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Mudar é o caminho

17 de maio de 2013 2

Na vida, quando as coisas não andam bem, o tempo se encarrega de mostrar que as mudanças são inevitáveis. Trocar de cidade, de emprego, de casa, de estilo de vida, enfim, tudo implica em readaptação. No futebol, as trocas acontecem com uma velocidade ainda maior do que na vida. A dinâmica das competições exige essa atitude.

Após cansar de pedir pela presença mais assídua dos dirigentes, Cirio Quadros e o departamento de futebol esmeraldino resolveram mudar. Deixaram de lado a diplomacia de só comandar o time para cobrar a companhia do presidente e de seu vice, pelo menos, no dia-dia do clube. Alega o treinador que faltava um pulso mais firme para tomar decisões quanto a mantimentos, estrutura e até para respaldar a saúde financeira do Riograndense.

Ao que tudo parece, as coisas voltaram a se ajeitar na noite da última quinta-feira. Horas antes do encontro, tão somente encerrou o trabalho técnico com os atletas, Cirio Quadros não excitou nem mesmo em reavaliar a sua permanência. E foi só ele mudar de comportamento para a direção do Periquito mudar de estratégia. A saída iminente de Halan Marques, da vice-presidência, abre caminho para uma nova etapa.

Na quarta-feira, tudo recomeça. É preciso esquecer a eliminação para o Brasil-Pe e mirar uma nova classificação: o Riograndense terá três partidas em casa e quatro fora para buscar uma nova classificação.


Uma nova expectativa

Com o 2º Turno da Divisão de Acesso, renovam-se as esperanças aos 15 times que ainda buscam um lugar na primeira divisão. Isso porque Brasil-Pe ou São Paulo-RG, finalistas do 1º Turno, terão a vaga garantida.

No Inter-SM, a tabela apresenta quatro jogos no Estádio Presidente Vargas, ou seja, 12 pontos dos 21 disputados. Há aí um fator que o time poderá aproveitar para reduzir o caminho às quartas de final. Inevitavelmente, quem fizer 12 pontos irá seguir adiante. Com menos, as chances de seguir à fase eliminatória também são muito boas.

De olho nisso, Badico tratou de executar o que ele já queria desde o 1º Turno: um novo atacante. Matão não atuou no amistoso contra o Juventude, mas terá, a partir do jogo contra o Riopardense, pela 2ª rodada do 2º Turno, uma missão vital no elenco alvirrubro.

Ele vai carregar a esperança de resolver a carência ofensiva detectada pelo treinador. Se for esperto, poderá ser o grande nome do Inter-SM na temporada, um novo ídolo, até, a exemplo de Badico.

Vídeo mostra torcida Xavante no alambrado dos Eucaliptos

15 de maio de 2013 15

A partida entre Riograndense e Brasil-Pe, que eliminou o time esmeraldino da fase final do 1º Turno da Divisão de Acesso, ainda rende assuntos e comentários. O mais novo deles é sobre os estragos que a torcida Xavante teria feito no local em que ela ocupou no Estádio dos Eucaliptos.

Na edição impressa do Diário de Santa Maria, da última quarta-feira, na página 14, o engenheiro José Luiz Coden, que é um colaborador esmeraldino, disse que os torcedores rubro-negros quebraram quatro moirões de cimento, além de terem colocado abaixo parte da tela de proteção, entre o gramado e a arquibancada móvel, instalada especialmente para aquele jogo.

— Não sei por que eles fizeram isso. Tiveram um bom resultado e os jogadores deles estavam comemorando a vaga. Ainda bem que a polícia conseguiu intervir, se não, teriam quebrado tudo — disse o engenheiro.

