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Posts na categoria "Geral"

The Blizzard: Não há ninguém fora de casa

27 de janeiro de 2015 4

David Coimbra

A neve cai há mais de 24 horas na Nova Inglaterra, região formada pelos seis estados do Nordeste que fundaram os Estados Unidos. A Blizzard 2015, chamada pelos meteorologistas íntimos de “Juno”, fez um desvio em Nova York, poupando a maior cidade do país, e singrou para o Norte. Em Massachusetts, estado do qual Boston é a capital, foram registrados ventos de 126 quilômetros por hora.

Não há ninguém fora de casa. O comércio, as escolas, tudo está fechado. Os carros foram proibidos de circular. Só se veem caminhões que retiram neve do leito das ruas, carros de polícia, bombeiros e eventuais ambulâncias. Já há 40 centímetros de neve no solo. A previsão é de que chegue a um metro.

Até agora não houve falta de energia elétrica ou água, mas a Defesa Civil não para de advertir: “Quem sair à rua corre risco de vida!” Os americanos são estressados com tudo que envolve segurança.

Fiz um pequeno tour pela neve. Confira:

Mandela: Herói da tolerância

06 de dezembro de 2013 4

Clique nas imagens e confira o texto de David Coimbra sobre Nelson Mandela, publicado nas páginas 6 e 7 da edição impressa de Zero Hora desta sexta-feira, 6 de dezembro.

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Meu câncer

29 de março de 2013 115

Numa sexta-feira como hoje, os competentes médicos da Santa Casa descobriram que havia um tumor devorando um dos meus rins.

Um câncer.

É estranho você dizer que está com câncer. É como se dissesse: estou morrendo. Foi o que pensei naquela sexta-feira. Naquela sexta-feira, eu morri um pouco.

No sábado, meu rim foi removido. A cirurgia, comandada pelo doutor Ernani Rhoden, do Hospital São Francisco, foi um sucesso, mas, para mim, eu que nunca havia sido internado em hospital, nunca quebrara nada, nunca ficara doente, para mim foi uma dor inédita, um sofrimento que nem sabia ser capaz de suportar.

Agora estou sendo bem cuidado pelo oncologista Jefferson Vinholes e tudo envereda pelo bom caminho, mas ainda não processei totalmente o que aconteceu. O que posso concluir desse episódio? Alguns dizem que essas experiências radicais nos levam a iluminações. Você compreende a vida de outra forma, vê as coisas de outro ângulo. Talvez no futuro, mas, até agora, o sofrimento não me abriu as portas da percepção. Até agora o sofrimento só foi isso mesmo, sofrimento. Que desperdício de dor.

Mas houve algo, um sentimento que se consolidou na minha mente, com essa experiência. O que posso dizer é que, se não houve sofisticação da minha, digamos, vida espiritual, houve aumento da minha fé nas pessoas. A preocupação sincera e a ajuda incondicional dos meus amigos e dos meus familiares; as orações e promessas de pessoas que nem conheço, de todas as religiões; o apoio tranquilizador da minha empresa, a RBS, e o carinho dos meus colegas, desde a atendente do bar até o mais alto diretor; a competência dos médicos e o requinte da ciência; tudo isso me ergueu e me ergue, e tudo isso é humano. Não há nada transcendental aí; o que há são as pessoas. Os homens. O homem que inventa a bomba atômica, mas que também desenvolve a medicina nuclear, o homem é, sim, o lobo do homem, mas também o seu consolo e a sua salvação. Depois de olhar na cara da morte, vi que a vida está na relação com as outras pessoas. As pessoas, as pessoas. Os outros seres humanos é que nos tornam humanos.

Kant estava certo

09 de janeiro de 2012 18

Ao observar o meu filhinho, concluí que Kant estava certo. Immanuel Kant foi um filósofo que viveu a vida inteira em Konnigsberg. Concebeu uma obra portentosa, difícil, cada página é uma dor, mas, depois que você consegue compreendê-la, o mundo se ilumina. Vou tentar fazer um resumo grosseiro.

