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Posts de maio 2015

Cowboys: Caxias sedia final de Campeonato Gaúcho de Rédeas

29 de maio de 2015 0

O gaúcho acostumado aos rodeios pode até estranhar a vestimenta, mas a verdade é que as provas de Rédeas, aquelas que reúnem competidores trajados ao estilo Western americano, ganham cada vez mais adeptos.

Caxias do Sul sedia no sábado, nos Pavilhões, a final do Campeonato Gaúcho da modalidade. O evento deve reunir cerca de 35 concorrentes em quatro categorias. Os cinco melhores de cada uma vão para a competição nacional.  Aquele que alcançar a maior nota na pontuação geral ganha um Palio zero quilômetro.

Baseada no adestramento dos cavalos dos vaqueiros norte americanos – os cowboys – para a lida com o gado, várias modalidades de Hipismo Western surgiram na década de 60 nos Estados Unidos, entre elas a Rédeas.
Surgiram várias modalidades de Hipismo Western, entre elas a Rédeas. No Brasil, em 1989, foi criada a Associação Nacional do Cavalo de Rédeas. Hoje, a modalidade é reconhecida como um esporte e praticada em 47 países.

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Fotos: Roni Rigon

Por causa da semelhança dos movimentos (como a Esbarrada da imagem acima) alguns relacionam as Provas de Rédeas com as do Freio de Ouro, mas as duas competições não têm relações. O Freio de Ouro inclui nas provas o trabalho com gado e surgiu da cultura gaúcha campesina.  A de Rédeas, não. Enquanto o Freio de Ouro é uma competição para cavalos da raça crioula, a Rédeas é uma modalidade que pode ser feita por qualquer raça.

A encilha do cavalo (abaixo) é formada por manta de feltro e sela. Não se usa pelego. Nas patas do cavalo, proteção para executar movimento. O colorido é  para embelezar o animal. Na foto, o treinador Antônio Corrêa monta o cavalo Marajá do Trinta e Oito, bi-campeão gaúcho das Rédeas.

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O ginete uruguaio, Rodrigo Nieves, aquerenciado em Porto Alegre, mostra a monobra Spins, caracterizada pela cruzada das patas dianteiras do animal durante a prova.

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A indumentária dos competidores de Rédeas identifica-se com a do vaqueiro estadunidense (o popular cowboy): camisa xadrez de botão, calça jeans, chapéu e bota. Na foto, da esquerda para a direita: Roberto Jou, Antônio Corrêa, Diego Zanandréa e Rodrigo Nieves.

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As manobras

Entrada: Mostra o cavalo para iniciar o percurso. Ele deve parecer relaxado e confiante.

Esbarro: Diminuir a velocidade do cavalo do galope para a posição da parada, deslizando com ambas as patas traseiras numa linha reta

Spins: Série de giros de 360º, devendo demonstrar cadência na velocidade, sutileza, suavidade e atitude

Rollbacks: Giros de 180º completados após o esbarro, girando em direção oposta e partindo ao galope como um movimento continuo

Círculos: São manobras a galope que demonstram controle, disposição para ser guiado, grau de dificuldade e mudanças na velocidade

Recuos: Fazer com que o cavalo se mova ao reverso (para trás)

Pausa: Habilidade do cavalo em permanecer parado de maneira relaxada durante o momento descrito nos percursos

Trocas de Mãos: O cavalo troca seus anteriores e posteriores ao galope, enquanto muda de direção

Run downs e Run arounds: Corridas em linha reta pelo meio e laterais da arena

Bastidores do concurso estadual de prendas

22 de maio de 2015 0

Durante o final de semana, o blog acompanha as representantes da região, Liengred Barbosa Cardoso, 17 anos, 1ª Prenda Juvenil da 25ª RT, e Vitória Teresinha Albuquerque Bartelle, 1ª Prenda Mirim da 25ª RT, na Ciranda Cultural de Prendas.

As gurias viajaram nesta quinta-feira para Rio Grande, cidade que sedia o concurso. No sábado, serão divulgados os nomes das primeiras prendas do Estado.  Até lá, os serranos podem acompanhar os passos das duas prendas no concurso.

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Chegada das meninas em Rio Grande

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Missa Crioula na Catedral de São Pedro

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Ainda na Catedral, Liengred aproveita a beleza da igreja para uma foto

Fotos: Arquivo pessoal, divulgação

Começam provas do Freio de Ouro em Caxias

22 de maio de 2015 0

Caxias e o cavalo crioulo. Essa relação ficou mais estreita desde quinta-feira, quando começou uma das credenciadoras do Freio de Ouro. Animais da raça competem entre si e mostram habilidade e desempenho em provas baseadas na lida do campo. Dezessete machos e 15 fêmeas estão inscritos para a Credenciadora, que vai eleger quatro de cada para a etapa seguinte, a Classificatória (também em Caxias), que antecede a final em Esteio.

