Mesmo em Londres, as bicicletas andam em meio ao trânsito, até porque há poucas ciclovias na cidade
O café da manhã
Nosso café da manhã é tipicamente inglês. Isso me apraz. Em viagem, gosto de experimentar os sabores locais. Os scrambleds sempre me agradaram. Sim, senhor, um homem precisa de scrambleds no começo dos seus dias. Então, os scrambleds são certos e confirmados em meu prato inglês. Também aderi à salsicha frita e à panqueca com melado, e tenho feito graves considerações acerca dos tomates cozidos, mas ainda não ousei a ponto de enfrentar o feijão. Feijão no café da manhã talvez seja uma demasia. Há coisas, na Inglaterra, que só os ingleses devem fazer.
O trânsito
Em ruas de duas mãos, os carros às vezes estacionam um de frente para o outro. Quase todos os carros, você sabe, têm direção no lado direito. Mas alguns têm no lado esquerdo. As bicicletas circulam no meio dos carros. Há poucas ciclovias. E eles se entendem! Como? Um inglês vai ter que me dizer.
O jantar
Londres é uma das capitais do mundo. Aqui você saboreia a melhor comida japonesa, italiana, francesa ou tailandesa. Mas que graça tem vir à Inglaterra e comer churrasco? Então, no fim do trabalho vamos a pubs e enfrentamos peixe com batatas e embutidos com molho doce.
É estranho
Estranho, também, é uma cidade dessas fechar antes de cair o sereno da madrugada. Você precisa rodar muito para se alimentar depois das 23 horas. Os ingleses têm hábito de sair cedo de casa. No meio da tarde eles já estão bebendo ruidosamente aquelas suas pints. Por que saem tão cedo? Óbvio: porque por aqui não passa Avenida Brasil.
A segurança
É claro que os ingleses estão preocupados com a segurança, nesses tempos de terrorismo e tudo mais. Mas eles fazem a vigilância com muita naturalidade. Não há a rigidez da Olimpíada de Pequim, por exemplo, em que nós vivíamos numa bolha, quase que restritos às rotas de hotel e competições. Nada disso. Na Londres olímpica, tudo é muito tranquilo. Os policiais andam debaixo de seus capacetes altos, mas, com o calor do verão europeu, dentro de camisetas pretas descontraídas. Passam por você, sorriem e cumprimentam:
— Hello!
Há soldados pelo Parque Olímpico, também, mas sem armas. Eles vestem uniformes de camuflagem e boinas com dois pompons. Muito gracioso.





Fica por ai Davi, quem sabe convida o Paulo Santana também. Bah !!!! o sala de redação não é mais o mesmo, pior ainda depois da entrada do Pedro Ernesto Denardin.
TRANSITO, ... como se entendem? ... não precisa um INGLES dizer, eles apenas estão exercitando a sua cidadania, coisa pouco obsrevada aqui na Provincia de São Pedro... e no resTo do Brasilzinho. aPROVEITA QUE ESTA AI DO LADO E DA UMA PASSADINHA NA HOLANDA, pra espiar e contar pra turma aqui...
pão e circo não basta para formar um cidadão, ... mas a cultura do tchu tchu tcha ta na moda... daqui a pouco vem mais um BBB.STA e o povinho vai continuar admirando a organizaçã e cultura dos outros povos, e não muda nada por aqui... desde pia eu escuto que o BRASIL é o pais do futuro, ... ??!!!??? ...
Aproveite seu peixe frito com batatas enrolados em jornal, no velho brithis style!!!
O CAFÉ DA MANHÂ
Um café da manhã pode ter a mesma coisa que você tem em casa, mas num hotel, depende do jeito que preparam, tem um gosto especial. Ainda tem a versão "Omelette de hotel" que é muito bom. Esse café da manhã inglês parece ter um branch. Tem chazinho?
É ESTRANHO
Um amigo inglês me contou que eles anunciam a última rodada dos pints e encerram os trabalhos, sem chororo. Toca até uma sineta. That's all folks!!! Something like this.
Muito bom, foi para meu blog http://josecontinolisboa.blogspot.com.br/
David, so' nao saia correndo do trem, senao, pode ser brutalmente assassinado por oficiais da Scotland Yard!
Ah, e tambem nao ouse deixar o seu dinheiro depositado em algum banco da "City of London", senao, os "banksters" podem surrupia-lo na forma de esquemas fraudulentos!
Espero nao ter quebrado o seu deslubramento com os ingleses, David!
David, em um país como o Brasil, onde mil cérebros valem menos que um bumbum, o correto infelizmente é considerado como anormal...
Vejamos os exemplos para não fazermos fiasco em 2014 e 2016...