Como o blog é um espaço democrático, sempre para mostrar a opinião dos torcedores, publicamos o que o estudante Daniel Duarte Pillar nos encaminhou, por e-mail. Ele estava presente no local onde a confusão entre policiais e torcedores Xavantes aconteceu:

— Sobre a notícia da parte de esportes em que fala que a torcida Xavante danificou o alambrado do Estádio dos Eucaliptos, do Riograndense. O engenheiro José Luiz Coden afirma que a torcida tentou invadir o gramado, quebrando a cerca que divide a torcida do campo, e até mesmo falando que, se não fosse a polícia, quebrariam tudo. Eu estava naquele local e vi de perto o que aconteceu, e sei que o engenheiro nã o estava ali para afirmar isso, e gravei esse vídeo:

— Fica claro que quando acaba o jogo, a torcida pula na grade e rede para comemorar, e nao para invadir, e o muro quebra com o peso de alguns poucos torcedores, mostrado que estava velho e confirmando a falta de estrutura do estádio. Jogar a culpa na torcida do Brasil foi uma desculpa do engenheiro — completa o estudante

Opinião do blogueiro: a proteção estava ali para evitar o acesso dos torcedores ao gramado. Percebe-se, nas imagens, que a torcida Xavante, ao se arremessar contra a grade e tela, para a comemoração, comete um ato passivo de invasão de campo. Por quê? Se a grade e a tela não estivessem ali, todos que pularam contra a proteção, num ato eufórico pela classificação, teriam caído sobre o gramado. Não há, também, como saber quantos torcedores a proteção suportaria sobre ela. Lugar de torcedor é na arquibancada, sempre.

E você, torcedor, qual a sua opinião sobre o fato?

Quais seriam os motivos?

14 de maio de 2013 3

Por Diogo Brondani

Declarações ditas à imprensa por alguns jogadores do Riograndense, logo após o termino da partida de domingo, em que o time perdeu a vaga na final do primeiro turno da Divisão de Acesso para o Brasil-Pe, no Estádio dos Eucaliptos, deixaram a entender que, fora de campo, o clube estaria passando por problemas.

Na segunda-feira, entre  os poucos integrantes do elenco que compareceram ao clube, ninguém quis esclarecer quais seriam estes problemas, e se eles teriam influenciado na perda da vaga para o Xavante. Alguns apenas disseram que o time de Pelotas entrou melhor postado e ponto final.

Por outro lado, nos bastidores do clube, a informação é de que a direção esmeraldina teria prometido realizar o pagamento do mês de abril ainda no sábado, o que não teria acontecido e poderia ter influenciado no desempenho do time em campo.

O desligamento de um atleta do clube teria sido motivado por que ele, durante a concentração, ainda no sábado, teria tentado motivar os companheiros a não entrar em campo em função do atraso do salário.

Um outro fator apontado pelos jogadores para o desempenho dentro de campo no domingo, porém, que ninguém quis confirmar, seria o da falta de apoio por parte da presidência. Visitas do presidente Juliano Leite antes do time entrar em campo, para uma conversa de motivação ou palavras de apoio, seriam raras, além das poucas vezes em que o mandatário estaria presente no estádio em dias de jogos. Além disso, relação distante entre direção e comissão técnico.

O presidente revela que por problemas pessoais e por sua atuação profissional fora de Santa Maria resultaram na sua ausência em algumas partidas, e até no dia a dia do clube. Além disso, ele não entende como positiva a visita aos atletas antes dos jogos.

_ Não tenho hábito de entrar no vestiário porque entendo que isso aumenta a pressão ou tom de cobrança dos jogadores. Deixo que o pessoal do futebol trabalhe no vestiário _ justifica ele.

Quanto ao pagamento, o presidente revela que pode haver incerteza do atleta em função das dificuldades enfrentadas pelos clubes do interior, mas aposta que isso não tenha influenciado no resultado da partida de domingo.

E você torcedor esmeraldino, acredita que houve algum problema extra-campo que possa ter influenciado no desempenho do time? Qual? Deixe o seu comentário.

