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Jô em casa — último capítulo

21 de outubro de 2009 80

Jô, o que a movia naquela manhã era uma espécie de fúria existencial. Caminhava pela casa feito uma felina, agindo mais por instinto do que por premeditação. Intuía o que fazer, sentia antes de pensar. Queria chegar ao fim. Queria descobrir toda a extensão do seu poder e até que limite este poder seria capaz de levar um homem. Queria descobrir, também, até que limite ela própria seria capaz de avançar. Aprendera, em suas aventuras recentes, que uma bela mulher é um ser repleto de possibilidades. Mas também aprendera que isso não basta. Uma mulher, além de bela, precisa ter opinião, e uma linda mulher munida de opinião pode ser muito perigosa. O quanto ela podia ser perigosa? Quanto podia afetar os outros e a si mesma? Estas questões ela pretendia desvendar naquela manhã.

E a desvendaria.

Ondulando sozinha pela casa, Jô era uma predadora prestes a saltar sobre sua vítima, uma leoa rastejando pelo capim alto em direção aos gnus que bebiam água no leito do rio. Estava vestida com uma camiseta regata que mal lhe cobria as nádegas, e nada mais. Nem calcinhas, nem calçados, nada. Foi assim, seminua, que recebeu o seu gnu. Abriu a porta ao toque da campainha e detrás dela surgiu um Lucas imponente e belo como um Apolo, sim, mas olhando-a com olhos assustados, como se tivesse que temê-la.

E tinha.

Jô mandou que entrasse sem dizer palavra, com um gesto de cabeça. Notou que Lucas engoliu em seco ao ver como ela estava vestida.

- Jô – balbuciou ele.

- Senta ali - ordenou ela, apontando para uma poltrona na sala.

Lucas calou e obedeceu.

Jô sentou-se numa poltrona colocada exatamente em frente.

- Agora - começou ela. - Você vai fazer o que eu mandar, sem falar nada, entendeu? Não quero ouvir o som da sua voz. 

- Jô, eu…

- Não quero ouvir o som da sua voz!

Ela falou num tom que não permitia contestações. Era uma sargenta de coxas nuas. Lucas abriu a boca, um soldado raso, e assentiu com a cabeça.

- Lucas, meu cunhadinho… - a voz dela tornou-se macia. - Você vai me obedecer - enquanto falava, Jô abria as pernas lentamente. - Vai fazer tudo o que eu mandar. - Abriu mais um pouco… Lucas, aboletado na poltrona em frente, baixou os olhos para o entrepernas de Jô e remexeu-se como se estivesse sentado num espinheiro.

- Você vai fazer o seguinte, cunhadinho - Jô sussurrava, sentindo o prazer do pecado lhe pulsar no peito. - Você vai cair de quatro no tapete e vai se arrastar até aqui - abriu bem as pernas, abriu-as de maneira que ficasse exposta como jamais ficara em sua vida. Lucas olhava para ela e respirava com dificuldade. Não era a Jô que ele conhecia que estava ali. Não era a sua cunhada com quem brincava feito criança. Era outro ser. Era uma fêmea. Hesitou. Remexeu-se mais uma vez na poltrona. Fez menção de se erguer. Gaguejou:

- J… Jô… 

- Cala essa boca e vem - mandou Jô, completamente aberta, ela própria arfante, sentindo-se uma vagabunda, sentindo-se um bicho. 

- Vem! - ordenou de novo.

E ele se pôs de pé. 

- De quatro! - mandou Jô. - Eu disse de quatro!

E Lucas, percebendo que não podia fazer nada, senão obedecer, dobrou os joelhos e os fincou no chão e levou as mãos à frente e ficou de quatro.

Jô sorriu. 

- Agora vem, meu cachorro!

E ele foi. Percorreu os metros que havia entre as duas poltronas de quatro, como se fosse mesmo um cachorro, e Jô repetia: 

- Cachorro! Cachorro!

