Depois de vencer o clássico, elenco do Riograndense quer ver o time deslanchar
30 de agosto de 2012 2A vitória no Rio-Nal 256, disputado no Estádio dos Eucaliptos, na tarde desta quarta-feira, era o que faltava para que o Riograndense deslanche na Copa Hélio Dourado. Pelo menos é no que acreditam alguns dos nomes mais experientes do elenco.
Sem a pressão de ter de seguir buscando a primeira vitória e motivados por mais uma conquista no clássico local, os atletas pensam em subir na tabela e encaminhar de vez a classificação à segunda fase. O volante Rangel acredita que o time tenha de fazer ajustes na defesa, mas confia na melhora do desempenho daqui para a frente.
- Foi uma vitória importantíssima na nossa caminhada. É o que a gente estava precisando: uma vitória. Acho que a gente vinha jogando bem, mas sem conseguir o resultado por erros nossos. Por perder gols bobos, que nem no clássico mesmo. Na própria partida, para mim, o segundo gol do Inter (do zagueiro Gabriel Dorneles, de cabeça) foi falha totalmente nossa, da defesa. Ainda bem que o pessoal da frente conseguiu fazer os gols. E a gente vem criando bastante chances - avalia Rangel.

Volante Rangel (de branco) acredita que, se acertar a defesa, o Riograndense tem tudo para melhorar na Copa Hélio Dourado
Apesar de a tabela reservar duas pedreiras na sequência da Copa Hélio Dourado, o atacante Tiago Duarte, destaque do Rio-Nal 256 com dois gols e uma assistência, fala em buscar uma sequência de vitórias. Ele confia na confiança que a vitória no clássico trouxe ao grupo. O Riograndense terá pela frente o São Paulo-RG, no Estádio Aldo Dapuzzo, às 15h de domingo, e o Brasil-Pe, às 20h da próxima quarta-feira.
Talvez o Rio-Nal não tenha agradado por completo apenas uma pessoa no Estádio dos Eucaliptos. O volante Gudi comemora os três pontos conquistados, mas lamenta ter sofrido uma nova lesão de tornozelo. Antes, foi o esquerdo. Agora, é o direito. O atleta será reavaliado nesta sexta-feira e deve ficar fora pelas próximas rodadas. O lance que causou a lesão ocorreu pouco depois dos 30 minutos do primeiro tempo. Gudi nem sequer voltou para a etapa final.
- Estou muito chateado. Quando disputei a bola, escutei o mesmo estouro que deu no tornozelo esquerdo. Saí do jogo pensando em voltar e, quando voltei, formigou e adormeceu o meu pé. No primeiro tempo, eu dava passe, mas não sentia o meu pé. Foi um lance em que eu subi para cabecear e, quando caí, caí só com o pé direito apoiado - lamenta Gudi.














