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A brigada moralista atua novamente

30 de maio de 2012 72

Existe um movimento puritano em plena ação em Porto Alegre.

Uma brigada moralista que identificou nos bares os males da cidade. Se eles pudessem, acabavam com a vida noturna.

Estão quase conseguindo, na verdade.

Claro, com apoio das “autoridades”.

Agora, um dos lugares mais belos e arejados da Capital está fechando, graças à inação intencional da prefeitura.

É a Proa, instalada há décadas à beira do Guaíba. Um dos poucos lugares em que a população pode ir para relaxar, contemplar o rio, praticar alguns esportes náuticos, beber com os amigos, viver a vida, enfim.

Os proprietários tentam obter o alvará de funcionamento de todas as formas, e a prefeitura, pressionada pela brigada moralista, se nega a conceder.

É um local a menos de convivência, de risos, de encontro das pessoas. Pobre Porto Alegre.

Comentários (72)

  • Prof. Eduardo diz: 30 de maio de 2012

    O RS já foi campeão de IDH no Brasil. O melhor Estado pra se viver. Pessoas educadas, cultura européia. Ensino, saúde, educação, vida cultural ativa. Isso foi nossa realidade por décadas. Esse Estado já foi referência para os Estados brasileiros. Aqui espelhavam-se os outros governadores, éramos modelos de gestão, cidadania e educação. O que somos hj? Um bando de provincianos achando que o por do sol do Guaíba é o mais bonito do universo. Como vai nossa economia? Educação? Saúde? Segurança? E a incivilidade do nosso trânsito? É no trânsito que conseguimos perceber o quão incivilizadas as pessoas são. E Porto Alegre é PHD em incivilidade. É triste mas é a nossa realidade atual. Viramos argentinos, nos achamos europeus mas não passamos de bárbaros.

  • Ronaldo Pozzatti diz: 30 de maio de 2012

    Nos últimos tempos, parece que querer apenas o mínimo da normalidade, o cumprimento das leis, não aceitar algumas imposições que certos setores da mídia tentam nos empurrar goela abaixo é andar na mão contrária, é pedir para ser taxado de moralista, radical, fundamentalista, etc…

    Todos sabemos que aqui em POA existem lugares que, em determinados horários, o trânsito e a convivência de famílias e pessoas de bem é definitivamente inviável.

    É por pensamentos assim como o teu, que o Brasil está mergulhado no caos e tem gente achando tudo normal…

    Sou moralista. Graças a Deus!

  • Ronaldo Pozzatti diz: 30 de maio de 2012

    Nos últimos tempos, parece que querer apenas o mínimo da normalidade, o cumprimento das leis, não aceitar algumas imposições que certos setores da mídia tentam nos empurrar goela abaixo é andar na mão contrária, é pedir para ser taxado de moralista, radical, fundamentalista, etc…

    Todos sabemos que aqui em POA existem lugares que, em determinados horários, o trânsito e a convivência de famílias e pessoas de bem é definitivamente inviável.

    É por pensamentos assim como o teu, que o Brasil está mergulhado no caos e tem gente achando tudo normal…

    E antes que alguém fale:

    - Sou moralista. Graças a Deus!

  • Bruno diz: 30 de maio de 2012

    Em São Paulo não se pode usar o Pacaembu por que os vizinhos não permitem shows lá. Logo, o estádio estará condenado após a conclusão dos estádios de Palmeiras e Corinthians, relegado a ocasionais jogos do Santos (3 ou 4 por ano). Quando construíram o Pacaembu não havia nada em volta.
    O que eu acho absurdo, e eis o ponto do exemplo dado, é o sujeito se mudar para alguma rua com vida noturna, seja na Cidade Baixa, no Moinhos ou em outro lugar, e depois querer acabar com o que lá existe.
    Além disso, essa situação de limitar o uso do rio é absurda! Foi feito um escarcel com o estaleiro, do qual fiz parte, por que deveria ser uma área de uso comum, logo, qual é o sentido de fechar pequeno e médio comércio na beira do rio? Se querem mudar algo, arranquem as pessoas queconstruiram irregularmente lá! Me desculpem, mas isso é inadmissível! Sujeito carente quer casa, então dê uma, mas invadir e depois querer a beira do rio é um total absurdo! A sua moda e apesar de sua alegável ignorância, são todos esses invasores piores que o Blairo Maggi, pois esse ao menos comprou o estaleiro, e ouviu um não da população. Os demais não pagaram e seguem impunes.

  • Jorge diz: 30 de maio de 2012

    Porto Alegre é um saco!

  • Matheus diz: 30 de maio de 2012

    Minha expectativa é que ainda vai piorar muito, já conseguiram abolir a cerveja do futebol, doutrinar os horarios das casas da Cidade Baixa, abolir o vinho no jantar (ja sei, da sim, é só pegar um taxi, então experimenta tentar pegar um taxi nestes horarios ou, ainda pior, passe pela incrivel e perigosa experiencia de pegar um coletivo nestes horarios), caçaram varios alvaras de casas noturnas e até diurnas (deve ser este mais um caso) , tudo isso para dar serviço a BM e garantir a “segurança publica” , já que, enquanto isso os nobres juristas planejam discriminalizar o porte de drogas ilicitas para consumo, ta tudo se invertendo mesmo, nada mais é de se admirar, até mesmo uma possivel ressureição do toque de recolher.