Kant dizia que temos conhecimento a priori. Quer dizer: sabemos  de certas coisas ANTES de receber informações sobre elas. Um conhecimento que estaciona do lado de fora da área intelectual. Por exemplo: você tem nas mãos uma barra de chocolate. De imediato,o seu cérebro começa a receber informações a respeito. A forma, a cor, o cheiro, a textura, o sabor. Dezenas de sensações.Talvez centenas. Mas você não leva todas em consideração.  Algumas você rejeita; outras, qualifica como mais ou menos importantes. Um processo sofisticado. Tudo isso em menos de um segundo.

Como você decidiu o que seria relevante? Onde você adquiriu essa escala de valores? Aí está: em lugar algum. Você JÁ SABIA disso. Você faz isso todos os dias, o dia todo. Agora mesmo você está sendo acossado por um milheiro de sensações. O encosto da cadeira na sua espinha dorsal, o tecido da sua roupa, o tique-taque do relógio de parede, o rosnado do carro que passa lá fora, o vagido da criança no apartamento contíguo, a temperatura da sala, as cores e  formas de tudo o que o cerca, o odor do café sobre a mesa e do feijão que ferve na cozinha, as atividades internas do pulsar do seu coração, dos ácidos que dissolvem alimento no seu estômago, do seu pulmão que se enche de ar e até a pressão atmosférica. A maioria das sensações você decide ignorar. Outras você assimila. Não se trata de um processo intelectual. É algo que você SABE fazer a priori.  Pois meu filhinho sabe coisas a priori. Percebo que ele tem noção exata de como se comportar diante de situações sobre as quais jamais teve informação.

A sensibilidade vem antes do raciocínio. As pessoas não são só massa moldada pelos acontecimentos e pelo meio ambiente. Há algo mais envolvido no processo, algo mais sutil, mais requintado e mais sensível: o espírito humano. Eu aqui, dois séculos depois de Kant, ousaria afirmar que esse espírito não se manifesta só no indivíduo. Existe também um espírito da sociedade, um entendimento coletivo que se manifesta antes de que sejam tecidas considerações intelectuais a respeito. Ninguém escreveu sobre aquilo, ninguém formulou tese alguma, mas aquele sentimento permeia a comunidade.

Agora, por exemplo, os tempos são de falsa liberdade individual. Homossexuais fazem beijaço no Centro, o racismo é punido por lei, o machismo é censurado. Tudo isso é positivo. Mas não significa que sejam expressões de um mundo livre. Porque, simultaneamente, o comportamento das pessoas está sob severo julgamento. Nunca as motivações internas sofreram tanta vigilância externa. Uma vigilância que tem sido exercida antes da teoria. Antes da regulamentação. A priori. Tempos estranhos. E mais estranhos serão os que meu filho haverá de enfrentar.

E-mail de uma Jô da praia

08 de fevereiro de 2011 12

Recebi esse email da Cassi, uma das tantas candidatas a Jô da Praia. Segue foto dela e das amigas.


“Oi David!

Me chamo Cassiani Braga Kranz, tenho 30 anos, moro em Montenegro/RS, e sou uma leitora assídua de suas crônicas, fanzassa mesmo!

Estou te escrevendo porque tenho a necessidade de te contar como foram os meus dez dias de veraneio em Capão da Canoa e também porque o seu nome era seguidamente pronunciado pela turma composta por seis pessoas que habitavam o nosso apê.

Tudo começou no dia 07/01/11 – quando, chegando à praia, em um final de tarde fantástico, sentada perto da casa da RBS, meu cunhado grita o seguinte: “Olha lá o David Coimbra, na casa da RBS!”, saímos em disparada pra te conhecer pessoalmente e tirar uma foto contigo, você nos atendeu com muita simpatia e tirou uma foto conosco. Pensei: comecei bem as minhas férias.

Nos dias seguintes, comprávamos a Zero e a líamos de cabo a rabo, inclusive a sua coluna, claro. Mas o que mais nos divertia era a escolha das Jôs da Praia. Não, não é nada de negativo não, nem pense isto, eram meninas lindíssimas, os meninos do nosso apê, o Fábio, o Zé e o Manuel, é quem podem dizer com mais firmeza. Mas o que eu quero contar é que pra nós meninas, eu, a Tati e a Isa, foi, de certa forma muito inspirador e estimulante, porque a cada beliscada de comida ou cervejinhas em excesso, olhávamos umas pras outras e dizíamos quase que juntas: “Olha a Jô da Praia do David”. Era a mesma coisa que dizer: “Para agora de comer! Só porque tá de férias acha que pode relaxar? Te cuida menina!”