O lance do pênalti, de outro ângulo, no jogo entre Riograndense e Brasil-Pe

13 de maio de 2013 22

O Brasil-Pe é um dos finalistas do 1º Turno da Divisão de Acesso e fim de papo. Entretanto, a rapidez com que o lance mais importante do jogo aconteceu, sequer permitiu uma interpretação diferente do desfecho da jogada.

Mas, ao serem observadas as imagens do lance, em quadro parado (o que não é permitido ao árbitro e aos auxiliares, no momento em que ele acontece), estará ali a constatação de uma irregularidade.

As imagens abaixo foram captadas pelo repórter Pedro Pavan, do Diário de Santa Maria, aos 27 minutos do primeiro tempo de jogo, entre Riograndense e Brasil-Pe, no domingo, pelas semifinais da Divisão de Acesso.

Nelas, fica evidente que o goleiro Luiz Müller, do Brasil-Pe, dá um passo à frente, na hora de fazer a defesa e evitar o gol de Tiago Duarte, antes que o atacante esmeraldino tocasse na bola. O movimento do atleta Xavante infringe o que determina a regra 14 do futebol:

— Regra 14:

 O Tiro Pênalti: será concedido um tiro penal contra a equipe que cometer uma das dez faltas que levam a um tiro direto, dentro de sua própria área penal enquanto a bola está em jogo. Um gol poderá ser marcado diretamente de um tiro penal. Será concedido tempo adicional para poder executar um tiro penal ao final de cada tempo ou ao final dos períodos suplementares.

Posição da bola e dos jogadores:

A bola: será colocada no ponto penal.

O executor do tiro penal: deverá ser devidamente identificado.

O goleiro defensor: deverá permanecer sobre sua própria linha de meta, frente ao executor do tiro penal, entre os postes de meta até que a bola esteja em jogo.

Procedimento:

O executor do tiro penal chutará a bola para frente; não poderá voltar a jogar a bola até que esta não tenha tocado a outro jogador; a bola está em jogo no momento em que for chutada e se por em movimento.

Contravenções/Sanções:

Se o árbitro dá o sinal de executar o tiro penal e, antes que a bola esteja em jogo, ocorre uma das seguintes situações:

O goleiro infringe as Regras de jogo: o árbitro permitirá que continue a jogada, se a bola entra na meta, se concederá um gol; se a bola não entra na meta, se repetirá o tiro.

Dessa forma, Márcio Chagas da Silva deveria ter mandado a cobrança ser refeita por Tiago Duarte. Nas imagens, um dos auxiliares (João Lúcio Montreiro de Souza Júnior) está quase sobre a linha de fundo, no lado oposto ao da gravação, justamente para evitar qualquer irregularidade do goleiro Luiz Müller.

A carência do Riograndense

12 de maio de 2013 9

O desabafo de atletas e integrantes do departamento de futebol esmeraldino, após a eliminação para o Brasil-Pe, escancararam uma carência no Riograndense. Não foi só dentro de campo que as coisas aconteceram, neste que foi o momento mais importante do clube na Divisão de Acesso.

O Riograndense é carente de uma boa relação entre seus dirigentes e o departamento de futebol. Quando a ausência de um é explicada pelo fracasso do outro, é nítido que falta entrosamento no trabalho em grupo. Mas, reforço, isso tudo extra-campo.

No jogo, o técnico Cirio Quadros fez o que pôde. Mudou, organizou, enfim, empurrou seu time à vitória. Se pudesse ter batido o pênalti, desperdiçado por Tiago Duarte, teria feito isso também.

O empate que eliminou o time da decisão, teve, conforme um integrante da direção esmeraldina, fator de comportamento influenciando no desempenho em campo. Sem se identificar, disse que uma revolta dos jogadores, na véspera do confronto, só não foi maior porque Renan Mobarack, gerente de futebol do clube, interveio para evitar mais problemas.

A atitude, segundo o personagem que relatou a história, teria sido motivada pelo não pagamento dos salários, na última sexta-feira, conforme o Riograndense sempre havia feito, mês após mês, na temporada.