  • Renan Augusto Allebrandt diz: 30 de maio de 2012

    No ritmo que as coisas vão caro David, não está em um horizonte tão longínquo as possibilidades desta mesma brigada moralista instalar um toque de recolher após o horário comercial aprisionando as pessoas em suas residências.
    Me assusta a passividade dos governantes municipais e do nosso amado estado que outrora já serviu de modelo e hoje está por dar vergonha aos gaúchos em muitos quesitos.

  • Tiago Lowell diz: 30 de maio de 2012

    Parabens Prof Eduardo; ate que enfim um comentario correto e corajoso sobre o “nosso comportamento”.

  • George diz: 30 de maio de 2012

    PORTO ALEGRE É DEMAIS!

  • eduardo diz: 30 de maio de 2012

    Não sei se o nosso por do sol é o mais bonito do universo, nunca estive em outros mundos, mas posso dizer que é um dos mais bonitos do nosso planeta.
    Quanto a nossa incivilidade, isto não é privilégio de nosso estado, mas do Brasil, quiça do universo, não sei, nunca estive em outros mundos.
    David, tudo é resultado da nossa má educação, a falta dela origina os demais problemas sociais.

  • Pedro diz: 30 de maio de 2012

    Estou a uns anos fora de Porto Alegre e não estou acompanhando este movimento moralista. Mas os brigadianos só conseguem fazer isso com amparo legal, ou seja, eles só podem interditar algum local se algo de errado acontece ou existe lá. Tinha lido que o problema dos bares da cidade baixa é que o som e as cadeiras na calçada atrapalham que quer descansar, ou precisa descansar a noite. É só os bares se adaptarem e entrarem nas novas regras que a vida noturna na cidade baixa continua.

  • José Antônio diz: 30 de maio de 2012

    Você adora comprar uma briga, David! hihihihi

    Gosto disso. De verdade. Você não se importa com as consequências do que vai dizer. Simplesmente diz. Isso é bom.

    Mas não concordo com o “moralistas”. Pessoas que trabalham cedo precisam dormir cedo. Toda cidade tem regras de convivência. Você está muito identificado com um lado da história: o das cigarras.

    Procure ver também pelo lado das formigas, David.

    Admiro o seu trabalho.

    Um abraço e um toque do José Antônio

  • bruno diz: 30 de maio de 2012

    Se mesmo proibindo, os beberrões se atiram de carro dentro do riacho ipiranga, imagina se derem ouvidos aos “boemios” porto-alegrenses?
    Deixe pra liberar os “butecos” dos descolados porto-alegrenses depois que resolverem os problemas de assaltos, os hospitais e a educação.

  • Matheus Flores diz: 30 de maio de 2012

    Prof Eduardo.

    Grande palavras. Magnificas, eu diria.

    Estamos com um estado quebrado, pessoas mal educadas e a pobreza aumentando.

    Mas vamos colocar os cavalos na rua dia 20 de setembro e cevar um mate do atraso do RS.

    Se colocassemos toda essa vontade e amor de ser gaucho em ter uma economia crescente e industrias inovadoras…..

  • João Faccio diz: 30 de maio de 2012

    Isso ta acontecendo, e não é só em Porto Alegre

  • Francisco Antonio Brum Corrêa diz: 30 de maio de 2012

    É uma questão de prioridade nas coisas,simples assim.Aí,a prioridade é o descanso e o sossego.Graças á Deus que aqui zela-se por isso.Morei em Minas Gerais e aquilo lá tá um horror.Ninguém é obrigado a sentir-se incomodado por conta do divertimento dos outros.Como se não bastasse os mau educados que andam á noite com o som dos carros que nem um trio eletrico,acordando e irritando,vão querer que não exista nada que regule essa bagunça.Fui jovem,fiz festa sem barbarizar dessa forma e não me senti reprimido e nem infeliz.Aliás.para contribuir,qual é mesmo o horário de fechamento dos “Pub’s” em Londres,por exemplo?Informo ,é ás 23 horas,religiosamente,contribuindo inclusive com a segurança pública e a limitação nos acidentes.Não tem bar aberto,não se bebe,não se briga e não incomoda quem usa a noite para dormir,descansar ou simplesmente curtir um silêncio,que é muito bom depois de um dia extressante,como são os de hoje.

  • Otto Branco diz: 30 de maio de 2012

    Brasil dos hipócritas, Porto Alegre dos falsos moralistas!

  • Anita Cristina de Jesus diz: 30 de maio de 2012

    Realmente!

    Não pratico esportes náuticos, mas costumo frequentar a Proa Náutica aos finais de semana para sentar, conversar, tomar um chimarrão com os amigos. Um lugar maravilhoso e um dos poucos que tem estrutura para que possamos aproveitar o rio que banha nossa cidade.

    Triste notícia.

  • Fernando diz: 30 de maio de 2012

    Não é uma questão de moral. É uma questão de respeito.

    Eu posso e devo me divertir como achar apropriado, desde que não perturbe ninguém com isso.

    Simples, mas tão ignorado. E não é o respeito, mas a ignorância que está tornando essa cidade, estado e país (e até tuas colunas) tão insuportáveis!

  • álvaro diz: 30 de maio de 2012

    Estamos ruins por causa, principalmente, do moralismo. Ele não permite a novidade. É sempre mais do mesmo. Abaixo o moralismo. Viva a vida frutífera.

  • Luciane Martins diz: 30 de maio de 2012

    Já morei na Lima e Silva, e era um barulho insuportável durante a noite. Na minha opinião quem defende tanto a abertura dos bares até altas horas, deveria alugar um apto bem em cima dos bares e tentar dormir por volta das 22, 23horas, só assim para ter uma dimensão precisa do caos…Fico imaginando quem tem filho pequeno e mora por ali, coitados!

