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A falta de bom senso da Smic

31 de maio de 2012 29

O que s Smic deveria fazer no caso da Proa?

É um caso interessante, porque se torna emblemático. É uma ilustração para o que ocorre na cidade.

Ali, onde é a Proa, não havia nada, só lixo acumulado. O lugar era feio e nem era malcuidado, era descuidado.

A instalação do clube melhorou o lugar. Eles limparam, fizeram reformas, tornaram o local habitável. Então, ao contrário de “privatização”, na verdade o lugar foi entregue às pessoas, depois que alguém tomou conta. A orla do Guaíba poderia ser linda; é horrível. Os quiosques permitidos pela prefeitura são muquiranas, feios, mal-enjambrados.

A Proa não é um bar “da noite”. Fecha por volta das 23h, estourando, estourando, à meia-noite. Lá as pessoas não saem “embriagadas e matando todo mundo”, como escreveu um moralista. Não. É um local em que as pessoas vão para confraternizar e praticar esporte. Vão para ver o por do sol e se encontrar.

Então, se o secretário é bem-intencionado, ele vai lá, conversa com os proprietários e RESOLVE a questão. Mantém aberto um estabelecimento que só melhorou a vida da cidade, e aplaca os ânimos de eventuais incomodados. Mas a prefeitura não consegue fazer isso. Em vez de usar o bom senso, a prefeitura usa a burocracia.

A Proa é só um exemplo. Isso acontece todos os dias, em todos os locais da cidade.

É bom ter isso em conta, em ano eleitoral.


Comentários (29)

  • Alexandre diz: 31 de maio de 2012

    Muito bom David! Escreve também sobre a palhaçada que vem ocorrendo na cidade baixa, onde todos os bares de pequenos comerciantes estão sendo inexplicavelmente fechados!

  • Sergio diz: 31 de maio de 2012

    ….isso é apenas um exemplo das “burradas” da prefeitura, minha mãe, q mora na ZS, ganhou multa e teve que retirar o portão com grades pq o instalou sem ter o habite-se, só q ela esta morando lá a 4 anos, e eles não fazem a vistória com hora marcada, eles vão quando querem, em horario comercial, quando não tem ninguem em casa, 2 opções, fica sem grades e corre o risco de ser roubado, ou coloca as grandes e paga multa e não ganha o DOC. Muito bom isso.

  • ricardo guedes diz: 31 de maio de 2012

    TRISTE Porto Ex-Alegre…

  • Carlos diz: 31 de maio de 2012

    Então o secretário é mal-intencionado?

  • Matheus diz: 31 de maio de 2012

    Sergio, qualquer juizado especial civil (pequenas causas) resolveria este problema, sem custo algum, é um direito do cidadão proteger seu patrimonio, não espere pela boa vontade, responsabilidade ou interesse de orgão publico algum, eles, a exemplo do que vai ocorrer com o Proa, só resolvem problemas da população quando provocados pela imprensa, do contrario, nada feito!!!

  • rafael diz: 31 de maio de 2012

    a cidade de porto alegre é um lixo pq a prefeitura e pessoas moralista não querem construir nada na orla do guaiba, então fica esse lixo q é a tal da orla, qdo alguem tente fazer alguma coisa, sempre existe alguem contra, é mta burocracia neste estado, por isto estamos falidos e ngm mais quer investir aki.

  • Ismael diz: 31 de maio de 2012

    Péssima sugestão.

    Tudo que não quero num país com corrupção por todo lado é subjetividade.

    “Bom senso” é particular a cada um.

    Por exemplo, teus amigos do pretinho acham normal dirigir e mandar SMS, até usam a velha fuga de generalizar: “Todo mundo faz”.

    Nada disso, que se ajuste a lei então, as regras. Senão quando alguém quiser colocar um bar ao lado vai se alegar que não pois aí nao é mais bom senso.

    Isso não existe.

    David, tu escreve muito bem, até quando erra. Então mesmo as tuas opiniões mais equivocadas são bem escritas, que as vezes até parecem fundamentadas.

    E esse é um caso de opinião equivocada.