E escancarou o sorriso e escancarou-se toda ainda mais do que já estava escancarada e, quando ele a alcançou, ela tomou nas mãos um tufo dos cabelos de sua nuca e guiou-lhe a cabeça para o meio das pernas dela, para o seu centro. Não permitiu que ele tirasse as mãos ou os joelhos do chão. Assim, de quatro, obrigou-o a satisfazê-la.

E ele a satisfez.

Jô compreendeu que o gozo intenso que a percorreu, um gozo de ondas e convulsões, foi devido mais ao estado de excitação dela do que à habilidade dele, mas, ainda assim, reconheceu que Lucas se empenhou na tarefa. Quando ela enfim se sentiu saciada, recuou na poltrona, recolheu as pernas e falou:

- Certo, Lucas. Pode se levantar agora.

Lucas se ergueu. Estava ofegante, vermelho, desgrenhado. Jô sorriu. Achou graça um homem ficar naquele estado.

- Jô, você é… - ele começou, mas ela o interrompeu com um levantar de mão.

- Para! - mandou. Era ela quem mandava. Ele parou.

Jô pulou da poltrona. De pé, puxou pudicamente a camiseta para baixo.

- Vai embora - disse, sem nem olhá-lo na cara.

Lucas passou a mão pelos cabelos, tentou se aproximar. Repetiu, pela enésima vez naquela manhã: 

- Jô, eu… 

- Vai embora! - ela quase gritou. - Vai! - repetiu, e apontou para a porta.

Outra vez vacilante, Lucas moveu-se em direção à saída. Ainda tentou um gesto de aproximação, virou-se para ela, mas ela continuava inflexível, tesa, uma estátua de determinação. Percebeu que não ia demovê-la de nada, que era ela quem estava no comando. E mais uma vez obedeceu.

Em silêncio, cabisbaixo, quase humilhado, Lucas se retirou. Deslizou para fora, fechou a porta suavemente e desapareceu. Jô continuou por alguns segundos parada de pé no meio da sala, sem pensar, apenas tentando entender o que sentia.

O que sentia não era bom.

Não sabia exatamente o que era, mas sabia que não era bom. Dentro dela crescia um certo desprezo pelas pessoas, pela obviedade do mundo, pela dessacralização da vida, por ela própria.

Sentou-se na ponta do sofá, sentindo os olhos marejarem. Atirou-se ao comprido e permitiu que o pranto lhe subisse pelo peito. O que havia acontecido, o que estava acontecendo com ela naquele momento? Será que fora longe demais? No que havia se transformado? O que seria de sua vida?

De alguma forma, isso tudo ela ainda teria que descobrir.

Postado por David

Comentários (80)

  • José Eduardo David diz: 21 de outubro de 2009

    No fundo, David, você é um moralista. Sentiu-se impedido de deixar que o cunhado comesse a cunhada. Como diria Bill Clinton: sexo oral não é traição.

  • Chinoca diz: 21 de outubro de 2009

    Ficaram reticências que precisam de exclamações para os leitorinhos esfomeados. Por gentileza, David, complete o raciocínio.

  • Machiavel diz: 21 de outubro de 2009

    -continuação- Ora, se você nunca foi um corno manso, não sabe o que é isso nem o que poderá estar perdendo em termos sensitivos. LOGO VOCÊ NÃO PODE JULGAR! Assim, Largue essa bobagem de “baita macho” e estimule sua mulher a encontrar um ou mais Machiavéis da vida (há muitos genéricos por aí). É bem provável que, a partir de então, novas e excitantes possibilidades sexuais surgirão no seu caminho. Vamos! Saia da mesmice! Quem sabe não é isso que você, inconscientemente, sempre quis fazer, heim?

  • ruim diz: 21 de outubro de 2009

    muito ruim… bah… esse é o último capítulo? que fraqueza… enrolou tudo isso pra postar uma cena de sexo (repetido) e uma jo que é toda decidida, mandona, q faz o q quer dos homens em um segundo e no próximo já fica indecisa… Sim, depois q deu é fácil querer ser santa e chorar. Há muito já falo… vagabunda! Mas, a história piorou a cada capítulo. que pena

  • Carol diz: 22 de outubro de 2009

    Ai, a Jô patifou. Ela não é assim, nem tem motivo pra ser assim!