  • Elio diz: 30 de maio de 2012

    É POR ESSAS E OUTRAS QUE A PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO PAROU NO TEMPO!

    E AINDA SE ACHAM O POVO MAIS POLITIZADO, “EVOLUÍDO”, DO BRASIL!!!???

  • Alex Moure diz: 30 de maio de 2012

    Pura hipocrisia de uma prefeitura e de um governo estadual que prega o zelo ao sossego da população somente quando lhe convém.

    Regular o horário de funcionamento dos pubs e bares da Cidade Baixa pode, pois a maioria atende a um público de menor poder econômico. Agora, regular o horário de funcionamento da Calçada da Fama não pode? Porque será hein? Quanto esta tal fiscalização está ganhando com isso?

    E quanto aos eventos promovidos pela própria prefeitura e governo estadual em locais públicos como no Largo Zumbi dos Palmares, onde também há uma grande concentração de residências? É exigido o mesmo controle que é exigido a quem pretende promover um show ao ar livre? São feitas as medições do nível de decibéis? Obviamente que não, pois quando ocorrem, escuta-se o som até lá na Praça da Matriz e muitas vezes ultrapassam o limite do horário que é concedido a quem não for da gestão pública.

    É a velha política do favorecimento somente ao que pode vir a ajudar em uma reeleição ali na frente.

    Falso moralismo é pouco perto da podridão da gestão pública gaúcha e porto alegrense.

  • daniel maineri diz: 30 de maio de 2012

    Legal David!cada vez mais nossa cidade se atrasa mais…sujeira,insegurança,desordem no transito e parece que muitos
    gostam disso.Sair a noita e beber algo,parece coisa de jente desocupada.
    Pobre Porto Alegre,que está ficando cada vez mais triste.

  • Douglas diz: 30 de maio de 2012

    Prof. Eduardo disse tudo, vivemos de um provincianismo caduco, e pior ainda, na era do politicamente correto e do falso moralismo… Sou de Porto Alegre então posso falar: Nossa cidade está doente, feia, suja. Ela perdeu quase todo o seu brilho e ainda por cima a “patrulha das velhas virgens” (de poucas velhas e nenhuma virgem) querem tirar o minimo de divertimento do pessoal…

    UM VIVA AO ATRASO E A HIPOCRISIA! =(

  • luiz diz: 30 de maio de 2012

    Porto Alegre se continuar com uma administração sem visão e que se limita a reformar praças para ficar parecida a de mais de 1 século atrás ficaremos assim, vivendo em uma Porto pouco Alegre (não conto as obras da Copa pq essas sairiam de qualquer forma).

    Quem nasceu em Porto Alegre sabe que existem determinadas regiões aonde a boemia frequenta, aonde tradicionalmente é um lugar de encontro para pessoas que são adeptas a vida noturna.

    A cidade é um lugar de convívio social, e nesse convívio esta inserido também as pessoas da noite e essas tem que ter seu direito respeitado também.

    E não é o caso do escudo legalista que os moralistas adoram pregar, tenho um conhecido que tinha dois bares, começou na cidade baixa e construiu um novo na zona norte. Apesar de agora ele estar legalizado, ele me disse que existe um abismo no nível de dificuldade de se conseguir a licença exigida pela prefeitura na cidade baixa do que na zona norte, por quê? Obviamente a intenção do nosso prefeito retrogrado (prova é a tentativa de fazer porto alegre parecer a de séculos atrás) em dificultar a existência da vida boemia na cidade baixa.

    Felizmente, ao que tudo indica, o gaga fortunati irá se aposentar.

  • Gabriel diz: 30 de maio de 2012

    isso aqui está virando um feudo !!!

  • Ismael diz: 30 de maio de 2012

    O problema é que atualmente, as formigas são as defensoras da “moral e dos BONS costumes”. Eu gosto da noite, de poder sair A HORA QUE EU QUISER. O problema em Porto Alegre é que ultimamente os conservadores (e sem graça) da cidade estão querendo acabar com aquilo que eles não se identificam mais, pois não fazem mais parte (se algum dia fizeram), desta grande fatia da sociedade. Regras tem que ser cumpridas, pra tudo existe dois lados. Mas impor a ordem de uma forma autoritária e defendedo apenas um dos lados (o que atualmente a Prefeitura tem feito de maneira repressora), é defender apenas um dos lados desta nossa sociedade “Provinciana”. Se este fosse o caminho, acredito que paises e cidades “modelo”, espalhadas pelo mundo agiriam igual, o que não acontece. SÓ EM PORTO ALEGRE MESMO…Eu amo Porto Alegre e odeio este povo de nariz empinado que transita entre nós. Falsos moralistas, falsa nobreza. Falsos “Duques” de Porto Alegre!!

  • Lucas diz: 30 de maio de 2012

    Uma cidade suja, trânsito violento com pessoas extremamente mal educadas e com muitos falsos moralistas de plantão e que dizem bestialidade tipo: sou moralista! Graças a Deus!! Isso é coisa de gente ultrapassada e ignorante!!Por isso POA tem andado pra trás sim…basta olharem os fatos e estatísticas. Já foi um exemplo positivo e hj não é mais!1 Simples!!

  • Josué diz: 30 de maio de 2012

    PROA, um local que seleciona o público que irá desfrutar da orla. Tu sabia que estao cobrando consumação para acessar o Guaiba?