  • Charles diz: 31 de maio de 2012

    Nao por acaso o POA e o RS foram os 1os entes importantes a assumir os progressismos do PT, de la pra ca a coisa so piorou, somos muito progressistas e preocupados com o verde, com a discriminacao positiva, o politicamente correto, os “movimentos sociais”, e isso que da. Atraso. Esta mentalidade permeia tudo, inclusive a Ford e os bares da orla… abaixo um textinho interessante sobre direitos.
    Abaixo Ayn Rand, uma liberal convicta, que está no livro Capitalism — The Unknown Ideal.
    “Quando, numa sociedade, o “bem comum” é considerado algo à parte e acima do bem individual, de cada um de seus membros, isso significa que o bem de alguns homens tem precedência sobre o bem de outros, que são relegados, então, à condição de animais prontos para o sacrifício. Presume-se, nesse caso, implicitamente, que o “bem comum” significa o “bem da maioria” tomado como algo contrário à minoria ou ao indivíduo. Observe-se ser esta uma suposição implícita, já que até mesmo as mentalidades mais coletivistas parecem perceber a impossibilidade de justificá-la moralmente. Mas o “bem da maioria” é nada mais do que uma farsa e uma fraude: porque, de fato, a violação dos direitos de um indivíduo significa a abolição de todos os direitos. Isso submete a maioria desamparada ao poder de qualquer gangue que se autoproclame a “voz da sociedade”, que passa a subjugá-la por meio da força física, até ser deposta por outra gangue que empregue os mesmos métodos.”

  • bruno diz: 31 de maio de 2012

    boa idéia david… aqui na esquina da minha quadra tem um terreno baldio. Quem sabe eu não abro um bar descolado pra porto alegrenses descolados ficarem bebendo e fumando até altas horas e que se dane os vizinhos, pq pela tua lógica, estarei transformando o terreno que só tem lixo em um lugar “super legal” para os porto alegrenses! se o tal lugar só tinha lixo, era só recolhe-lo! pronto! não precisa abrir um fumodromo, pq é isso que a PROA é, um fumodromo!

  • Pedro diz: 31 de maio de 2012

    A PREFEITURA DE POA EH INOPERANTE. DENUNCIEI UMA CARROCA DE LANCHES TOTALMENTE ABSURDA, INSTALADA EM PLENA CALCADA DA RUA LIBERO BADARO, FRENTE A OBRA DA GOLDSTEIN (ESQUINA COM ANITA), IMPEDINDO A PASSAGEM DE PEDESTRES EM PLENA CALCADA PUBLICA, E NADA FOI FEITO. ELA CONTINUA INSTALADA LA, NO MEIO DA CALCADA. SERA QUE TEM ALVARA DE FUNCIONAMENTO?

  • Jacques diz: 31 de maio de 2012

    concordo com o David…falsos moralistas…..na frente falam nos bons costumes… vai ver a história desses caras…frustrados…o quanto de emprego e geração de renda e impostos se deixa de arrecadar…ora…se o cara faz tudo certo…pq não dar o alvará?? aí é sacanagem mesmo…mal intensionado…ou os comerciantes estão se recusando de molhar a mão dos fiscais?? já vi estabelicimentos ganharem alvará definitivo de fiscal depois de uma regada bonita…e o alvará ficava em cima da minha cabeça na parede…e aí???o cara fez todas as exigencias e não davam…depois $$$$ tava na mão….Ismael…vai chupar parafuso pra ver se vira prego…

  • Fernando Santos diz: 31 de maio de 2012

    Caro David, gostaria que, obviamente quando tiveres um tempinho, realizasse um passeio, com muita calma, observando atentamente, pelo nosso querido e bucólico IAPI.
    Que situação lastimável, as construções se degradando, sem manutenção, poucos proprietários ainda tentam manter seus imóveis em boas condições. Em algumas localidades esta parecendo as Favelas do RJ com tantos ‘puxadinhos’.
    Vale lembrar que é um local Tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal.
    Muitos proprietários de imóveis até que gostariam de executar algumas reformas em suas propriedades mas tem as mãos atadas por uma lei, que até seria muito aplaudida, se quem a criou também indicasse soluções para quem mora no bairro, para que não chegasse ao ponto em que hoje se encontra.
    Socorro David, Salve nosso querido e amado IAPI da degradação completa.

  • Roberto diz: 31 de maio de 2012

    Boa tarde!

    O atual gestor da SMIC é o Sr. Omar Ferri Jr.

    Atenciosamente,

  • Ismael diz: 31 de maio de 2012

    Os fanáticos anti petistas como o Charles não relaxam um minuto. Repetem a responsabilização do PT por tudo e qualquer coisa tentando torcer a verdade.

