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Posts com a tag "noite"

don lucchesi, o novo pub de blumenau

10 de julho de 2011 17

Don Lucchesi é novo pub que abre quarta-feira à noite em Blumenau. Comandado por Ernesto e Stefano Lucchesi ( tio e sobrinho), o espaço está instalado na Rua Almirante Tamandaré, 1220 (embaixo do Fetuccine Massas e próximo ao Parque Ramiro Ruediger).

A casa deve funcionar de quarta a domingo – desde os clientes do happy hour até aqueles que saem de casa mais tarde (bandas passarão pelo palco do bar). Tanto que a abertura ocorre justamente no Dia Mundial do Rock.

A capacidade é de 120 pessoas.

O nome do pub inclui uma brincadeira ( e uma homenagem, porquê não?) ao sobrenome dos proprietários, que já esteve entre os cinco mais importantes da máfia italiana de Nova York ( lembram de O Poderoso Chefão?).

A decoração, por exemplo, mistura referências americana, inglesa e italiana.

música ambiente

02 de junho de 2010 0

Mais um cartaz interessante.

assim será

14 de abril de 2010 34

Antigo reduto dos universitários (que saudade!), o Observatório ganha nova cara, novo nome e, pelos carros estacionados no desenho do projeto, novo público.

Instalado na Rua Antônio da Veiga, o Obs Concept será inaugurado dia 14 de maio e vai apostar, como o Pancho publicou no Mercado Aberto desta quarta, na música eletrônica.

Além do inglês Ramirez, que toca no primeiro dia, Carlos Fuse será o DJ residente.

O local terá mais de mil metros quadrados.

Gostou?

navegando em outros mares

24 de fevereiro de 2010 0

Biz e Kaiser abrirão o Ahoy! no fim de março na Rua Paraíba./Gilmar de Souza
Falta pouco para que os “piratas” Marcelo “Kaiser” Novelli e Leonardo Biz finquem sua bandeira no número 66 da Rua Paraíba, em Blumenau. É no antigo bar KGB que os parceiros da Barba Ruiva Produções abrirão o Ahoy! Tavern Club.
A ideia, um sonho alimentado por anos, é reunir no espaço apresentações de bandas locais, estaduais e nacionais (e know how para isso eles têm de sobra). E música, nós sabemos, combina com diversão e cultura. As paredes do local serão cobertas por criações de artistas plásticos, designers e estilistas.
– Buscamos um lugar por muito tempo. Queremos liberdade para colocar nosso gosto musical aliado a shows com bandas diversas, além de reunir pessoas interessantes – comentaram, em uníssono, ontem pela manhã entre tijolos e paredes descascadas. É este o espírito da novidade.
Previsto para abrir suas portas no fim de março, o bar deverá funcionar de quinta asábado – além de outras datas com eventos especiais. Nas noites, doses cavalares de rock, blues, jazz, MPB, samba rock, hard rock, eletrorock etc.
Assim como naquele antigo comercial, cada um na sua, mas com alguma coisa em comum: boa música!

*

O pirata, para quem não sabe, é a marca registrada da dupla.

* Texto publicado na Contracapa desta quarta.

Postado por Cristiano, da Redação

luxo!

20 de fevereiro de 2010 8

Reprodução
Neste sábado rola no Rock Bühne Key Club, o famoso “bar da chave” na Rua das Palmeiras, uma festa em comemoração aos 30 anos da chegada de Erich Thun a Blumenau.
Já que o dia é de festa, encontrei no arquivo do Santa um perfil do “alemão” escrito por Susan Liesenberg para a Viver! (de 24 e 25 de novembro de 2007).
Ninguém melhor para sabatinar uma das mais interessantes (e controversas) figuras da noite blumenauense.
O texto é uma delícia.