  • Carlo diz: 21 de outubro de 2009

    Muito fraco David. Uma semana de espera pra isso?

  • douglas jacobi diz: 21 de outubro de 2009

    Final lamentavel!esperava por um desfecho melhor.

  • Christiano diz: 21 de outubro de 2009

    fraco….

  • Joy diz: 21 de outubro de 2009

    Bah não gostei mesmo!Dessa vez vc deixou a desejar e muito…e de ultimo capitulo não teve nada!!Sem sentido algum….e o resto!

  • Alex diz: 22 de outubro de 2009

    Fica a impressão de q a história acabou rápido demais. Houve uma parte muito boa ali qnd a Jô saiu pela praia e tudo mais…mas depois parece q acabou de forma mto repentina. Foi legal este capítulo, mas não para ser o final da história.

  • josé de alencar souza da silva diz: 21 de outubro de 2009

    Parece que a Jô comeu mel,se lambuzou,se engasgou,comeu de novo e não gostou,que coisa.

  • Jeruza! diz: 21 de outubro de 2009

    MARAVILHOSO esse final!

  • Jaque diz: 24 de outubro de 2009

    Ficou uma porcaria esse final…

  • Vanice diz: 22 de outubro de 2009

    A Jô é muitoooo vagabunda, pelamor!!! Pobre marido, chuta ela….

  • Triste diz: 21 de outubro de 2009

    Triste como os homens das histórias do David se comportam… De repente, nos próximos capítulos, o David coloca uns homens de verdade na cena, porque estes aí estão decepcionantes…
    Quanto a Jo, ficamos sem saber nada sobre o “falar depois” que ela combinou com o Fábio, no fim, David se livropu do folhetim com um capítulo sem pé nem cabeça…

  • rafael pacheco diz: 22 de outubro de 2009

    e agora mais um capítulo!!!!!

  • Raquel diz: 21 de outubro de 2009

    final intrigante….

  • Lucas diz: 22 de outubro de 2009

    Pior eu que tinha um perfil de machão gostoso, acabei com fama de frouxo, mas meu irmão Fábio levou a pior. Acho que a JÔ queria mesmo a Karina, aí quem será corno serei eu.

  • Junior diz: 23 de outubro de 2009

    Sem comentários para este final!

  • Francisco diz: 21 de outubro de 2009

    Decepcionante e um pouco exagerado o poder dela. Acho que o final não foi exatamente um final, ficou muito clichê a deixa pra continuação. Por um lado, é engraçado ver como esta personagem foi de heroína a “vilã” ao longo desta aventura.
    Além disso, não vejo como ela pode ser digna de pena.

  • Isadora diz: 21 de outubro de 2009

    Ameiii!!!maravilhoso DAVIZINHO, ele de quatro totalmente escravo dela,achei o máximo a cena sádica dela, impos a ele ao sofrimento fisico e moral e se entregou ao prazer!!Agora a Jô tem muita coisa a rever!!Aposto numa Jo dominadora!!

  • Rafael diz: 21 de outubro de 2009

    Li todos os capítulos e, desde o primeiro, achei Jô uma mulher covarde, vulgar, promíscua, infiel, infeliz e que não demonstra um pingo de respeito pela própria família, opinião essa que seria totalmente contrária (exceto pela promiscuidade) se ela tivesse tido a decência de separar-se do marido. Mesmo assim, a história é muito interessante, muito bem pensada e contada, num estilo folhetim que deixou os leitores sempre ansiosos pelo próximo capítulo e, agora, pela próxima história de Jô.

  • lorenzo diz: 21 de outubro de 2009

    Ela não tinha ficado ruiva david (ou fraga)???

  • Vinicius Kirsch diz: 22 de outubro de 2009

    Mestre, fala a verdade de uma vez! tá fazendo polêmica, né? Deixando os leitorinhos mais exaltados parada, simplismente, valorizar mais o teu trabalho. Essa folhetim ainda não acabou, certo?