    Só para relembrar, a prefeitura não é do PT, o prefeito eleito, fogaça, não é do PT. E o mandato anterior TAMBÉM não é do PT.

    Essa desculpa está cada vez mais furada. Já era para ter caído na realidade, só o fanatismo explica que ainda não tenha acontecido.

  • Henq F diz: 31 de maio de 2012

    Não é falta de bom senso.
    Está acontecendo o mesmo que aconteceu com a Yeda. O estado é todo aparelhado pelo petismo e como eles querem derrubar o amigo deles petista, o Fortunatti, então eles tão atacando qualquer coisa que tenha ajuntamento e cause transtorno. É ano eleitoral, né. Assim as pessoas ficam contra o petista Fortunatti e são recebidas de braços abertos pelo PT. É o feijão-com-arroz habitual da esquerda.
    Apesar que eu acho que eles não precisam fazer isto, visto que a última eleição foi fraudada. Não precisaria ser, mais foi.

  • José Antônio diz: 31 de maio de 2012

    Deem a cidade ao senhor David Coimbra e nela só conseguirão morar os que vivem de renda, a salvo dos compromissos laborais na alvorada. Deem-lhe a administração do município e lá só poderão viver os que se sujeitarem à roleta russa das ruas cheias de motoristas bêbados, de sons infernais e de sujeira invarrível.

    Engraçado é alguém defender o arrepio da lei e dos bons costumes e se sentir evoluído, prafrentex, europeu.

    Um abraço e um pedido de melhor reflexão!

    José Antônio

  • Pedro Jorge diz: 31 de maio de 2012

    Ismael e José Antonio vcs, com certeza, são cornos.

  • Carlos Paiva diz: 31 de maio de 2012

    Concordo como David Coimbra. Não será proibindo os comerciantes da Proa ou delimitando horários da Cidade Baixa que Porto Alegre vai melhorar. Não é este o foco. O problema hoje é o manqueismo em que vivemos politicamente. Pergunto ao senhor José Antonio se é proibindo os bares da Cidade Baixa de seu funcionamento e a Proa é que iremos evoluir?

  • José Paulo diz: 31 de maio de 2012

    É o nosso Rio Grande querido e parado no tempo… todos são a favor ou contra, ninguém quer discutir, achar uma solução que agrade a maioria ou pelo menos diminua os efeitos…
    O David está dando uma ideia, não uma solução, paladinos da justiça! O PT não é o diabo encarnado, são alguns (muitos) de seus dirigentes, como em todos os partidos políticos, sem exceção. A grande maioria eleita com o seu voto, então pare de chiar!
    As coisas tem que ser feitas com parcimonia e os excessos controlados pela própria sociedade e pelo Estado. Não podemos viver em sociedade e dizer que o comportamento de tal grupo é errado e eles não podem fazer e agir como acham correto e pronto.
    É normal que uma maioria das pessoas sejam mais pacatas, não gostem de noite e hoje em dia considerem o cigarro e as sacolas plásticas a origem de todo o mal.
    Mas muitos já gostaram, pelo menos um pouco, de passear, de um tanto de boemia, de ouvir um som… é só repelir os excessos! Dos que acham que moram em Porto Alegre e dormem no silêncio do interior de Jaguarão e dos que acham que são as únicas pessoas do mundo e podem fazer o que bem entenderem pois “vivem numa democracia e são livres”.
    Um exemplo da falta de controle dos excessos é a cidade baixa. Depois que estava em decadência, passa pela eutanásia promovida pelos órgãos públicos.
    Quem sabe, ao invés de meter pau na opinião alheia, a gente não possa dar sugestões melhores, mas melhores para a maioria e não apenas para nós mesmos?
    Como nos faltam lideranças para comandar nosso Estado, nosso País…

  • guilherme diz: 31 de maio de 2012

    essa moral de cueca, de trabalhadores que merecem silencio para o seu descanso, longe das orgias e dos arruaceiros notívagos ja encheu o saco..
    essas pessoas nao se dao conta que vivem em um grande centro urbano e tem que aprender a conviver com suas circunstancias..ou entao mudem-se para uma floresta e entrem em guerra com os animais noturnos e barulhentos..
    se essas pessoas vivessem em Paris diriam que as luzes lhe atrapalhavam o sono..APAGUEM(PARIS) A CIDADE LUZ

  • Glauco diz: 31 de maio de 2012

    É um sucesso a revitalização do local. Foi criado um ambiente bonito, natural e de convivência sadia, uma verdadeira praça em todos os sentidos.

