Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "teatro"

caminhando na ponta dos pés

08 de julho de 2011 0

O incansável diretor e ator Rodrigo Vecchi, juntamente com o Grupo de Arte Alina Lamparina, monta neste fim de semana o musical A Volta do Malandro.

A trupe é formada por empresários, advogados, arquitetos, bancários, donas de casa, estudantes, entre outros – a bailarina Karline Beber assina algumas coreografias e a artista plástica Zane Marcos expõe uma série de obras inspiradas em musicais do grupo.

Amanhã e domingo, às 17h e às 21h, no Teatro do Centro Empresarial de Brusque (ingressos a R$ 30 na loja Carol Tavares).

***

Nas fotos, Tânia Duarte, Raquel Mosimann, Juliane de Souza e Silva, Rodrigo Vechi, Leila Zen, Ronie Staack e Ana Julia Benvenuti.

sem medo de ser feliz

26 de junho de 2011 0

Assim como grande parte dos atores, o interesse de Jorge Gumz, 22 anos, pelas artes cênicas começou na escola. Das pecinhas infantis, o blumenauense optou pela graduação na Furb. Dois semestres antes de receber o diploma, trancou a matrícula e embarcou para São Paulo (há pouco mais de um ano e meio). Atualmente, junto ao respeitado grupo Os Satyros, está focado na interpretação de uma das personagens do espetáculo Cemitério dos Elefantes, dirigido por Fábio Penna, e encenado na Praça Roosevelt. Mês que vem, Jorge retorna a Blumenau para reencontrar os colegas no Fitub.

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
As tardes de verão brincando na piscina da casa onde morei, das férias na praia e das visitas que eu fazia à minha vó. Adorava visitá-la. Correr pelo sítio, brincar com os animais. Bons tempos… (risos).

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Sou bem preguiçoso aos domingos. Gosto de dormir até mais tarde. Quem não gosta, né? Mas também gosto de ir nas feirinhas aqui de São Paulo, encontrar os amigos, ir a exposições.

O que você faz para espantar a tristeza?
Travo batalhas homéricas com as minhas tristezas, mas sempre tenho o apoio dos meu amigos. Amigos são essenciais nestes momentos e em todos os outros!

Que som acalma você?
Depende da situação (risos).

Qual seu maior medo?
Confesso que ri nesta pergunta. Estou em cartaz com o espetáculo Cemitério dos Elefantes e a minha personagem, em dado momento, fala sobre o medo e afirma “que sentir medo é bom, afinal de contas ele mostra que estamos vivos…”. Acredito que, no dia a dia nos esquecemos de muitas coisas, valores, e quando paramos para pensar em nossos medos, aí sim nos sentimos vivos e pulsantes. Mas ultimamente tenho tido medo de perder as pessoas que são importantes para mim.

Um gosto inusitado.
Cerveja com groselha conta? Descobri essa mistura em um bar daqui, fiquei meio em dúvida, mas confesso que é uma delícia (risos)

Qual você considera a maior das virtudes que uma pessoa pode ter?
Sinceridade. E não apenas a sinceridade com o outro mas também com ela mesma, porque se você é sincero com você, isso reflete nas suas amizades.

Qual a palavra mais bonita da língua portuguesa?
Uhm… eu aprendi que a palavra saudade é uma das palavras mais lindas, profundas e cheias de significado em nosso idioma. Pode representar alegrias, tristezas, pessoas.

Que presente você ganhou e nunca esqueceu?
São vários, mas em especial os bilhetes que minha mãe me dá, que ficam guardados dentro de uma caixa de girassóis linda feita por uma amiga muito especial.

Que presente você daria para a sua cidade natal se pudesse?
Eu daria centros culturais para difundir a cultura pelos quatro cantos da cidade.

O que você mais faz na internet?
Leio muito! Blogs, sites, jornais (risos). Fico pelas redes sociais acompanhando os acontecimentos e, claro, uso a internet como ferramenta de trabalho.

Que filme você sempre quer rever?
Em Busca da Terra do Nunca, um filme que mostra as descobertas e redescobertas de infinitas possibilidades pelos olhos de uma criança ou de um adulto.

Quem é a pessoa que você mais admira?
Minha mãe. Esse tempo longe de casa me fez apreender muito sobre a vida e posso dizer que sobre muitas coisas a Dona Beth já havia me alertado. Mas a admiração por ela já vem de algum tempo pela força, determinação, alegria, pensamento positivo e, principalmente, pelo amor que ela me deu.

Se você pudesse voltar atrás e mudar alguma coisa na sua vida, o que mudaria?
Acho que não mudaria nada, acredito que tudo que vivi teve um porque, assim como para todos os outros que fazem parte da minha história. Mas, se eu pudesse voltar no tempo eu iria aproveitar muito mais cada momento vivido.