Ao longo desse período, a coluna mostra o universo dessa competição, também campeira, mas tão diferente do tiro de laço e dos rodeios. As provas que compõem as fases do Freio de Ouro são divididas em duas etapas: Morfologia e Funcional.

AS PROVAS

1. Morfologia

Avalia padrão racial e o nível de enquadramento do animal aos padrões seletivos da raça. São valorizados características como o equilíbrio estrutural, o relevo muscular, a firmeza da linha superior (do lombo). Ou seja, é uma espécie de avaliação da estética do cavalo.

morfologia

2. Funcional

Andadura: Exige-se do cavalo três modos diferentes de andar: tranco, trote e galope. O trote é a que tem maior pontuação porque é a mais usada pelo cavaleiro no campo. A troca de andar se dá com o movimento do corpo do ginete, que também deve apear (descer do cavalo).

andadura

Figura: O cavalo realiza um circuito demarcado por fenos, que avalia o equilíbrio nas trocas de mãos e patas, potência de execução e submissão às solicitações do ginete.

Volta sobre patas e esbarrada: Na volta sobre patas (foto 1), o ginete faz o animal girar sobre o corpo para um lado e em seguida para o outro. Pode fazer de uma a três voltas. Na esbarrada (foto 2), o ginete acelera o cavalo e solicita ao animal uma freada brusca. O cavalo praticamente “senta” no chão. O movimento é repetido no sentido contrário.

volta sobre patas

Foto 1

esbarrada

Foto 2
Fotos: Jonas Ramos

Mangueira: Trabalho com o gado. O cavalo tem que apartar um dos dois novilhos que estão na mangueira e mantê-lo afastado por 45 segundos do outros bovino. O cavalo tem de arremeter com o peito, ou “pechar” a lateral do novilho apartado.

Prova de campo ou paleteada: Duplas formadas pelo resultado da pontuação perseguem um novilho, que deve ser prensado entre as paletas dos dois cavalos. O nome paleteada é por conta disso.

Em um segundo momento, repete-se a prova de paleteada, de mangueira e acrescenta-se a conhecida como Bayard-Sarmento, prova em que o cavalo realiza uma série de movimentos, como correr, esbarrar e volta sobre patas para um lado e para o outro.

Agende-se

Credenciadora do Freio de Ouro
Quando: até 25 de maio
Local: Parque Nacional da Festa da Uva – Caxias do Sul
Promoção: Núcleo dos Vinhedos

Programação

SEXTA-FEIRA

7h – Início entrada animais Morfologia e Credenciadora
8h – Admissão Morfologia
10h – Morfologia – Início do Julgamento
14h – Reinício Julgamento Morfologia
17h – Admissão da Morfologia Credenciadora

SÁBADO

8h30min – Credenciadora aberta – Início etapa funcional / Freio do Proprietário
14h – Credenciadora aberta/Freio do proprietário
16h30min – Chá para Senhoras
Após as provas: Demonstração de Doma Índia (patrocínio Cabanha Rota dos Tropeiros)

DOMINGO

9h – Credenciadora/ Freio do Proprietário
12h – Premiação Credenciadora e Freio do Proprietário
14h – Campereada

Conheça as representantes da 25ª RT no estadual de prendas

21 de maio de 2015 0

Duas prendas são as representantes da 25ª RT na Ciranda Cultural de Prendas que começa nesta quinta-feira na cidade de Rio Grande.

O concurso elege as primeiras prendas estaduais, que serão conhecidas neste sábado após uma verdadeira maratona: prova escrita sobre História, Geografia e Folclore do Rio Grande do Sul, prova artística (cantar, declamar ou tocar, e dançar uma dança tradicional e uma de salão), mostra folclórica e prova oral.

Para quem não conhece, o concurso tem três fases: interna, quando os CTGs elegem suas primeiras prendas; regional, quando são escolhidas as representantes das 30 regiões tradicionalistas e, finalmente, estadual. Conheça quem são as nossas representantes:

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Foto: Daniele do Amaral, Divulgação

Liengred Barbosa Cardoso (foto acima), 17 anos, 1ª Prenda Juvenil da 25ª RT, é a prova que ser gaúcho é muito mais do que nascer no Rio Grande do Sul.

Nascida em Salvador (BA), foi adotada aos oito meses por um casal caxiense durante uma viagem. Ganhou dois irmãos e duas irmãs mais velhas.

