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Paguem bem aos políticos

19 de janeiro de 2011 22


Recebo e-mails furiosos de leitores comentando o post sobre os salários dos governadores.

Alguns acham que foi ironia. Outros que quis fazer polêmica.

Nada disso.

Os ex-governadores, realmente, merecem pensões gordas. Mais: um bom salário para um ex-governador é fundamental para a democracia.

Para que os mais afobados compreendam, peguemos o exemplo mais acabado de democracia, os Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, o presidente pode concorrer à reeleição. Depois, não pode concorrer mais. No Brasil, Lula pode se candidatar de novo, daqui a quatro anos. Lá é impossível.

Nos Estados Unidos, um ex-presidente não pode trabalhar como funcionário, não pode ser contratado por uma empresa. Ele só pode ser professor ou palestrante, como é Bill Clinton, talvez o palestrante mais bem-sucedido do mundo.

Imagine Bill Clinton na pobreza, estendendo sua alva mão a esmolar pelas ruas. Os Estados Unidos jamais permitiriam isso. Porque Bill Clinton representa os Estados Unidos. Representa o povo dos Estados Unidos. Há respeito pelo cargo de presidente, nos Estados Unidos, porque lá eles sabem que aquele cargo é fundamental para o funcionamento da democracia, que lhes é tão cara.

Bill Clinton cumpriu sua missão durante oito anos. Estava gabaritado a isso por sua história. Agora vai para o remanso dos ex-presidentes, vai ser um magistrado político, um homem que pode ser chamado a colaborar e que vai colaborar, do alto de sua experiência.

Imagine Bill Clinton falido, tendo de pedir emprego em uma grande companhia americana. Os conhecimentos que Bill Clinton adquiriu em seus dois mandatos dariam uma vantagem desproporcional a essa empresa. Logo, para Bill Clinton não ser de alguma forma cooptado, os Estados Unidos pagam-lhe uma generosa pensão vitalícia.

Com um governador de Estado não é diferente. Um governador de Estado ter que procurar emprego na iniciativa privada é ruim para o RS e é ruim para o governador. Porque faz com que o emprego e o mandato fiquem sob suspeita. Os funcionários públicos, os trabalhadores da iniciativa privada, os empresários, a população do RS depende das ações do seu governador. Encerrado o seu mandato, o governador tem de se tornar uma entidade. Porque ele é uma entidade. Esteve nas entranhas do poder, conhece coisas que ninguém conhece.

Os políticos têm de ser bem remunerados, sim. Quando você paga um bom salário a um político, está pagando um bom salário a quem o representa.

Os políticos não são o problema do Brasil. São a solução.

O Brasil buscou esse caminho durante sua História. Buscou a democracia. Agora, não faz muito, a democracia foi alcançada. Ela tem de ser apurada, desenvolvida e aperfeiçoada. E isso só se faz com os políticos, não sem eles.

Comentários (22)

  • Anderson diz: 19 de janeiro de 2011

    Chê !
    Sobre o post anterior.
    Notei que no teu Blog, tu falas bastante no Grêmio.
    Parece que tens bom trânsito no estádio Olímpico.
    Alguns posts, parecem entusiasmados.
    Tu é gremista ?
    Digo isto porque alguns posts parecem de um torcedor ansioso.

  • Matheus diz: 19 de janeiro de 2011

    Como diria o rei Juan Carlos da Espanha “?por qué no te callas?” tu não acha muita ousadia comparar uma politica austera, vigiada, controlada e bem praticada com a nossa, podre, corrupta, bagunçada e imoral?? A tua garantia de que bons salarios evitariam corrupções antes e depois dos mandatos é a mesma que tinha quando firmou o retorno do Ronaldinho ao Gremio? Por favor!!! Me abana!! Com o perdão da palavra, mas tu é um ignorante politicamente falando, quem pensa como vc, ou desconhece a politica nacional, ou é mal intencionado e pretende se favorecer dela.