  • Maria diz: 22 de outubro de 2009

    Tanta expectativa e ………. nada! Não gostei! Achei a atitude dela completamente sem noção. Era essa a idéia? Espero que as próximas tenha um finalzinho melhor. bjs

  • Admir diz: 22 de outubro de 2009

    Achei legal pelo fato de ter se mantido fiel ao seu estilo, mas como obra de ficção. Existem homens e mulheres fortes, duvido que um homem como descreveu o Lucas seria submisso dessa maneira, ele pode ter a mulher que quiser, até mesmo a Karina. Fora isso, eu não comeria a mulher do meu irmão nem que fosse a Jolie. David, tu é um demagogo com as mulheres cara, gosto disso.

  • lococastro diz: 21 de outubro de 2009

    Não acredito que isso é o fim, David seu gremista miserável tu tens obrigação de eternizar a Jô no blog…ela é a fêmea dos sonhos de homens que apreciam os instintos femininos mais audaciosos. inter 2×0 gremio

  • Rafael diz: 21 de outubro de 2009

    Tá perfeito, David! Entendo as críticas dos outros leitores, mas sei como é, também gosto de escrever. E, na maioria das vezes, a história “nos pede” o que temos que escrever. A construção gradual da personalidade da Jô através da história evidenciava que ela ia acabar dessa maneira, mandona e meio malvada.

  • Vi diz: 21 de outubro de 2009

    David… às vezes eu tenho a impressão de que você entende as mulheres.

  • Aline Serres diz: 22 de outubro de 2009

    Ah nãooo David,
    se entre uma continuação e outra eu morria de curiosidade,
    com esse final tu me deixou totalmente desolada!
    e casamento da Jô como ficou?? e o que pensa o tal cunhado??
    essas e outras várias perguntas ñ param de martelar na minha cabeça!rsrs
    tudo beem, só to pela próxima saga!
    bj

  • Val diz: 21 de outubro de 2009

    oO… isso já esta quase um LOST!… hehehe confesso que esperei algo mais…`revelador`…
    bjoocas

  • Marco diz: 21 de outubro de 2009

    Bah!
    O q o Lucas não conseguiu falar pra Jô foi:
    - Jô, eu ….. sou gay, a Karina q me come!!!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Maravilhoso, David, aguardo a próxima aventura.

  • gabriel diz: 21 de outubro de 2009

    lamentável, a Jô imitou a japinha aquela, que fez o mesmo truque de “vem-de-quatro-até-aqui-que-eu-estou-nua”.
    criatividade FAIL

  • Antonio diz: 21 de outubro de 2009

    Fraco o final, eu esperava mais, quando eu li a volta de jô depois disso li todos os folhetim do teu blog mas esse me decepiciono.

  • Marcos Giliolli diz: 21 de outubro de 2009

    Davi, tu é soda por isso, o final sempre é surpreendente.

  • Jean Corrales diz: 22 de outubro de 2009

    Tás parecendo o Jostein Gaarder, aquele que escreveu “O Mundo de Sofia”. Começa muito bem e acaba muito mal. David, a história poderia ter tido um final melhor e sem uma protagonista tão atormentada por fantasmas do passado.

  • Rafael Fontoura diz: 21 de outubro de 2009

    Me parece que voce ja escreveu uma historia com um final parecido com este, poderia ter sido melhor.

  • Machiavel diz: 21 de outubro de 2009

    -continuação – o corno manso é apenas uma pessoa diferente de você. E você –sinto muito dizer– já está ultrapassado. Você é o “machão” que só sabe fazer meia dúzia de preliminares para gozar em cinco minutos e nada mais. Você não sabe gozar além do seu pau. Não tem criatividade. Você não é capaz de ir além, de imaginar um homem com uma pica maior do que a sua comendo sua mulher ou, se imagina, fica todo recalcado e broxa na primeira, segunda e terceira tentativa… e desiste.–continua-

  • Eduardo diz: 21 de outubro de 2009

    Caro David, acho que so faltou um pacote de bolacha para sorver junto com aquele mel, abraço, Eduardo

  • Fernando diz: 21 de outubro de 2009

    Acho que a jô já deu o que tinha pra dar, literalmente… É complicado David, mas algumas vezes os personagens devem apenas ir…

  • Helen diz: 21 de outubro de 2009

    Muito bom, hahaha, adoro essa safadesa

  • Vinicius Kirsch diz: 21 de outubro de 2009

    Ahh, velhaaa!