Que experiência artística teve mais impacto em você recentemente?
A Praça Roosevelt (Centro de São Paulo). É uma experiência incrível ver um lugar se transformando a cada dia. Todos os dias você conhece alguém interessante, você vê arte, conversa arte, dá boas risadas, faz boas amizades.

panorama

03 de maio de 2011 0

Os professores Walter Lima Torres Neto, Bárbara Mara Bof dos Santos, Eduardo Okamoto, Fátima Maria Ortiz Lour e Pita Belli passaram dois dias, no fim da semana passada, focados na escolha dos participantes da Mostra Universitária Nacional – Competitiva da 24ª edição do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (Fitub), que rola de 8 a 16 de julho.

Dá uma conferida na lista:

- O Horácio – Centro Universitário Barão de Mauá (Ribeirão Preto, SP)
A Porca Faz Anos! – Universidade de Brasília (DF)
Ponto de Partida – Universidade de São Paulo (SP)
- Números (foto) - Universidade Estadual de Campinas (SP)
Trânsito Livre – Universidade Estadual de Campinas (SP)
S. – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO (RJ)
- Trajetória “X” – Universidade de Brasília (DF)

Saiu também a seleção para a Mostra Paschoal Carlos Magno – Universitária Latino-Americana:

- Detras – Instituto Universitario Nacional  del Arte – Buenos Aires (Argentina)
Arenales, um pueblo bajo el mar - Instituto Universitario Nacional  del Arte – Buenos Aires (Argentina)
Sin sentido - Universidad de Antioquia – Medelín (Colômbia)
El cadáver de um recuerdo enterrado vivo – Instituto Universitario Nacional  del Arte – Buenos Aires (Argentina)
Uñas Sucias -  Universidad Mayor – Santiago (Chile).

expressão

15 de outubro de 2010 0


Com passagem pelo Grupo Phoenix e pelo Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, o ator Jorge Gumz se prepara para estrear dia 13 de novembro nos palcos paulistanos.

Em Cemitério dos Elefantes, dirigido por Fábio Penna, o blumenauense de 21 anos vai interpretar uma entidade espiritual que funciona como fio condutor das muitas histórias de solidão apresentadas ao longo do espetáculo.

A peça é uma criação coletiva do grupo participante do núcleo experimental da Companhia de Teatro Os Satyros, uma das mais importantes e atuantes das artes cênicas no país – tanto que estão instalados na famosa Praça Roosevelt.

Esta apresentação faz parte do Satyrianas – Uma Saudação à Primavera, festival da companhia que já recebeu nomes como Walcyr Carrasco, Maria Adelaide Amaral e Antunes Filho, entre outros.

* Publicado na Contracapa desta sexta.

fim da temporada

17 de julho de 2010 0

O Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (Fitub) encerra neste sábado no Teatro Carlos Gomes.

Às 16h30min, sobe ao palco do Pequeno Auditório o grupo (E)xperiência Subterrânea, de Florianópolis, com a peça Women’s. No enredo, uma faxineira de necrotério dialoga com seus fantasmas pessoais enquanto realiza sua tarefa cotidiana.

Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às 20h30min, o Coro da Furb começa a solenidade de encerramento do festival, que terá a entrega de prêmios aos grupos vencedores da mostra universitária.

naturalidade para poucos

26 de maio de 2010 2

Vinicius Batista, repórter do Lazer, assistiu a primeira apresentação de O Estrangeiro, em Blumenau, e escreveu algumas linhas para o blog:

“Pouco mais de 30 pessoas puderam conferir um bom texto, com uma interpretação de qualidade e uma estética simples e bem trabalhada. O monólogo O Estrangeiro, apresentado nesta terça à noite no Teatro Carlos Gomes, tinha vários motivos convidativos para o público. A obra é clássica, baseada no livro do escritor Albert Camus, o ator, Guilherme Leme, é conhecido e talentoso, a divulgação foi feita, o horário e o tempo estavam agradáveis e o preço era justo.

Mesmo assim, o espaço do Pequeno Auditório, com capacidade para 220 pessoas teve um público pequeno. Nesta quarta tem a segunda apresentação, e, pelo que dá pra ver pela janela, nem o tempo parece querer prejudicar uma ida ao teatro. O Estrangeiro será encenado às 20h30min. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). Sócios do teatro e do Clube do Assinante do Santa têm desconto.

Os sortudos presentes ontem à noite assistiram um ator que com simplicidade conseguiu, a partir da fidelidade à obra original, a atenção do público. A peça caminha num ciclo crescente de acontecimentos em que o personagem, Mersault, se mostra sempre firme de suas convicções, mesmo sob pressão. Essa força na personalidade é passada com proeza por Guilherme Leme, com clareza e naturalidade de emoções.”

Atualização: sócios do Clube do Assinante do Santa têm 20% de desconto.

estado de conforto

19 de maio de 2010 0

A chuva que causou estragos em Itajaí nesta terça-feira acabou cancelando o espetáculo O Estrangeiro, no Teatro Municipal. A produção decidiu fazer um apresentação única nesta quarta, às 21h.

O monólogo é uma adaptação do livro de Albert Camus e tem no elenco o ator Guilherme Leme. A direção é da atriz Vera Holtz. Leia sobre o espetáculo aqui.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e R$ 24 para sócios do Clube do Assinante do Santa.

na praça

11 de maio de 2010 1

A Cia Carona de Teatro divulgou o cartaz de Passarópolis, o primeiro espetáculo do grupo que será encenado na rua.