  • Daniel Aço diz: 19 de janeiro de 2011

    Não sou contra a aposentadoria paga a ex-governadores e a ex-presidentes. Quanto a estes, aliás, devem se aposentar ganhando muito bem. Apenas não concordo com as quantias pagas. Afinal, veja que muitos ex-governadores já recebem uma aposentadoria porque foram deputados durante dois mandatos, isso sem falar, é claro, na aposentadoria do INSS e alguma outra privada. Se o sujeito já é aposentado pela Câmara, o certo é ganhar menos na condição de ex-governador. E, convenhamos, ganhar mais de vinte e cinco mil reais é regalia e mordomia. Cinco mil já está de boa monta.

  • Karenina diz: 19 de janeiro de 2011

    David, se isto foi uma tentativa de explicação creio que foi furada. Comparar os EUA com o Brasil neste sentido é injusto. Por mais que o nosso sistema se baseie no deles, não podemos nunca querer fazer igual ou então justificar nossos atos pelos deles.
    Creio que o que deixou todo mundo indignado foi o fato de tu achares correto existir uma pensão de R$ 24 mil a um(a) ex-governador(a) enquanto milhões de brasileiros se matam trabalhando para ganhar uma mísera aposentadoria. A balança neste caso está muito mais para um lado do que no meio.
    E concordo com alguns que disseram que, se essa mentalidade continuar, de que a pessoa que exerce algum tipo de cargo especial precisa receber mais para não se corromper, o nossos sistema será totalmente falido. (Ops, já é.)
    Esquecendo partidos e lados, é bom lembrar para todos de que o ex-governador Olívio Dutra negou esta pensão, o que creio ser justo com os cidadãos que o elegeram e com os aposentados que lutam até hoje por mais dignidade.

  • Fábio diz: 19 de janeiro de 2011

    E digo mais: R$10, R$20 ou R$30 mil para um presidente é um salário mto baixo. Qualquer executivo de média ou grande empresa ganha mto mais do que isso, tendo uma responsabilidade infinitamente menor. Também é verdade que um presidente deve ser incorruptível. Para isso, deve ganhar mto bem. Isso vale para outros cargos de alto escalão, como governadores, prefeitos, deputados, ministros, entre outros. Não vejo problema nenhum no aumento dos salários dos deputados e senadores, por exemplo. O problema que vejo é a qualidade do processo político, que permite e às vezes até estimula a eleição de pessoas sem o mínimo preparo para o cargo. Um bom exemplo disso é a eleição proporcional, que estimula partidos políticos a buscar os tais “puxadores de votos”, assim como ocorreu com o Tiririca.

  • PC, O PC diz: 19 de janeiro de 2011

    Belas justificativas e as quais eu acho validas. Mas os governadores contribuem para uma perversidade que eu duvido que nos estados unidos exista:
    O gasto com aposentadoria da união é praticamente o mesmo gasto com aposentadorias do setor privado, com o detalhe que no setor privado deve ter uns trinta milhoes de brasileiros e no setor publico sao uns dois ou tres milhoes. Estou chutando mas os valores corretos estao na Veja da semana passada.. é so conferir.
    Ruim com os politicos, pior sem eles, isso é definitivamente um fato, mas um dia chegamos la. Nao sei quando, mas chegaremos

  • Fábio diz: 19 de janeiro de 2011

    A verdade é que a opinião pública é repleta de hipocrisia e outros sentimentos menos nobres. As pessoas saem repetindo bobagens que ouvem sem nem mesmo parar para pensar sobre o assunto. Não existe nada mais burro do que o senso comum…..

  • Jorge diz: 19 de janeiro de 2011

    Se altos salários para os políticos se traduzissem em aperfeiçoamento da democracia a nossa seria uma maravilha, pois os nossos políticos CUSTAM MAIS do que alguns de vários países desenvolvidos custam ao seu povo.