No concurso, declamará a própria história nas estrofes da poesia Descendência, de Elton Saldanha, que retrata a cultura negra. Versos já cantados por ela na fase interna e regional do concurso.

– É uma poesia que mostra a força dos negros e da minha própria mãe. É uma homenagem. Com relação à minha naturalidade, revelada durante o concurso regional, não encontrei nenhum preconceito – explica.

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Foto: Julio César Dal Monte/Studio Dal Monte, Divulgação

Com 11 anos, Vitória Teresinha Albuquerque Bartelle, 1ª Prenda Mirim da 25ª RT, enfrenta uma preparação digna de adulto: desde janeiro, estuda mais de três horas por noite os aspectos relacionados à prova escrita. Há um ano, tem professores particulares de declamação e dança de salão.

Leva para o concurso a dança de salão Bugio, o Xote de Carreirinha como dança tradicional e a cultura religiosa ao falar de Nossa Senhora de Caravaggio.

Integrante do CTG Ronda Charrua, o gosto pela dança motivou o ingresso no concurso. Tão logo foi eleita prenda da região, informou à família: iria ao estadual.

– Dançar é o que mais gosto. O que me deixa mais nervosa é a prova escrita, que vale mais – diz.

Homenagem às mães campeiras

09 de maio de 2015 0

No final de semana do Dia das Mães, os leitores prestam homenagens às suas mães campeiras. Gaúchas que levam no peito o amor aos filhos e à cultura rio-grandense. As homenagens começaram mais cedo, com a primeira galeria de fotos. Parabéns a todas!

Maria Aparecida da Silva é a mãe das irmãs laçadoras de Cazuza Ferreira. Maria e as filhas, todas professoras, trabalham juntas na Escola Padre Ritter, em Cazuza. A veia campeira das gurias é fruto também do exemplo da mãe, que ajudava a cuidar do gado e dos animais na fazenda onde as meninas residem.

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Maria Antonia de Oliveira, 88 anos, é mãe do ex-coordenador da 25ª RT, José Nicanor Castilhos de Oliveira. “A você, minha mãe, que me carregou em seu interior por nove meses e depois em seu colo, me deu educação e ensinamento, que Deus lhe proteja sempre. Beijos, minha mãe, te amo muito. Este é o recado dele.

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” Adoro seguir teus exemplos, de amor, de autenticidade e de muita coisa boa que você me passa! Te amo!” diz a filha Sara, 4 anos, à mãe Patricia Rodrigues, 37.

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Creice Arse com os gêmeos gauchinhos Victório e Valentina.
Foto: Morgana Perini, Divulgação

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A professora  Ana Paula de Oliveira Spannenberg, 35 anos, com o marido Alexandre da Rosa Vieira e as filhas Bárbara Vitória, Ana Flor e Glória Alexandra. Todos integrantes do Departamento Tradicionalista do Clube Recreativo Juvenil.

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“Mãe obrigada por tudo que fazes por mim. Te amo muito”, é o recado de Maria Eduarda Ferro, 2ª Prenda Mirim da 25ª RT, para a mãe Ivanilse Negrini, 37.

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“Tu é a mulher das nossas vidas. Te amamos muito”, é a mensagem do músico  Jeison Reis e do irmão Jonatas à mãe Jucerlaine dos Reis, 56.

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Família gaúcha: Andiara de Lucena Mello, acompanhada pelo esposo Marcio e filhos Francisco e Maria Antonia.

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Maria de Lima Bortolotto com as filhas Bárbara (centro) e Bruna. Todas integrantes do CTG Herdeiros da Tradição.

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Campeira de fato: A cavalo e tomando um mate, Alice Vargas de Lima, 80 anos, de Vacaria. Homenagem do filho Oneide.

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Fotos: Arquivo pessoal, Divulgação

Mãe campeira: homenagem dos leitores

08 de maio de 2015 0

Começam as homenagens dos leitores às suas mães campeiras! Feliz Dia das Mães! Neste sábado, mais fotos serão divulgadas.

Regina Claudia Mazzochin manda um recado à mãe, Maria, 62 anos: “Ela não é apenas minha mãe, é minha melhor amiga, o meu grande amor…”

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Quatro gerações: A bisavó Eva dos Santos , 60 anos, a filha Erionete dos Santos , 41, a neta Aline dos Santos Correa, 25, e a bisneta Gabriela de Brito, dois.

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Quatro geração da família Valim. Da direita para a esquerda: a bisavó Maria, a filha Jussane, neta Mariane e bisneta Thayná.

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Aqui, Jussane Valim com os filhos: Mariane (ao lado da mãe), Geisa e Augusto.

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Esta é Rosalina Reis Sandi, 68 anos.

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Helena  Pacheco de Oliveira homenageia a mãe Irma Luciano de Oliveira, 80 anos.