  • eduardo SCS – SP diz: 30 de maio de 2012

    Sinceramente POA está pior a cada ano que passa!
    Restaurantes que fecham ao meio dia, poucas opções de lazer, diversão, esportes, culturais, etc…A entrada da cidade pela 290 está um lixo! A região central suja, mal conservada e caótica demonstram aos profissionais e turistas de outros estados o retrocesso da capital gaúcha! Se o interesse e a admiração pela cidade e suas atrações já eram pequenas em outros tempos, nos últimos anos então…Escuto este relato de pessoas no país inteiro. Infelizmente meu estado se resume a serra gaúcha pro resto do país. E os portalegrenses “moralistas” estão conseguindo isolar a cidade que já não é mais de todos os gaúchos más sim, destes poucos hipócritas!

  • LUCIANO – SL diz: 30 de maio de 2012

    Olha, concordo com o cidadão que usou o exemplo das cigarras e das formigas.
    Trabalhar normalmente e buscar uma diversão à noite, é normal. Em qualquer lugar do mundo é assim.
    O que não é normal é buscar divertimento enchendo o saco e a paciência dos outros.
    Outro cidadão também colaborou trazendo à baila o horário de fechamento dos Pubs londrinos. Pois é, meus amigos.
    Todos podem aproveitar a noite, seja para diversão seja para descanso, basta que respeitem o direito daqueles que desejam descansar, porque quem quer fazer festa, não é prejudicado por quem está dormindo.
    Tem mais é que disciplinar mesmo.
    Porque se tem gente que faz sua festa na boa, sem abusar, também tem um bando de irresponsáveis que acham que todos tem que participar da sua música, da sua irreverência, da sua bebedeira e da sua irresponsabilidade no trânsito.
    Sem educação, DISCIPLINA e Moralização neles, SEMPRE!
    Luciano – SL

  • fábio morando no rio diz: 30 de maio de 2012

    Nasci em Porto, mas adoro morar no Rio. Menos provinciano, menos babaca e muito mais alegre e feliz. Qualidade de vida!!! E para aqueles que não gostam do “barulho da cidade”, da alegria dos jovens de espírito, que se mudem para o campo!!!! Vão curtir uma vaquinha mugindo ou vão proibir o GALO de cantar!

  • Edinei Moreira diz: 30 de maio de 2012

    Para seduzir o povo, pão e circo.
    É lamentável que bares em Porto Alegre estejam fechando. A cidade baixa está respirando por aparelhos a algum tempo, e o que ainda resta é a Padre Chagas. Onde o povo irá para se desestressar do trabalho, e da aula? Como vamos receber uma copa do mundo, sem atrações de entretenimento para quem chega. Estamos perdendo a identidade, infelizmente!

  • ricardo guedes diz: 30 de maio de 2012

    Triste Porto ALEGRE…

  • rudi diz: 30 de maio de 2012

    Moro na Auxiliadora. Ao lado de minha casa existiu uma boate. A fila de entrada, que obturava minha porta, era visitada por fornecedores de produtos inaláveis. Gritaria, brigas e sujeira de sortida qualidade tive de suportar.
    Mas tudo passa. Agora tem ali uma loja de (in)conveniência onde as pessoas podem adquirir bebida alcoólica mas não podem consumir. Fácil. Acomodam-se em frente à minha casa. Bebem, riem, brigam e urinam.
    Já fui festeiro. Tentei ser músico. Mas sempre evitei ser inconveniente.
    Não sou moralista.
    Sou um potencial serial killer.

  • Beto diz: 30 de maio de 2012

    “…deu pra ti, baixo astral…” kkkkkkkkkkkkkk “… vai pra Porto Alegre e bah, tri legal…” kkkkkkkkkk, “… ei crianças, isto é só o fim, isto é só fim…” kkkkkk

  • Rodrigo Ribeiro diz: 30 de maio de 2012

    não entendo essas pessoas que defendem que a Proa seja fechada. Como assim, dormir cedo? o bar fica numa desitância bem razoável das residências e nem há tanto barulho. É um local para relaxar! Porto Alegre não tem opções de lazer, e não explora sua beleza natural no rio. É lamentável!

  • Charles diz: 30 de maio de 2012

    Por isso que digo: Esta cada vez mais dificil morar em Poa..Querem acabar com tudo que é bom..ZS é o lugar, o refugio da tranquilidade na beira da orla. Eu sou adepto aos churrasco e conversas fora no proa.

    Seria uma burrice das autoridade em fechar..Lamentavel

    E já lembro..época de eleições, vamos saber em quem votar, que por mim numa pais cujo diz DEMOCRATICO, nao poderia ser obrigado a votar em uns *&#@*&$#

  • Moscou diz: 30 de maio de 2012

    Cara, é simples.

    Galerinha do bem quer curtir numa boa, beber, brincar até altas horas.

    Papai, mamãe e os tios querem ficar numa também, vendo novela, dormindo logo após.

    Isso não é previlégio de Porto! Em tudo que é lugar é assim… até em Nova York!!!

    Então, porque que no planejamento da cidade não fica uma área destinada pra diversão? Tipo pega uma cidade ali da volta, da região metropolitana, e permite bar na madruga, bebida na rua e tal. Simples!

    Galera estressada não pensa direito, pessoal. Pensem nisso!

    Aloha a todos e pás no coração!

    Diego “Moscou”

    T.S. pode não ser o por do sol mais bonito do mundo, mas duvido outro lugar que o sol se dispeça do público mergulhando no rio. Valorize Porto Alegre. Ela é única!!!

