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E-mail de uma Jô da praia

08 de fevereiro de 2011 12

Recebi esse email da Cassi, uma das tantas candidatas a Jô da Praia. Segue foto dela e das amigas.


“Oi David!

Me chamo Cassiani Braga Kranz, tenho 30 anos, moro em Montenegro/RS, e sou uma leitora assídua de suas crônicas, fanzassa mesmo!

Estou te escrevendo porque tenho a necessidade de te contar como foram os meus dez dias de veraneio em Capão da Canoa e também porque o seu nome era seguidamente pronunciado pela turma composta por seis pessoas que habitavam o nosso apê.

Tudo começou no dia 07/01/11 – quando, chegando à praia, em um final de tarde fantástico, sentada perto da casa da RBS, meu cunhado grita o seguinte: “Olha lá o David Coimbra, na casa da RBS!”, saímos em disparada pra te conhecer pessoalmente e tirar uma foto contigo, você nos atendeu com muita simpatia e tirou uma foto conosco. Pensei: comecei bem as minhas férias.

Nos dias seguintes, comprávamos a Zero e a líamos de cabo a rabo, inclusive a sua coluna, claro. Mas o que mais nos divertia era a escolha das Jôs da Praia. Não, não é nada de negativo não, nem pense isto, eram meninas lindíssimas, os meninos do nosso apê, o Fábio, o Zé e o Manuel, é quem podem dizer com mais firmeza. Mas o que eu quero contar é que pra nós meninas, eu, a Tati e a Isa, foi, de certa forma muito inspirador e estimulante, porque a cada beliscada de comida ou cervejinhas em excesso, olhávamos umas pras outras e dizíamos quase que juntas: “Olha a Jô da Praia do David”. Era a mesma coisa que dizer: “Para agora de comer! Só porque tá de férias acha que pode relaxar? Te cuida menina!”

E toda vez que a coisa fugia do controle, totalmente, sempre lastimávamos: “Assim não dá, não vou conseguir ser a Jô da Praia do David desse jeito!”.

Foi muito divertido porque nós dizíamos que, para o verão de 2012, nós seremos uma das tuas Jôs da Praia, que íamos malhar muito, nos dedicarmos mesmo para atingir este objetivo, mas que isso só começaria quando voltássemos de férias, mas teria que ser em uma segunda, pois toda dieta começa em uma segunda.

O que de fato aconteceu, nós voltamos para a nossa cidade em uma segunda, dia 17/01, voltamos para a nossa rotina, para as nossas atividades, mas não nos esquecemos da nossa promessa, afinal de contas, toda mulher tem a obrigação de se cuidar e se sentir bem sempre e com agente não foi diferente.

Mas para resumir tudo isso, só tenho a dizer que, foram dez dias maravilhosos em Capão, com muito sol, banhos de mar, cerveja gelada e muitos picolés de chocolate… o Bernardo é dos meus, não me vem com picolé de frutas, eu quero é de chocolate!

Um grande abraço da tua fã.

Cassi”


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Comentários (12)

  • Machiavellirs diz: 8 de fevereiro de 2011

    OS FUMANTES E OS GORDOS

    Nessa história da Cassi, ela conta, entre outras coisas, sua preocupação em não engordar. Pessoalmente, acho isso muito bom: a mulher tem que se cuidar. Se necessário, que passe fome até. Aliás, os chineses já diziam que “o homem sábio sai da mesa com fome”. Nada de encher e estourar o pandulho, como alertava minha mãe, que sempre foi comedida na hora de comer.

    Mas isso vale para os homens também. Penso que os gordos e as gordas são nocivos para a humanidade assim como são nocivos os fumantes. Eles, os fumantes, os gordos e as gordas, dão um mau exemplo para as nossas crianças. Acho até que deveria haver, além do “fumódromo”, um “gordódromo” nos restaurantes, um local especial para que eles pudessem comer olhando uns para os outros, sem nenhum magro por perto para atrapalhar.

    Enfim, penso que os gordos e as gordas deveriam ser administrados do mesmo jeito que são os fumantes. É uma turma que gasta muito mais em comida, em refrigerantes, etc., etc.. Já pensaram quantas vacas são sacrificadas, sem necessidade, por causa dos gordos e das gordas. E as florestas, então! Dizimadas para sobrar mais terreno para as plantações que irão encher o pandulho dos gordos e das gordas.

    Em conseqüência de tudo isso, essa turma polui muito mais os nossos rios e oceanos. Haja papel higiênico para eles. Por outro lado, a arquitetura nacional agradeceria: não fossem os gordos e as gordas, os elevadores de nossos prédios poderiam ser menores, logo sobraria mais espaço no hall de entrada, nos corredores e nas áreas de lazer. Os construtores precisariam de menos cimento para construir nossos edifícios. Enfim, acho que o mundo seria muito melhor e muito mais econômico sem os fumantes e sem os gordos e as gordas.

    Por isso tudo, Cassi, parabéns pra ti e pra tuas amigas! Mas cuidado, não passem desse ponto! Se passarem, estraga!

    Um beijo na orelha!