  • Márcio diz: 21 de outubro de 2009

    David,
    Tu escreves muito bem, mas tem uma dificuldade tremenda em colocar ponto final nas tuas histórias. Abraço

  • Ana diz: 21 de outubro de 2009

    Decepção! Perdeu o rumo e/ou cansou da estória. Esperando o último capítulo.

  • Rodrigo Karsten diz: 27 de outubro de 2009

    Mestre..
    David é mestre!!!
    Criou a espectativa em todos e termino acrescentando mais espectativas, a nossa amiga Jô égua com falta de laço.

    Abraço

  • Lu diz: 22 de outubro de 2009

    David sou tua fã, mas desta vez realmente deixou muito a desejar. Esse final com cópia de histórias anteriores, deixou a impressão que vc perdeu o Tesão pela Jo.
    Beijos

  • Denise Bicca diz: 21 de outubro de 2009

    Era isso? Acabou?

  • George diz: 21 de outubro de 2009

    Jô olhou para o abismo e o abismo olhou de volta para ela. Só que ela não gostou do que viu. Mas não há mais como voltar atrás. Ela se transformou em outra mulher e terá que aceitar isso. Suas próximas aventuras prometem… Sugiro até um título: “JÔ PARA MAIORES”. Porque a coisa vai pegar fogo.

  • Rodrigo diz: 22 de outubro de 2009

    Lamentável, esperava mais do último capítulo… a impressão que tive, e creio que grande parte dos leitores também, foi que você estendeu de mais essa história e não sabia como terminá-la de uma maneira que agradasse os leitores, aguardo outros folhetins, mas sem a Jô, essa já deu o que tinha que dar, literalmente… Abraço

  • Fernando Reis diz: 22 de outubro de 2009

    Bah, David! Que decepção! Você precisa ler mais Balzac. Só assim, talvez, entenderá as mulheres. Mas valeu.
    P.S.: A Jô não precisa ter crises de consciência. Ela tem é que sapecar, mesmo. Mêta que é paleta, Jô.

  • plágio outra estória diz: 21 de outubro de 2009

    O Rafael tem razão, você aproveitou o final de outra estória, a da japonesa que corneia o marido com o irmão e chantageia o pai e não dá certo. David, você tá sem tempo é? Ficou feio copiar o final de outra estória, parece sem criatividade, mesma coisa de fazer cachorrinho, aff…decpção

  • Carina diz: 22 de outubro de 2009

    “Uma sargenta de coxas nuas”Morri de rir…
    Você é ótimo Davi ADOROOO!
    Mas acho que o marido devia ter visto a cena patética,e ter chutado os dois pra fora.Ela realmente se tornou um ser patético,qual mulher não sabe que pode ter o homem que desejar?Todas temos esse poder,não precisa mostrar para os amigos do marido ou cunhados,procurem loonge minhas amigas,nunca deixem saber quem vocês são,só sexo e tchau!Isso tbm ajuda a levantar a autoestima.

  • Gabriel diz: 22 de outubro de 2009

    Caro David. Desculpa, mas o final desta aventura da Jô foi “muito fraquinho”. A culpa deve ser por você ter nos acostumado mal, com certeza esperava um final mais interessante…..Abraços.

  • Que frustante… diz: 21 de outubro de 2009

    Cadê o final???? E o marido??? E a Karina???
    Ainda espero o último capítulo…

  • Marco Alves diz: 21 de outubro de 2009

    Bah David, isso é mesmo que nadar, nadar e morrer na praia, pelo amor de Deus, tá doido, esse final ficou muito forçado, demorou demais pra um final desses. Decepcionante

  • JGK diz: 21 de outubro de 2009

    Fraco… Suspense por nada! Esta merece uma tunda, do marido, pois aí que ela gostaria dele…

    Toda vagabunda precisa de limites.

