

Sexta-feira, 16/04, 10h45min. Os corredores do Shopping Neumarkt ainda estão calmos, quase vazios. Instalada em um camarim improvisado, a modelo e apresentadora Mariana Weickert, 28 anos, termina a maquiagem. Pelo segundo ano consecutivo, a blumenauense segue como garota-propaganda do maior centro comercial da cidade. As gravações e as fotos, que começaram na terça, terminam no fim do dia. Uma das responsáveis pela produção avisa:

- Tem que falar com a equipe dela. Você sabe como é. Tem que pedir autorização para as fotos, essas coisas.

A entrevista estava agendada.

* * *

De sandálias Havaianas, legging, regata e bobes no cabelo, Mariana abre o bocão e sorri. Está acostumada com a imprensa. Desde janeiro de 1998, quando pisou pela primeira vez na passarela do Morumbi Fashion (hoje São Paulo Fashion Week), tem encarado repórteres, colunistas e deslumbrados em geral. Aliás, deslumbre é o que menos se vê em uma das contemporâneas de Gisele Bündchen. Acompanhada do inseparável cabeleireiro Juninho, ela finaliza sozinha o make e começa o bate-papo.

- Estou com ele desde o ano passado. Levo para onde eu vou, não é mesmo, amor? – revela enquanto dá uma piscadinha ao colega. Troca de olhares. Confidências.

* * *

Mariana está em casa. Depois de uma maratona de filmagens em alguns dos cartões-postais da cidade, como a Ponte de Ferro e a Rua das Palmeiras, a loira aproveitou para curtir a família. Passeou pelo Tabajara, encontrou amigos e curtiu o Aberto de Tênis.

- Costumo dizer para quem não é daqui que o tênis é o nosso futebol. Nascemos praticando. Eu fiz um pouco, mas sou muito desengonçada.

O pub no Centro também entrou no roteiro, assim como uma visita rápida ao oftalmologista.

- Sinto uma mudança. Estou com 0,25 de miopia.

Os pais, Anamaria e Rudolfo, passam para dar um oi, avisar sobre algum compromisso familiar. A mãe conta que visita bastante a filha em São Paulo. O outro filho, Eduardo, também mora na capital paulista.

* * *

Sentada em uma cadeira de plástico, a blumenauense segue respondendo a entrevista enquanto observa a escolha do figurino pela produtora de moda.

Você tem ideia de quantos comerciais já fez?

Não. Não mesmo.

Você já vendeu muita coisa, não é?

Nossa, já vendi até pneu (risos).

Como assim?

O calendário da Pirelli.

Claro, foi fotografado num barco em alto-mar. Como foi essa experiência?

Foi engraçada. Estávamos num barco na costa italiana, um calor infernal e a equipe resolveu colocar em mim um casaco branco da Chanel. Era de lã, por dentro e por fora. Não sei o que foi, se foi o balanço, o calor, mas desmaiei (risos). Acordei de topless sendo abanada pelo Mario Testino (fotógrafo).

Neste calendário estão algumas das modelos que começaram contigo, como a Ana Cláudia Michels e a Fernanda Tavares. Tens contato com alguma delas?

Retomei o contato com a Ana, que é de Joinville. Às vezes até rola de encontrar alguma por aí.

Você está namorando?

Estou.

Ele é do meio?

Não. Sabe de uma coisa? Não namoro ninguém do meio. Isso aqui é meu trabalho, não meu estilo de vida.

(Juninho me olha e avisa: “Ele é um financial boy”)

* * *

A produtora de moda começa a vesti-la. O sapato escolhido tem quase 15 centímetros de salto. E machuca.

- Já saí de desfile de moda direto para o pronto-socorro. As modelos passam um anestésico nos pés para não sentir dor, mas continua machucando.

Você não para quieta. É sempre assim?

Imagina, meu querido. Eu também gosto de calmaria, mas isso é trabalho. Todo mundo aqui depende de mim. E eles trabalham por diária.

E como está o GNT Fashion? Alguma novidade?