  • Matheus diz: 8 de fevereiro de 2011

    Sei não hein, mas acho que o Daniel Aço esta fazendo muita falta. Tu não achas que ficou previsivel, meio monótono e, porque não dizer, monopolizado o teu blog David? Volta Daniel, vc tinha razão!!! Somos um bando!! Um bando de incultos, teimosos, arrogantes, prepotentes e incapazes, volte por favor!!

  • Daniel Aço diz: 8 de fevereiro de 2011

    Atendendo a pedidos, e sem a certeza de que retornarei, preparei uma bomba.

    PARA VOCÊS, OTÁRIOS!

    O Brasil é uma república das bananas, das palhaçadas ou da crocodilagem?

    Houve um tempo em que sermos adjetivados de república das bananas era elogio. Cada vez mais, a contar dos últimos anos, tornamo-nos o covil republicano das palhaçadas e das crocodilagens superlativas da demagogia, e isso governados por bananas e babacas, políticos infames, incultos, orgulhosos de sua ojeriza pela leitura.

    À época do presidente Fernando Henrique Cardoso, mais por inexperiência de vida e um acento não muito fundo na espiritualidade, criticava-o. Hoje, sou seu maior defensor. Reconheço que o notável sociólogo foi um dos grandes presidentes da história nacional, um dos poucos que não governaram com uma banana na mão, um dos poucos que não transformaram a vida republicana num circo insano de palhaçadas.

    O que a dona Ruth Cardoso e o Fernando Henrique fizeram em prol dos desfavorecidos pelos programas de assistência sociais, numa verdadeira política de resgate das classes populares, foi transformado num joguete de manipulação ideológica, lavagem cerebral e compra de votos. É o que digo: os homens-massa (Lula, Dilma, Sarney e assemelhados) – personagens dissertados pelo memorável filósofo José Ortega y Gasset – não mais combatem o liberalismo. Não, eles agora usam a liberdade e os bens proporcionados pelo liberalismo para impor sua barbárie mais íntima a tudo e a todos, fazendo do cidadão um gorila (mediante crocodilagens, é claro!).

    A barbárie circense e primitiva está cada vez mais presente na cultura, na falsificação da economia, na educação do glorioso ENEM, no apagão sintomático da falta de energia, etc. Daqui a pouco o Brasil vai ser só bicharada: crocodilos, gorilas, lulas, pavões, dilmas, sarneys, raposas, lobões… e só comeremos bananas.

    P.S.:

    Lutarei eterna e quixotescamente para não ser rebaixado à condição de macaco.

    BANDO DE OTÁRIOS!

  • Márcio Pereira diz: 8 de fevereiro de 2011

    É Matheus, o Sr. Daniel Aço deve estar muito ocupado “mergulhado” em alguma outra polêmica por aí!!! ou talvez, em algum retiro, lendo Paulo Coelho!

  • Machiavellirs diz: 8 de fevereiro de 2011

    Pois eu preciso do Daniel Aço aqui. Preciso que alguém diga, por mim, que aqui existe uma corja, um bando, uma escória, uma escumalha, uma gentalha, uma ralé, uma plebe de invejosos, de otários, de macacos, de crocodilos, gorilas, lulas, pavões, dilmas, sarneys, lobões, incultos, teimosos, prepotentes, incapazes e mais aquilo tudo que não me vem à cabeça no momento.

    Por favor Daniel, FICA! AÇO, AÇO, AÇO, COM O DANIEL É SÓ GOLAÇO!

  • Márcio Pereira diz: 8 de fevereiro de 2011

    Olha só quem apareceu! Sr. Daniel Aço, sempre nos surpreendendo com seus comentários bombásticos e impactantes! apesar da arrogância imperante, Sr. Daniel Aço, me renderei ao seu comentário. Concordo com o Sr., fomos fantoches do “Lulismo” e seremos do “Dilmismo”…triste, mas verdadeiro!

  • Matheus diz: 9 de fevereiro de 2011

    Batam palmas para o Daniel!! Ele voltou e voltou com tudo, parabéns!! E por incrível que possa parecer, concordo em gênero, numero e grau com tudo que vc escreveu.

  • Daniel Aço diz: 9 de fevereiro de 2011

    Para homenagear o meu retorno triunfal, segue-se letra de Raul Seixas e Paulo Coelho, de quem só li dois livros e admiro.

    Raul, Paulo e eu comungamos de uma metafísica comum. Imagino que já trocamos muitas ideias no mundo espiritual, à época antes de reencarnarmos. Imagino que a letra abaixo deve ter sido feita em minha homenagem, pois data do ano em que nasci (quer dizer, reencarnei). Como Deus pensa em tudo, imagino que ela tivesse o claro propósito de ser usada agora, para esclarecer a minha volta. E, mesmo sendo tudo isso puro devaneio meu, tudo isso poderia ter ocorrido.

    Há infinitamente mais coisas que desconhecemos e sabemos por metafísica intuição, entre os mundos espiritual e material, do que nem sequer supõe toda babaquice filosófica já pensada por filósofos até hoje, embusteiros clandestinos do espírito, intelectualistas infantilizados de rodoviária.