Por mais que a história não seja confirmada, nos próximos dias, é importante que o Riograndense aprenda algumas lições com a eliminação deste domingo.

Uma delas é ter respostas sobre o porquê do clube estar, há 34 anos, remando contra a maré para voltar à elite.

É hora de reunir forças, remotivar-se, pois há um 2º Turno pela frente. Há mais outra chance de chegar à primeira divisão.


A mudança está encaminhada

Entre essa semana, no máximo até a outra, dois reforços devem desembarcar no Estádio Presidente Vargas. Com aval do técnico Badico, é bem provável que ambos joguem em posições ofensivas.

Um meia-atacante e um centroavante são as apostas. Tão experiente nas posições, Badico reconhece que seu time precisa de mais força, do meio para frente, a fim de marcar gols contra os adversários.

Os motivos da eliminação

12 de maio de 2013 16

Após um jogo, é fácil apontar o que o técnico errou, o que o ídolo não fez em campo, em que momento os torcedores deixaram de apoiar a equipe, enfim. Mas, sobre o jogo do Riograndense, é importante, neste momento, todos se perguntarem: dá para repetir, com esse time, a mesma campanha, no 2º Turno?

É hora das lideranças esmeraldinas se unirem. Problemas extra-campo acontecem em todos os clubes. Vaidade, inveja, falta de dinheiro e individualidade vão seguir acontecendo no futebol. Por isso, é preciso que o Riograndense aprenda algumas lições com a eliminação da tarde deste domingo. Uma delas é entender porque o clube está há 34 anos remando contra a maré para voltar à elite.

Será que o caminho traçado está correto? Será que não falta mais apoio da comunidade, como alguns atletas e dirigentes manifestaram nas entrevistas após o jogo?

Falar, de cabeça quente é fácil. Tanto quanto pedir desculpas no dia seguinte.

E você, torcedor, achou injusta a eliminação do Riograndense?

Chegou a hora de apoiar

11 de maio de 2013 4

Por Diogo Brondani

Nenhuma derrota diante da torcida no Estádio dos Eucaliptos. Apenas dois gols sofridos em quatro jogos disputados em casa. Este é o retrospecto do Riograndense na fase de grupos da Divisão de Acesso 2013.

Estes números, além de mostrar a bela campanha esmeraldina, dizem ainda que não será fácil para o adversário segurar o Periquito no jogo de domingo.

Agora, que o time avançou à semifinal e está perto de decidir a vaga nas finais do primeiro turno da competição, chegou a hora do torcedor, não só do Riograndense, mas aquele que torce para que o futebol de Santa Maria chegue à Série A do Gauchão, empurrar o time.

Os ingressos para a partida custam R$ 20 (antecipados e na hora) e podem ser adquiridos nos seguintes pontos de venda:

Posto Peninha (Rua 7 de setembro)
Posto Peninha (Rua Venâncio Aires)
Big Lucão (Na praça Saldanha Marinho)
Bar do Marcelo (Rua Castro Alves)
Bar do Foguinho (Avenida Paulo Lauda)
Fruteira do Quito (Rua Marechal Deodoro)
Secretaria do clube

Estudantes, mulheres e idosos pagam meia-entrada. Crianças até 12 anos não pagam ingresso.



É tudo ou nada

10 de maio de 2013 2

Quando a bola rolar, a partir das 15h deste domingo, no Estádio dos Eucaliptos, o Riograndense estará sob o dilema: tudo, ou nada. É preciso uma vitória simples, por um gol (1 a 0 ou 2 a 1) para seguir adiante, alcançar tudo o que planejou até agora (ou quase, porque ainda faltará o título). Mas continuar o caminho à decisão exigirá que a equipe esmeraldina seja ela mesma, um time capaz de vencer sete partidas consecutivas, algo histórico.

Ao torcedor do Periquito, será importante ter paciência e não querer que as coisas sejam resolvidas em poucos minutos. Haverá o jogo inteiro para buscar o resultado. Por duas vezes, em Pelotas, o time esmeraldino esteve à frente, ponto importante do confronto de 180 minutos.