  • Cristian diz: 30 de maio de 2012

    David, já andei por alguns países europeus (tu também), e posso afirmar que no exterior há bares e lugares de diversões excelentes, mas esses obedecem regras, como isolamento acústico, higiene, segurança e respeito aos demais que não utilizam essa diversão, os que não obedecem, por exemplo, a regra do isolamentos acústico só podem funcionar até às 23 horas (caso de Dublin) , então o problema, vejo eu, está é no cumprimento desses preceitos legais, os empresários devem se atualizar, e a fiscalização tem que ser pra todos, não interessa se o estabelecimento é no Moinhos ou na Beira do Guaíba, e pelo que vejo o maior problema é a falta desse tratamento igual. Uns têm mais direitos que outros, esse é nosso principal problema.

  • Neco Gaudério diz: 30 de maio de 2012

    Fecho com o primeiro comentario, o do Prof. Eduardo, deixamos de ser vanguarda para se tornar um bando de bárbaros, presos em suas casa, atras das pantograficas, sem trocar idéias sequer com os vizinhos. Uma pena isso tudo, uma pena nossa cidade ter virado um lugar chato de se morar.

  • Mano diz: 30 de maio de 2012

    P… alugar um apartamento na cidade baixa e reclamar de barulho? Brincadeira!!! Eu aposto que todos sabem como é (era) a CB, dai resolvem alugar um ap e reclamar do barulho! Moralistas de m…, não pode beber 2 cevas e dirigir, não pode ficar até a hora que quiseres no bar, não podemos mais sair de casa as sextas na hora do rush pq a brigada com toda a inteligencia que tem (not!), resolve fazer blitz em todas as saidas da cidade. Valores invertidos, colocando o caos da politica publica na conta do cidadão! Marginalizando qualquer pessoa pela incopentencia do nosso codigo penal!

  • Rodrigo diz: 30 de maio de 2012

    Seus manés, não tem batulho lá. A Proa está numa distância aceitável das residências, é um lugar para relaxar, não para farrear! Cambada de ignorantes!

  • Alex diz: 30 de maio de 2012

    O moralismo reside no lar da ignorância. Basta ver o que se falou hoje no sala de redação sobre a planta medicinal milenar que aqui chamamos de maconha. Aceitar as diferenças não invalida regras de convivência. Precisamos de espaços de laser e também precisamos disciplinar o uso, coibindo o abuso.

  • Moscou diz: 30 de maio de 2012

    CB sempre foi da noite, lugar de zuar, beber, brigar, em fim se divertir.

    Foi ressenacido se mudar pra lá e os papais e as mamães começaram a hifernizar a polícia, ligando e ligando … pronto! mais um lugar que o cidadão perdeu para relaxar. Não da pra culpar os da farda. Eles estão só cumprindo a lei.

    Cara, é simples. Faz uma consulta popular e se escolhe uma cidade. Nela, vai poder beber a hora que quizer, brigar, fazer festa e tal. Em Porto e nas outras, é silêncio de noite. Assim, quem precisa do descanso descansa não precisa festea.

    Se a escolhida for Guaiba dá para levantar a ponte a partir das 8 da noite até 8 da manhã seguinte para impedir o pessoal de dirigir alcolizado.

    Não sei se é a melhor solução. Estou pensando alto aqui. Quem tem ideia melhor posta aí.

  • Bruno diz: 30 de maio de 2012

    Porto Alegre nos últimos 10 anos fechou todos os bares localizado nja orla do Guaíba, desde Ipanema até a Assunção. Porque iriam privilegiar apenas o PROA? Não sou a favor do fechamento, apenas creio que o que serve para um, serve para todos. O PROA foi se adonando daquela área, colocou cordas, agora um tipo de grade e está cobrando consumação para entrar. Acho justo não ser dado o alvará. Que se crie uma lei/projeto que estabeleça padrões de estabelecimentos e o tipo de comércio que pode ser explorado por esses na orla do guaíba. O que começou como uma escola de esportes aquáticos virou um bar.

  • Joao Lucas diz: 30 de maio de 2012

    Pau no cú desses véio cagão! É isso ai David!

  • THAIS NAO DESISTE NUNCA diz: 30 de maio de 2012

    CONCORDO COM O ALEX! CHEGA DE MORALISMO E HIPOCRISIA!

  • Ronaldo MAGALHAES diz: 30 de maio de 2012

    Passei alguns anos fora de Porto Alegre e confesso que estou impressionado com o retrocesso humano/cultural da cidade. É A VIOLÊNCIA, A LIMPEZA URBANA E AGORA ESTA TENTATIVA DE ACABAR COM OS REDUTOS NOTURNOS.È COMO DIZ UM AMIGO LÁ DE FORA ” QUER MORAR NA FRENTE DO INFERNO E NÃO QUER VER O CAPETA “.

  • André diz: 30 de maio de 2012

    Antes do Proa só tinha mato e lixo naquele local. Não precisava pagar consumação, mas também não se tinha atrativo algum. O bar fecha, no máximo, às 23h (isso só ao finais de semana). A frequência é muito família,
    gente bonita e saudável. Não é um lugar pra “encher a cara”. Qual o problema de autorizar o funcionamento de um local que revitaliza e valoriza à area? Abaixo a ditadura dos murrinhas e muquiranas!!!