E toda vez que a coisa fugia do controle, totalmente, sempre lastimávamos: “Assim não dá, não vou conseguir ser a Jô da Praia do David desse jeito!”.

Foi muito divertido porque nós dizíamos que, para o verão de 2012, nós seremos uma das tuas Jôs da Praia, que íamos malhar muito, nos dedicarmos mesmo para atingir este objetivo, mas que isso só começaria quando voltássemos de férias, mas teria que ser em uma segunda, pois toda dieta começa em uma segunda.

O que de fato aconteceu, nós voltamos para a nossa cidade em uma segunda, dia 17/01, voltamos para a nossa rotina, para as nossas atividades, mas não nos esquecemos da nossa promessa, afinal de contas, toda mulher tem a obrigação de se cuidar e se sentir bem sempre e com agente não foi diferente.

Mas para resumir tudo isso, só tenho a dizer que, foram dez dias maravilhosos em Capão, com muito sol, banhos de mar, cerveja gelada e muitos picolés de chocolate… o Bernardo é dos meus, não me vem com picolé de frutas, eu quero é de chocolate!

Um grande abraço da tua fã.

Cassi”


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Refugiados de Chávez

25 de janeiro de 2011 2

Aí vai mais um artigo da correspondente do blog na Venezuela, a minha amiga Yelitza Linares, competente jornalista de Caracas.

Como se fossem dois apresentadores de um programa de televisão, o vice-presidente da Venezuela, Elias Jaua, recebe por um sinal de microondas, o Presidente da República, Hugo Chávez. A transmissão oficial passa por rádio e TV. Hora? 18h.

“Obrigado, presidente”, disse Jaua. “Aqui estamos no quarto andar, sede da Vice-Presidência, onde construímos alguns apartamentos para abrigar 29 famílias.”

Chávez, do outro lado, mostra as 25 “casas-abrigo” que foram construídas na Praça Bicentenária do Palácio de Miraflores para receber um número igual de famílias desabrigadas, que perderam suas casas em consequência das fortes chuvas em Caracas no início de dezembro.

Mais de 130 mil pessoas abandonaram suas residências porque estavam em perigo. Oito estados declararam situação de emergência devido aos danos causados pela chuva.

A maioria dos afetados foram transferidos inicialmente para escolas, onde permaneceram até 10 de janeiro, quando as aulas recomeçaram.

Mas o seu destino não foi o habitual. No final de 2010, Chávez surpreendeu mais uma vez quando pediu a ministros que sigam seu exemplo e abram espaço para os desabrigados, por tempo indefinido, nos escritórios do governo.

Desde então, funcionários compartilham escritórios com flagelados, muitos deles crianças.

Ministérios, o Banco Central da Venezuela, a Assembleia Nacional, museus, centros esportivos, hospitais, estações ferroviárias, entre outros, cederam os locais em que antes estavam computadores e arquivos para abrigar camas ou colchões, instalar banheiros, banheiras e cozinhas.

O setor privado também deve colaborar. Proprietários de redes hoteleiras foram intimados pelo governo a destinar uma parte de seus quartos aos desabrigados.

Alfredo Urbano foi um dos beneficiados pela medida, junto com sua família e vizinhos. Em 27 de novembro, teve que deixar sua casa, localizada na parte mais alta de Carapita (periferia do estado de Miranda), porque o morro cedeu e várias propriedades do local desmoronaram.

Logo depois de recorrer a abrigos por vários dias, sua família foi recebida no 7º andar da sede do Banco de Venezuela, na avenida Urdaneta, onde funciona uma agência bancária. Nos outros seis andares estão escritórios administrativos.

Por ser funcionário da instituição, Urbano tem o privilégio de compartilhar a unidade, mais segura, com outras 17 famílias.