Pode acontecer de o time não alcançar nada? Pode. Será preciso pressionar o Brasil-Pe, um adversário forte, pela tradição, pelo investimento, e que tem na continuidade do trabalho de Rogério Zimmermann um diferencial. Mas até o time Xavante tem os seus limites.


Badico precisa de ajuda

O período que encerrou o 1º Turno e está antecedendo o 2º Turno vem tirando o sono do técnico Badico. Preocupado em fazer uma campanha, no mínimo, igual à que deixou a equipe fora da fase decisiva da primeira etapa da Divisão de Acesso por apenas dois pontos, o treinador alvirrubro vai reduzir o elenco, mas espera a contrapartida de, ao menos, duas contratações.

O foco do ex-centroavante é esse. Entretanto, Badico também vem sendo uma figura importante para resolver problemas que aparecem fora das quatro linhas. Neste momento, enquanto prepara o time para o 2º Turno, ele ressalta que somente a ajuda de Heriberto Marqueto, Vilmar Tambara e Mauro da Silva, todos ex-dirigentes do clube, o Inter-SM vai encontrar mais dificuldades do que soluções. Badico precisa de mais ajuda, e quer isso logo, antes que a vaga para a primeira divisão escape.


Futebol e literatura

Mais uma edição da Feira do Livro de Santa Maria termina neste domingo. Mas ainda dá tempo de você, que curte literatura e esporte, dar um passeio na Praça Saldanha Marinho e conferir dezenas de importantes títulos sobre o assunto. Se tiver oportunidade, não deixe de levar para casa o livro A Primeira Vez do Brasil — Campeão Mundial em 1958. Nele, Francisco Michielin desvenda aspectos da Copa de 58, na Suécia, a que viu a estreia de Pelé e a primeira conquista do Brasil. Muito bem composto do ponto de vista literário, tem muitas fotos, conteúdo, forma e estilo capazes de empolgar quem adora futebol.

Árbitro de primeira divisão

10 de maio de 2013 3

Escolhido como o melhor árbitro do Gauchão 2013, Márcio Chagas da Silva apita, neste domingo, o confronto entre Riograndense e Brasil-Pe, pela semifinal da Divisão de Acesso.

Definido por sorteio, o que não há como contestar, ele terá à frente um jogo muito disputado, bem à feição de poder mostrar porque foi apontado como o número 1 do Gauchão deste ano.

É normal que, tão logo após a polêmica em que se envolveu na final da Taça Farroupilha, os torcedores coloquem em dúvida o trabalho dele para o jogo deste domingo. Não há como ser diferente.

No entanto, Márcio Chagas da Silva tem a experiência e a maturidade suficientes para encarar essa desconfiança da forma mais profissional possível.

O confronto já tinha um caráter decisivo para elevar sua grandeza. Cresce ainda mais com a presença do melhor árbitro dos últimos dois campeonatos gaúchos.


Desvantagem que poder ser revertida

09 de maio de 2013 1

A derrota do Riograndense, para o Brasil-Pe, encerrou a histórica sequência de sete vitórias, e nada mais. É preciso que o torcedor esmeraldino entenda: há como mudar a desvantagem para chegar à decisão.

O Riograndense consegiu marcar dois gols fora de casa. Com eles, embora tenha sofrido três, basta marcar um, no Estádio dos Eucaliptos, para garantir a classificação. Isso, claro, sem sofrer nenhum em casa.

Será um jogo de superação em Santa Maria, não há dúvida.

Entretanto, se o time do técnico Cirio Quadros mostrar a mesma eficiência das outras partidas que já venceu em Santa Maria, só por um desejo do destino (contrário ao do torcedor esmeraldino) a classificação escapará.

Domingo, às 15h, mais do que nunca, ao longo dos últimos 34 anos, lugar de torcedor esmeraldino será no Estádio dos Eucaliptos.