Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de maio 2012

O ideal para o Grêmio

27 de maio de 2012 35

Para o Grêmio, o ideal hoje seria ganhar de pouco, com dificuldade, injustamente, num erro do juiz. O bom seria ganhar, mas sair de campo criticado.

Ganhar bem é dar armas para a astúcia do Felipão.

Código David: Lentilha de Meio Ano

27 de maio de 2012 3


Maio escorre outono abaixo, e pelo que clamam os iminentes dias frios? Tintos capitosos, feijoadas borbulhantes, mocotós temerários, sim, mas você pode fazer sucesso com uma fórmula mais simples, porém deliciosa. É a minha… Lentilha de Meio Ano!

1. Da lentilha

A lentilha mudou o mundo. Há milênios, Isaac e Rebeca conceberam gêmeos no Oriente Médio. O primogênito tinha muito cabelo, donde recebeu o nome de Esaú, que significa peludo. O outro nasceu segurando no calcanhar do irmão, e lhe chamaram de Jacó, ou suplantado. Esaú era um ativo caçador, Jacó, um pacífico pastor. A primogenitura valia a chefia e a herança da família, e Jacó queria ter esse direito, que era do irmão. Bem. Um dia, Jacó estava na sua tenda, cozinhando justamente uma panela de lentilhas. Esaú chegou faminto da lida e exclamou, com a franqueza habitual:
– Deixe-me comer um pouco dessa coisa vermelha!
Ao falar coisa vermelha, Esaú passou à História com o apelido de Edom, que é vermelho. Tornou-se, depois, o pai dos edomitas. Imagino o que Jacó colocava na sua lentilha para que ela ficasse vermelha… Enfim. Jacó respondeu:
– Dá-me em troca o teu direito à progenitura.
– Morro de fome – deu de ombros Esaú. – De que me vale a primogenitura?
A partir daí, Jacó virou patriarca dos hebreus. Fosse Esaú o patriarca, Freud, Marx e Einstein, judeus de fala alemã que mudaram o mundo, seriam edomitas de fala alemã, e tudo seria diferente. Afinal, você sabe como são esses edomitas…

2. Da linguiça

As pessoas têm preconceito contra a linguiça, considerada vulgar. Pois bem. Alexandre Dumas conta em seu Dicionário Gastronômico que, certa feita, Napoleão perguntou por que nunca lhe serviam linguiça. “Dunand, maître do imperador, por um instante atônito, respondeu:
– Sire, o que é indigesto não é gastronômico.
Um oficial presente acrescentou:
– Sua Majestade não pode comer linguiça e trabalhar em seguida.
– Bah! Bah! Isso é história, trabalharei do mesmo jeito.”
No dia seguinte, o primeiro-maître do palacete das Tulherias serviu linguiça a Napoleão, que comeu com prazer imperial. Portanto, vá agora mesmo ao mercado e adquira duas bem fornidas pernas de linguiça, por favor.

3. Dos derivados de suíno

Mais do que a linguiça, a carne de porco já foi brutalmente discriminada. As razões são bíblicas. Jesus andava pela Galileia quando deparou com um homem que, literalmente, estava com o diabo no corpo. Reconhecendo-o, o possuído se prostrou. Jesus perguntou-lhe o nome, e ele respondeu, com voz satânica:
– Legião. Porque somos muitos.
Jesus, então, fez um exorcismo. Ordenou que os demônios saíssem. Legião pediu para entrar numa vara de porcos que passava por ali. Jesus permitiu e os coisas-ruins penetraram nos suínos, 2 mil deles, que se atiraram de um penhasco e morreram. A Bíblia não fala do prejuízo do dono dos porcos.

