A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) divulgou na tarde desta segunda-feira os grupos do Gauchão 2010. A definição saiu no congresso técnico realizado na sede da FGF, em Porto Alegre. O Inter-SM foi representado na reunião pelo seu presidente, Marineu Ziani, o vice de futebol, Paulo Brandt, e o supervisor de futebol, Valdir Nunes. A turma colorada esperava voltar da Capital também com a relação de jogos do time de Santa Maria na competição e, ao menos, uma ideia de quanto o clube receberá de repasse de verba da FGF, mas ficou só na vontade mesmo. A tabela e o dinheiro do Gauchão devem sair só em meados de novembro. Por enquanto, só os grupos: Grupo 1 Grêmio Juventude Avenida Porto Alegre Ypiranga-Er Inter-SM Novo Hamburgo Esportivo Grupo 2 Inter Caxias Santa Cruz Pelotas São José-PA São Luiz Veranópolis Universidade Sport Club (ex-Ulbra) O regulamento segue o mesmo deste ano. No primeiro turno, a Taça Fernando Carvalho, as chaves jogam entre si (Grupo 1 x Grupo 2), apenas em confrontos de ida. No segundo turno, a Taça Fábio Koff, os duelos serão dentro das chaves (Grupo 1 x Grupo 1 e Grupo 2 x Grupo 2), sem jogos de volta. Os quatro melhores de cada grupo avançam para as finais do turno que também serão disputadas em partidas únicas. O campeão da Taça Fernando Carvalho faz a final do Gauchão contra o campeão da Taça Fábio Koff. Se um time ganhar os dois turnos, será fica com o título gaúcho. Apenas uma observação sobre a formação dos grupos. Dá para perceber nitidamente que foi um sorteio conduzido para deixar as duas chaves bem equilibradas. De um lado, no Grupo 1, ficaram os cabeças-de-chave Grêmio, Juventude, Avenida, de Santa Cruz, e Porto Alegre. Do outro, Inter, Caxias, Santa Cruz e Pelotas. E o preenchimento dos grupos também seguiu uma ordem para deixar o campeonato bem parelho. Basta ver que Esportivo e Universidade (a antiga Ulbra), os dois clubes que estão mais atrasados na preparação para a temporada 2010, ficaram em grupos diferentes. Pelo menos no desenho, o próximo Gauchão está interessante. 
Postado por Ramiro Guimarães