Estreia dia 22, às 20h, em frente ao Teatro Carlos Gomes, em Blumenau.

capacidade de mudar

09 de maio de 2010 0

Foi no curso de Artes da Furb que o blumenauense Fábio Hostert, 32 anos, descobriu o teatro. Pensava em artes visuais, mas desde o início se voltou para os palcos. Ingressou no Grupo Teatral Phoenix, se encantou pelo trabalho como (e com) ator e há 10 anos faz parte da Cia Carona de Teatro, a mais premiada do Vale do Itajaí. Atualmente, experimenta a posição de comandante. Divide-se entre a direção de Faca de Dois (Le)Gumes (já em cartaz) e do monólogo É Tentando Que Se Desiste, com o colega James Beck. E no dia 22 deste mês encara mais um desafio. Ao lado dos companheiros, o ator estreia no elenco de Passarópolis, uma comédia de rua – a primeira da Carona. Merda!

Qual a sua lembrança de infância mais remota?
Fazer uma paçoca de bolacha maria no café e encher de açúcar. Eu amava isso! Mas, a mais remota é meu pai enterrando o nosso cachorro Mickey. Eu devia ter uns três anos, tenho a imagem muito clara do lugar, dos movimentos. Fiquei vendo de longe.

Onde você passou as suas férias inesquecíveis?
Já passei férias maravilhosas. Agora, as inesquecíveis ainda virão.

Qual a sua ideia de um domingo perfeito?
Acordar tarde, do lado do meu amor, dar um bom dia bem carinhoso, perceber que já é muito tarde e não estar nem aí. Depois, encher a mesa de comida e passar o dia de chinelos e pouca roupa.

O que você faz para espantar a tristeza?
Procuro o que há de lindo nela, geralmente encontro. Há muita beleza nesse lugar.

Que música não sai da sua cabeça?
Bird Gerhl, de Antony and the Johnsons, e O Teu Começo, de Gregory e Pochyua na voz de Mareike.

Em que situação você perde a elegância?
Elegância em demasia faz mal (risos).

Em que outra profissão consegue se imaginar?
Difícil me imaginar fora do teatro, mas poderia ser arquiteto.

O que menos gosta em sua aparência?
Estou bem satisfeito. Talvez os pelos.

Que presente você ganhou e nunca esqueceu?
Girassóis.

O que você mais faz na internet?
O normal, Facebook, Orkut, Twitter e pesquisas sobre meus temas de trabalho e curiosidades, sou muito curioso. Gosto muito de visualizar imagens, sempre.

Que projeto de vida está determinado a realizar na próxima década?
Trabalhar menos e ganhar mais. Ah, e casar. Espero que não leve toda a década.

O que você está lendo?
Textos dramatúrgicos do movimento Teatro do Absurdo.

Se sua casa pegasse fogo, o que você salvaria?
Selma e Marisa, minhas gatas.

Se você pudesse se mudar para qualquer lugar do mundo amanhã, que lugar seria?
Buenos Aires.

Quais são seus nomes favoritos?
Ivone e Ernesto.

Qual sua melhor qualidade?
Algo entre o bom humor, sinceridade e a capacidade de mudar.

Qual sua maior curiosidade?
Agora menor, mas ainda presente, ser pai.

Qual é o seu herói de ficção favorito?
Mística, do X-Men. Ops, ela é uma vilã. Ah, o Super-Homem, claro.

Antes, durante ou depois?
Todo o tempo e com muita intensidade.

Qual é o seu lema?
Arregaçar as mangas e ir à luta.

* Texto publicado na Contracapa deste fim de semana.

assim não dá

22 de março de 2010 1

Wania Bittencourt já voltou do Festival de Curitiba, mas continua conectada com os últimos acontecimentos na capital paranaense.

Os representantes blumenauenses seguem enfrentando percalços por lá. O Grupo K, que faria no domingo, às 12h, a primeira apresentação da peça O Tapete de Maria precisou cancelar a estreia. Quando chegaram ao local, souberam que o espaço havia sido interditado em função de um incêndio.

O espetáculo foi transferido para às 15h, mas a iluminação, de responsabilidade do evento, só ficou pronta perto das 16h30min.

Por telefone, a repórter do Santa falou nesta segunda com o diretor e ator Rafael Koehler, que estava na porta do teatro esperando os responsáveis pela sala. Eles pretendem encenar a peça novamente às 15h.

- É uma falta de respeito com os profissionais – desabafou Koehler, que pretende mandar um e-mail à organização e à imprensa explicando as dificuldades pelas quais os grupos integrantes do Fringe estão passando.

Quem estava no festival, um dos mais importantes do país, acompanhou de perto a overdose de problemas técnicos. Inclusive na mostra oficial, geralmente recheada de figurões do teatro brasileiro.

Música Para Ninar Dinossauros, de Mario Bortolotto, teve atraso de mais de duas horas na estreia em função de problema no equipamento de iluminação.