    Não há quem passe pela curva e não pense em parar e sentar naquele trapiche, antecipando a calma, o barulhinho d’água, o vento e o sol batendo no rosto. O local está lindo, convidativo, as poucas estruturas construídas mantém um visual natural, sem alvenaria, ferro e concreto para destoar da natureza. As promoções periódicas de mutirões de limpeza da orla deixam de fora da paisagem todo lixo que se vê acumulado nas demais praias da zona sul.

    Tudo ali lembra saúde, algumas tribos mais ativas que outras, com ciclismo, jogging, stand up e muitas outras, e aqueles que apenas procuram um lugar zen para tomar seu chimarrão ou suco natural e contemplar a beleza do costão. Até eu achei minha tribo: registradores de imagens digitais, pois me denominar fotógrafo seria pretensão. Digamos, fotógrafos amadores. No fim de tarde o local se enche de pessoas registrando o que tem de mais bonito lá, o pôr do sol.

    As pessoas tem um sonho, levam adiante e por anos batalham para concretizá-lo. Despende tempo, investe amor, trabalho e dinheiro. Passam os anos e o trabalho vai sendo reconhecido, o astral do lugar é descoberto, divulgado e o retorno chega. Este seria o momento da cidade (prefeitura) reconhecer o acerto e investir na idéia. O único problema é a falta de local para estacionar aos fins de semana, quando enche de cidadãos, eleitores, pagadores de impostos, que querem a permanência da praça náutica.

    Mas não. É quando a coisa dá certo que aparece a prefeitura, como se representante fosse de apenas uma subclasse da sociedade, a de invejosos, que não suportam o sucesso alheio, sucesso puro, limpo, merecido.

    Agora vamos torcer para que o pessoal que freqüenta, principalmente aos fins de semana também tenha a mesma sensibilidade e não ocupe os passeios próximos para estacionar, piorando a atual situação. O senso de noção deve ser o mesmo do local. Existem ruas próximas, estacione lá e CAMINHE, vai te fazer bem.

  • Alexandre Belmonte dos Santos diz: 31 de maio de 2012

    Parabéns David, muito bem dito. Estamos perdendo mais um lugar agradável em Porto Alegre e a orla do Guaíba vai piorar mais ainda sem a Proa.

  • José Antônio diz: 1 de junho de 2012

    Pedro Jorge, meu filho querido, não seja agressivo: apenas…argumente!

  • Mariângela diz: 1 de junho de 2012

    MANIFESTAÇÃO DA PREFETURA

    Diante da repercussão sobre a interdição da Associação Pró-esporte, Cultura e Meio Ambiente (APROA) – também conhecida como PROA PRAÇA NÁUTICA, viemos por meio deste comunicado esclarecer a situação. A APROA funciona por meio de um convênio com o governo do Estado, que autorizou o uso do local para a atividade de Escola Náutica e Marina. A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) concedeu alvará provisório para que o “proprietário” explorasse também a atividade de cantina/café/lancheria. Porém, a venda de bebidas alcóolicas é proibida, e foi imposta limitação de horário de funcionamento às 22h.

    O problema é que o local passou a funcionar, segundo denúncias de moradores, como bar noturno, com locação de espaço para festas, além de ter um espaço cercado para estacionamento pago, venda de bebidas alcóolicas, utilização de música sem isolamento acústico e tudo isso além do horário permitido no alvará.

    Foram feitas diversas ações fiscalizatórias no local que comprovaram as denúncias. A APROA conseguiu liminar para continuar a atividade por um tempo. Porém, o Tribunal de Justiça do Estado julgou, ao final da ação, que essas atividades comerciais, sem licença, não poderiam ser exploradas no local.

    A área é do Estado e não pode ser explorada como clube ou propriedade privada. As atividades que vinham sendo mantidas desvirtuaram a função social e de livre acesso do convênio, e por isso o alvará foi cancelado.

    Há mais de um ano a Smic busca junto ao “proprietário” (entre aspas, pois o local é de propriedade do Estado) uma solução para o problema. A Smic adaptou duas vezes a permissão para ele manter a atividade de cantina (sem venda de bebida alcóolica, música e com limite de horário). Mesmo sendo notificado e depois multado, o estabelecimento continuou desenvolvendo outras atividades sem licença.