    Para aperfeiçoar a democracia é preciso inserir cada vez mais o povo nas esferas de decisão e não aumentar os salários daqueles que fingem que representam o povo. Plebiscitos e Referendos para decidir temas importantes tais como: leis, projetos, prioridades, revogabilidade de mandatos dos políticos. E nem me venha com o argumento tacanho de que o povo é “ignorante” para tomar tais decisões, por dois motivos:
    1) Isso iria aumentar a politização da população que ia buscar informações para poder se posicionar;
    2) Os nossos representantes votam muitos projetos SEM LÊ-LOS (vide a Lei Patriota na “maior” democracia do mundo – tsc!), além de receberem mensalões para aprovar medidas contra o povo.

    http://blogdomonjn.blogspot.com/

  • Marcelo diz: 19 de janeiro de 2011

    Aí PT-ralha, ‘ta tentando uma boquinha lá em cima e quer garantir o seu, é? Bem típico. Fala só meia verdade. Continua assim que o povo é inocente mesmo. Ou aproveita e conta que, apesar de o lulla, ou FHC, ou qq outro, ganhar um salário “baixo” (realmente, R$ 16 mil era um salário de fome para alguém que sequer concluir o ensino fundamental!), ele tinha tudo (leia-se TUDO!) pago com cartões corporativos, dos churrascos de fim-de-semana à passagem aérea de SP para Brasília do “cabelelereiro” do cachorro da Marisa. Comente também, que político brasileiro, aliás, assim como todo funcionário público, acumula aposentadoria, logo ocaro lulla tem uma por invalidez (?), uma por ter sido perseguido pela ditadura e pelo menos uma por ter sido presidente – não sei se chegamos ao cúmulo de dar 2 aposentadorias à quem se reelege, mas como estamos no Brasil… O caro FHC não fica atrás… tem uma como professor, outra como perseguido política, 1 como senador e, pelo menos, 1 como presidente (não lembro se ele foi governador também). Detalhe: diferente de nós, da iniciativa privada, que temos teto para aposentadoria e ainda continuamos a contribuir, funcionários público recebe integral e não contribui mais. É, e ainda acham que ganham pouco. Eis porquê a previdência está quebrada. Mas tudo bem, logo eles aumentam a idade para se aposentar. Da iniciativa privada, óbvio. No deles ninguém mexe.

  • Luís André diz: 19 de janeiro de 2011

    Pobre David, distribuindo pérolas aos porcos.

  • elisandro soares diz: 19 de janeiro de 2011

    A minha ira contigo é pelo fato de publicares apenas uma tira diaria da “Jô na praia”. Vamos trabalhar mais; os ex governadores que se danem… A proposito, comprei hoje o “Jô na Estrada”, anota mais um troquinho na tua caixinha, hahhahaha, abraço!!

  • laerte diz: 19 de janeiro de 2011

    Você está maluco, David? Infelizmente aqui são todos pilantras, eleitos plutocraticamente para foder com o povo. Fique nas suas barrigadas esportivas porque, pelo menos, são inconsequentes; enquanto defender esse canalhas que nos representam é coisa muito, mas muito mais séria.

  • gerson diz: 20 de janeiro de 2011

    Imagine um ex-ministro da saúde passando a ser empregado da industria farmaceutica, depois como ex-governador trabalhar como executivo de uma industria que recebeu incentivos fiscais do seu governo e, após privatizar a telefonia, ir trabalhar num grupo desse ramo. Esse texto me fez lembrar dessa triste figura…

  • Delcia Prates diz: 20 de janeiro de 2011

    ops!!! esqueci de clicr no quadrinho onde diz que aceito os termos e condições de Dadvi Coimbra,então reproduzo novamente.Desculpem-me deve ser efeito do gardenal.
    Putz!! devo ter fumado o cigarrinho do capeta e não entendi o texto.Vou tomar minha dose diária de gardenal e voltar a sala de aula de lata para rever a matéria de interpretação de texto e como a professora ganha o mesmo que um ex-governante(24 mil reais) ela ai me explicar com paciência e amor para esta burra aula.E se eu não entender dou-lhe uma cadeirada na cabeça,afinal tomo gardenal.