4. Da batata

A boa lentilha não prescinde da batata.
Os incas se alimentavam desse amável tubérculo, que não existia no Velho Mundo. Francisco Pizarro talvez tenha sido o primeiro europeu a provar de suas delícias, no século 16.
Depois dele, o inglês Francis Drake navegava por Cartagena, na Colômbia, e, ao parar para se reabastecer, um de seus marinheiros envolveu-se com Potato, exuberante filha do chefe da tribo local. O marujo repoltreou-se à grande com Potato, a tal ponto que o chefe decidiu que eles se casariam, deixando o inglês aflito. Drake tranquilizou-o com um plano: à noite, eles correriam para os navios e se escafederiam. De fato, assim que a tribo dormiu, os britânicos rastejaram para os barcos e zarparam. Os índios acordaram e se puseram a persegui-los, alvejando-os com flechas e lanças. Quando a munição acabou, atiraram batatas, que rolaram pelo convés. Ao chegarem à Velha Álbion, Drake e seus corsários ofereceram à rainha Elizabeth um jantar preparado com as batatas. A soberana, encantada, perguntou como se chamava a iguaria. Ao que Drake, gaiato, piscando para o amigo arrebatador de corações indígenas, respondeu:
– Potato.
E assim a batata tornou-se batata.

5. Da cebola e do alho

Há quem diga que cebola e alho, misturados, se anulam. Mentira vil. Se completam. Existem 325 espécies de cebola. A primeira surgiu na Mesopotâmia de Alexandre e, como Alexandre, conquistou o mundo. Já o alho é do Afeganistão, mas fez seu glorioso aparecimento na Grécia socrática.Também o alho tem detratores, devido a seu forte odor. Realmente, uma vez entrei num táxi, farejei o ar e reclamei:
– Teu carro está com um cheiro rançoso…
– Não é o carro, sou eu – respondeu o motorista e, abrindo a boca para mostrar dois dentes de alho sobre a língua, completou: – Masco alho para fugir da gripe.
Foi uma viagem horrível. Para fugir da gripe, use vacina. O alho usa-se para fugir do Conde Drácula e na lentilha.

6. Modus operandi

Mínimos cubos de bacon ardem em um fio de óleo no fundo da panela. Pique a cebola e o alho. Pique, pique. Coloque-os sobre a fritura. Mexa. Remexa. Deite no refogado as pernas de linguiça, que já aguardam fatiadas. Mexa. Remexa. A seguir, introduza as costelinhas, seis delas, meio quilo de lentilhas, uma pitada de sal e uma quantidade de água que fique quatro dedos acima dos sólidos. Mexa. Espere ferver. Remexa. Quando o nível da água tiver baixado três dedos, ponha mais. Mexa sempre, para não grudar no fundo. Na segunda reposição d’água, acrescente as batatas cortadinhas. Só pare de mexer quando a carne se despegar dos ossos da costela, quando a linguiça tiver se decomposto, quando tudo for um só creme oloroso. Retire os ossos com a colher. Sirva com arroz. Essa é a minha Lentilha de Meio Ano, capaz de amolecer corações. Em 31 de dezembro, faça tudo igual, mas diga que é a Lentilha de Fim de Ano.


No próximo domingo eu retomo a apresentação dos Pretinhos Básicos.

Três volantes, mas só um ponto

26 de maio de 2012 45

Pedi para o Diretor do blog, Marco Souza, fazer a crônica do jogo do Inter. Leia abaixo:

O empate em 3 a 3 com o Flamengo no Rio de Janeiro não pode ser avaliado como mau resultado, mas pela exibição do sistema ofensivo, o Inter tem que lamentar a perda de dois pontos. Sem as falhas de Índio e com o trio de volantes atuando muito mal no primeiro tempo, a vitória era uma boa possibilidade no Engenhão. Mesmo que a torcida vá “crucificar” Josimar, que só recebe oportunidades jogando fora de sua posição, a responsabilidade do fraco desempenho da defesa na primeira etapa não deve ser colocada só sob seus ombros.