Tivemos uma mudança de direção no canal, mas está tudo ótimo. Tenho um projeto para o segundo semestre. Não é que não quero te contar, mas é porque ainda não sei de tudo exatamente.

Você circula com bastante desenvoltura pela Globo (com participações, por exemplo, no Caldeirão do Huck e Domingão do Faustão). Não rolou um convite para a tevê aberta?

Não. E também porque não estou preparada. A tevê aberta te dá uma visibilidade absurda. E também não sei fazer tipo. Não conseguiria ser apresentadora normalzinha. Só funciono se for eu mesma diante das câmeras.

E novela?

Menos ainda. Eu sei que não tenho talento para ser atriz. Me convidaram recentemente para fazer a Maria Madalena no espetáculo Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém, mas não aceitei.

* * *

Mari, para os íntimos, deixa o camarim e segue pelos corredores do shopping. É parada três vezes para fotos.

A equipe de gravação está a postos. O texto está na ponta da língua, a marcação idem. O diretor dá as coordenadas, a modelo pede aumento do tamanho das letras no TP (o famoso telepronter). Seria a miopia?

Grava duas vezes. É só o início.

* * *

Num intervalo, antes de nos despedirmos, Mariana comenta que passou vergonha na tarde anterior.

- Guri, precisei andar de bicicleta. Eu não sei andar. Eles ficavam pedindo pra ir devagar. Nem devagar nem com pressa (risos).

Antes do tchau, sabe-se lá por que, comentamos sobre um dos ícones da gastronomia local.

- Você gosta de pão com bolinho? – questiona a parceira de Lilian Pacce.

- Claro, com maionese e queijo – respondo.

- Hummm, ontem minha mãe levou para a equipe. Foi o nosso almoço. Uma delícia.

Até a próxima!

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

overdose

09 de abril de 2010 0

Tá, eu sei que o Marlon Teixeira anda aparecendo por aqui quase que diariamente. É que o modelo de Itajaí não para de trabalhar. Revistas e grifes do mundo inteiro querem fotografar o rapaz.

Desta vez, pose para a campanha de inverno da marca brasileira Vila Romana.

rapidamente

09 de março de 2010 0

O filme Do Começo ao Fim, em cartaz em Blumenau e Balneário Camboriú, quase todo mundo já sabe, ganhou destaque em blogs e sites depois que um trailer caiu na rede no ano passado. A história retrata o romance entre dois irmãos (interpretados por João Gabriel Vasconcellos e Rafael Cardoso) num elegante cenário entre o Rio de Janeiro e Buenos Aires.

A novidade é a participação do blumenauense Diogo Veiga (na foto, de sunga azul, ele aparece novinho ao lado de Cauã Reymond e Daniella Sarahyba no livro Mario de Janeiro Testino, do fotógrafo Mario Testino). O loiro interpreta Ivan, treinador de natação de um dos protagonistas.

Diogo, 28 anos, que já trabalhou como modelo, é atualmente gerente da Diesel, no badalado shopping Iguatemi, em São Paulo.

Por telefone, ontem à tarde, conversamos sobre o longa.

Como você foi parar neste filme?
Eu recebi o convite de um dos donos da produtora do longa (a Pequena Central). Ele me indicou ao diretor Aluizio Abranches. Marcamos uma reunião e eu fiquei com o personagem.

É seu primeiro trabalho como ator?
Sim, mas tinha um pouco de experiência porque já tinha feito comerciais.

Teve alguma preparação para gravar?
Fiz um tipo de workshop com a Camila Amado (professora de interpretação que já trabalhou, por exemplo, com Daniel Oliveira para o filme Cazuza). Mas foi só um dia. Ainda não tive tempo de ver o filme.

Sério?
(risos) Pois é, muita correria. Ele estreou no fim do ano passado e na loja é um momento de muito trabalho.

E vai investir na carreira de ator?
Nunca tive pretensão. Até porque tenho que estudar muito.

* Texto publicado na Contracapa desta terça.Foto: Reprodução