  • Carlos Acioli diz: 30 de maio de 2012

    Parabéns professor Eduardo! Nunca ví ninguém sintetizar tão bem o que acontece no RS. Lhe digo que já tem mais gente se dando conta, que grossura,má vontade ,chatice não são boas opções para se viver e ser feliz.
    As pessoas que migraram do interior para cá,não podem impor o jeito provinciano de viver, aqui é uma METRÓPOLE e CAPITAL do RS.

  • Henq F diz: 30 de maio de 2012

    O mais certo seria dizer ” A Brigada da Inveja atua novamente”.

    A todos aqueles que não foram ao local e estão opinando:
    - não tem festa lá, não é bar da noite e não tem reclamação na SMAM;
    - De cada lado da PROA o acesso é gratuito e num dos lados há um pier de concreto com local bem cuidado, portanto não existe acesso bloqueado;
    - A PROA é uma concessão e não uma propriedade;
    - No local onde ela se instalou não havia acesso desde sempre, foi preciso construir um pier de madeira pois não há praia;
    - Digam algum local realmente bom na beira do rio que se propõe a receber qualquer um?
    - É bom lembrar: falam em acesso e nunca foram à beira do rio;
    - Os mesmos que estão aí reclamando são os que quiseram botar uma fossa gigante na boca dos clubes de vela e também são os que quiseram desmontar o sistema de defesa das cheias do Rio Guaíba.

    É SEMPRE INVEJA, o resto é discurso!

  • paulo renato pureza diz: 30 de maio de 2012

    Olá Davi! É muito difícil entender os “gestores” de POA. De um lado cantam aos 4 ventos que o Guaíba precisa ser devolvido ao convivi de seus habitantes. Para isso a administração não poupou esforços para aprovar projetos de revitalização de algumas áreas de nossa pluvial, o que aprovamos e aplaudimos.Isto é o futuro.
    Por outro lado desconsideram o presente, ao cerrar as portas para um dos projetos individuais mais belos que a cidade já presenciou nos últimos anos, a PROA. Um local aprazível, onde o Guaíba é testemunha de “gente” praticando esportes náuticos, admirando a bela paisagem e o mais importante: reaprendendo a conviver harmonicamente com seus semelhantes. Seus frequentadores, “tocados” pela magia dos rio, desconsideram e afastam as neuroses que habitam os grandes centros urbanos.
    O objetivo desta manifestação não é o de agredir ou difamar os “detentores do poder de decisão”, mas sim de mostrar que a burocracia e artifícios pretensamente legais, não podem se sobrepor ao interesse coletivo. Renato e Rodrigo (meu filho de 13 anos e praticante de stand up paddle na PROA).

  • afranio lucas diz: 30 de maio de 2012

    Lugar das pessoas beberem e depois sair matando gente na rua com o carro…

    Só a favor de PROIBIR a venda de bebidas alcolicas em bares ou casas noturnas…

    Abraço…

  • celso pereira diz: 31 de maio de 2012

    David,sabe é muito bom ir a bares com som alto,risos,quando não é perto da nossa casa.
    Quando queremos dormir,voltamos pra casa longe dos bares e dfo barulho.
    Moro no Sarandi,ninguém quer o sambodrómo,manda pro Sarandi,vamos ampliar o aeroporto e o entorno do Arena,manda o pessoal pro Sarandi.
    Sarandi sitiado

  • EUzão diz: 31 de maio de 2012

    Esses comentários vem de um bando de maria-vai-com-as-outras!! e garanto que 60% desses que estão comentando não frequentam a CB nem o proa… Mas isso tbm é uim sinal da imbecilização da sociedade

  • Gisele Bassani diz: 31 de maio de 2012

    E por que alguém que quer dormir vai morar em cima de um bar ou boate?

  • Longinus diz: 31 de maio de 2012

    Sugestão de projeto de lei para uma Porto Alegre mais “Davidcoimbrística”, e com base nos comentários que li acima:

    “Lei n° xxx.
    Regula a vida noturna de Porto Alegre e dá outras providências.

    Art. 1°. Quem quiser farrear, que o faça. Danem-se os outros.

    Art. 2°. Serão considerados moralistas, também chamados de “patrulha das velhas virgens”:
    I – os que quiserem dormir à noite, independente de o motivo ser o trabalho pela manhã ou qualquer outro;
    II – os que se opuserem à sujeira, ao uso de drogas e ao excesso de bebida na porta de suas casas;
    III – os que não compactuarem com brigas ou eliminação de dejetos humanos nas calçadas;
    IV- quaisquer pessoas que não queiram escutar som alheio tocado a todo volume na sala ou no quarto da própria casa.
    Parágrafo único: A culpa por todos os problemas da cidade, incluída a má educação no trânsito e as péssimas condições de sua entrada pela BR-290 é dos moralistas citados nos incisos anteriores.

    Art. 3°. Beber e dirigir é perfeitamente aceitável, e qualquer oposição a isso é pura repressão.

    Art. 4°. O direito à diversão supera qualquer outro. Se alguém está se divertindo, os direitos de todos os outros cidadãos ficam imediatamente suspensos, podendo a pessoa que se diverte recorrer à violência para garantir o direito previsto neste artigo.

    Art. 5°. Passa a vigorar na cidade o brocardo jurídico “os incomodados que se mudem”.

    Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.”

    Ôba!!! Agora, sim, a nossa querida cidade vai ser um lugar maravilhoso pra se morar, e os turistas virão aos magotes!!