“Aqui estamos mais tranquilos. No abrigo anterior, não tínhamos nenhuma privacidade e tínhamos que lidar com pessoas violentas e armadas”, comenta.

A vida conjunta os levou a se organizarem em comissões, que eram responsáveis por alimentos, limpeza, segurança, logística, entre outros.

Esse também é o caso de Carlos May e sua família, que dormem desde 10 de janeiro em camas improvisadas no quinto andar do Ministério da Educação.

Nos corredores do mezanino e em outros três níveis do prédio, acomodações foram instaladas para 120 pessoas que tiveram que abandonar residências na antiga estrada Petare-Guarenas.

“Nada como ter uma casa própria, mas aqui nos sentimos melhor”, expressa May.

Os flagelados se diferenciam dos trabalhadores por braceletes e cumprem normas de segurança impostas pelos departamentos de governo: eles têm horários restritos para sair e entrar, para tomar banho e não podem circular pelos corredores durante o expediente. Isso não impede que se cruzem com funcionários públicos.

Entre os trabalhadores dessas unidades foram criados, por ordens de seus superiores, comitês de apoio que se encarregam de organizar a distribuição de comida e de materiais de higiene pessoal (que na maioria das vezes são doados pelo governo ou pelos próprios funcionários).

Mas a implantação desta população afetada na rotina da administração pública tem provocado conflitos em algumas unidades.

Na semana passada, os funcionários do Ministério das Relações Exteriores protestaram porque foram descontados 10% de seus salários para ajudar as vítimas, em um ato de “solidariedade forçada”, como eles mesmo chamaram. O dinheiro finalmente foi devolvido, ante a manifestação que tomou as ruas.

O arquiteto Marco Negrón questiona a improvisação com que se está enfrentando o problema e a qualifica de “absurdo”. Em um programa da rádio Circuito Unión, argumentava que a resposta oficial é apenas um reflexo da falta de previsão para resolver os casos e que se evidencia a falta de abrigos e moradias.

O governo só construiu 290 mil casas em 12 anos de gestão, segundo dados do Centro de Pesquisas Econômicas, e precisa de, pelos menos, 2,5 milhões.

Somado a isso está o mercado de aluguel de imóveis, cujas ofertas diminuiram oito vezes durante o mandato de Chávez, como consequência do congelamento da renda.

Negrón disse que o país não tem capacidade para construir um conjunto habitacional prometido agora pelo governo, porque o setor está desmantelado.

Chávez anunciou esta semana que irá erguer, com a ajuda dos russos, 40 mil casas na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas.

Também firmou o Decreto de Lei Especial para Abrigos Dignos, o primeiro aprovado no âmbito da Lei Habitante, que lhe dotou de amplos poderes para legislar nesta e outras matérias.

A Assembleia Nacional anterior (que era formada, em sua maioria, por deputados governistas) lhe cedeu em dezembro este poder, que poderá administrar por um ano e meio, quase o que lhe resta de mandato.

A lei lhe permite legislar para atender a tarefa urgente que tem o presidente de realocar os refugiados e oferecer-lhes a oportunidade de ter uma casa. Mas Chávez tem utilizado outras medidas que promovem a anarquia na capital.

“Aqui nos organizamos e criamos comitês de habitação”, explica Carlos May, refugiado no departamento de Educação. “Temos nosso projeto e terreno”. Quando questionado qual terreno, silencia.

A verdade é que obedece a uma ordem presidencial, dada na quinta-feira em emissoras de rádio e TV. “… todo aquele que busca suas casas, que Chávez os desapropriará”. Há 1 mil residências abandonadas, 2 mil em Caracas. Embora a burguesia diga o que diga, a revolução avança. O que queremos é que o povo seja o mestre do vale e não os burgueses.

Nessa mesma noite, houve duas tentativas de invasão na Paróquia de São Pedro por parte de grupos de pessoas que admitiram não ser flagelados, mas que tinham necessidade de ter uma casa própria, “porque vivemos na superlotação”, expressaram.