O placar foi aberto após cobrança de escanteio de Ronaldinho. A zaga do Inter não conseguiu afastar e Aírton empurrou para as redes aos 8 minutos de jogo. O gol fez o Inter tentar sair para o jogo, mas um lance aos 15 definiu a vantagem do adversário no primeiro tempo. O Colorado falhou na saída de bola e Índio acabou cometendo uma penalidade. O zagueiro errou o chutão e Ibson foi derrubado quando recuperou a bola do chutão pra cima.

Ronaldinho converteu a cobrança e deu uma sambadinha em frente aos torcedores para comemorar. Mesmo sofrendo dois gols em 15 minutos, o Inter atuava bem no campo ofensivo. Dátolo, Gilberto, Fabrício. Nei e Dagoberto chegavam bem ao ataque. O camisa 20 quase diminui a desvantagem após bela arrancada aos 20. Dagoberto roubou a bola na intermediária , fez boa jogada individual,  e só parou após grande defesa do goleiro.

Ainda que no ataque o time funcionava, a defesa não se acertou em campo. Índio falhou novamente na frente de Ibson e o Flamengo quase ampliou. Em lance parecido com o que originou o pênalti, o meia recuperou a bola no meio campo e tocou para Ronaldinho, que chegou sozinho na área, mas errou o passe para Vagner Love.

Aos 32, Dátolo segurou a bola na intermediária, esperando a passagem de Fabrício. O lateral foi até a linha de fundo e cruzou para Gilberto desviar no meio da área para o fundo das redes. Três minutos mais tarde, Índio falhou novamente. O zagueiro errou a tentativa de desarme em Vagner Love no meio de campo. A bola sobrou para Ibson livre na intermediária, mas Muriel saiu nos pés do meia e conseguiu evitar o gol.

Inspirado em Muriel, Nei também fez uma grande defesa no jogo. O lateral desviou um chute no meio da área de Ibson para escanteio, mas o juiz não viu o lance e não marcou a infração. Com o fim do primeiro tempo, a imprensa foi ouvir Ronaldinho, que resolveu provocar o adversário. “Pra mim, fazer gol contra o Inter não é novidade. Faço desde pequeno”.

Dorival resolveu corrigir o seu erro na escalação da equipe, e tirou Josimar e colocou Maurides, centroavante de 18 anos. Gilberto perdeu gol na pequena área aos 2 minutos. O atacante recebeu a bola após cobrança de falta, mas bateu fraco nas mãos de Paulo Victor. Um minuto mais tarde Vagner Love mostrou ao atacante colorado que centroavante não pode desperdiçar. O jogador recebeu sozinho dentro da área, venceu Rodrigo Moledo no corpo e bateu no canto de Muriel para ampliar o placar.

Precisando reverter o resultado, Dorival tirou Gilberto e colocou Marcos Aurélio aos 16 minutos. Cinco minutos mais tarde, Fabrício diminuiu a diferença. O lateral-esquerdo recebeu a bola na intermediária e colocou a bola no ângulo esquerdo do goleiro do Flamengo.  Aos 25, Élton desarma Ronaldinho no meio de campo e toca para Marcos Aurélio. O camisa 25 rola para Dátolo, que  imita Fabrício e também acerta um chute da intermediária para empatar o jogo. O meia argentino arriscou de longe e viu Paulo Victor se esticar todo, mas não conseguir alcançar a bola.

Dátolo também conseguiu outra boa oportunidade de finalizar e virar o jogo, mas a bola passou ao lado do gol aos 30 minutos da segunda etapa. Com o empate garantido, o Inter começou a administrar a pressão que o Flamengo ainda tentou impor nos últimos 15 minutos de jogo. Mesmo com os oito desfalques, Dorival pode comemorar a boa atuação do sistema ofensivo, mas sabe que também precisará reavaliar algumas peças na defesa da equipe.

Flamengo e Inter fizeram um jogo curioso

26 de maio de 2012 6

Jogo estranho, esse Flamengo 3 x 3 Inter.

Foi bom de se ver, mas os dois times jogaram mal.