  • Longinus diz: 31 de maio de 2012

    Aliás, acrescento: muito dessa lei foi tirada de minha experiência como morador da Cidade Baixa durante quase uma década (antes de muitos dos bares que lá estão, se, como dizem alguns, o direito de preferência é por ordem de chegada).

  • Renato diz: 31 de maio de 2012

    A Smic está acabando com o lazer de Porto Alegre. Daqui a pouco estou indo morar no RJ, não da pra aguentar essa cidade sem nenhum atrativo (somente o meu tricolor).

  • Gilvane Eduardo Ferret diz: 31 de maio de 2012

    Brigada moralista incompetente esta. Não conseguiu impedir a marcha das vadias!

  • Henq F diz: 31 de maio de 2012

    Para tirar qualquer carga ideológica dos meus comentários peço a autor da coluna que avalie numa coluna 3 locais de POA: a PROA, o mirante do Timbuka (ao lado da PROA), e o famoso mirante do morro Santa Tereza.

    Basicamente: Um é perseguido, o outro é gratuito, seguro e ninguém vai e o terceiro, que ninguém tinha lembrado até o momento é o resultado de tudo o que os hipócritas nos desejam e têm conseguido.

    Metaforicamente, os 3 locais juntos é a cara de POA.
    Sejamos honestos: tem alguém que inveja POA e está nos vencendo.

  • Matheus diz: 31 de maio de 2012

    Este teu radicalismo só ajuda a corroborar com o David e com os muitos comentaristas que concordaram com ele, entenda vc como queira Longinus, até porque sua teoria de lugar perfeito é a que esta valendo no momento, mas ninguem aqui defende a libertinagem total e descontrolada, apenas queremos (e francamente não vejo mal algum nisso) um pouco de tolerancia, bom senso e equilibrio. Sabemos todos que direitos individuais e coletivos devem ser preservados, o que não se pode aceitar é uma tolerancia zero pra tudo, isso é radicalismo, muito bem retratado no teu comentario anterior.

  • Artísticas Barbosa diz: 31 de maio de 2012

    Eu gostaria mesmo que os bares da cidade baixa fechassem, pois só assim os mijoes barulhentos iriam pra outro lugar.

  • Longinus diz: 1 de junho de 2012

    Matheus, lê os comentários a este post do David Coimbra.
    Não tem nada na minha lei fictícia que não tenha sido tirado deles. Aliás, nem citei todos. Poderia colocar um artigo falando que quem não gosta de barulho que vá para o campo curtir uma vaquinha mugir (sim, alguém comentou isso!).
    Então, por favor, não diga “ninguem aqui defende a libertinagem total e descontrolada”. Muitos a defendem, apenas dão nomes diferentes para ela.
    Durante 9 anos, eu subi a Lima e Silva em direção ao centro nas segundas de manhã cedo, e tinha de escolher entre desviar das fezes humanas, da urina, dos cacos de garrafa, do vômito ou das pessoas atiradas no meio das calçadas. Vi pessoas idosas tendo que limpar as soleiras das portas de tudo isso. Vi moças bem vestidas deitadas de costas, ressonando, completamente bêbadas no raiar do dia.
    Será que é tão difícil entender que os moradores desses bairros não querem impedir as pessoas de se divertirem, desde que o façam sem desrespeitar o direito alheio? É fácil vir para um blog dizer “sim, entendemos que direitos individuais e coletivos devem ser preservados”, mas na prática mandá-los longe quando chega a noite de sábado na Cidade Baixa. Será que é tão difícil entender que, se não houvesse esses exageros (que são regra, não exceção), não haveria nenhum motivo para “moralistas” reclamarem?
    Pelo jeito, é, sim, muito difícil…

  • Mariângela diz: 1 de junho de 2012

    NOTA DE ESCLARECIMENTO DA PREFEITURA

    Diante da repercussão sobre a interdição da Associação Pró-esporte, Cultura e Meio Ambiente (APROA) – também conhecida como PROA PRAÇA NÁUTICA, viemos por meio deste comunicado esclarecer a situação. A APROA funciona por meio de um convênio com o governo do Estado, que autorizou o uso do local para a atividade de Escola Náutica e Marina. A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) concedeu alvará provisório para que o “proprietário” explorasse também a atividade de cantina/café/lancheria. Porém, a venda de bebidas alcóolicas é proibida, e foi imposta limitação de horário de funcionamento às 22h.

    O problema é que o local passou a funcionar, segundo denúncias de moradores, como bar noturno, com locação de espaço para festas, além de ter um espaço cercado para estacionamento pago, venda de bebidas alcóolicas, utilização de música sem isolamento acústico e tudo isso além do horário permitido no alvará.

    Foram feitas diversas ações fiscalizatórias no local que comprovaram as denúncias. A APROA conseguiu liminar para continuar a atividade por um tempo. Porém, o Tribunal de Justiça do Estado julgou, ao final da ação, que essas atividades comerciais, sem licença, não poderiam ser exploradas no local.

    A área é do Estado e não pode ser explorada como clube ou propriedade privada. As atividades que vinham sendo mantidas desvirtuaram a função social e de livre acesso do convênio, e por isso o alvará foi cancelado.

    Há mais de um ano a Smic busca junto ao “proprietário” (entre aspas, pois o local é de propriedade do Estado) uma solução para o problema. A Smic adaptou duas vezes a permissão para ele manter a atividade de cantina (sem venda de bebida alcóolica, música e com limite de horário). Mesmo sendo notificado e depois multado, o estabelecimento continuou desenvolvendo outras atividades sem licença.