Erich on the rocks

Estrelas do rock são exageradas. Conquistam o paraíso – um lugar onde, para elas, geralmente há muito sexo, música e festa – pecando pelo excesso sem carregar o peso da culpa. Erich Thun nunca compôs uma música, escreveu uma letra ou tocou um instrumento. Mas é um rockstar. Tudo nele é muito. Tudo nele é intenso. Tudo nele é excessivo. Dono do Rock Bühne Key Club, na Rua das Palmeiras, ele reuniu gente como Mick Jagger, John Lennon e Jimi Hendrix no mesmo lugar. Sem crise de identidade ou risco de processo autoral, Erich fez de si um personagem original plagiando os ídolos.
– Eu sou um pouco de tudo o que me cerca – simplifica, entre pôsteres, luzes, quadros, cores, fotos, gritos e discos.
Mãe. Mãe faz toda a diferença. Se a ausência dela é capaz de gerar crises, a presença gera Erich. Margarethe, hoje com 82 anos, deu ao filho o primeiro empurrão para o estrelato. Um sax ou um rolo de fita para gravar músicas como presente de aniversário? Com os hormônios em transe no auge dos anos 60, o espírito leonino rugiu. Naquele 3 de agosto, optou pelo gravador e começou a tocar a trilha sonora de uma história dançante. Aos 14 anos, passaria a noite embalado por Roy Orbinson, e o resto da vida, pelo rock’n’roll.
– A única coisa que diferencia quem curte o ritmo é a idade. Jovens, velhos, todos ouvem rock. O que os une é que ele coloca qualquer um pra dançar, ele inclui. Música tem que ter catarse, tem que liberar o espírito, e isso, só ele faz – atesta.

Metralhadora

Discos eram caros, raros. A grana, mais ainda. Erich ganhou no emprego como tipógrafo o dinheiro para comprar os primeiros vinis. Tudo ia bem, não tivesse de trocar anos depois os LPs por um instrumento que sempre dá a mesma nota. No exército, de metralhadora na mão, stop com Rolling Stones!
Da Braunschweig natal para os campos de treinamento. Por um longo período, o único som eletrizante ouvido na caserna era o uivo dos mísseis. Mas Erich queria mesmo era bombar em outro lugar. Concluiu o serviço militar e marchou até as fervidas pistas de Berlim. Tirou a farda, vestiu-se de anos 70 e virou DJ.
– A música transforma as pessoas. Eu gosto de sentir a vibração na pista e vê-las incorporarem seus ídolos, mesmo que seja por minutos, mesmo que seja pelos instantes que duram uma música – amplifica o disc-jóquei dos ilustres anônimos perdidos na noite.
A cabeleira blond-power brilhou absoluta pela Europa. Na Dinamarca, tocou na inauguração da boate Key Club, que estava para os europeus assim como a Studio 54 foi para os nova-iorquinos, um desbunde exclusivo onde só entrava quem era convidado – ou tivesse a chave, no caso da boate escandinava –, esquema adotado no Key Club que ele abriria aqui nos trópicos, anos depois.
Foi num cenário tropical, aliás, que Erich decidiu vir ao Brasil. De férias em Ibiza, encantou-se pelo balançar das palmeiras das praias espanholas. Mas faltava swing naquele balanço. E a caminho de um outro mar, em 1977, ele desembarcou no Rio de Janeiro. Apaixonou-se perdidamente. Mas foram as palmeiras da Alameda Duque de Caxias, em Blumenau, estas sim, que preencheram seu coração há 27 anos.
Em 1980, de volta ao Brasil, ele ouviu falar de Blumenau. A bordo do navio, o funcionário de uma vinícola gaúcha lhe garantiu que o paraíso era aqui, promessa que mudou do vinho para a água. Nos primeiros anos, Erich e seus discos conheceram a enchente. Mas a lama, como a poeira, sempre baixa. E ele lavou a alma da desgraça ao se tornar a figura mais pop da noite blumenauense.
A melhor festa da cidade atendia por Cabaret, casa de shows-cover de Liza Minelli e dos personagens do filme Victor & Victoria, no térreo do Hotel Bavária. Filas de dobrar a esquina, algumas mesas, muita gente e Erich no som. Foram dois anos de ferveção apenas, mas histórias que até hoje arrepiam os pêlos dos mais nostálgicos.
Anos memoráveis, como foram os de 1982 a 1992, na Joy, nome do seu point definitivo na Rua das Palmeiras – mais tarde rebatizado de Rock Bühne Key Club, o Clube da Chave do Palco do Rock – de onde nunca mais saiu. Nem alguns personagens, que, na memória dele, vão ficar lá para sempre:
– Lembro das pessoas pelas músicas que curtem. Elas traduzem nossos sentimentos, revelam nossa alma, mostram quem somos. Eu conheço cada um que entra aqui pelo ritmo dos passos, pelo balanço do corpo. E não me engano nunca. São mais de 40 anos de night, meu bem.
É assim, pelo tempo de diversão, que ele conta a idade.