Um jogo de erros, mas um jogo interessante.

O Inter estava desfigurado, o Flamengo desorganizado.

O Inter poderia ter vencido, mas também podia ter levado uma goleada acachapante.

Alguns, como Muriel e Dátolo, jogaram esplendidamente. Outros, como os dois zagueiros e o resto do meio-campo, jogaram horrivelmente.

De qualquer forma, o resultado é positivo.

Para você, garota

26 de maio de 2012 6

O melhor de George, com o grande Clapton:

Sonzaço de sábado

26 de maio de 2012 1

O Sting é um perfeccionista.
Faz e refaz suas canções, grava e regrava, só descansa quando acha que está ideal.
É por isso que ele produz obras como essa:

Som das Madrugadas

26 de maio de 2012 2

Avanti Morocha, da banda Caballeros de la Quema, é a sugestão do leitor Breno Schmitt.

O maior gênio da História

25 de maio de 2012 18

Quem é o maior gênio político da Humanidade de todos os tempos? É um negro sorridente de 1m92cm de altura chamado Nelson“ Rolihlahla” Mandela.
Esse Rolihlahla é um nome xhôsa, a etnia de Mandela, que literalmente quer dizer“ puxando uma ramada para baixo”, mas que tem o significado de“ encrenqueiro”.
Mandela, de fato, foi encrenqueiro quando jovem; hoje é o oposto disso.
A incomparável obra de Mandela é uma obra cristã, no sentido filosófico.
É uma obra de amor.
Mandela conseguiu o impossível: pacificou povos e formou uma nação valendo- se de gestos e palavras.
Só de gestos e palavras.
A África do Sul era um regime racista oficial.
Um segregacionismo de Estado, mais institucional do que o fascismo e o nazismo europeus.
Durante esse confronto de décadas, foram cometidas atrocidades de ambos os lados ( mais do lado dos brancos, que detinham o poder, é evidente).
Negros e brancos sentiam medo uns dos outros, e é do medo que nasce o ódio.
Mandela assumiu e, em quatro anos, convenceu um país inteiro de que era preciso renunciar à vingança e, às vezes, à justiça, para viver em paz.
Estive na África do Sul.
Vi e ouvi brancos e negros se posicionando a respeito das feridas abertas do país.
Suas ideias são fruto da reflexão.
Eles foram convencidos do que deviam pensar e de como deviam agir, e é assim que fazem.
Nada do que aconteceu, na África do Sul, foi esquecido.
Ao contrário: as dores são lembradas e repisadas todos os dias.
Mas a consequência dessa purgação não é retroativa.
É uma limpeza que desimpede o caminho.
O que Nelson“ Rolihlahla” Mandela fez é gigantesco.
É único.
Ele aplicou na prática a pregação revolucionária de Jesus Cristo de 20 séculos atrás, algo que nem a igreja dita cristã conseguiu sequer compreender.
Esse negro nonagenário e aparentemente manso é mais do que um homem; é um monumento ao Ser Humano.
O mundo seria um lugar melhor para se viver se as pessoas entendessem a obra de Mandela.
Muitos dos conflitos e das crueldades deles decorrentes, muito da aflição que um homem pode causar a outro homem, muito do Mal, enfim, seria contido, se a lição que Mandela ensina todos os dias fosse assimilada.
No Brasil, sempre existiu esse sentimento que Mandela ensinou intelectualmente.
No Brasil, nada funciona na base do confronto.
Tudo tem de ser conversado, tudo tem de ser feito com alguma ponderação, com boa parcimônia.
Mas a corrupção e a violência estão arrastando o brasileiro para os extremos.
Esta semana, vi o vídeo de uma repórter de TV da Bahia humilhando um rapazote que havia sido preso por furto.
Vi também os parlamentares de Brasília humilhando Carlinhos Cachoeira numa sessão da CPI.
Para a repórter baiana e para os congressistas, os delitos do rapazote e do bicheiro justificam os insultos, o desrespeito e o achaque, e grande parte da população os aplaude, porque se sente desforrada.
É o caminho inverso da África do Sul.
Lá, um país formado no conflito, aprendeu racionalmente que às vezes a tolerância é melhor até do que a justiça.
Aqui, um país formado na tolerância confunde a necessidade de justiça com o desejo de vingança.
Que tragédia que exista um único Mandela no mundo.

