A situação esmeraldina para o jogo deste domingo, o último em casa na fase de grupos do 2º Turno, é delicada. Poderá até haver outro caminho às quartas de final, lá na última rodada, mas o percurso menos difícil neste momento é vencer o Santo Ângelo.
Com mais três pontos, o Periquito manterá a melhor campanha geral da competição e encaminhará uma vaga à próxima fase (conquistará se Brasil-Fa, Panambi e São Paulo-RG não vencerem na rodada).
A direção prepara uma mobilização fora de campo. Tentará unir os torcedores com a venda de ingressos, no Calçadão, no sábado e no domingo.
O torcedor terá contribuição fundamental para evitar que a classificação ainda dependa de uma vitória contra o Farroupilha na última rodada. Será alguém maluco de querer isso? Por merecimento, o Riograndense teria um lugar entre os oito times que ainda buscarão o título do 2º Turno.
Mas, futebol nem sempre é merecimento. Tem de jogar em campo, com o apoio das arquibancadas e dedicação dos jogadores.
Descansar, secar e, depois, jogar
Já é sabido que alguns clubes dispõem de maior poder político em relação a outros. Mas nem sempre dará para ficar culpando essa ou aquela decisão e se sentindo prejudicado pelos comandantes do futebol.Esse discurso ganhou força no Inter-SM de uns tempos para cá.
Não deixam de ter razão dirigentes e até integrantes da comissão técnica. Mas passou da hora de deixar isso de lado, e fazer o papel do time, em campo, e do clube, na competição.
Dalton Luiz Amorim Melo, o Foguinho, segue como diretor de futebol alvirrubro, pelo menos até terça-feira. A garantia é do presidente Luiz Claudio Mello. Ele afirma não haver divergências entre Foguinho e a comissão técnica.