    Mas o “proprietário”, em vez de compor uma solução junto com a Smic, decidiu entrar com uma ação na justiça para continuar explorando atividades comerciais no local. Obteve liminar para continuar atuando por um tempo, mas no fim a justiça decidiu pelo cancelamento do alvará. Hoje, após o ingresso do “proprietário” na justiça, com novo mandado de segurança, a 5ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre decidiu por manter a interdição. Resta à Smic fazer cumprir a decisão judicial.

    A Prefeitura de Porto Alegre não quer tirar dos moradores um espaço de convivência, apenas garantir que o objetivo desse convênio seja mantido, que é o de garantir o acesso gratuito e ordenado da população a esse espaço de convivência social, incentivo aos esportes náuticos e contato com a natureza.

    Atenciosamente,
    Omar Ferri Jr.
    Secretário Municipal da Produção, Indústria e Comércio

  • CRistiano diz: 1 de junho de 2012

    Carlos,

    Não ter Boa Intenção, não significa ter Má Intenção. NO caso da SMIC com relação a PROA…das duas uma: OU é Má Intenção…ou pior ainda. Não existe intençao alguma. Como de praxe, descaso total…..Caro David….Muito bem dito..a burocracia vem sempre a frente de qualquer senso..Ainda mais do BOM. Mais uma vez a admnistração Pública se servindo do público ao invés de servir ao público…Já deu para notar pelas manifestações que a grande maioria das pessoas é a favor…Ora se o bem é do público, faça a vontade de seu dono: O público.

  • Alexandre Hartmann – PROA – F. 51.9987.3007, diz: 3 de junho de 2012

    Nosso sonho começou em 1987, queríamos aproximar mais gente da vela e da Orla.

    Criamos a Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente, conseguimos o terreno, aprovarmos o projeto, construímos trapiches, rampas, sede e desde 2010 tínhamos alvará da SMIC para realização de atividades de escola de esportes náuticos, guardaria, manutenção e bar, quando em 2011 caçaram, devido a denúncias diversas, tão capciosas que chegam a extrapolar o bom senso. Estas denúncias tomaram proporções de verdade mesmo sem qualquer registro de fatos ou evidências nos órgãos competentes.(SMIC e Brigada Militar).

    Após negociação de 3 meses, renovaram como cantina (sem álcool) e com horário de funcionamento mais restrito (das 24 para as 22 horas) . Entretanto, a cassação do alvará anterior já estava sendo questionada na justiça e a PROA recebeu ganho de causa e voltou a funcionar pelas regras anteriores.

    Em janeiro de 2012, diante do término do alvará provisório, pedimos a renovação e não obtivemos qualquer resposta administrativa, apesar das diversas investidas da PROA, inclusive com reunião com o Procurador Geral do Município, onde está o processo. Após encaminhamento para a Procuradoria, e diante do novo fato do julgamento do recurso (em fevereiro de 2012) ter sido favorável a SMIC, esta passou a notificar, multar e, mais recentemente, fechar a PROA por funcionar sem alvará, mesmo sabendo que este já havia sido solicitado e sem apontar qualquer aspecto a ser corrigido, ou seja, sem a mínima abertura para o diálogo, contrariando o depoimento do atual secretário da SMIC.

    O Secretário também informa a decisão sobre uma novas ação que entramos, o Juiz não concedeu o direito que pedimos em liminar, mas seguindo o processo pode avaliar diferente, como aconteceu no ano anterior, ao entrar com ação sabíamos do risco, e foi a solução que nos restou tendo em vista a dificuldade encontrada e a situação emergencial que se colocou.

    Para nós usuários do espaço (esportistas, amantes da natureza, adeptos do bem estar e qualidade de vida) fica o questionamento diante do posicionamento discricionário do gestor: O que de fato sustenta a atitude do poder público? Será que estes representantes do “povo” estão defendendo o interesse da maioria da população que apenas depois da “invasão” da PROA puderam ter o privilégio de ter um espaço público que ofereça alguma condição de ser freqüentado, com algum conforto e segurança? Será mesmo que a população preferia aquela área como era antes: mato ,depósito de lixo, abrigo de indigentes e banditismo? Alertemos a população para aqueles que assumem o poder da caneta, pois para nós, o interesse de poucos está assumindo a dianteira nesta decisão, e todas as acusações vem como uma cortina de fumaça para não enxergar o que de fato está acontecendo. Para aqueles que tem alguma dúvida, diante das diferentes versões, convidamos que vá até o local e se permita criar a sua leitura dos fatos e consulte os processos no site da Prefeitura:

    Renovação do alvará: 011.000.011.12-6
    Aprovação de projeto e que aguarda vistoria e habite-se: 002.283.591.00-6

    ACUSAÇÕES: DEFESAS:
    Venda de bebidas alcoólicas. Por que a distinção sobre este espaço público? Todos clubes vendem, e nós somos um, só que aberto ao público, ter bar toda escola tem, o discurso é de pura hipocrisia.
    O contrato que autorizou o uso do terreno diz: “tem por fim a implantação da sede da Associação, de sua infra-estrutura com a Escola de Vela Seival e de outras atividades destinadas ao uso comum do povo, nos limites e objetivos da entidade.”
    Bar/lancheria não faz parte da infra-estrutura ?

    Cobrança de Estacionamento. Forma de organizar e dar segurança ao usuário, é tanta demanda para nos visitar que temos que organizar p/ todos possam entrar e sair depois. Isso não quer dizer limitar o acesso, o que continuamos a permitir, para pedestres, bicicletas…

    Terreno fechado, restringindo acesso. O terreno é cercado parcialmente, não fechado, qualquer um pode ter acesso. Mesmo as praças públicas estão cercando para oferecer maior segurança.
    Projeto aprovado para outra finalidade. Projetamos para ser um clube, com uma Escola e dentro disso ter serviço de bar, executamos parcialmente o projeto e os prédios são de multiuso, se existe algum problema nesse sentido deverá ser acusado pela Prefeitura nos processo de habite-se.

    Bem valeu, peço a todos que compartilhem uma campanha no perfi do Face da PROA “Voce quer um Porto Alegre ou Triste” ? Vocês e muitos conhecem o local, os demais que não conhecem vão ser nossos fãs, com certeza pois temos esporte, lazer p/ todas idades nessa nossa Orla maravilhosa …

    Bons Ventos a todos !!! Alexandre Hartmann, Presidente, capitão, professor e lixeiro mohr.

  • PROA PRAÇA NÁUTICA – F. 51.9987.3007 diz: 3 de junho de 2012

    Nosso sonho começou em 1987, queríamos aproximar mais gente da vela e da Orla.

    Criamos a Associação Pró-Esporte, Cultura e Meio Ambiente, conseguimos o terreno, aprovarmos o projeto, construímos trapiches, rampas, sede e desde 2010 tínhamos alvará da SMIC para realização de atividades de escola de esportes náuticos, guardaria, manutenção e bar, quando em 2011 caçaram, devido a denúncias diversas, tão capciosas que chegam a extrapolar o bom senso. Estas denúncias tomaram proporções de verdade mesmo sem qualquer registro de fatos ou evidências nos órgãos competentes.(SMIC e Brigada Militar).

    Após negociação de 3 meses, renovaram como cantina (sem álcool) e com horário de funcionamento mais restrito (das 24 para as 22 horas) . Entretanto, a cassação do alvará anterior já estava sendo questionada na justiça e a PROA recebeu ganho de causa e voltou a funcionar pelas regras anteriores.

    Em janeiro de 2012, diante do término do alvará provisório, pedimos a renovação e não obtivemos qualquer resposta administrativa, apesar das diversas investidas da PROA, inclusive com reunião com o Procurador Geral do Município, onde está o processo. Após encaminhamento para a Procuradoria, e diante do novo fato do julgamento do recurso (em fevereiro de 2012) ter sido favorável a SMIC, esta passou a notificar, multar e, mais recentemente, fechar a PROA por funcionar sem alvará, mesmo sabendo que este já havia sido solicitado e sem apontar qualquer aspecto a ser corrigido, ou seja, sem a mínima abertura para o diálogo, contrariando o depoimento do atual secretário da SMIC.

    O Secretário também informa a decisão sobre uma novas ação que entramos, o Juiz não concedeu o direito que pedimos em liminar, mas seguindo o processo pode avaliar diferente, como aconteceu no ano anterior, ao entrar com ação sabíamos do risco, e foi a solução que nos restou tendo em vista a dificuldade encontrada e a situação emergencial que se colocou.