Mulheres e discos

Erich só desacelera a batida quando fala da vida pessoal. Casou-se uma vez, noivou outras seis, tem três filhas – residentes na Europa –, um irmão e mantém um sítio no Garcia/Jordão onde cria seus cães, paixão que vem depois de mulheres e música, nesta ordem. Sobre o sexo feminino, um dado importante: Erich afirma que conquistou mais mulheres do que teve discos. Perdeu a conta dos discos.
Como qualquer estrela do rock, ele cultiva o ego mais do que a modéstia. É com sonoros “eu sei” que responde a elogios, a maioria feitos dele para si mesmo. Sim, excessivo, intenso, muito muito, muito tudo. Da mesma forma como ele venera o público para quem toca, como ele grita para quem se permite pecar pelo excesso sem carregar o peso da culpa, nem que seja pelos instantes que duram apenas uma música, Erich é único, é original. Erich é um luxo!

Postado por Cristiano

a noite vem atropelando...

19 de fevereiro de 2010 0

Reprodução
A noite é feita de personagens inesquecíveis e interpretações regadas a breu. Há 30 anos Blumenau recebia uma das mais interessantes figuras do gênero.
Erich Tuhn veio da Alemanha no final dos anos 70 para conhecer o Rio de Janeiro. Mas só em 1980 o “alemão” descobriu a terra da Oktoberfest. A dica para descer ao Sul veio de dentro do navio que o trazia aos trópicos. Um funcionário de uma vinícola lhe indicou o caminho.
Desde então, estas três décadas foram recheadas de festas. Grandes festas. Antes do Rock Bühne Key Club, o filho de Margarethe reuniu uma interessante fauna notívaga na Cabaret, uma casa de shows no térreo do Hotel Bavária, e depois na Joy, instalada praticamente ao lado do hoje famoso “bar da chave”.
Para comemorar tamanha extensão de histórias, drinques, cliques, suor e cerveja (e, claro, sua poção mágica esverdeada), rola amanhã uma festa com discotecagem de Douglas vs Duh e show da banda The Old Lads.
E como recordar é viver, a hostess Campari Joy também aparece por lá.
Ingressos a R$ 12.

* Texto publicado na Contracapa desta sexta-feira.

Postado por Cristiano, da Redação

aqui se faz...

18 de fevereiro de 2010 1

A Calvin, de Timbó, concorre como Banda do Ano./Divulgação
Nada melhor do que o reconhecimento popular. Empenhado em divulgar a música produzida em Santa Catarina há três anos, o site Válvula Rock criou uma premiação para escolher os melhores de 2009.
O 1º Prêmio Válvula de Rock Catarinense reúne algumas das bandas mais atuantes no Estado. Parte deste cenário é composto por grupos do Vale do Itajaí. Tanto que quatro deles concorrem em várias categorias: Lenzi Brothers, de Balneário Camboriú (Banda do Ano, Melhor Show e Melhor Videoclipe); Parachamas, de Blumenau (Banda do Ano, Melhor Show e Melhor Música); Display, de BC (Banda do Ano) e Calvin, de Timbó (Banda do Ano).
A votação rola até o dia 28 no site www.valvularock.com.br/premio. São oito categorias no total. Entre elas, Melhor Festa/Festival (Barba Ruiva Convida, de Blumenau e Let`s Rock, de Rio do Sul) e Melhor Casa de Shows (Donna D Pub, de Blumenau; Grau Casa, de Brusque e JB Pub, de BC).

* Texto publicado na coluna Contracapa desta quinta.

Postado por Cristiano, da Redação

liberdade

16 de fevereiro de 2010 0

Em plena terça-feira de Carnaval rola no Galera`s Beach Bar, na Brava de Itajaí, uma pré-estreia do filme The Drifter.
O protagonista é o surfista e cantor Rob Machado, conhecidíssimo de quem acompanha as ondas mundo afora.
Rob foi seguido diariamente durante uma temporada na Indonésia pelo diretor Taylor Steele. Ele é o foco. Sem contar as belíssimas imagens e a trilha sonora.
Além do lançamento da produção, a estrela também sobe ao palco para dar uma canja.
A partir das 22h.

Postado por Cristiano