Ola! Nao sei como vai ser a Olimpiada no Rio, pessoalmente acho que Curitiba ou Porto Alegre seriam mais adequadas para a tarefa.
As cidades europeias sao bem mais urbanas que as brasileiras e mais amigaveis. Meu conhecimento é bem limitado, mas Madrid que é praticamente um "deserto" possui mais arvores e parques que a maioria das cidades brasileiras. Nao conheço Londres, pelas fotos parece mais uma "cidade grande" do que as outras capitais europeias.
Sei que é incorreto e vou escrever uma bobagem muito grande, mas devido as noticias que a gente ve na tv, olimpiadas no Rio para mim soa quase como olimpiadas em Bangladesh. Nao sei como sera a abertura no Rio, espero que nao se reduza ao esteriotipo de um desfile de Carnaval, o Brasil é muito maior do que isso. E é essa imagem distorcida do Brasil que passa no exterior.
E nao sei se arrumaram, mas no site da Copa, quando se clica no link de Porto Alegre a bandeira que aparece na imagem nao é a do Rio Grande do Sul, copiaram a imagem de um senhor montado a cavalo com uma bandeira um pouco diferente.
A BBC fez um documentario sobre a musica brasileira, o unico problema é que para eles o Brasil terminou no Rio, musica gaucha e rock nao existem no Brasil!!!!!
(e meu teclado esta sem acentuaçao)
Eu não acredito que li a asneira que esse tal Rodrigo escreveu!
A taxa de criminalidade nas maiores cidades inglesas é menor do que a de muitas cidades pequenas do Brasil, mas "ah, mataram o Jean Charles, que ingleses assassinos desgraçados!!!".
Morrem milhares de "Jean Charles" por ano aqui mesmo, não precisa escolher um caso isolado de outro país!
Aliás, se queres falar em fraudes, quinta feira começa o julgamento do mensalão. Ah, eu esqueci... O mensalão é uma lenda, nunca aconteceu!
Ops... desculpa, quebrei teu deslumbramento com o Brasil?
Voce nao queria dizer "scrambled eggs", ovos mexidos?
Um vídeo sobre os livros de Daniel Aço
A jornalista carioca Gleice Couto, criadora e responsável pelo blog Murmúrios Pessoais, especialista em literatura, teve a gentileza de ler e comentar dois livros meus: O Inculto, livro de ensaios e crônicas, e Sangue na Paulista, livro de histórias curtas (crônicas e o contos).
Quanto ao meu outro livro - Filosofia, a Provação da Metafísica -, ela apenas mostrou a capa e disse não se interessar pelo assunto. Está no direito dela, naturalmente. Este livro, porém, é a minha obra-prima.
Assista ao vídeo abaixo e veja, do primeiro ao oitavo minuto, o que Gleice Couto diz sobre os livros de Daniel Aço.
http://murmuriospessoais.com/?p=3782#comments
o rodrigo é daqueles caras q nunca sairam do pais. coitadinho...
Cadê a THAIS CHARRUA? Será que está em London?
Fui dar uma secadinha no seu Grêmio aqui em Curitiba...Valeu, o Coxa fez o "crime" aos 44 do segundo tempo...Mas ver o Luxa e sua soberba derrotados não tem preço...
Abraço...
Esse Daniel chatAço não tinha prometido deixar de encher o saco no blog? Fui ver o vídeo sobre os livros que ele enviou (?) para a jornalista. Ela não disse que não se interessa pelo assunto. Disse que não iria ler pq não se interessou PELO LIVRO.
Sinopse da opinião da Jornalista: Daniel Aço é um chato de marca maior.
Essa de auto-definir a obra-prima beira a surrealidade...
Bah, que tipinho azedo esse Rodrigo. Acha que vive no melhor e maior país do mundo? Não é com esse pensamento que iremos chegar lá....
A Europa está em crise? Dizem que sim mas, mesmo assim, a qualidade de vida deles é infinitamente superior à nossa nesse "momento de prosperidade" pelo qual estamos passando.
O Fulano está correto, o que se come aqui são "scrambled eggs" (ovos mexidos). Nunca ouvi falar em "scrambleds".
Pois é, Marcão: o cara é o típico apontador de dedo para qualquer coisa que não aconteça direito nos outros países. Enquanto a taxa de criminalidade na Inglaterra é uma fração da do Brasil, o sujeito fala em um único caso que ele consegue apontar (Jean Charles). Enquanto no Brasil se começa a julgar o Mensalão, o tipo fala em orçamento estourado numa Olimpíada.
O brasileiro não sai da m. porque pensa que não está nela, ou que, se está, ela nem cheira tão mal assim!