    Para nós usuários do espaço (esportistas, amantes da natureza, adeptos do bem estar e qualidade de vida) fica o questionamento diante do posicionamento discricionário do gestor: O que de fato sustenta a atitude do poder público? Será que estes representantes do “povo” estão defendendo o interesse da maioria da população que apenas depois da “invasão” da PROA puderam ter o privilégio de ter um espaço público que ofereça alguma condição de ser freqüentado, com algum conforto e segurança? Será mesmo que a população preferia aquela área como era antes: mato ,depósito de lixo, abrigo de indigentes e banditismo? Alertemos a população para aqueles que assumem o poder da caneta, pois para nós, o interesse de poucos está assumindo a dianteira nesta decisão, e todas as acusações vem como uma cortina de fumaça para não enxergar o que de fato está acontecendo. Para aqueles que tem alguma dúvida, diante das diferentes versões, convidamos que vá até o local e se permita criar a sua leitura dos fatos e consulte os processos no site da Prefeitura:

    Renovação do alvará: 011.000.011.12-6
    Aprovação de projeto e que aguarda vistoria e habite-se: 002.283.591.00-6

    ACUSAÇÕES: DEFESAS:
    Venda de bebidas alcoólicas. Por que a distinção sobre este espaço público? Todos clubes vendem, e nós somos um, só que aberto ao público, ter bar toda escola tem, o discurso é de pura hipocrisia.
    O contrato que autorizou o uso do terreno diz: “tem por fim a implantação da sede da Associação, de sua infra-estrutura com a Escola de Vela Seival e de outras atividades destinadas ao uso comum do povo, nos limites e objetivos da entidade.”
    Bar/lancheria não faz parte da infra-estrutura ?

    Cobrança de Estacionamento. Forma de organizar e dar segurança ao usuário, é tanta demanda para nos visitar que temos que organizar p/ todos possam entrar e sair depois. Isso não quer dizer limitar o acesso, o que continuamos a permitir, para pedestres, bicicletas…

    Terreno fechado, restringindo acesso. O terreno é cercado parcialmente, não fechado, qualquer um pode ter acesso. Mesmo as praças públicas estão cercando para oferecer maior segurança.
    Projeto aprovado para outra finalidade. Projetamos para ser um clube, com uma Escola e dentro disso ter serviço de bar, executamos parcialmente o projeto e os prédios são de multiuso, se existe algum problema nesse sentido deverá ser acusado pela Prefeitura nos processo de habite-se.

    Bem valeu, peço a todos que compartilhem uma campanha no perfi do Face da PROA “Voce quer um Porto Alegre ou Triste” ? Vocês e muitos conhecem o local, os demais que não conhecem vão ser nossos fãs, com certeza pois temos esporte, lazer p/ todas idades nessa nossa Orla maravilhosa …

    Bons Ventos a todos !!! Alexandre Hartmann, Presidente, capitão, professor e lixeiro mohr.

  • Vivian diz: 4 de junho de 2012

    Retirado da página da SMIC http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smic/default.php?p_secao=160

    “A secretaria tem como missão articular e induzir os agentes econômicos e sociais no município, na construção de um projeto de desenvolvimento sustentável, com base nos princípios da cooperação, solidariedade e ética.”

    Será que essa missão está sendo cumprida? De que forma?

    Se um povo não acredita em seus políticos e nas ações de seus órgãos públicos estes deveriam trabalhar para melhorar sua imagem. Porém, não aquela imagem superficial que é interessante somente na hora das eleições.

    Acho que há uma grande carência de informação baseada em fatos. E os fatos têm que ser públicos e viáveis, poder ser comprovados por qualquer um. É como apresentar uma monografia ou tese.

  • Emilio palmeiro diz: 30 de junho de 2012

    Esse Esmael não sabe nem escrever direito. O cara é totalmente equivocado!!! Amigo, bonito são os Maricas e o lixo na orla do guaiba…….sou bacharel em turismo e vejo a orla do Guaiba na sua maior parte em porto Alegre muito mal aproveitada, poderia ser um lindo cartão de visitas!!! Falo não apenas por opinião, e sim por conhecimento academico e por muitas viagens por este mundo!!! Seu prefeito queimou um pouquinho mais o teu filme com a maioria!!!

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