  • EDUARDO diz: 20 de janeiro de 2011

    O ex governador Antonio Britto foi trabalhar na inciativa privada, onde demonstrou ser um grande executivo e que estava ainda mais preparado para esta função do que para ser político. Não houve qualquer humilhação ou favorecimento à empresa nisto.

  • Andre diz: 20 de janeiro de 2011

    Sobre os argumentos utilizados para justificar as “pensões gordas” as quais os excelentíssimos governadores desfrutam, você escreve.. “não é uma ironia” mas penso que as justificativas expressas aqui são no mínimo risíveis. Ora, tentar explicar os ganhos de governadores e suas pensões vitalícias com ideias como, “Ele precisa manter a dignidade”, “porque uma boa pensão evita que o governador faça negociatas” leva-me a supor que, a partir deste raciocínio, os professores, policiais, médicos, servidores estaduais e a população de trabalhadores assalariados em geral, são compelidos a indignidade e dados a negociatas. Pois é de domínio público que todos estes trabalhadores seguem historicamente com seus salários incompatíveis com seus respectivos cargos, e sua devida importância para a sociedade e a democracia. Seriam então, segundo o seu raciocínio, os políticos (bem pagos) fundamentais para a democracia, e os demais seguimentos que constituem uma sociedade e que são partícipes ativos do processo democrático, não seriam então estes, entes relevantes?, consequentemente não seria de suma importância salários justos?. Seguindo sua lógica, “o exemplo mais acabado de democracia, os Estados Unidos” pagam um excelente salário aos ex governantes. Sugiro então que observe as seguintes democracias muito bem acabadas como, Suíça, Suécia, Canadá, Holanda, entre outras. Informe-se como é o funcionamento dos parlamentos, câmara, senado, governo e os respectivos proventos de seus representantes, verás que não é o farto provento destinado aos governantes, o fator determinante para uma democracia forte e justa nestes países. A democracia não é barata, sem dúvida, ela é cara, muito cara, o custo é muito maior que o beneficio, sobretudo em nosso país.

  • Enrico diz: 20 de janeiro de 2011

    Raciocínio correto em cima de premissas erradas. Usar os Estados Unidos como exemplo de democracia “bem acabada” só pode ser ironia: um país que impõe bloqueio a determinadas ditaduras mas esquece que grandes parceiros comerciais seus também são ditaduras e que declara guerra contra um país por causa de armas de destruição em massa que até hoje não apareceram… Isso é democracia “bem acabada”?
    Falando em democracia, o sr. David por acaso se lembra do tapetão que foi a decisão das eleições presidenciais daquele país no ano 2000? Sim, aquela em que tiveram que recontar os votos da Flórida, que era governada por Jeb Bush, e que após uma decisão judicial, deu a vitória a seu irmão, George W. Bush, mesmo ele tendo menos votos que Al Gore? Pelo jeito não lembra, né?
    Concordo com o André: informe-se melhor sobre o que realmente são “democracias bem acabadas”, porque os EUA, com certeza, não são.

  • Cristiano diz: 20 de janeiro de 2011

    David, meu caro. Siga escrevendo sobre os tornozelos, batatas de perna, torso, enfim, siga escrevendo sobre mulheres, esportes, cultura que nisso tu és muito bom. Como diria aquele famoso filósofo “eu respeito todas as opinioes contrárias mas esta tua opinião é lastimável”!!!. Estás acostumado com a unanimidade. Tens muito talento. Me divirto lendo tuas crônicas. Mas não concordo com esta tua opinião e este post tentando explicar o post anterior ficou ainda pior. Digamos que, em tese, tenhas razão. Na prática não funciona. Pergunta para o senhor Antônio Britto se foi difícil arrumar uma colocação ao sair do governo? Certamente ele vem recebendo a sua pensão. Pensão é para quem não pode mais trabalhar, já trabalhou bastante e merece uma velhice digna. Pensão para político é safadeza. Pagamento de altos salários como garantia de não corrupção é pior ainda. Este teu raciocínio justifica a corrupção de policiais, que afinal ganham tão pouco né? A pessoa deve ser íntegra por princípio não por remuneração! Abraço.

