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Posts do dia 20 maio 2011

A herança da fritura

20 de maio de 2011 1

O colesterol que não nos ouça, mas uma fritura lá de vez em quando cai bem. Claro, o prazer tem um preço, e não é só para a saúde vascular. Depois que batatinhas e empanados são deliciados, o óleo usado continua lá, triste e inutilizável no fundo da panela, exigindo uma providência. E a pior delas é lançá-lo ralo abaixo.

A cultura de recolher o óleo usado nas frituras para reaproveitá-lo cresceu nos últimos anos, mas a preocupação não deve se restringir aos restaurantes. Se descer pelo esgoto, o óleo vai direto para o rio, que não consegue reincorporar à natureza a fritura de tantas cozinhas – a estimativa é que cada litro polua cerca de 1 milhão de litros de água.

Além da iniciativa de alguns condomínios, que oferecem um recipiente para os moradores, há pontos de coleta espalhados pela cidade (confira na tabela), basta levar o óleo em uma garrafa pet. Na região, há empresas como a Controil Ambiental, Preserve Ambiental e Projesan que coletam e dão novo destino ao resíduo.

Jogar um recipiente com óleo no lixo comum também não é um bom negócio. O professor do departamento de Engenharia Química da Furb Vinicyus Rodolfo Wiggers lembra que o óleo que sobra da fritura se transforma em sabão, biodiesel, pode aquecer caldeiras ou servir à indústria química – não reciclá-lo é um desperdício de matéria-prima.

Mas reciclar não resolve todos os problemas ambientais. O educador ambiental da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Blumenau, José Constantino Sommer, lembra que o ideal seria reduzir o consumo de tanto óleo e mudar a cultura da fritura nas cozinhas. Natureza e saúde agradecem.


Alguns pontos de coleta de óleo de cozinha usado em Blumenau:

- Supermercados Giassi, Amigão, Cooper e Galegão
– Hospital Santa Catarina
– Escola Barão do Rio Branco
– Grupo Escoteiro Leões de Blumenau (Rua Pastor Oswaldo Hesse)




* Publicado na coluna Dedo de Moça desta sexta.

A herança da fritura


O colesterol que não nos ouça, mas uma fritura lá de vez em quando cai bem. Claro, o prazer tem um preço, e não é só para a saúde vascular. Depois que batatinhas e empanados são deliciados, o óleo usado continua lá, triste e inutilizável no fundo da panela, exigindo uma providência. E a pior delas é lançá-lo ralo abaixo.

A cultura de recolher o óleo usado nas frituras para reaproveitá-lo cresceu nos últimos anos, mas a preocupação não deve se restringir aos restaurantes. Se descer pelo esgoto, o óleo vai direto para o rio, que não consegue reincorporar à natureza a fritura de tantas cozinhas – a estimativa é que cada litro polua cerca de 1 milhão de litros de água.

Além da iniciativa de alguns condomínios, que oferecem um recipiente para os moradores, há pontos de coleta espalhados pela cidade (confira na tabela), basta levar o óleo em uma garrafa pet. Na região, há empresas como a Controil Ambiental, Preserve Ambiental e Projesan que coletam e dão novo destino ao resíduo.

Jogar um recipiente com óleo no lixo comum também não é um bom negócio. O professor do departamento de Engenharia Química da Furb Vinicyus Rodolfo Wiggers lembra que o óleo que sobra da fritura se transforma em sabão, biodiesel, pode aquecer caldeiras ou servir à indústria química – não reciclá-lo é um desperdício de matéria-prima.

Mas reciclar não resolve todos os problemas ambientais. O educador ambiental da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Blumenau, José Constantino Sommer, lembra que o ideal seria reduzir o consumo de tanto óleo e mudar a cultura da fritura nas cozinhas. Natureza e saúde agradecem.

Alguns pontos de coleta de óleo de cozinha usado em Blumenau:

Supermercados Giassi, Amigão, Cooper e Galegão

Hospital Santa Catarina

Escola Barão do Rio Branco

Grupo Escoteiro Leões de Blumenau (Rua Pastor Oswaldo Hesse)A herança da fritura

O colesterol que não nos ouça, mas uma fritura lá de vez em quando cai bem. Claro, o prazer tem um preço, e não é só para a saúde vascular. Depois que batatinhas e empanados são deliciados, o óleo usado continua lá, triste e inutilizável no fundo da panela, exigindo uma providência. E a pior delas é lançá-lo ralo abaixo.

A cultura de recolher o óleo usado nas frituras para reaproveitá-lo cresceu nos últimos anos, mas a preocupação não deve se restringir aos restaurantes. Se descer pelo esgoto, o óleo vai direto para o rio, que não consegue reincorporar à natureza a fritura de tantas cozinhas – a estimativa é que cada litro polua cerca de 1 milhão de litros de água.

Além da iniciativa de alguns condomínios, que oferecem um recipiente para os moradores, há pontos de coleta espalhados pela cidade (confira na tabela), basta levar o óleo em uma garrafa pet. Na região, há empresas como a Controil Ambiental, Preserve Ambiental e Projesan que coletam e dão novo destino ao resíduo.

Jogar um recipiente com óleo no lixo comum também não é um bom negócio. O professor do departamento de Engenharia Química da Furb Vinicyus Rodolfo Wiggers lembra que o óleo que sobra da fritura se transforma em sabão, biodiesel, pode aquecer caldeiras ou servir à indústria química – não reciclá-lo é um desperdício de matéria-prima.

Mas reciclar não resolve todos os problemas ambientais. O educador ambiental da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Blumenau, José Constantino Sommer, lembra que o ideal seria reduzir o consumo de tanto óleo e mudar a cultura da fritura nas cozinhas. Natureza e saúde agradecem.

Alguns pontos de coleta de óleo de cozinha usado em Blumenau:

Supermercados Giassi, Amigão, Cooper e Galegão

Hospital Santa Catarina

Escola Barão do Rio Branco

Grupo Escoteiro Leões de Blumenau (Rua Pastor Oswaldo Hesse)