* Texto publicado na Zero Hora desta sexta-feira, 25/05/2012

Sala de Redação

25 de maio de 2012 6

Ouça o Sala de Redação desta sexta-feira.

Som de Sexta

25 de maio de 2012 2

Gonzaguinha morreu no auge da sua forma poética. Era um dos grandes da MPB. Essa canção é a própria nostalgia cantada. “É preciso, mais que nunca, prosseguir”.

Luxemburgo e Pelaipe no bom caminho

25 de maio de 2012 10

O Grêmio está no bom caminho.

Está se consolidando pela repetição.

Luxemburgo definiu um time e uma forma de jogar.

Assim agem os bons treinadores.

Quando isso acontece, o reserva que entra sabe como tem de se comportar, e por isso rende bem, e desta maneira surgem novas opções para o técnico.

Tem ajudado também, e muito, o eficiente trabalho de Pelaipe no futebol.

Ele tem se mexido, não cessa de contratar, não se conforma com o que tem. Resultado: mais opções ainda para o treinador.

O ideal é o Grêmio manter essa estrutura, mesmo que não consiga grandes títulos neste anos.

Só com tempo é que se monta um time vencedor.

Cotação de Grêmio 2 x 0 Bahia

24 de maio de 2012 22

Pedi para o Diretor do blog, Marco Souza, fazer a cotação do jogo do Grêmio. Leia abaixo:

Victor: 6

Não foi exigido.

Edílson: 7

Qualifica muito o apoio pelo lado direito.

Gabriel: 6

Já entrou com o jogo resolvido. Foi bem nas jogadas de ataque, mas precisa caprichar mais no último toque.

Gilberto Silva: 6

Não foi exigido.

Naldo: 6

Não foi exigido.

Pará: 7

Melhorou sua participação nas jogadas de ataque e manteve o bom nível que já mostrava em partidas anteriores.

Souza: 6

Mesmo tendo uma atuação melhor que nos últimos jogos, ainda está abaixo de Fernando e Léo Gago.

Vilson: 6

Entrou e ajudou a manter a posse de bola.

Marco Antônio: 7

Cresceu muito de produção nos últimos jogos. Está qualificando a articulação das jogadas de ataque da equipe.

Rondinelly: 6

Segue mostrando que Luxemburgo pode apostar em sua utilidade no grupo.

Fernando: 7

É um dos melhores jogadores de sua posição atuando no Brasil. Mais uma partida consistente do volante.

Léo Gago: 7

Léo Gago dá qualidade ao jogo da equipe. Abusou das jogadas individuais no segundo tempo.

Marcelo Moreno: 8

Venceu a maioria dos duelos com os defensores do Bahia. Fez gol de centroavante.

Miralles: 8

Mostrou bom futebol durante os 90 minutos, algo quase inédito em sua trajetória no Grêmio. Fez gol e deu passe para Marcelo Moreno marcar o outro.

Vanderlei Luxemburgo: 8

Dá pra ver que o técnico está dando opções táticas para a equipe. Está em bom momento. Aposta em Miralles deu resultado.

Grêmio fechou com Fábio Aurélio

24 de maio de 2012 86

O Grêmio acabou de fechar com o lateral Fábio Aurélio.

O jogador assinará contrato até dezembro de 2013.

Clube contratará mais um atacante e um meio-campista.

Sala de Redação

24 de maio de 2012 2

Ouça o Sala de Redação desta quinta-feira.

Café TVCOM

23 de maio de 2012 14

Assista ao Café TVCOM do último sábado, 19/05/2012.