  • João diz: 20 de janeiro de 2011

    Bah David, achei que tu estavas sendo irônico. Não concordo contigo pelo simples fato de que se um homem entra para política poensando em ganhar dinheiro, está no caminho certo, mas na profissão errada. Até aceito que um ex-governador receba uma pensão digna do cargo que ele ocupou como representante do estado mas os motivos que você citou são, em grande parte, são idiotas. A honestidade de uma pessoa não está ligada a seu salário e sim à sua dignidade, aquela que não tem preço. Seguindo essa sua linha de pensamento, vou começar a ter medo cada vez que eu enxergar um gari e um brigadiano. Eles ganham muito pouco para serem honestos. E outra, que se dane os americanos. Não tem como comparar um ex-presidente americano, também conhecido como o homem mais poderoso do Mundo, com um ex-governador brasileiro…. Por favor né.

  • Ramão diz: 21 de janeiro de 2011

    David, pou postar de novo. Segundo teu raciocínio, só contribui para a democracia quem ocupa um cargo político ?

    Então um professor que passa a vida inteira alfabetizando as crianças não contribui para a democracia ? Ou contribui menos, e merece depois de 40 anos de aposentar ganhando 600 reais ?

    Eu pensei que também contribuía para a democracia, pois pago toda a carga tributária imposta, respeito o direito do próximo, não vendo meu voto, entre outras coisas. Mas eu, depois de trabalhar quase 50 anos, mereço me aposentar, se conseguir, com no máximo 3.400,00 reais, pois “não represento nada” para a democracia.

    É brincadeira. Depois de apenas 4 anos, muitas vezes servindo apenas como figura decorativa, merecer mais de 24 mil reais ? Será que depois de passar por um cargo destes a pessoa fica inválida ? Se fosse para receber o teto da previdência, como todo ser humano, até aceitaria.

    Mas especialmente o texto em que escreveste que o ex-governador tem que saber que vai se aposentar com um bom salário, para que durante o mandato não seja corrupto é o maior absurdo já escrito, é a maior distorção do sentido do patriotismo e de cidadania já visto. Os Prefeitos não tem aposentadoria, e lidam com dinheiro público. Quer dizer então que eles estão liberados para meter a mão, pois depois de 4 anos vai acabar a mamata, e eles tem que “compensar” ! Como se durante o mandato não recebessem o mesmo salário !!!!!!

    Talvez o dia que corrigirem estas “distorções da democracia”, eu passe a entendê-la.

  • vanessa diz: 21 de janeiro de 2011

    Se você nunca leu antes, leia: De pernas pro ar – A escola do mundo ao avesso (Eduardo Galeano).
    Francamente, existe um valorzinho rídiculo, que poderia ser chamado de caráter, que vem antes de tudo isso que você escreveu. Acredito, mesmo que lhe possa parecer ingênuo esse acreditar, que esse (o caráter) ainda existe. E se um ex-governador precisa ser subornado para não se vender às facilidades, porque ele representa o estado, quão bem representados somos…
    “Imagine Bill Clinton na pobreza, estendendo sua alva mão a esmolar pelas ruas.” Imagino Bill Clinton submetido à situação para o qual o próprio colaborou para que se perpetue. Porque se trata de manter a classe dominante no poder, entretendo a média e promovendo a eterna ignorância e inanição da mais baixa.
    Isso não é democracia, é só uma monarquia dissimulada; eternamente no poder, apenas desviando a atenção a outros nomes…

  • Viviane diz: 22 de janeiro de 2011

    Comparar a democracia americana com a corrupta democracia brasíleira é, no mínimo, uma aberração. David: que tal ler mais, te informar mais sobre politica no Brasil para depois escrever sobre o assunto??

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