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Andréa Sandi, 42 anos, com seu gauchinho…

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Mary Calgaro, em dia de festa, com os filhos Nathalia e Arthur.

Mary Calgaro, com os filhos Nathalia e Arthur

E, por fim, minha mãe, Iracema Moraes Teixeira! Cavaleira, campeira e que faz o melhor mumu e doce de figo que conheço!

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Fotos: Arquivo pessoal, Divulgação

Cavalgada da Fé ocorre neste sábado em Caxias

08 de maio de 2015 0

Sábado é dia dos cavalarianos reverenciarem Nossa Senhora de Caravaggio. A tradicional Cavalgada da Fé tem dois pontos de partida: às 8h, do Campus 8 da UCS, e às 9h, na frente da Estação Férrea.

O caminho percorrido pelos cavalarianos de Caxias permanecerá o mesmo da última edição: após passarem pelo trecho asfaltado próximo ao Hotel Samuara, rumam sentido à olaria, chegando até a Estrada dos Romeiros, que inicia na encruzilhada próxima ao cemitério.  Serão percorridos os 18 km da antiga estrada que liga Caxias à Farroupilha.

A cavalgada terá seu ponto alto em frente ao Santuário de Farroupilha, com a Missa Crioula Campal às 11h. Depois, haverá almoço para confraternização das famílias. A peregrinação ocorre desde 1994, quando um pequeno grupo de 18 cavalarianos encilhou seus cavalos e tomou o rumo do santuário.

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Foto: Liliane Giordano, Divulgação

Exposição: Feitas com carvão, imagens retratam o campo

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O cavalo, a ovelha, a tapera. E também o cusco, o laço e o campo. Desenhadas com carvão e emolduradas com a madeira que outrora serviu de palanque, imagens que retratam a vida campesina integram a exposição Chama que não se apaga, do artista Anilto Caureo.

Expostas durante o mês de maio no shopping San Pelegrino, em Caxias, elas resgatam as experiências do autor – nada foi inventando, tudo foi vivido ou visto.

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_ São lembranças da infância em Palmeira das Missões _ diz o artista de 48 anos, há mais de 20 em Caxias.

Filho de pais agricultores, o talento nasceu com o guri que surpreendeu a professora ao desenhar a escola em um quadro negro durante um castigo. Em casa, as tintas eram feitas com a fervura de plantas de várias colorações. As imagens do campo – as preferidas – viraram o tema do artista.

As pinturas, feitas a óleo, foram substituídas pelo carvão por acaso, há 10 anos, quando um amigo pediu um quadro de última hora. Dos resquícios do último churrasco, veio a matéria prima. Caureo gostou do que viu.

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_ É mais difícil fazer o sombreado das imagens, mas fica mais rústico _ justifica.

Fã de José Cláudio Machado, o retrato do músico é o único rosto conhecido do público, ao lado da emblemática São Miguel das Missões (fotos ao lado). Quem criou-se no campo, porém, vai se reconhecer nas 12 imagens que compõem a exposição.

Em Caxias, o artista por vocação e eletricista por profissão mantém um cavalo para camperear, relembrar o passado e encher os olhos de campo.

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Fotos: Arquivo pessoal, Divulgação
AGENDE-SE
O que: Exposição Chama que não se apaga, de Anilto Caureo
Onde: Shopping San Pelegrino (sala 235, 1º andar)
Quando: durante o mês de Maio

Show com Pirisca Grecco em Caxias

06 de maio de 2015 0

PROGRAME-SE

Show com Pirisca Grecco e La Comparsa Elétrica (Grupo Macuco antes e depois)
Quando: 7 de maio
Onde: Paiol Espaço Nativo
Horário: 22h
Ingressos:  Antecipados: Eles R$20 |Elas R$15 Mas hora:  Eles R$25 |Elas R$20
Pontos de venda: Sentinela da Tradição, Bolicho da Serra, Galpão do Tio Ci, Paiol Espaço Nativo
Informações: (54) 3213.1774 | (54) 9971.3085 (WHATCHÊSAPP)

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Homenagem: Envie foto de sua mãe campeira

05 de maio de 2015 0

Como é tradição, o blog convida o leitor a homenagear sua mãe campeira! Envie a foto com o nome e idade da mãe. Se houver mais alguém na foto, identifique também! Quer escrever um recado, fazer um agrado? Também pode!

Envie para manuela.teixeira@pioneiro.com. As fotos serão divulgadas no blog e na coluna impressa do final de semana!

A bela imagem abaixo é de Juliana Savicki  e o filho Augusto. Ela integrou a galeria do ano passado.

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Foto: Arquivo pessoal, divulgação