    Mas o “proprietário”, em vez de compor uma solução junto com a Smic, decidiu entrar com uma ação na justiça para continuar explorando atividades comerciais no local. Obteve liminar para continuar atuando por um tempo, mas no fim a justiça decidiu pelo cancelamento do alvará. Hoje, após o ingresso do “proprietário” na justiça, com novo mandado de segurança, a 5ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre decidiu por manter a interdição. Resta à Smic fazer cumprir a decisão judicial.

    A Prefeitura de Porto Alegre não quer tirar dos moradores um espaço de convivência, apenas garantir que o objetivo desse convênio seja mantido, que é o de garantir o acesso gratuito e ordenado da população a esse espaço de convivência social, incentivo aos esportes náuticos e contato com a natureza.

    Atenciosamente,
    Omar Ferri Jr.
    Secretário Municipal da Produção, Indústria e Comércio

  • Matheus diz: 1 de junho de 2012

    E neste particular fechamos o acordo, aos descontroles e descontrolados… a Lei, aos moderados e controlados… a tolerancia, ainda que pequena!!! Tenho certeza que os exageros partem de uma minoria, e para estes concordo que haja rigor, mas o que ocorre hoje é uma generalização, todos ou muitos pagam por poucos, é uma conta injusta, o Estado deveria proporcionar o equilibrio e o controle dos excessos inves de simplesmente extinguir ou terminar.

  • Longinus diz: 1 de junho de 2012

    Mas Matheus, onde eu defendo o “extinguir” ou “terminar”? O que proponho são regras básicas de convivência!
    Tu curtes uma cervejinha? Beleza! Isso não te faz melhor ou pior do que ninguém. Mas não dirige depois de beber. Isso não é moralismo: a chance de se envolver num acidente é imensamente maior se tu beberes, mesmo que sejam só “duas cervejinhas”.
    Tu gostas de funk, hip-hop, rock pauleira ou Michel Teló? Legal! Escuta o quanto e quantas vezes quiseres! Só não quero escutar junto.
    Precisas fumar? Sem problemas! Fuma duas carteiras por dia. Apenas, respeita o meu direito de não fumar passivamente.
    Se eu não gosto da noite, não tenho o direito de impedir ninguém de curti-la, mas tenho o direito de não participar dela sem precisar ter que fugir cada vez que alguém resolve se “divertir”.
    É tão simples que chego a ficar constrangido de ter que escrever!
    Quanto aos excessos que citei no meu último post, amigo, sugiro que faças a experiência. Segunda-feira, 6h40min da manhã, Lima e Silva. Dá uma olhada no cenário e depois retorna aqui pra me dizer que os exageros partem de uma minoria… Cara, se é uma minoria, trata-se de uma minoria que faz um estrago incrível!!!

  • Matheus diz: 1 de junho de 2012

    Não quero polemizar contigo, não é esta minha intenção, até porque acho que enxergamos a mesma coisa ainda que de lados diferentes, posso te garantir que nenhuma comparação feita por vc tem haver com meu perfil, contudo sou favoravel a se ter um pouco de tolerancia, em todas as questões. Veja uma questão como exemplo, a bebida ao volante é perigosa e portanto punida na forma da lei, correto? Mas o consumo de drogas não, este sequer é fiscalizado, quem bebia para se drogar com certeza não tomava “duas cervejinhas” , tomava bem mais que isso para “fazer a cabecinha”, e hoje não bebe mais, é proibido, mas faz a cabeça dando uma “cheiradinha” ou uma “fumadinha” estas não dá nada, correto? Ou seja, quem se drogava, continua se drogando, não mudou nada neste aspecto. Outra coisa, bem proximo de onde fica minha residencia existe uma “Casa do Senhor” , que eu respeito, embora minha religião seja outra, que tambem não vem ao caso, o que vem ao caso é cantoria e o sermão feitos nos cultos em horarios nada convencionais, as vezes domingos, e as vezes o dia todo. Não sei se isto é ou não legal, mas me sinto constrangido em denunciar, então procuro harmonizar as coisas para tentar conviver com isso sem traumas, tenho tido sucesso, mas a questão é…, caso eu fosse um sujeito intransigente, que não abrisse mão do meu descanso e que, amparado pela lei (mesma lei que já fechou diversos estabelecimentos comerciais) sera que a Prefeitura da POA teria junto a esta Igreja o mesmo rigor que tem tido com o Proa e outros bares e restaurantes? Ou sera que, por interesses politicos, mandaria eu aguentar o barulho calado?? O que tu acha? Mas tchê, valeu pelo debate, quero te dizer que acima de tudo respeito tua opinião, inclusive concordo com vc em varios aspectos, só achei, e foi por isso que te provoquei inicialmente, aquele teu comentario sobre uma pretensa Lei liberando geral um tanto exagerada, se, “nem tanto ao céu, nem tanto ao mar”. Um abraço!!!

  • Orlando Assunção diz: 1 de junho de 2012

    David Coimbra, você que é um cara letrado me dê sua sincera opinião – caso a orla da Assunção fosse objeto de demarcação de quilombo, ou terra indígena, será que essa “galerinha superdescolada” que frequenta o “point” seria favorável que lá se cumprisse a função social da orla?
    Aquele abraço

  • Cristian diz: 6 de junho de 2012

    Décadas? Desculpe, mas se o timbuka foi fechado por ser ali uma área publica, a regra deve valer para todos…senao, que seja dada a prioridade ao Sérgio, que durante anos teve ali um ponto de referencia, nem sempre positiva, da zona Sul de Porto alegre.

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