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Túnel do Tempo: Você é o Juiz — 18º Capítulo

29 de outubro de 2013 0

A cozinheira ficou um pouco espantada de me ver ali. Estacou. Aprumou-se. Alisou o avental, nervosa. Ia dar meia-volta, quando a chamei:

- Ei!

Parou.

Caminhei em sua direção. Ela ergueu a mão ao peito, como se tentasse sentir as batidas do coração. Cheguei perto.

- Como é seu nome?

Baixou a cabeça. Era mesmo uma mulata estuante de sensualidade.

- Jenifer.

- Jenifer… – aproximei-me bem dela.

- Jenifer… – repeti. Senti seu cheiro. O cheiro de fêmea que havia sido possuída havia pouco tempo.

- Jenifer… – disse outra vez.

Percebi que estava perturbada com minha presença. Devia estar calculando o que eu fazia ali. Devia estar se perguntando se vira o que ela tinha feito com o mordomo minutos atrás, num dos banheiros da mansão.

Era dona de um pescoço comprido e macio, de ombros redondos e de curvas onde devia haver curvas. Encostei-me nela e senti que estava ficando excitado com a situação. Ao mesmo tempo, precisava me concentrar. Ela era uma testemunha. O roubo seria descoberto, a polícia viria, encontraria o colar e, quando tudo isso acontecesse, aquela Jenifer ia ligar as coisas e me delatar. Qual seria a ligação dela com o mordomo? Quando os flagrei no banheiro ela pedia que ele parasse. Logo, devia ser a primeira investida séria de Laércio. Ou não? Ou aquela história de “para! para!” fazia parte do ritual dos dois? De qualquer forma, namorados não eram: Laércio tinha família e tudo mais. No máximo, ela era um caso dele. O que eu devia fazer com a mulata? Ela arfava de tão nervosa. Vi que seus seios subiam e desciam com a respiração forte. Era uma mulata sensacional.

- Senhor Rildo… – balbuciou ela. – O que o senhor quer comigo? O que o senhor está fazendo?

Já me esfregava nela. Olhei para os lados. O que não podia acontecer, de jeito nenhum, era o Laércio aparecer agora e nos ver. Aí, sim, tudo estaria perdido.

- Olha, Jenifer -  sussurrei – Quero que você venha aqui – empurrei-a para um banheiro. Outro banheiro da casa. Quantos banheiros será que havia naquele lugar?

Ela deu um gritinho. “Oh!” Mas cedeu. Entrou comigo no banheiro. Tranquei a porta. Fiz exatamente como havia feito Laércio minutos atrás. Prensei-a contra a parede.

- Jenifer… – ciciei.

- Senhor Rildo… O que é isso, senhor Rildo?

- Você não pode contar a ninguém que me viu aqui, entende? -  e, ao mesmo tempo, levei a mão àquelas coxas de marfim marrom. Eram coxas pétreas. Coxas sólidas e macias ao mesmo tempo. Como se alisasse uma pilastra de carne.

- Ah, seu Rildo… – ela gemeu. - Por que o senhor está fazendo isso comigo? Eu não conto. Juro que não conto. Ai…

Cachorra. Não fazia vinte minutos que o mordomo se servira dela, e agora já gemia em meus braços. Cachorra! Fiz o mesmo que Laércio. Deixei minha mão escorregar pelas partes internas daquelas pernas de madeira-de-lei e veludo e segurei as alças da calcinha azul que vira momentos antes. Exatamente como Laércio, baixei-lhe as calcinhas até os joelhos. Ela devia estar pensando que os homens são todos iguais, que inclusive fazem tudo igual. Toquei em seu sexo. Estava úmido e quente.

- Cachorra! – murmurei em seu ouvido, as palavras me saindo por entre os dentes.

- Seu Rildo - ela ofegava, ela tremia, eu tremia também.

- Cachorra! – levei-a para a pia, como Laércio a havia levado.

- Ai, seu Rildo!!!

- Cachorra! Cachorra!!! Cachorraaaaa!!!!!

- Seu… Rildo…

Foi rápido e bom. Nem sequer tirei as calças para ter aquela pantera cor de canela. Depois de tudo, enquanto fechava o zíper, disse-lhe no ouvido:

- Se você não contar a ninguém que me viu, vou recompensá-la, compreendeu?

- Compreendi – ela ainda arfava, feito uma cadela.

- Jura que não vai contar?

- Juro.

- Por Deus?

- Por Deus, seu Rildo.

Beijei-a na boca carnuda e me fui. Em um minuto, estava fora da mansão, suado, escabelado, excitado e feliz. Será que devia me preocupar com a mulata? Será que ela era um perigo? Isso eu acabaria descobrindo em breve. Ou não?

Descubra o que Rildo descobriu loguinho, no próximo capítulo de… Você é o juiz!!!

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