  • decepção diz: 21 de outubro de 2009

    Fraco, muito fraco.
    Devia ter parado de ler o blog desde aquela vez em que disseste que o Werther morreu de gripe…

  • Luly diz: 21 de outubro de 2009

    Muito vulgar para o meu gosto…E, só para variar, depois que ela age, fica com crise de consciência! afff

  • Raquel diz: 21 de outubro de 2009

    Bah David, que decepção.
    Isso parece filme pornô, sem nenhum sentido.
    Acabou definitivamente com toda a ansiedade por uma nova história da Jô!
    No fim, nunca mais se ouviu falar em Karina e, essa história com Lucas, tanto alarde pra isso?
    Podia ter sido bem melhor…

  • Felipe diz: 21 de outubro de 2009

    Acabou? Assim? Bah cara, achei muito fraco.. Que as mulheres podem fazer isso com os homens (nós sabemos a tempo), mas qual foi a moral disso tudo? Tantos pensamentos por parte dela, do marido, de Karina para chegar a esse finalzinho?.. Sei lá, acho que tu deveria se empenhar e fazer a 2ª parte do capítulo final. Vlw

  • Machiavel diz: 21 de outubro de 2009

    -continuação- É bem provável que o maior prazer de você é o de ficar, na frente da TV, bebendo cerveja e assistindo os gols do Fantástico nas noites de domingo. O corno manso não! O corno manso tem a mente melhor elaborada. Ele até que poderá ficar na frente da TV só que sua mente estará longe, se deliciando em imaginar onde e com quem sua mulher está metendo. Será num motel ou no apartamento do garanhão agasalhando sua rola duríssima, mexendo e remexendo bem gostoso? –continua-

  • Alessandra diz: 21 de outubro de 2009

    E foi assim… Anos depois nos deparamos com uma Jô envelhecida, desgastada, cheirando a cigarro e sexo. Depois de romper todas as barreiras que sempre seguraram a leoa que havia dentro dela, partiu. Trabalhou com Maia por um tempo, depois especializou-se e virou a dominatrix mais procurada de São Paulo. Nos últimos dias, sozinha, pensava por onde andaria seus filhos e o ex-marido. Do cunhado, soube apenas que casou-se com Karina.

  • Machiavel diz: 21 de outubro de 2009

    Ao longo dessa história da Jô, muitos comentários foram realizados para denegrirem a imagem do Fábio. Afinal ele é o corno manso da história. E o corno manso sempre foi visto como uma espécie de anti-herói, não é verdade? Mas eu pergunto agora: por que tanta injúria e preconceito contra o corno manso? Logicamente falando e filosofando, não há motivo para isso! Explico: – continua –

  • bruno diz: 21 de outubro de 2009

    tudo bem que finais previsíveis não são o estilo do david, mas um final sem sentido e fugindo do enredo achei demais.

  • Daniel diz: 21 de outubro de 2009

    Pô David…
    Cadê o último capítulo?
    Como disse a Raquel, parece filme pornô sem sentido… E Karina? e Fábio? e Lucas?
    Merece um último capítulo II

  • Peeeedro diz: 21 de outubro de 2009

    Vai a minha primeira reação: se fosse minha cunhada tomava é uma bolacha. PS – essa reação não é só porque meu irmão tb acompanha o blog!

  • Paulo De Carli Paludo diz: 22 de outubro de 2009

    Pôôô David!! Esperavamais de ti, do teu inegável talento e da própria Jô…não gostei do final..tu simplesmente repetiu a cena da Japonesinha(q não lembro o nome) com o cunhado dela…faltou criatividade??
    Abraços!!

  • Rafael Menezes diz: 23 de outubro de 2009

    Não acabou né? Fala sério!