Na madrugada seguinte (sábado), houve ocupações massivas de 20 terrenos em Chacao – um bairro de classe média. Ao amanhecer, moradores protestaram nas ruas por causa dessas invasões, e o prefeito do departamento teve de negociar a retirada da população que tomou as terras, e o ministro do Interior e Justiça apareceu na mídia para “esclarecer” que a ordem do chefe de Estado foi “identificar os terrenos abandonados, não ocupados”.

Esta história agitada continuará…

Boa notícia teatral

19 de janeiro de 2011 0

David Coimbra assiste ao ensaio da peça no Teatro Renascença, em agosto de 2010

Sobre Saltos de Scarpin, peça baseada em dois livros meus (“Jogo de Damas” e “Mulheres”) será levada no verão. Na próxima semana, no palco do Renascença, participando do Porto Verão Alegre, nos dias 26 e 27.

Em fevereiro haverá apresentações em Torres, em datas a confirmar.


Livros que inspiraram a peça


Manhã de inverno, pensando no Scliar

18 de janeiro de 2011 1

Acordei cedo, aqui na Orla. 7 horas.

Estou tomando um mate e olhando para o céu que o John Steinbeck chamaria de enfarruscado. É um dia feio, cinza-chumbo, meio frio.

Lendo a Zero Hora que trasnferi para cá, pensei no Moacyr Scliar, que está internado em um hospital em Porto Alegre.

Escritor de mais de 70 obras em 73 anos de vida, todo mundo sabe. Membro da Academia, todo mundo sabe. Talento reconhecido no mundo inteiro, todo mundo sabe.

O que poucas pessoas sabem é o quanto o Scliar é generoso. Quem escreve e trabalha em jornal sabe como há, nesse ofício, gente dissimulada, inimigos na trincheira, maliciosos que ficam torcendo contra, nunca a favor. O Scliar é diferente. Torce a favor, nunca contra. O Scliar é dessas raras pessoas que não se regozijam com o eventual fracasso dos outros. E que vibram com o sucesso. Mais: o Scliar tenta ajudar. É um ser humano superior.

Eu aqui, olhando o dia invernal da praia, quero que dê tudo certo com ele. E que ele possa continuar escrevendo com destreza durante muitos verões.

Os melhores (e piores) de 2010

15 de janeiro de 2011 0

No dia 31 de dezembro, abri uma votação no blog para escolher os melhores e piores de 2010. Confira aí embaixo a minha lista, como prometido.


Categorias


Frase do ano:

“Não achei ser presidente tão complicado”, Lula, em dezembro, no finzinho do seu mandato.

A maior derrota:

Fogaça na eleição para o governo do Estado.

A maior vitória:

Inter sobre o Estudiantes em La Plata, mesmo sendo uma derrota.


O vexame do ano:

Inter, ao perder para o Mazembe em Abu Dhabi.

Fizeram bonito:

Renato Portaluppi na sua volta ao Grêmio; Tarso, ao vencer no primeiro turno; Manuela, ao se tornar campeã de votos.

A bela do ano:

Natalie Portmann, que parece desabrochar para o mundo.


Filme do ano:

Tropa de Elite II, um filme que mudou a cabeça das pessoas no Brasil.

 

 

Ator ou atriz:

Wagner Moura, claro.

Música do ano:

em 2010, como tem sido em todo século 21, as boas músicas são as músicas do século 20. A música que mais encantou o Brasil em 2010 foi Yesterday, dos Beatles, que há 40 anos já nem existem mais.

 

Cantor ou cantora:

Paul McCartney.

Jogador do ano:

Xavi, da Espanha e do Barcelona.

Técnico do ano:

Renato Portaluppi.

Time:

Barcelona.

Escritor do ano:

Laurentino Gomes.

Livro:

1822.


Acontecimento do ano:

A eleição de Dilma.

Personalidade do ano:

Marina Silva.

 

Tragédia na agenda

13 de janeiro de 2011 3
Algumas tragédias são previsíveis. Repetem-se e vão sempre se repetir, enquanto não se fizer algo a respeito. Essa de agora, do Rio, já aconteceu, já fui testemunha de uma semelhante. Leiam o que escrevi não faz muito, ano passado, e vejam como pode ocorrer de novo.