    O HOMEM
    (Composição: Raul Seixas/Paulo Coelho, 1976)

    - “No momento em que eu ia partir
    Eu resolvi voltar”

    Vou voltar!
    Sei que não chegou a hora
    De se ir embora
    É melhor ficar…

    Vou ficar!
    Sei que tem gente cantando
    Tem gente esperando
    A hora de chegar…

    Vou chegar!
    Chego com as águas turvas
    Eu fiz tantas curvas
    Pra poder cantar…

    Esse meu canto
    Que não presta
    Que tanta gente
    Então detesta
    Mas isso é tudo
    O que me resta
    Nessa festa!
    Nessa festa!…

    Eu!
    Vou ferver!
    Como que um vulcão em chamas
    Como a tua cama
    Que me faz tremer…

    Vou tremer!
    Como um chão de terremotos
    Como amor remoto
    Que eu não sei viver…

    Vou viver!
    Vou poder contar meus filhos
    Caminhar nos trilhos
    Isso é pra valer…

    Pois se uma estrela
    Há de brilhar
    Outra então tem que se apagar
    Quero estar vivo para ver
    Oh!
    O sol nascer!
    O sol nascer!
    O sol nascer!…

    Eu!
    Vou subir!
    Pelo elevador dos fundos
    Que carrega o mundo
    Sem sequer sentir…

    Vou sentir!
    Que a minha dor no peito
    Que eu escondi direito
    Agora vai surgir…

    Vou surgir!
    Numa tempestade doida
    Pra varrer as ruas
    Em que eu vou seguir
    Oh!
    Em que eu vou seguir!
    Em que eu vou seguir!…

    Ouça a música no seguinte link:
    http://www.youtube.com/watch?v=nwCD_lWomag

    OBS.:
    O Machiavellirs está ficando sabido. Teve a capacidade de ensinar-me um vocábulo novo: escumalha. Estou deveras emocionado. Comovido.

  • Machiavellirs diz: 9 de fevereiro de 2011

    Pois agora que o TRI AÇO está voltando, devo dizer aos otários dilufrênicos aqui do blog que estou me retirando do mesmo. Mas não é um retiro definitivo, não! É que minhas férias estão a terminar e alguém, nesse Brasil de sapos barbudos e rãs guerrilheiras, tem que trabalhar.

    Não fosse o Schopenhauer, o Aristóteles o Kant e o blog do David, minhas férias no Brasil teriam sido inúteis. Como falei aqui, Floripa foi uma bosta. Três dias no Rio, uma merda. Nas próximas, a Europa e os States que me aguardem. Preciso renovar meu estoque de calças Diesel, comer alguma Jô do Mar Mediterrâneo e, de sobremesa, madeleines com goiabada.

    Mas não pensem que vocês vão se livrar de mim facilmente. Permanecerei atento às imbecilidades que vocês escrevem aqui no blog. Se alguma delas ultrapassar o meu limite de paciência, meu teclado será implacável para colocar vocês no lugar que vocês merecem: o inferno inculto.

    Por enquanto, vou me dedicar a dar um trato maquiavélico na minha Josinha, essa que vocês poderão apreciar no endereço abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=4IlJAOk0zpY&feature=player_detailpage

    PS: Daniel Aço, por incrível que pareça temos algumas coisas em comum. Por exemplo, gostamos do Carlos Lacerda, do Conan Doyle e detestamos esse lulismo ignorante massificador e esse dilmismo enganador. Ah, antes que me esqueça, não poupa adjetivos para adjetivar os otários dilufrênicos aqui do blog!

    Fui…………………..

  • Machiavellirs diz: 9 de fevereiro de 2011

    Antes que me corrijam: “NÃO POUPES ADJETIVOS” é o correto. Imperativo negativo do verbo poupar, captaram?!

  • Matheus diz: 9 de fevereiro de 2011

    Olha só David, como melhorou o teu blog com o retorno do Daniel, pena que ganhou características de cais de porto, onde todos se despedem!! Derrepente seu blog ficou semelhante ao porto de Southampton, de onde Titanic partiu para o eterno silêncio!! Acho que não será este o caso. De qualquer forma, como letra de musica esta valendo, me ocorreu uma indagorinha.

    “Quando tá escuro
    E ninguém te ouve
    Quando chega a noite
    E você pode chorar

    Há uma luz no túnel
    Dos desesperados
    Há um cais de porto
    Pra quem precisa chegar

    Eu tô na lanterna dos afogados
    Eu tô te esperando
    Vê se não vai demorar…ohohoh

    Uma noite longa
    Pra uma vida curta
    Mas já não me importa
    Basta poder te ajudar

    E são tantas marcas
    Que já fazem parte
    Do que eu sou agora
    Mas ainda sei me virar

    Eu tô na lanterna dos afogados
    Eu tô te esperando
    Vê se não vai demorar ”

    Os Paralamas do Sucesso – Lanterna dos Afogados Composição – Hebert Vianna

    Se for apenas um adeus que vos prende, então, Bon Voyage!!!

  • João diz: 9 de fevereiro de 2011

    David, por favor mande por e-mail a foto de Indianara Gonçalves, que voçê publicou em seu blog no mês de dezembro. Obrigado

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