  • Edison Honorato diz: 27 de outubro de 2009

    Tudo bem David, eu te entendo. Muitas vezes isso acontece comigo também. A gente começa (por conta própria),um trabalho na maior empolgação. Mas então todo mundo adota esse trabalho pra si,e começam a pressionar pra que ele acabe logo. Esse pessoal não entende que a gente precisa de um tempo pra ter inspiração para a conclusão desse trabalho. A colocação de cada tijolinho na parede, é um momento especial e se todo mundo fica enchendo o saco, perde-se o tesão e acaba-se de qualquer jeito mesmo.

  • Júlia diz: 21 de outubro de 2009

    Até o penúltimo capítulo eu conseguia me imaginar fazendo tudo que Jô fazia.. o que ela fez nesse último eu seria incapaz..

  • Mônica diz: 21 de outubro de 2009

    pq acabar assim!?
    precisamos saber como ficou o casamento..
    como ela se resolveu..
    não gostei desse ultimo cap.
    pode ter continuação hein David!!!

    como ela ficou dps de medir seu poder?!
    e o marido?

    não acabou..

  • André Martins diz: 22 de outubro de 2009

    Acho que poderia ter feito um final com a Karina e não com o Lucas, ficou meio óbvio.. tá na hora tbm do Fabio deixar de ser manso e arrumar alguma coisa pra ele !!!! o capítulo decepcionou, mas continuo seu fã.

  • Eduardo diz: 21 de outubro de 2009

    Jô a vagabunda. Fábio o corno manso. E o irmão é o traíra. Dessa história se salvou Karina. Aposto todas as minhas fichas que a próxima aventura de Jô ficará muito melhor com Karina. Jô já perdeu a graça porque se tornou apenas uma fêmea sedenta por prazer, deixou de ser aquela mulher interessante com algumas dúvidas em relação ao seus sentimentos. Cedo ou tarde o cheiro de guampa vai abrir os olhos de Fábio. Pelo menos é o que espero! Grande folhetim David. Abração

  • eto diz: 21 de outubro de 2009

    Essa história eu já vi, não é da japonesa que transa com o cunhado e depois faz chantagem com o pai dela. Essa é uma mistura sem graça. Sei lá… perdi meu tempo, sinceramente foi frustrante.

  • ALEXANDRE RAMOS BASEGGIO diz: 22 de outubro de 2009

    O pior de todos é o Lucas, saiu humilhado e sacaneou o próprio irmão.
    Quanto ao Fábio e Jô, eles se entendem…

  • João diz: 21 de outubro de 2009

    A Karina não podia ficar de fora do final. David. Mas valeu.

  • Artur diz: 21 de outubro de 2009

    Agora ela está sozinha no Mundo!

  • Stefanie diz: 22 de outubro de 2009

    Ai David, sempre fico contra as pessoas que deixam comentários reclamando das tuas histórias. Até as mais fraquinhas, ainda assim, são ótimas na minha opinião, mas esse final foi absolutamente igual ao de “Boa Gente”!!! Eu li todos os textos do blog, todos! Sou Fã dos teus textos, mas quando li este final tinha certeza que já havia lido isto. Quando pesquisei achei no “Boa Gente” uma historia exatamente igual e inclusive ocorrida entre cunhados! Explique-se por favor! Beijos

  • Chicão diz: 21 de outubro de 2009

    Ja vi este enredo no da Japinha lá !

    Este é p problema do David , quando demora pra postar . Não esta ruim este capitulo , tuim esta os que antecederam este . Fazendo muito supense gerando muita espectativa. Coisa de João Kleber . Menos capitulos e mais conteudo .

    Esta Jô vai acabar virando Crente !

    Abraços !!!

  • Athenaís diz: 22 de outubro de 2009

    Final by Nelson Rodrigues? Não era David Coimbra?
    Que coisa… eu tinha imaginado um final meio sem graça, não ia ser dificil o David me surpreender positivamente. Eu não queria que esse fosse o final pq eu não gostei. Esse é o final da Jô e não da estória! E os outros?
    Abraço David, continuo tua fã.

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