Voz de ouro

06 de janeiro de 2011 3

Um repórter. Um mendigo com voz de locutor. Uma câmera. Isso foi o suficiente para fazer o sem-teto Ted Williams sair das ruas. Um vídeo postado no YouTube pelo jornalista do Columbus Dispatch, Doral Chenoweth III, virou mania na Internet e já teve mais de 11 milhões de acessos. Mas o sucesso não ficou só nisso.

Williams vagava pelas vias de Colombus, em Ohio, nos Estados Unidos, quando foi gravado. Estendendo uma placa com a promessa de mostrar uma voz de ouro em troca de algumas moedas, ele não deixou a desejar.

Falou. Ganhou o mundo. Jornais, revistas, rádios, emissoras de televisão e blogs disseminaram o talento do mendigo, e acabou recebendo diversas propostas de trabalho. Uma, aliás, beirava os US$ 10 mil. Segundo o repórter que o filmou, vários e-mails foram enviados oferecendo empregos ao locutor, que vive em uma barraca.

Assista aí embaixo o vídeo que pode dar um novo sentido à vida de Williams.


Belo recorde

04 de janeiro de 2011 0

Cinco minutos de puro devaneio. É o que proporcionaram cerca de cem mulheres ontem, na praça Trafalgar, em Londres. Conduzidas pela bailarina Kimberley Dunne, elas tentaram quebrar o recorde fazendo a maior dança burlesca do mundo. A dança foi (e, pelo jeito, voltou a ser) a alegria dos homens, já que é considerada a precursora do Strip Tease. A performance, digamos, ousada, integra uma aposta publicitária organizada pela companhia aérea Virgin Holidays.

O comentário de Ana Maria

03 de janeiro de 2011 11

Leiam e releiam esse comentário postado pela leitorinha ANA MARIA, que bem poderia ser aquela do biquíni de bolinha amarelinho tão pequenininho. Prestem muita atenção à descrição que ela fez de si própria. E me digam se ela não deveria mandar uma foto para o blog e ser a Jô da Praia, mesmo sem ir à praia…

Matheus gaudério, grata pelos elogios. Devo afirmar que vc está certíssimo: sou, de fato, tudo, o que vc escreveu e mais: bonita de rosto e de corpo, perfumada, carinhosa, dengosa, ótima cozinheira, ouvinte atenta, graciosa e amante inesquecível, doce e inventiva… Meu benzinho, como não coloquei aspas no texto de nosso hino que citei, posso escrevê-lo usando outros termos, mas mantendo o significado do mesmo, entendeu? No mais, agradeço sua gentil atenção e seus votos de felicidade. Para vc, gracinha, desejo a mesma coisa de todo o coração!

Para o Marco Antonio, agradeço o beijo enviado e retribuo, virtualmente. Sou tudo o que disse ser, caríssimo, menos dadivosa…Não ligarei para vc, nem poderia né? Mas, desejo que vc encontre em sua vida uma mulher como eu! Aposto que vc nunca mais fará comentários em blogs da rede. Não terá tempo, nem vontade…

Cerveja campeã do mundo

01 de janeiro de 2011 9

O meu amigo Ilgo Wink lançou uma cerveja em homenagem ao título de campeão do mundo do Grêmio. É de sua própria lavra. Diz o Ilgo que está ótima. Quem quer provar?

O jornalista Ilgo Wink e a cerveja recém lançada.  Clique aqui para acessar o blog Boteco do Ilgo.


31 de dezembro de 2010 11

A partir de hoje, está aberta uma votação no blog para escolher os melhores e piores de 2010. Opine aí embaixo nos comentários e eleja seus favoritos. Nos próximos dias, eu divulgarei a minha lista. Participe!

Categorias

1 – Frase do ano:

2 – A maior derrota:

3 – A maior vitória:

4 – O vexame do ano:

5 – Fez bonito:

6 – A bela do ano:

7 – Filme do ano:

9 – Ator ou atriz:

10 – Música do ano:

11 – Cantor ou cantora:

12 – Jogador do ano:

13 – Técnico do ano:

14 – Time:

15 – Escritor do ano:

16 – Livro:

17 – Acontecimento do ano:

18 – Personalidade do ano: